Dark Night
1 Começo de tudo
Capitulo um
É verão e estou me mudando para uma escola que fica localizada em Virginia é uma escola em que ganhei uma bolsa de estudo. Ela é umas das maiores de todo o estado dos estados unidos, é uma escola em que eu teria que trabalhar pelo menos 30 anos de tão alto que é a mensalidade dela. Espero que as pessoas sejam legais por que não conheço ninguém, acabei de completar 17 anos e é a primeira vez em que saio de casa para um lugar tão distante.
Quando cheguei à frente da escola muitas pessoas pararam e começara a me olhar como se eu estivesse invadindo território, foi estranho, mas mesmo assim continuei a caminha direto para o portão que era de uma estrutura muito antiga, na verdade não sei nem como ele poderia ainda existir. Quando passei pelo imenso portão eu me deparei com um enorme pátio onde tinha alguns quatros com os nomes dos alunos provavelmente indicando onde séria o dormitório de cada aluno e os horários de aulas. Aproximei-me do quadro meio desconfortável por que conforme eu me aproximava os alunos paravam e me olhavam, finalmente cheguei ao quadro e realmente era um quadro indicando os dormitórios e os horários de aulas, todos os dormitórios tinham nomes param serem identificados eram nomes de estações: norte, nordeste, sul, sudeste e Leste. Procurei meu nome com um pouquinho de pressa por que eu estava mais incomodada do que qualquer outra coisa, depois de uns minutos em que eu estava procurando eu finalmente achei meu nome estava no dormitório Sul.
Anotei meu dormitório e meu horário de aula e seguir para os grandes prédios que tinhas em todas as voltas cada um deles tinham uma placa indicando o nome do dormitório fui andando rapidamente procurando o dormitório que achei era uns dos últimos e uns dos menores comparados aos outro ao redor. Fui em direção à entrada e vir uma escada começou a subir estava fazia ,quando cheguei ao corredor virem poucas portas comparadas ao meu colégio anterior, fui andando olhando cada porta e elas não eram marcadas com números e nem nomes eram marcadas pelo sobrenome logo achei o meu uma porta com um tom claro e minha plaquinha com o meu sobrenome "Stewart”, fiquei parada na porta imaginando como iria entrar por que não tinha fechadura tinha um bloquinho com uns números, mas não sabia como usar, na minha ficha não tinha nenhum código ou senha, fiquei fitando o bloquinho de senha quando tomei um susto com uma voz feminina bem atrás de mim,eu dei um pulo só e a menina loira dos olhos azuis me fitava rindo,fiquei completamente desconsertada com o susto enquanto a menina loira me fitava até falar:
-Desculpe não era intenção minha assustar você!-ela dizia sorrindo
-Não fui nada não eu que estou um pouco nervosa-eu dizia tentando não mostrar minha expressão de desespero.
-Desculpe... Meu nome é Katherine e o seu?
-Miles Stewart o prazer é todo meu.
Katherine pegou na minha mão ainda sorrindo.
-Está tento problema em abrir sua porta?
Apenas assentir.
-Você coloca uma senha de quatro números e um comando de voz tipo uma senha, mas no comando de voz, ai sua porta abrirá após a senha de quatro dígitos e seu comando de voz!-ela explicava como se ela conhece-se aquele lugar há muito tempo.
-Obrigada-eu falava me virando para o bloquinho com os números e pensando o que poderia ser minha senha.
Katherine atrás de mim deu um passo para trás de mim provavelmente querendo deixa eu à-vontade.
-Bom já te ajudei agora seja bem vida... Ah guarda suas coisas logo que o diretor quer dá boas vindas aos novatos. Ela dizia se virando e caminhando pelo corredor.
