Notas iniciais
Olá amores da minha vida! Estava lendo os comentários e amei total todos, obrigada amores por estarem se dedicando a ler nossa fic, como prometemos, aqui esta o novo capitulo postado o mais rápido possível! Espero que gostem! Ele esta quentinho esperando o comentário e leitura de vocês! Prometemos postar o próximo o quanto mais rápido que pudermos! Beijo no core e um abraço de urso Máduh e Caroliz

Não sabia o que mais me deixa angustiada.Carlisle estava me olhando com curiosidade e um brilho que nunca imaginei ver estampado em seus olhos cor de mel, ou ver o que continha naquela pequena caixinha trabalhada em veludo. O encarei e logo senti minhas bochechas corarem com um vermelho intenso, sem graça abri delicadamente a pequena caixa e me deparei com uma linda peça de prata, na verdade, um bracelete. Ele suspirou e com um ato de tomar coragem me perguntou “Gostou?” sorri e despejei tudo o que passava em minha mente “É maravilhoso, eu acho que nunca vi algo do tipo, nem mesmo parecido, obrigada Carlisle, eu simplesmente amei!” ele soltou o ar dos pulmões e gaguejou “I-isto é para você lembrar de mim e também para lhe proteger, sempre.” Não conseguia segurar a felicidade que teimava tomar conta de mim, que queimava em minhas veias, queria beijá-lo, balancei a cabeça tirando o pensamento de minha cabeça,estava ficando louca? O olhei por alguns segundos e agradeci novamente “Carlisle, você pode colocar o bracelete para mim?” Perguntei um pouco envergonhada com tanta gentileza que o rapaz de cabelos loiros transparecia “É claro, será um imenso prazer” Ele se ajoelhou e pediu que estendesse o braço, o ajeitou e beijou de leve minha mão “Está ainda mais bela!” Suspirei. Carlisle sabia me deixar envergonhada agradeci e por minutos obervei o lindo bracelete “Carlisle o que significa este leão, e estes trevos de quatro folhas?” ele sorriu com minha pergunta e começou “ O bracelete possui quatro elementos básicos o mais destacado é o leão, que significa a coragem, acima dele tem essa pequena mão, que faz referência a fé, a sinceridade e a justiça. Na parte de baixo como você disse a esta folhas de trevo, que indicam perpetuidade e longetividade.” Fiquei totalmente parada,inerte,suspirei “É maravilhoso, obrigada, vamos entrar?” Ele sorriu e suspendeu o braço para que eu apoiasse.

A entrada do baile era maravilhosa, estava cercada por rosas vermelhas e brancas, nunca imaginei Sword e Cross dessa maneira sensível e delicada, vários casais que estavam ali começaram a nos encarar, Carlisle se aproxima do lóbulo de minha orelha e sussurra “Não ligue para eles.” Sorri em, era difícil me equilibrar naqueles par de saltos, cambaleei para trás após tentar passar o degrau, ele gargalha maravilhosamente e faz sinal para que esperasse ali, em poucos minutos ele volta com duas taças em sua mão e me entrega uma “Espero que goste, é de uva!” o olhei com cara de deboche “Acabo de descobrir que você ama uva!” ele piscou para mim e tomou um gole. Todos delinquentes de Sword pareciam transformados naqueles trajes de gala. Uma leve música começou a tocar e logo a reconheci era Clair de lune – Debussy. Caminhamos até o pátio do lado de fora, onde as arvores estavam com pisca-pisca, havia bastante casais ali. Começamos a dançar com leveza como se patinássemos no gelo, Carlisle coloca a mão em minha cintura, estremeço e coloco minha mão delicadamente em seu ombro. A música soprada com o vento fazia meus cabelos voarem para trás. Carlisle me rodopia no ar e sem perceber fecho os olhos e continuo dançando, estar ali com o homem dos meus sonhos, era o que sempre desejei. “Es?” abri os olhos piscando e sorri com ele me olhando “Desculpe eu só...” ele me corta “Eu sei.” Continuamos a dançar um apreciando a presença do outro a música acaba e ele beija minha bochecha, sinto meu estomago formigar, havia borboletas voando dentro de mim. Durante todo o baile ficamos assim sorrindo e não dizendo praticamente nada nossa comunicação simplesmente se conduzia por olhares cheio de brilhos,estrelas brilhantes. No final de tudo ele me leva até meu quarto e paramos na porta “Essa noite foi maravilhosa, nunca irei esquecê-la,durma bem, amanhã estarei aqui as oito para lhe ajudar com as malas.” Sorri “Obrigada Carlisle, repito minhas palavras, obrigada pelo lindo bracelete, obrigada por me fazer ir ao céu esta noite.”

Entrei no quarto suspirando não suportando a felicidade que não cabia em mim, queria gritar, pular e sair gritando para todo mundo que estava apaixonada por aquele loiro. Fui direto para o banheiro, tomei uma ducha morna e vesti um moletom que ficava enorme em mim, deitei na cama e me embrulhei no cobertor de veludo vermelho sangue.

Na manhã seguinte me levantei disposta a tudo, Rose já estava acordada “Bom dia Es!” sorri e pulei da cama “Bom dia Rose!” fui para o banheiro e tomei uma ducha, lavando o cabelo cor de caramelo, vesti uma calça jeans escura, uma batinha e uma jaqueta, eram quase oito da manhã e Carlisle logo estaria aqui para me ajudar a descer. Abracei rose forte como um urso e beijei sua bochecha direita “Vou sentir sua falta minha loira! Eu te amo muito mesmo!” exclamei, ela suspira “Eu também sentirei muita saudade pequena, eu te amo!” Ouvi um pequeno bater na porta a abri e vi ele sorrindo pra mim. Carlisle me ajudou com as malas até no portão da Sword Cross, parecia mentira que estaria escapando daquele lugar, mas algo me prendia ali, Carlisle.

Respirei o ar gélido e o olhei, ele estava triste. Larguei a mochila que carregava e fui me despedir, mas algo aconteceu, não sei como, mas escorreguei em uma folha e acabei em seus braços, retirei uma mexa de cabelo que estava em seu rosto e exclamei “ Eu não queria ir, se pudesse lhe levaria comigo Carl, mas eu entendo que você tenha sua família, espero que não se esqueça de mim...” Fui interrompida sinto lábios gelados encontrarem os meus quentes, assustada recuo, mas ele me abraça com força e delicadeza, o beijo calmo logo estava sendo aprofundado nossas línguas se encontravam em um frenezi perfeito. Ele para o beijo e se aproxima de minha orelha e sussurra “Eu amo você.” Me arrepio inteira quando ouço o roncar de garganta, era meu pai. Carlisle arregala o olho e me olha com um pedido de desculpas, lhe dou um selinho e saio correndo para abraçar meu pai. As malas foram postas no interior do carro e logo começamos a nos distanciar me virei para olhar Carl que me mandava um beijo ao vento e falava tchau. Sorri como uma garotinha e olhei para meu pai que me encarava “ Oi, pai...” ele da um pequeno sorriso “Estou vendo que alguém roubou o coração de minha menina!” o olhei franzindo a testa “Ei. Pare com isso!” O caminho para sair da Sword era grande, pois ela se encontrava em uma área em meio em uma floresta quando entramos na pista foi inevitável, a única coisa que conseguia ouvir era o cantar dos pneus de nosso carro, tudo girar, em prantos começo a gritar desesperada e tudo se transforma em uma imensa escuridão.

“ A sedutora morte é algo inevitável, irreversível, que não escolhe lugar ou hora, que lhe abraça e sufoca.”

Notas finais
O que acharam amores? Comentem! ♥