Dark Stars

1 De NY à London.


Notas iniciais
Em primeiro lugar: Obrigada as pessoas que se interessaram a ler a afic
Em segundo lugar: Não sou boa com sinopses
Em terceiro lugar: Boa leitura :3

-Megan! Vamos logo. Vamos chegar atrasadas no aeroporto por sua culpa.- Grita minha mãe colocando as malas dentro da limusine.

-Já vou!- Peguei minha mochila e fui em direção a limusine.

Sim, eu sou rica. Sim, Megan é nome de patricinha. Não, não sou patricinha. Eu tenho nojo de patricinhas. Eu gosto de rock. E por isso, minha mãe tenta me disciplinar. Já fui expulsa de 3 escolas. E se eu for expulsa dessa escola, minha mãe vai me tirar minhas preciosidades. (skate, vídeo-game... e o meu precioso, mais precioso que todos os meus preciosos... minha guitarra. Sabe o quanto eu me esforcei pra minha mãe comprar -contra sua vontade- a minha preciosa guitarra? Eu tive que limpar a casa toda por 1 mês sem falta. Minha mãe achou que eu desistiria no primeiro dia. Mas claro... eu não desisti.

-Senhorita Parker?- Sebastian. Nosso mordomo.

-Sebastian... quantas vezes já falei pra me chamar de Megan? Melhor. Meg.- Falei o encarando.

-M-meg.- Falou.

-Isso.- Sorri.

-Não está esquecendo de nada?- Ele disse com a maleta da guitarra em mãos.

-Meu deus! Como pude esquecer?- Falei tomando da mão dele.- Obrigada Sebastian.- Falei.

-Claro. Se lembrar que falta algo nas bagagens, me ligue. E eu vou levar amanhã.-

-Claro.- Falei. E a limusine deu partida.

Deixa eu me apresentar adequadamente – seria assim que minha mãe me mandaria me apresentar, mas isso é um caso especial, então estou fazendo isso por conta própria.- Meu nome é Megan Parker Johnson. Tenho 16 anos. Minha aparência chama muita atenção. Minha franja é rosa. Meu cabelo é muito curto. Não é aqueles que vão até os ombros. É muito curto. Se não tivesse a parte rosa do meu cabelo, ele seria inteiramente preto. Meus olhos são azuis claros. Gostei disso mas, agora que acostumei não passam de simples olhos. No meu estilo de roupa, uso muito o preto. Tem algumas peças coloridas, aqui e ali. Mas o meu fixo é o preto. Estou saindo de Nova Iorque, pra ir pra Londres.

No aeroporto...

-Filha. Me dá sua passagem.- Procurei pela minha mochila. Minha mãe estava em pânico quando viu que eu estava demorando muito pra achar.- Não está aí né?- Ela disse ainda em pânico.

-Achei!- Tirei a passagem do fundo da mochila. Minha mãe arrancou de minhas mãos e começou a beijar o papel. Logo em seguida deu para a moça que atendia. Fez as coisas necessárias e fomos para o portão de embarque.

-Não vamos poder sentar juntas filha.- Ela disse lamentando. E eu estava tão feliz com isso, que acho que minha mãe percebeu.

-Uma pena não?- Tentei fingir ao máximo que estava triste. Peguei meu celular na mochila, os fones e comecei a ouvir minha banda favorita. AC/DC.

-Filha! Abaixa isso estou ouvindo daqui.- Abaixei dois pontos do volume e voltei a escutar. Estava ouvindo Thunderstruck.

Última chamada para o avião 772. Última chamada para o avião 772.

Entramos no avião. Fomos para nossos lugares. — Minha mãe ficou na poltrona atrás de mim.- Fiquei olhando o nada, enquanto as pessoas se sentavam em seus devidos lugares. Comecei a sussurrar uma parte da música. Mas a pessoa que se sentou ao meu lado ouviu eu cantar.

-AC/DC?- Perguntou. Olhei pro lado, era um garoto, parecia ter a minha idade. Cabelos castanhos escuros. Quase preto. Olhos da mesma cor. Pele morena.

-Sim.- Falei e me concentrei novamente na música.

-Hum...- A aeromoça passou o corredor avisando para desligarmos os celulares, tablets etc.

-Senhorita? Poderia desligar o celu....- Interrompi ela, já tirando os fones e desligando o celular. Ela virou e sussurrou um “nossa”. Ela disse para colocarmos os cintos. Colocamos. Olhei pela janela os aviões estacionados virarem carros –eles são grandes. Virar do tamanho de uma formiga já é de mais.-

Algumas horas depois (dormindo)

-Filha. Acorda. Já chegamos.- Acordei ainda sonolenta. Peguei minha mochila naquela coisa que eu esqueci o nome e saímos. Muita gente ficava me olhando. Mas isso não me preocupa. Isso já aconteceu várias vezes.

Saímos do portão de embarque e encontramos James –noivo da minha mãe.- e a minha querida irmãzinha Keni.

James via virar meu novo pai. Keni minha nova irmã.

-Meeeeeg!- Ela veio correndo até mim. Keni tem 12 anos. Mas parece que tem 8. Ela também é rockeira- isso aí! Algo de bom na minha vida aconteceu.- Ela é meio irritante. Mas eu adoro o jeito dela.

-E aí baixinha?- Provoquei.

-Não sou baixinha!- Ela disse já tendo um dos seus ataques.

-É sim!-

-Não sou! Você que é alta de mais!-

-Isso é verdade. Mas eu sou alta, e com isso você fica sendo baixinha.- Olhei em volta, procurando por um certo ser.

-Ele está no banheiro.- Me assustei quando Keni disse isso.