Assim em que ela terminou de fala eu me virei para agradecê-la novamente, mas ela não estava mais atrás de mim e nem no corredor. Virei-me para o bloguinho e coloquei minha senha de quatro dígitos e comando de voz, assim que terminei de digitar e falar o comando de voz a porta se abrir, tomei um susto novamente, mas me apressei para entra e assim que entrei fiquei totalmente chocada com a suíte que estava em minha frente, era tudo feito de madeira era um quarto de luxo que caberia minha casa ali dentro. Fiquei impressionada pela suíte, eu pensava que eu dividiria o quarto com mais pessoas, mas também foi bom por que eu teria minha privacidade, os alunos estavam se reunindo para ouvir o diretor, quando terminei de descer a escada e sair para o pátio me deparei com uma multidão de alunos e um palco bem a frente de todos, como estava cheio fiquei num cadinho onde não tinha muita gente.
Um senhor subiu ao palco acenando para os alunos enquanto eles gritavam de alegria.
-Sejam bem vindos a todos os alunos. Dizia o homem que eu daria pelo menos uns 50 anos-pra quem não me conhecer é o diretor Toni, mas todos podem me chamar de Tom.
"Quero passar umas regra em que todos, absolutamente a todos devem cumprir, caso alguém não as cumpras rapidamente será advertido." Não quero ninguém nos corredores depois das 20h00min urso café da manda serão servidas as 08h00min horas no refeitório que ficar no final do pátio lá em baixo.
As regras são essas espero que todos tenham um ótimo ano e sejam bem vindo a school and. Moore.
Todos começaram a gritar e aos poucos os grupos de alunos se formavam como eu não tinha nenhum grupo comecei a ir em direção a meu dormitório quando de repente ouvir uma voz feminina me chamando era uma voz a qual eu já tinha escoltado, mas mesmo assim continuei a andar não tinha só eu de Milley na escola, quando eu dei mais alguns passos eu escutei alguém gritar "Milley Stewart" e rapidamente olhei para trás, pois quem seria, quando me virei vir uma menina loira de longe acenando para mim e logo percebi que era Katharine a menina que me ajudou com a porta do meu dormitório. Ela acenava para mim, fiquei meio sem jeito de ir até ela, pois ela não estava sozinha estava com uma menina do seu lado ruiva do seu lado, ela continuava a acenar para mim até eu resolver ir até ela, fui me aproximando ao pouco até chegar até ela.
-Oi Katherine?
-Milley quero lhe apresentar a minha melhor amiga Helena-quando ela falou o nome da amiga rapidamente olhei para ela, ela me olhava com um sorrisinho de quem gostava do que estava vendo.
-É prazer conhecer você Helena!
-O prazer é todo meu, acho que seremos melhores amigasse-la dizia me abraçando com um sorriso enorme.
As duas pegaram na minha mão e me arrastaram até o meio do pátio.
-O que vocês vão fazer?-eu perguntava enquanto parávamos no meio do pátio.
-Milley eu e a Katherine somos as meninas mais populares da escola, conhecemos a todos aqui, iremos aproveitar que você é nova aqui e iremos apresenta-la aos gatinhos da escola.
Katherine e Helena falava sorrindo para mim e observando o pátio inteiro.
-Meninas sou vergonhosa... -eu tentava falar.
-Não precisa ter vergonha, você irar se acostumar, temos quase todas as aulas juntas então teremos tempo para você conhecer o pessoal aqui, bom agora vão temos umas pessoas a quais queremos ter apresentar.
Quando Katherine terminou de dizer ela olhou um menino que estava encostado num banco que ficava perto do palco e olharam para mim, elas viram que eu estava encarando ele, ele era muito bonito nem magro e nem forte cabelos pretos estava vestindo uma recada preta que desenhava seu peitoral e usava uma calça jeans escuras, ele estava acompanhando de mais dois meninos que também eram bonito, mas não tanto o quanto ele e uma menina que estava de mãos dadas com uns dos meninos. Enquanto eu o admirava elas trocaram um pequeno olhar e então Katherine gritou "Carlos”, o menino o qual eu estava admirando olhou rapidamente nós que estava parada no meio do corredor, e começou vim em nossa direção, enquanto ele se aproximava eu recuava alguns passos e as meninas me seguraram forte até ele chegar à nossa frente.
