Dark Side

8 Capítulo 8- James e Carlos


Notas iniciais
Voltei o/ Dessa vez eu nem demorei, nada de broncas, viu??
Aviso: A partir do próximo capitulo, os outros personagens (Logan, Kendall, Dustin, etc) vão começar a aparecer e a ter suas próprias histórias.
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O que acharam das novas músicas do BTR? OMG, são tão perfeitas >.
Xoxo... Espero que gostem do capítulo :)

Alexa:

Carlos ainda estava na minha casa, passamos a tarde toda tentando achar um jeito de fazer a nossa voz dar certo naquela música(ter uma armonia legal). Mas não dava certo, como eu já tinha dito, eu tenho a voz mais horrorosa do mundo inteiro (não é pra tanto, mas...). Nunca passei tanto mico na minha vida, na verdade quando eu relembro, fica tudo pior...

"-Vamos, você não deve cantar tão mal assim. Daremos um jeito. -E Carlos continuava me enchendo para cantar.

–Ok, mas com uma condição. -Ele ficou esperando eu dizer. -Você irá cantar primeiro. -Carlos deu de ombro. Não achei que ele iria aceitar numa boa.

–Agora, irei cantar para minha enorme pratéai. Uma música muito bonita, que é um dueto. Mas de alguma forma irei cantar sozinho. -Ele jogou uma indireta. Ele fazia eu me sentir uma completa idiota. -Sing my song for you.

(http://letras.mus.br/demi-lovato/1780100/)

Didn't know what to get you

Ordinary just wouldn't do

But I just found my perfect gift for you

(Ele cantou as primeiras notas e realmente me surpreendeu, sua voz era incrívelmente linda).

I hear church bells ringing

Carols singing harmony with me now

(Carlos sorriu ao ver meu olhar totalmente hipnotizado enquanto ele cantava)

You are lookin so lovely

Even If the lights go out

We've got mistletoe and firelight

On this cold december night

The snow outside will set the moon

As I Singin' my song...

(Ele terminou de cantar e eu o recebi com aplausos).

–Obrigado minha querida plateia. -Ele fingia estar se apresentando para milhares de pessoas. -Agora recebam minha linda amiga Alexa, que não é tão boa cantora quanto eu mas irá tentar dar seu melhor. -Carlos riu e acabou fazendo eu rir junto.

–Imbecil. -Passei por ele e dei um tapa atrás de sua cabeça. Ele se sentou no sofá, colocou a cabeça apoiada em suas mãos, e colocou seus cotovelos sobre suas pernas. Ficou me encarando e esperando eu começar.

–Então.... -Ele fez um sinal para eu continuar, ou na verdade começar a fazer algo.

Era minha vez de cantar, o que faria. Não sei cantar, ele vai morrer de tanto rir.

Cantei as primeiras notas, as mesmas notas que Carlos. A cara de interesse de Carlos, logo se transformou em um sorriso amistoso. Que foi se transformando em uma gargalhada alta e contagiante.

Parei de cantar e fiquei o encarando de cara feia. Carlos continuava rindo, sem nem ligar para mim. Sua risada era tão adorável, era tão fofa e contagiante que era quase impossivel me segurar e não rir junto.

–Para Carlos, isso é maldade. -Fingi estar brava. Mas logo caí na risada junto a ele. -Eu avisei que era horrivel.

Me joguei ao seu lado no sofá. Ainda rindo, ele me abraçou, como se quissesse me consolar por ser tão má cantora.

Seu abraço era forte, mas gentil; não queria que ele me soltasse nunca mais. É estranho, pois eu conheço Carlos desde sempre e nunca senti nada diferente por ele, mas passar algumas horas com ele ,mudaram totalmente o jeito que eu o enchergava. Sabe quando você vê uma pessoa e sente que ela é perfeita para você? Eu estava me sentindo assim naquele mesmo instante. Meu estômago revirava cada vez que ele falava comigo, eu sentia como se borboletas voassem no meu estômago cada vez que ele abria aquele lindo sorriso, era uma sensação tão boa ter ele por perto.

Não sei o porque desses sentimentos por Carlos, nunca o havia visto daquele jeito, para mim ele sempre era o filho dos amigos dos meus pais, mas naquele momento eu o via como um amigo, como alguém por quem eu estava sentindo algo muito forte. É melhor eu esquecer isso de uma vez por todas.

