Darkness
17 Capítulo XV
Notas iniciais
SE EU ESQUECER DE VOCÊS PODEM ME COBRAR POR LÁ, JURO QUE NO PRÓXIMO ESCREVO MUITO MAIS, OK?
E OUTRA, CADÊ MEUS LEITORES? ONDE VOCÊS SE METERAM? D:
PODEM CRITICAR, DAR OPINIÕES, CONSELHOS, OU O QUE VOCÊ QUER VER NA FIC. U-U
TOC, TOC.
— Nora, você está ai, querida?
Revirei-me na cama quando acordei com fortes pancadas na porta. Me sentei e percebi que só estava de roupa intima. Patch estava na janela do quarto, com o que parecia, um cigarro na mão direita.
— Eu estou bem, Dorothea.
— Então por que não foi para a escola? – Ela retrucou e ouvi o barulho de seu pé batendo com força no chão de madeira.
— Eu já desço, Dorothea.
A governanta bufou e ouvi seus passos arrastados enquanto descia as escadas.
Patch me fitava com uma sobrancelha arqueada.
— Não disse que íamos ter companhia tão cedo.
Desci da cama com o lençol enrolado em volta do corpo, e fui indo em direção ao banheiro. Patch me segurou pela cintura e me prendeu ali.
— Sei que sou ruim de cama, mas precisava afogar as magoas num cigarro.
— Adorei comer você.
— Vai se foder. – Mostrei o dedo para ele, que revirou os olhos.
Peguei algumas roupas da gaveta de meu guarda roupa, eu sorria como uma boba. Pela primeira vez eu muito tempo, eu estava realmente feliz.
Ri alto de repente, e Patch olhou ppara mim como se eu fosse doida, ao passar pela porta do banheiro, disse:
— Sabe, pensei que você seria um pouco mais... Selvagem. Pelo seu jeito.
— E eu sou, só quis ser romântico.
— Atá, é melhor você ir logo. Se Dorothea te pegar aqui...
Ele se curvou para pegar sua camisa no chão e se vestiu, já tinha jogado pela janela o cigarro.
— Ela nem vai notar que estive aqui.
— Sei, até mais.
— Volto hoje à noite.
Eu ainda estava na porta do banheiro, encostada na parede.
— Melhor não, nos vemos amanhã na escola. – Patch bufou e saiu pela porta de meu quarto. Dorothea devia estar ocupada de mais se não notasse ele andando pela casa.
Entrei no banheiro, já eram 10:00 então nem me importaria em ir para a escola. Pensava o tempo todo na noite passada, foi bom, muito bom. Se há dois meses me falassem que eu ia perder a virgindade com um cara como Patch, eu teria rolado no chão de tanto rir.
Mas agora, só a idéia de ficar sem ele já mexia com minha cabeça.
O dia passou rápido de mais, só sai de meu quarto para as refeições e para trancar a porta quando a governanta saiu. Eu ainda pensava nos beijos que eu tinha trocado com Patch. Sei que é idiota, mas sentia borboletas em meu estomago só de pensar nele.
Notas finais
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