-Oi Katherine e Helena?-a voz dele era tão suave que poderia dormi escutando-o.
-Oi Carlos tudo bom com você que andou fazendo nas férias?-Katherine perguntava com um sorrisinho de menina levada.
-Lendo alguns livros... e vocês-ele falava retribuindo mesmo sorriso para Katherine-ele falava se virando para mim,tanto um sorrisinho perfeito.
Ele me fitava os olhos com o sorrisinho na boca enquanto eu ficava vermelha de vergonha.
-Desculpe... Milley esse é Carlos Saltanne.
-É um prazer Carlos-eu falei tanto a mão para ele morrendo de vergonha, mas também muito feliz de esta tocando nele.
-O prazer é todo meu Milley-ele falava pegando minha mão com um sorrisinho na boca.
Fui apresentada a Carlos depois as meninas teve que resolver uma coisinha ai eu decidir ir para meu domitorio, chegando nele eu suspirei fundo e arrumei minhas coisas. Quando terminei de arruma já estava escuro fui olha a hora e já era 19h50min, vi que não podia mais sair do quarto fui tomar um banho para relaxar a tensão desse dia e arrumar minhas coisas para a aula de amanha.
Terminei de tomar meu banho, arrumei minhas coisas para aula e sentei na cama para ler meu livro "Formaturas Infernais" comecei ler um pouco e logo veio meu sono até eu me render e guardar o livro e me cobrir para dormir.
No dia seguinte acordei 07h00min horas me arrumei e desci para o café da manha, enquanto eu estava atravessando o pátio sozinha duas pessoas pegaram no meu braço eram Katherine e Helena fomos conversando para o refeitório juntas, assim que chegamos ao refeitório sentamos numa mesa a onde eu podia ver Carlos numa distancia de dois mesas ele estava lá sentado sorrindo conversando com seus colegas. Enquanto tomávamos o café da manha dei umas olhadas até a mesa e Carlos e duas vezes peguei ele olhando também, quando o vi olhando rapidamente me foquei na conversar das meninas na mesa.
-Milley o que você achou do Carlos?
-Simpático!
-Carlos já olhou para você pelo menos umas seis veze acho que você conseguiu conquistar o coração dele moçinha, você é sortuda por que estudo aqui há quatro anos junto com ele e nunca o viu tanto encima de menina nenhum nem sequer olhar!
-Ele é um gato não é?-Helena perguntava olhando para mim.
Realmente Carlos era bonito, mas não queria ficar pensando por que era impossível ele querer algo com uma menina desconhecida.
O sinal do fim do café da manha tocou e aos poucos os alunos foram saindo do refeitório, eu e as meninas levantamos e fomos caminhando sem pressa para os corredores não prestava atenção na conversa das meninas, pois eu estava de cabeça baixa pensando na minha antiga casa, antiga cidade e amigos que deixei para trás quando de depende eu esbarro em alguém tão forte que me fez ir parar no chão, após eu cair no chão eu olhei para saber quem era em que tinha esbarrado e quando eu pensava que era um aluno desconhecido era Carlos, ele ficou parado sem reação me vendo no chão à expressão dele estava suave, eu fiquei olhando se esquecendo de que eu estava no chão e todos que passavam olhavam para mim.
-Me desculpe sou muito distraído-dizia ele estendendo a mão para me ajudar.
-A culpa foi minha eu estava distraída-eu dizia aceitando a ajuda dele.
Carlos me deu um sorrisinho após me ajudar a levantar e ficou me fitando por um tempo e depois saiu,eu fiquei olhando e logo após ele se afastar eu olhei para o lado para ver as meninas mas elas estavam do outro lado do pátio olhando para minha cara rindo,fui até elas e cada vez que me aproximavam mais elas riam.
-Sortuda menina-dizia Helena.