–Desculpa! -Carlos me soltou de seus braços. Senti um grande vázio dentro de mim. "

Estavamos sentados no chão de meu quarto, achar outra musica seria dificil. Nós dois tomamos uma decisão muito boa. Seria assim: Carlos iria cantar uma música solo e eu teria apenas que tocar o violão ou o piano. Assim ninguém passava mico. Acabamos escolhendo a música "My song for you" (N/A: A primeira música que eles iriam cantar tem mais ou menos o mesmo nome mas é cantada pela Demi Lovato ♥ e Joe Jonas. A versão de agora é a do Carlos, o nome da música é parecido, mas não é a mesma. A música é um dueto também, mas imaginem com apenas o Carlos cantando. (LINK: http://www.youtube.com/watch?v=_r1DL7P3gi4 )).

–Essa música vai ficar muito legal na minha voz. -Carlos disse enquanto relia a música. -Vai ser bom porque assim não prejudicamos o ouvido de ninguém com essa sua voz horrorosa. -Carlos disse rindo. -Desculpa, eu tava brincando. -Continuava rindo. -Mas foi hilário. Carlos pegou uma pequena mecha de meu cabelo e ficou brincando.

Peguei uma almofada vermelha que estava ao meu lado e bati em Carlos com toda minha força. Ele me olhou assustado.

–Ahh, então vai ser assim? -Ele perguntou rindo, pegou uma almofada em cima de minha cama e começou a bater em mim também, mas ele batia com menos força.

Ficamos brincando de guerra de almofada (não sei o nome dessa brincadeira) durante um bom tempo, correndo pela casa toda. Pareciamos duas criancinhas brincando. Nunca tinha me divertido tanto assim, quanto estava me divertindo naquele mesmo momento com Carlos.

Ele estava fugindo de mim, quando acabou tropeçando em algo na sala e acabou caindo. Ele ficou jogado no chão e rindo. Fui até ele e tentei o ajudar a levantar, mas acabei caindo em cima dele. Ficamos com os rostos quase colados, nossas respirações ofegantes, nossos lábios tão perto. Acabei saindo do transe e lembrei que Carlos tinha namorada e mesmo eu não sendo muito amiga dela, não poderia fazer uma coisa dessas com ela.

Me levantei e ajudei Carlos a se levantar. Seu rosto parecia desapontado, pelo jeito ele tinha percebido o clima que tinha rolado entre nós. Carlos me abraçou novamente, mas dessa vez o abraço durou menos.

–Sei que mal ensaiamos, mas eu me diverti muito com você. -Carlos desabafou. -Mal posso esperar para o próximo ensaio. -Ele ficou me encarando com um sorriso no rosto, eu não sabia o que fazer. Carlos conseguia me deixar sem nenhuma reação.

–Está tarde e meus pais devem estar chegando. -Olhei para o relógio e o avisei. -Você sabe que eles não gostam que eu fique sozinha com meninos até muito tarde. -Tive que dizer, não queria que ele fosse. Mas se ele ficasse, era capaz de nunca mais poder voltar, meus pais não deixariam.

–É claro, até mais. -Carlos deu um beijo em minha bochecha. Eu o acompanhei até a porta e nos despedimos.

Me deitei no sofá. Até que o encontro não tinha sido tão ruim. Tinha tido o mico que realmente foi horrivel; mas tinha a parte boa, eu tive a chance de conhecer melhor Carlos Pena. Acabei adormecendo no sofá de minha sala e a unica coisa que se passava em minha cabeça era meu encontro com Carlos.

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James:

Estava na hora de encontrar Agatha, parei na frente de sua casa e ela já estava parada na varanda me esperando.

Estava sentada em um balanço pequeno e simples na varanda da casa. Nunca a tinha visto tão linda como ela estava naquela noite. Perfeitamente linda.

Estava usando um vestido preto e branco, a parte de cima era branca e depois descia com um pano tule preto. Um salto preto de 15 cm simples. Em suas mãos havia uma pequena bolsa preta com estampa da bandeira de Londres. Seu cabelo estava preso em um coque mal feito.

Parei o carro na frente da casa e buzinei duas vezes para ela me notar, quando ela me viu dentro do carro, ela abriu um lindo sorriso.

Nós dois sabiamos que aquele não era um encontro verdadeiro, sabiamos que apenas estavamos nos encontrando para estudar a música. Mas acho que nós dois haviamos levado esse encontro de estudo um pouco mais à sério.

Agatha estava com um vestido bem elegante . E estavamos realmente vestidos a altura para o restaurante que havia reservado. Ela estava completamente linda. Perfeita. Maravilhosa.

Ela caminhou lentamente até meu carro, dei a volta no carro e abri a porta do passageiro para que Agatha pudesse se acomodar. Depois dei partida no carro.

