Darkness

15 Cap. XV –Amigos (parte II- Alguém com quem contar)


Notas iniciais
Mais um capítulo, espero que gostem, aí entra mais um personagem na história, acho que esse não vai passar pela vida de Ariel e Darkness tão rápido quanto a Suzana...

Ela estava realmente desesperada, para procurar um vampiro, mas era a sua única opção, depois do que aconteceu com o cachorro ela precisava de alguém da mesma linhagem que a criança, ou pelo menos de uma maneira parecida, já que incrivelmente aquela criança nao queimava no sol como a maioria dos vampiros, seria ela uma raça diferente de vampiro?


Ela se lembrava perfeitamente onde era o hospital, onde ele se encontrava, teve que se achar andando pela cidade, e o pior... Não era nada perto. O cachorro parecia se divertir com o passeio enquanto a criança dormia. Ela pediu informações a algumas pessoas e finalmente chegou ao seu destino.



Ela amarrou o cão do lado de fora, bem preso, e entrou com a criança no local, ao perceber a presença de Ariel muitas pessoas a encaravam com um olhar torto, com certeza vampiros, ela pensou. Ela se digiriu a recepção e disse:



– Poderia falar com Finn, Finn Van Hide por favor?



– Quem deseja?



– Ariel, meu nome é Ariel, diga que é um assusnto de extrema importância.



Ariel esta contente por ele estar trabalhando no mesmo lugar, pensou que talvez ele tivesse se mudado e aí seria um grande problema. A recepcionista se levantou e foi até a sala anunciar a visitante.



– Ariel, tem certeza que ouviu o nome certo? — Dizia Finn meio assustado.



– Tenho sim senhor...



– Mande ela entrar, vamos ver do que se trata...



Ariel entrou na sala dele, havia muitas bolsas de sangue no local, um estoque, ao sentir o local aquela criança logo começou a chorar, e qual não foi a surpresa de Finn em ver Ariel com uma criança nos braços, uma criança vampira nos braços.



– Ora, o que te trás aqui Ariel? Ainda mais com uma criança dessas, eu posso sentir a presença dessa criança de longe... O que ela é? Uma Daywalker? Pra você trazê-la aqui de dia só pode ser...



– Eu não sei, por isso preciso de sua ajuda...e também preciso de um lugar para ficar, nossa hospedagem também inclui um cachorro, um cachorro transformado pra ser mais espécífica...



– Ora, se é um cão transformado onde você o deixou, e como você o trouxe? Ele deveria morrer em contato com o sol...



– Pois é, mas não morreu...



– Deixe-me adivinhar, foi mordido pela criança?



– Exatamente...



– Bem, vamos fazer um acordo... Você me deixa estuda-los e eu deixo vocês morarem comigo, feito? — Ele estendeu a mão.



Ela apertou a mão dele e disse:



– Feito!



– Essa criança parece estar com fome, já a alimentou hoje?



– Alimentar de que maneira?



– Ora, ela é um vampiro, o que acha que ela precisa comer?



– Não, ainda não...



– Tem uma mamadeira aí?



– Tenho sim. — Ela tirou a mamadeira da bolsa e entregou pra ele.



Ele no mesmo instante encheu a mamadeira com o sangue de algumas bolsas e deu pra criança.



– Prontinho neném...



Qual não foi a surpresa de Ariel ao ver a criança se deleitar com a mamadeira de sangue fresco.



– Eu vou pedir dispensa daqui pra levar vocês até o meu apartamento...



– Ninguém lá vai se importar com um cachorro?



– Imagina... Eu moro lá.



– Tudo bem então vou pegar o cachorro...



– Certo.



Ariel pegou o cachorro e retornou a sala de Finn, eles saíram pela saida do estacionamento, e entraram em um carro com o vidro bem escuro, e se dirigiram a casa do anfitrião.



– Sejam bem vindos. — Disse ele abrindo a porta.



Era um apartamento amplo, mas bem bagunçado, típico da moradia de um vampiro homem.



– Fiquem a vontade...



Ariel soltou o cachorro que foi imediatamente fazer xixi na beirada do sofá.



– Duke, não!



– Tudo bem... Ele só está marcando território não é Duke? — Ele acariciou a cabeça do cachorro. — E esse sofá tá mesmo precisando ser lavado... — Ele tira algumas revistas pôrnos de cima do sofá e dá espaço pra Ariel sentar, a mesma se senta e vira pra Finn dizendo:



– Como você consegue morar em um lugar tão bagunçado?



– Faz parte do meu ser... Bem, eu vou ter que sair agora, fiquem a vontade, e volto a noite, ou amanhã de manhã.



Ela se despediu dele e ficou sentada um pouco no sofá, segurando a criança em seu colo, o que será que ia ser delas agora? Viver pra sempre com um vampiro era melhor ideia do que morar de baixo da ponte, mas ainda assim era uma ideia um pouco perturbadora, ela deixou a criança no sofá e foi arrumar a casa. Não aguentaria viver em um lugar como aquele, sujo daquela maneira.


Notas finais
E lá se foi mais um capítulo e por hoje é só pessoal, espero que gostem, e o Duke é safadinho, hein? Mijando no pé do sofá! kkkkkkkk