Nem dei a atenção apenas passei por elas e puxei-as, se separamos para cada uma ir ao refeitório pegar os materias,fui até meu refeitório peguei meu material e desci, fui em direção ao prédio de aulas e quando cheguei ao corredor o corredor não estava muito cheio provavelmente os alunos já estava na sala de aula então me apressei e fui em direção às portas vendo a numeração procurando a sala do numero sete. Quando achei a sala os alunos já estavam na sala e um senhor estava sentado na mesa lendo uns papeis provavelmente o professor, bati na porta e todos olharam para mim,inclusive o senhor.
-Licença aqui é a sala de Biologia?
-Sim minha querida entre seja bem vinda-dizia o senhor se levantando sorrindo para mim.
Entrei na sala e entreguei-o papel para o senhor que sorria para mim,quando me virei para a sala vir Helena sentada numa fileira perto da janela, ela acenava para mim fui em direção dela e me sentei perto dela do lado da janela. Após eu sentar o senhor pediu a atenção e todos o olharam.
-Sejam bem vindos a minha aula senhores e senhoras para quem não me conhecer meu nome é Paul.
O professor começou a dar a matéria dele e todos prestavam a atenção eu estava bem concentrada na explicação dele sobre Hormônios quando um papel me atingiu caindo bem na minha mesa, eu o peguei e o abri-lo.
Milley olha lá profundo da sala lá no canto quem está te olhando... você é sortuda hein, depois me fala seu truque tá e ah esse professor gosta de alunos que tiragem com ele viu...acho que você vai se dar bem com ele hein, já que você parecer ser C.D.F!
Helena
Olhei para Helena e dei uma risadinha, mas seguir o que ela me pedia olhou para o canto da sala e lá estava ele me encarando como se o professor não estivesse dentro da sala. Desviei o olhava me concentrando na aula, a aula do professor de Biologia era bem interessante tão interessante que passou tão rápido sinal tocou e o professor saiu da sala fazendo os alunos seguirem, minha próxima aula seria de Matemática, mas enquanto eu caminhava pelo corredor senti uma tontura derrepende, não dei muita importância continuei caminhando quando tive outra tontura não tinha ninguém comigo eu parei e me encostei-me ao corredor e aos pouco tudo ficava preto ao meu redor. Apenas eu sentir alguém me levantantando bem de longe essa pessoa fala comigo, mas eu não conseguia ouvi-la, apenas acordei numa enfermaria provavelmente da escola.
-Não se assuste querida você está na enfermaria da escola-dizia uma moça simpática.
-Quem me trouxe?
-Um rapaz da sua sala chamado Carlos-dizia a enfermeira-agora se acalme que chamarei sua amiga pra lhe levar até seu dormitório.
Fiquei esperando quando Helena entrou na sala toda preocupada.
-Ainda bem que você está bem? Se não fosse Carlos eu nem sei o que teria acontecido...
-Mas como você soube?
-Carlos te trouxe e foi na sala me chamar para vim ficar com você, ele estava ate um pouquinho atrás lá fora esperando noticias, mas quando a enfermeira saiu e nos falou que você estava acordada ele levantou e foi embora.
Helena me ajudou a ir até meu dormitório, enquanto eu pensava por que ele tinha me ajudado, ele mal olhava para mima-a falava apenas algumas vezes olhava para mim, mas não sabia o que a olhada dele dizia. Abrir a porta e entrei no meu dormitório e fui direto para minha cama, fiquei deitada na cama até o sol começar a se por, levantei e desci para o pátio estava decidida a enfrenta-lo e lhe agradece-lo.
Fiquei esperando ele enfrente o dormitório quando o avistei, quando ele me avistou ele teve um espasmos de surpresa, mas mesmo assim continuou ele estava acompanhado de um colega e conforme eles se aproximavam o colega dele se afastou enquanto ele veio direto em minha direção.
-Você está melhor?-ele perguntava com a voz meio preocupada.
