Darkness

5 Descobertas


Notas iniciais
Oi, docinhos! Não me xingueeeem (hahahah), fiquei meses sem postar. Acontece que perdi meu login, nem lembrava que existia mais essa conta, mas aí tive uma enorme vontade de espalhar pra minhas amigas que tenho uma fanfic (e elas amaram), então me motivou a continuar. Por favor, curtem e comentem sugestões e juro, de dedinho, que vou continuar a postar toda segunda. Beijinhos.

''Se eu pudesse eu pegava a dor, colocava dentro de um envelope e devolveria ao rementente!'' — Mario Quintana.

— Eu acho que não estou bem. Me perdoe, Alec.

— Ah, me desculpe, Renesmee. É... O que houve?

— A Jane. Ela veio com um papo estranho, dizendo que não era para procurá-la, nem telefonar. Ela está estranha comigo.

— Ela é imprevisível. Esquece isso.

— Preciso ir embora. Obrigada, Alec. Você já tem meu número e, por favor, qualquer informação, me ligue. Quero saber o que houve com a Jane. — logo depois, sai do bosque, deixando um clima de desespero. De fato, eu estava mal e perturbada, pensando o que havia acontecido para tamanha mudança de humor. Jane já havia feito isso, mas nada parecido. Não poderia procurá-la, de forma alguma. A última opção era querer desafiar os Volturi, dizendo que estava ali, para colocar as cartas na mesa e querer saber o que havia acontecido com Jane. Se aqueles pálidos idiotas e estúpidos tivesse feito algo a ela... Pena que não posso fazer nada contra eles, mas eu jurava que arrancaria cada miolo desses idiotas com minhas próprias mãos.

ALEC P.O.V

Era óbvio que eu havia seguido Renesmee. Eu queria poder ter um mísero segundo, para admirar a beleza que estampava em seu rosto e que por sua vez, era gritante, mas sem sucesso, não consegui passar um tempo junto a ela. Renesmee disse que teria de ir embora e a deixei ir. Ela estava querendo notícias de Jane. Por mim, não me importo com minha irmã. Ela faz essas encenações, muitas das vezes, para conseguir algo ou chamar atenção. Jane é estúpida, mas Renesmee não merecia tamanha preocupação com tal. Eu a vi partindo e tive que me conformar, mas não me entristeci. Amanhã eu iria vê-la.

RENESMEE P.O.V

Nada do que havia acontecido, iria me proibir de passear pelo bosque. O pai de minha mãe estava trabalhando para fazer uma pequena estrada, que cortava a escola, até minha casa. É claro que foi para mim, mas também todos da cidade adoraram o novo projeto. Meu avô sabe que eu adoro correr entre as árvores verdes, que colorem o ambiente, durante as tardes ensolaradas. Também sabe que sempre subo no mais alto galho de árvore, para admirar o esplendor da natureza, diante de mim. Ver o sol, diante de toda sua grandeza, deixar a lua iluminar o céu. Ver o pôr-do-sol colorindo as nuvens que cobriam todo o horizonte... Este dia foi diferente. Eu estava um turbilhão de sentimentos de culpa e preocupação sobre mim, que se eu tentasse subir nas árvores, eu poderia dar-me de cara no chão.

Logo quis ir para casa, tomar um banho e sentar-me na lareira, nos braços de meu pai. Aquele que sempre me dava conforto e só em um toque, tirava todos os sentimentos negativos de minha alma. Verdadeira terapia. Só não gostava de minha Tia Rosalie, dizendo que sempre que estou pra baixo, é por causa de coisas hormonais. É um pé no saco. Só precisava descansar e tentar falar com a Jane amanhã.

Chegando em casa, o jantar estava servido. Havia perdido o apetite e em uma tentativa frustrante de tentar dizer a Alice que eu não queria comer, que era para guardar as sobras, para mais tarde eu comer, ela negou. Não me deixou nem guardar minha mochila. Ela me puxou para lá, me fazendo sentar. Todos estavam sérios. Sentei-me, me acomodei e coloquei a mochila encostada na cadeira. Alice estava me servindo, já que meu prato era o único da mesa, como sempre. Ainda não entendia o porquê de tanta seriedade. Antes de eu ter a ousadia, de questionar o que havia acontecido, Jasper apareceu. Ele não perdeu tempo e já jogou a bomba.

— Aquela sua amiguinha... — suspirou.

— Ela tem nome, Tio Jasper. A Jane.

— Que seja. Ela veio aqui e deixou um recado. — sem deixá-lo terminar, Alice o interrompeu.

— Ela veio se despedir e disse que os Volturi querem você. Alec contou a eles que a cada dia que passa, seus poderes estão crescendo. Suas habilidades evoluindo e você pode se tornar imbatível. Por você ser metade vampira, metade humana, você tem um dom que nenhum outro de nossa espécie pode ter. Tive uma visão há poucos dias. Vi que deveríamos ir embora daqui, o quanto antes para te proteger da rebelião que está por vir! — Alice disse, velozmente.

— Não. Alec não fez isso. Por quê? — levantei da mesa.

— Desculpe Rene. — Alice disse.

— E por que Jane faria isso? Me abandonaria? Ela jurou a vocês que iria me proteger. Jane não pode fazer isso comigo. E o Alec? Ele não fez isso. — eu disse, chateada, com aquelas cruéis palavras, que haviam soltado para mim. Era difícil digerir tudo aquilo.

— Não, minha filha. Jane não nos abandonou. Ela está tentando distrai-los, enquanto arrumamos uma forma de sair da cidade. Ela vai conosco. E enquanto seus avós, eles estão fora da cidade, tentando achar um lugar onde há bruxas e conhecidos nossos. Eles sugeriram Mystic Falls, que fica ao sul. Não vejo mal em partimos para lá. — disse minha mãe, aproximando de mim e estendendo as mãos, numa tentativa de dizer que estava tudo bem, que iria ficar tudo bem e que tudo aquilo, iria passar. Seu olhar não passava segurança, percebi que havia medo e angústia. Meu pai entrelaçou um braço em meu ombro, beijando minha testa.

— Temos que partir ao amanhecer. — disse Emmett.

— Arrume suas coisas, minha filha. Não podemos perder tempo. Só falta você ajeitar suas coisas. Fique bem, querida.

Ignorei. Não aguentava mais ouvir uma palavra que saia da boca deles. Eu queria ir embora, para nunca mais voltar. Jane não podia ter feito àquilo comigo e eu? Confiei e me apaixonei platonicamente pelo Alec. Os dois me traíram, de formas absurdamente piores que as outras e ainda depois de tudo, minha família ainda quer me manter em segurança. Eu estava perturbada e era muita informação para ser processada.

Que estupidez a minha acreditar em um Volturi, um dos principais guardas do clã, que é um maníaco por sangue e sei lá o que poderia estar fazendo agora. Deveria estar por aí, em um canto do mundo, sugando todo o sangue do primeiro ser humano que ele visse pela frente. Como eu me odeio. Subi as escadas rapidamente, entrei em meu quarto e bati a porta. Meus olhos se encheram de lágrimas e logo começou a chover. A chuva escorria pelo vidro da janela, como as lágrimas que caiam em meu rosto. Como alguém poderia fazer isso?

Notas finais
O que acontecerá ao amanhecer? Será que Renesmee irá se adaptar a essas várias mudanças?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.