-Q-que!? E-eu não estou procurando ninguém!-

-Pode admitir Meg... eu sei que sou irresistível.- Uma voz masculina apareceu atrás de mim... David. E claro. David é irmão da Keni assim sendo...

-David...para com a palhaçada.- Ele me pegou pela cintura e me abraçou.

-Bem vinda de volta. Emo.- Sussurrou no meu ouvido.

-EU NÃO SOU EMO! SOU ROCKEIRA É DIFERENTE!- Ele logo riu.

-Ô pai! A Emo está brigando comigo!- Sim. Esse idiota é meu irmão.

-Eu. Não. Sou. Emo.-

-David. Não implica com sua irmã.- James falou.- Vamos amor?- Perguntou se referindo a minha mãe. A é. Esqueci de apresentar ela. Rosana Parker Johnson(Eu e ela não temos mais o sobrenome do meu pai. Ele terminou com a minha mãe quando soube que estava grávida de mim.). 32 anos. Estilo socialite. Os cabelos são loiros e os olhos são azuis. Eu tive cabelo preto por causo do meu amado “papai”.

-Claro. Vamos crianças.-

-Se é “crianças” somente a Keni deve ir.- Provoquei.

-Eu já sou adolescente!- E outro ataque novamente.

-Megan!-

-Desculpa.- Falei.- Mas é verdade.- Sussurrei.

-Megan!- Gritou um pouco mais alto que antes.

-Tá tá.- Fomos até aquela esteira onde pega as malas e pegamos... só falta o meu precioso.

-Megan! Vamos logo!-

-Meu precioso ainda não chegou.-

-Vou te chamar de Gollen agora.- David disse.

-Ah David, me deixa.- Olhei em volta. Vi um cara carregando uma maleta em forma de guitarra. E tinha detalhes que ninguém percebia. Era a minha.- Tá ali.- Joguei a mochila no chão e corri até o cara que estava com a maleta.

-Com licença?- Perguntei tocando no ombro do cara. Ele virou assustado. Era um garoto. Devia ter treze a catorze anos.

-Sim?-

-Essa maleta é minha.- Falei apontando até a maleta.

-Me desculpe. Mas essa é a minha maleta.- Ele ajoelhou colocou a maleta no chão e abriu. Era a minha guitarra vermelha. MUITO preciosa.- Ah, desculpe.- Ele me entregou a maleta já fechada.- É que eu tive que ir no banheiro, e achei que tinha me atrasado na esteira. Aí vi uma maleta e pensei ser a minha.- Coçou a nuca.- Vou perguntar se tem como minha maleta passar de novo.

-Tudo bem. Então. Thau.- Falei e fui até onde o pessoal estavam. Que ficaram de queixo caído quando me viram com a maleta.

-Era mesmo a sua?- Minha mãe perguntou.

-Eu conheço muito bem a maleta que guarda meu precioso.-

-GOLLEN!- David provocou.

-É melhor do que Emo.- Falei.

-GOLLEN EMO!-

-Aí passou dos limites!- Falei.

-Chega. Vamos logo!- James brigou e o seguimos. Enquanto eu e Davis trocávamos olhares fuzilantes.

No carro...

-Filha. Vem, logo.-

-Calma, estou colocando meu precioso no porta-malas.-

-GOLLEN EMO!-

-Mãe!-

-David. Por favor... para.- Minha mãe pediu.

-Tá.- Depois que ele falou isso entrei no banco de trás onde estava Keni(que estava muito quieta o caminho inteiro) e minha mãe. Depois de alguns minutos, estávamos na casa do James.

-Ainda bem que chegamos.- Falou David.

-Filha. Coloca as malas no seu quarto(quarto de hospedes) que nós vamos sair.-

-Tá.- Falei. Estava cansada.- Aonde vamos?- Perguntei.

-Vamos na escola do David fazer sua matricula.-

-Não acredito que vou estudar na mesma escola que esse aí.-

-Vamos ficar aqui por 3 anos. Até você achar uma boa faculdade. Entrar nela...-

-Eu estou pensando em fazer em Havard.- Falou David entrando na conversa.

-Acho que também vou fazer nela. Só que... Eu vou ter que me desfazer com meu lindo estilo...- David me interrompeu.

-Estilo Emo!- Fingi que não escutei ele. Assim ele fica mais irritado.- Hum.- Ele virou e subiu para seu quarto.

-Tá vamos.- Falei. Peguei as malas subi as escadas e coloquei no meu quarto. Peguei minha maleta com meu precioso dentro. Coloquei o “cinto” em cima do ombro e desci.

-Por que veio com a maleta?-

-Vou levar. O David pode quebrar as cordas dele.-

-Meu deus... vamos.-

-Espera!- Falei, corri até meu quarto e peguei meu skate que estava dentro da mala. Desci.- Vamos.-

-Que?-

-Eu acompanho seu ritmo.-

-Eu ia dirigir até lá.- Falou ela.

-Hum... então me encontra lá.- Coloquei o skate no chão, coloquei o pé direito em cima, e peguei impulso com o esquerdo. Já estava na estrada(que estava pouco movimentada) andando no meu precioso dois. Não estava fazendo nada muito arriscado. Estava só em cima dele. Dando impulso quando a velocidade diminuía.

-Cara, olha. Uma garota skatista.- Eu me pergunto: Por que acham isso tão raro?- E ela tá com uma maleta de guitarra nas costas.- Me pergunto mais uma vez: Por que acham isso tão raro?

Na escola do David são tudo um bando de estranhos.

Notas finais
Esse cap não sei se ficou pequeno. Mas... com o tempo vou aumentando.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.