–Aonde vamos? -Ela perguntou curiosa. -Não sabia aonde iamos então não sabia que tipo de roupa usar. -Dizia. Talvez em duvida, talvez com timidez de estar tão bem vestida sem nem saber aonde iriamos.

–Você está perfeita. -Falei sincero. -Tomei a liberdade de escolher um restaurante bem legal para que nós possamos ficar a vontade. -Não sabia se ela gostaria do lugar, mas era um restaurante bem elegante aonde nos deixariam sozinhos para poder pensar. Não teria toda aquela conversa alta ou som ligado no maximo que a maioria dos restaurantes tinham.

–Legal. -Ela parecia tão desconfortável em estar sozinha comigo, não como antigamente ficavamos. Ela parecia estar preocupada com algo.

–O que aconteceu? -Perguntei preocupado. -Você está diferente.

–Não é nada. -Sabia que tinah algo de errado com ela, ou talvez com a situação. -Depois eu quero te perguntar uma coisa que está me deixando um pouco nervosa. -Ela parecia muito preocupada, distante, perdida. Queria a deixar mais descontraida, mas não sabia o que fazer.

Ficou um longo silencio no carro. Não queria, mas precisava quebrar aquele clima tenso.

–Então... O que a Srª Agatha fez hoje na aula de designer? Destruiu muitas roupas? -Ela riu rapidamente, mas logo ficou séria. -Aposto que te espuçaram da aula por você ser uma desenhista de moda muito ruim. -Ri da minha própria piada sem graça. -Chega de xingamentos de brincadeira por hoje, certo? -Ela concordou. E depois voltou a olhar pela janela do carro. Estava tão distante e tão estranha. Não parecia aquela garota que eu conhecia e amava (como amiga... Por enquanto).

–Está tudo bem, mesmo? -Ela bufou, parecia com raiva. Estava começando a achar que ela não queria estar ali comigo, parecia ter sido obrigada a sair comigo e isso me deixou mal. Não gostava de ter que ver ela tão triste. -Tudo bem, quando quiser pode me contar o que está acontecendo. -Peguei em sua mão que estava sobre sua coxa as apertando, tentando relaxar a mesma. -Só quero que confie em mim.

–Não sei se devo confiar... E também nem adiantaria contar nada para você; você leva tudo na brincadeira James, isso é chato de vez em quando. -Seu tom de voz estava elevado. Ela descontou sua raiva em mim.

Tudo bem, tenho que admitir que as vezes sou um pouco chato com essas minha piadinhas sem graça e por levar tudo na brincadeira, e eu não sei certamente quando parar e ser sério. Mas poderia parar se quissesse e agora que descobri que Agatha não gosta dessas minhas brincadeiras irei parar (ou pelo menos tentar).

–Eu só queria ter alguém com quem eu pudesse contar, desabafar e dizer tudo que me atormenta. Mas essa pessoa não existe. -Ela disse baixinho, quase como um sussuro. Mas acabei ouvindo.

–Você pode contar comigo, com a Sammy, com o Carlos, com o Logan, Kendall, Dustin, você tem muitos amigos com quem pode contar. -Lembrei a ela. -Não está sozinha nessa. -Ela estava me encarando, pela primeira vez na noite ela parecia presta atenção no que eu estava dizendo.

–Eu sei, obrigado! -Ela abriu um enorme sorriso. Que me fez ter vontade de sorrir também.

[...] /Restaurante/

–Chegamos! -Avisei. -Podemos falar mais sobre a música quando entrarmos.

[...] O restaurante era totalmente de alta classe, o lugar tinha um estilo unico, nunca visto, o lugar mais parecia um castelo bem bonito e xique do que um restaurante qualquer. Mesas de tamanhos médios ficavam bem distribuidas pelo espaço do restaurante inteiro, no meio das mesas tinham pequenos vasos de rosas vermelhas e brancas, para deixar o lugar ainda mais romantico. Os garções estavam todos parecidos, de terno, bem arrumados, e com suas máquinas de marcar pedido em suas mãos. O lugar tinha um pequeno palco, com um piano, violão e todos os instrumentos necessários para se fazer uma pequena apresentação; logicamente o lugar era conhecido pelos grandes nomes da música que se apresentavam naquele mesmo palco. Tudo estava bem calmo e não tinham muitas pessoas naquela mesma noite.

–NOSSA! -Agatha exclamou em voz alta. -Esse lugar é bem mais que legal, é incrivelmente incrivel. -Ela parecia um pouco nervosa, talvez com medo de não saber se comportar direito naquele lugar.

–Vai dar tudo certo, ok? -Tentei a confortar. Ela acentiu.

O garçom nos levou até a nossa mesa, a nossa mesa ficava de frente ao palco. Puxei a cadeira para que Agatha pudesse sentar.

–O que você quer pedir? -Perguntei. Ela deu de ombros. -Ok, trás o de sempre. -Entreguei os cardápios para o garçom.

–Você vem sempre aqui? -Agatha perguntou. Ela pegou o guardanapo e colocou em suas coxas.

–Não. -Comecei a rir. -Ele vai entrar naquela cozinha pedindo o pedido que eu sempre faço... e vai ficar perdido. Porque eu nunca vim aqui. -Continuei rindo. -Ele não vai saber o que fazer. -Ela ria junto comigo.

–Você é louco. -Afirmou. -De onde você tira essas idéias de brincadeiras estupidas? -Perguntou entre risos.

–Eu, Kendall, Carlos, Logan, Dustin e outros amigos meus viviamos fazendo isso quando iamos em restaurantes. Ou davamos 5 centavos de gorjeta para o garçom. -Contei. -Sempre fizemos essas brincadeiras, é bem engraçado.

–É sim... -Ela deu uma longa pausa. -Podemos começar a ensaiar, certo?

–Claro. -Confirmei. -Sobre o que quer falar?

–Eu acho que a apresentação vai ficar boa, mas temos que treinar mais a harmonia e ver... -A interrompi.

–Quer treinar a harmonia? -Perguntei. Já tive uma ideia ótima, mas acho que Agatha não vai gostar muito. Ela apenas assentiu. -Então vamos treinar a harmonia e ver se as pessoas vão gostar da apresentação. Vamos acabar com nossa duvidas agora mesmo. -Agatha me olhou em duvida, não tinha ideia do que eu estava falando. Me levantei e fui até o gerente de restaurante que estava parado perto do piano no palco.

–Olá, meu nome é James Diamond. -Me apresentei. Ele sorriu e estendeu sua mão para me cumprimentar.

–Eu sou o Sr. Cole. -Ele se apresentou. -Já ouvi falar muito de seus pais, boas pessoas. -Sempre que eu falava que meu sobrenome é "Diamond" todos começavam a me agradar e fazer de tudo para que eu gostasse deles. Meus pais são pessoas muito conhecidas na cidade de Los Angeles. -Como poderia ajudar você?

–Eu e minha amiga. -Apontei para Agatha, que me encarava ainda sem entender o que estava acontecendo. -Temos que treinar uma música para um trabalho e gostariamos de nos apresentar agora. O sr. deixaria?

–Se apresentar? Agora? Na frente de todos? -Ele parecia pensar alto então nem me dei ao trabalho de responder as suas perguntas. -Vocês tem 15 minutos.

Me despedi do Sr. Cole e voltei para minha mesa.

–O que você estava falando com aquele homem? -Agatha perguntou preocupada. Provavelmente já tinha percebido que eu tinha armado algo.

–Você queria ensaiar. Porque não agora, na frente de todos. Assim nossas duvidas vão embora. -Tentei a convencer.

–Você só pode estar brincando. -Ela estava indignada. -Nunca irei me apresentar na frente de todas essas pessoas. -Logo respondeu.

–Porque não? Aqui deve ter apenas 100 pessoas, talvez menos. -Disse. Tinha que a convencer. Ela me olhava com ódio. -No colégio teremos que cantar na frente de 500 pessoas, temos que treinar.

Ela bufou mas logo aceitou. Eu tive que praticamente arrastar a mesma até o palco. Ela não queria subir, mas consegui a convencer. Ficamos parados olhando as pessoas, que também nos encaravam com curiosidade. A banda já estava em seus lugares, apenas esperando nós estarmos prontos.

–Vocês conhecem a música "STRONGER" da Kelly Clarkson? -A banda toda assentiu. Eles começaram a tocar as primeiras notas.

Eu estava completamente solto, sem vergonha nenhuma. Mas Agatha parecia congelada.

What doesn't kill you makes you stronger

Stand a little taller

What doesn't kill you makes a fighter

Footsteps even lighter

Doesn't mean I'm over cause you're gone

What doesn't kill you makes you stronger x2

(Cantei minha parte, estava com medo de na parte de Agatha ela não cantar. Continuar parada).

Thanks to you I got a new thing started

Thanks to you I'm not a broken hearted

Thanks to you I'm finally thinking bout me

You know in the end the day you left was just my beginning

In the end..

(Graças a Deus ela cantou e começou a se soltar um pouco mais).

What doesn't kill you makes you stronger

Stand a little taller

What doesn't kill you makes a fighter

Footsteps even lighter

Doesn't mean I'm over cause you're gone

What doesn't kill you makes you stronger

(Quando a música acabou o restaurante inteiro aplaudiu e até pediram bis).

[...]

–Não foi tão ruim assim, foi? -Perguntei a Agatha. Esperava que ela gritasse comigo e dissesse que me odiava. Mas fui recebido com um abraço.

–Obrigado por ser tão legal comigo. -Ela sussurou ao meu ouvido. Voltamos para nossas mesas.

Ficamos jogando papo fora durante um bom tempo. Mas por algum motivo ainda sentia Agatha longe, distante. [..]

–Posso te fazer uma pergunta? -Agatha perguntou. -Sem contar essa pergunta que eu já fiz é claro. -Sorri e assenti positivamente.

–Perguntei o que quiser. -Ela parecia tomar coragem de perguntar.

–Porque você terminou com a Halston? -Essa pergunta realmente me assustou, não esperava que isso estivesse a deixando desconfortável.

–Temos que tocar mesmo nesse assunto? -Perguntei. Halston sempre conseguia estragar tudo, mesmo quando não estava junto comigo, ela afetava minha vida.

–Tudo bem, esquece. -Ela parecia chateada.

–Terminei com ela porque ela tenta me controlar, ela estraga tudo na minha vida, ela me deixa mal, estressado, e também... -Olhei no fundo de seus lindos olhos azuis, que com as luzes baixas do restaurante faziam seus olhos brilharem. -Eu estou começando a gostar de outra pessoa. Nunca achei que isso aconteceria, mas aconteceu. Me apaixonei por outra garota.

Ela abriu um sorriso tímido e depois olhou para o chão, tentando quebrar o momento constrangedor que eu tinha causado.

–Ela me assusta. -Confessou. -Ela também assusta você? -Voltou a olhar para mim.

–Não. -Fui sincero. -Ela ameaça, mas não faz nada. Ela apenas quer que as pessoas tenham medo dela, mas não se preocupe. Ela não tem coragem de mexer com ninguém.

Ela assentiu e ficou quieta.

–Porque tem medo dela? Ela te ameaçou ou algo do tipo? -Perguntei preocupado.

–Ela diz coisas estranhas e me ameaça. As vezes começo a acreditar no que ela diz. -Ela ameaça Agatha, ninguém mexe com "minha" Agatha. Ela vai se ver comigo. -Ela disse que você tinha terminado com ela por minha causa, no começo não tinha entendido, mas acho que agora entendo. -Nós dois sorrimos um para o outro. -Ela quer que eu faça uma coisa muito errada, mas não sei se devo.

–Não faça nada que não quer fazer, principalmente se for por causa do medo. -Comecei. -Faça o que é certo, o que seu coração te manda fazer.

–Já sei o que devo fazer; obrigado James. -Peguei sua mão que estava sobre a mesa e a acariciei com o polegar.

Ouvimos a música "BREAKOUT" tocar e depois Agatha começou a procurar seu celular dentro de sua pequena bolsa. Ela olhou assutada para o celular.

–O que foi? -Perguntei assustado.

–Minha tia mandou eu voltar para casa as 23:00 e agora são 23:30, ela já estava querendo chamar a policia. Ela disse na mensagem que na hora que eu chegar em casa vou estar bem encrencada. -Ela riu. -Temos que ir.

–Ok. Vou pagar a conta e já vamos.

[...]/ Na casa de Agatha/

–O "encontro de estudo" foi maravilhoso. -Ela fez aspas com os dedos em encontro de estudos. -Obrigado pelo ótimo programa.

–Até mais. -Dei um beijo em sua bochecha e fui até meu carro. Agatha já estava entrando em sua casa quando chamei sua atenção. -Agatha! -Ela se virou. -Amanhã vai ter uma festa na casa de Kendall.

–É, ele me mandou uma mensagem me convidando. -Começou. -É aniversário dele.

–É sim. Bom... Se você não tiver nada pra fazer e quiser sabe... Ir comigo. Então, o que acha? -Sei que foi ridiculo, paguei mico. Mas espero que ela aceite.

–Se esse é seu jeito de me chamar para sair... Eu aceito. -Ela disse sorrindo. -Até amanhã de tarde, Boa noite Diamond. -Depois que terminou de falar, ela adentrou sua casa.

Fiquei mais alguns minutos olhando para sua casa, até ter coragem e forças para sair de lá e deixar Agatha. Mal posso esparar para vê- lá novamente amanhã.

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Notas finais
Gostaram? Não gostaram? Deixem reviews dizendo o que acharam :)
Ignorem qualquer tipo de erro :))