-Sim eu queria agradece-lo por me ajudar... e...-eu não conseguir terminar de falar
-Não precisa agradecer-me-ele disse sorrindo-é melhor você ir deitar um pouco para descansar.
Ficamos nos olhando por um tempo até os dois voltarem a ter foco.
-Vai descansar, amanha eu falo com você-ele dizia olhando dentro dos meus olhos.
-Promete?
-Prometo!
Ele ficou parado me observando enquanto eu me afastava, era estranho fala com ele a gente mal se conhecia. Mas fiquei satisfeita por ter enfrentado meu medo e ter ido falar com ele.
A noite passou rápido dia amanheceu e eu levantei rapidamente para me trocar para ir tomar café da manha. Assim que eu desci encontrei as meninas e fomos até o refeitório chegando lá, as meninas foram para mesa enquanto eu fui pegar meu café na mesa enquanto eu escolhia o que eu iria comer sentir um friozinho, mas nem liguei continuei escolhendo quando uma voz suave e sedutora falou comigo:
-Bom dia?
E me virei para ver quem era e lá estava ele perfeitamente bonito parado na minha frente me olhando nos olhos com um sorrisinho no rosto.
-Bom dia Carlos cumpriu sua promessa-eu dizia quase uns sussurros ficando vermelha.
-Sempre cumpro minha promessas-ele dizia com um sorrisinho no rosto.
Fiquei parada admirando-o por um tempo enquanto ele também ficava me encarando, só que eu não percebi que estava com o meu prato na mão, eu estava num tipo de transe hipnótico quando fui interrompida por Helena.
-Milley estamos esperando você na mesa!-dizia ela meia sem graças por interromper.
-Claro!-eu disse voltando para o mundo real.
Carlos se virou para Helena eu dei-lhe um sorrisinho simpático e logo após ele se virou para mim novamente.
-Depois eu te vejo então-ele dizia caminhando de costa sorrindo até se virar e ir em direção a sua mesa.
Terminei de fazer meu prato e fui até a mesa, quando me sentei à mesa não prestei muita atenção no que as meninas estavam conversando estava meia aérea quando fui interrompida com o celular vibrando no meu bolso. Quando olhei era umas mensagens restritas abrem-la para ler e lá estava escrito "espero não incomoda-la novamente e espero que não fique com raiva por ter pegado seu numero, apenas gostaria de conversar com você depois da aula você gostaria? ah não comenta com ninguém, por favor, Carlos!".
Fiquei pasma por ter recebido uma mensagem dele, olhei para mesa dele e ele estava com o celular na mão olhando para mim com uma cara suave, apenas assenti que sim e ele voltou à conversa com o amigo dele do lado. O dia passou devagar eu estava ansiosa para ir conversar com ele, eu perdia totalmente a atenção quando estava com ele, mas estava decidida de ir encontra-lo afinal o que ele queria falar comigo.
No intervalo eu desci para o pátio sozinha deixando as meninas no corredor estava a fim de ver ele e perguntar o que ele queria conversar comigo,quando cheguei ao pátio eu me sentei num banco vazio que ficava meio escondido da visão do patio,fiquei pensando o que eu iria fazer durante o fim de semana já que eu não podia ir para casa já que estava longe.
-Oi-Carlos me surpreendeu com a voz suave.
-Nossa você quase me matou de susto.
-Desculpe tenho que parar de assustar você-ele dizia meio pensativo.
-Não ligo... -eu disse abrindo um mini sorriso.
Ele abriu um sorrisinho para mim e ficamos nos fitando por um tempo até eu lhe perguntar:
-Por que você me olha desse jeito?-eu lhe perguntei abaixando a cabeça.
-Desse jeito como?-ele perguntava meio surpreso, mas gostando do joguinho.
-Sei lá, mas seu olhar de alguma forma me chama a atenção.
Carlos apenas sorriu com minha pergunta e observou a movimentação no pátio.
-Gostaria de conhecer você melhor!-ele dizia meio que com a cabeça baixa.
-Como assim?
-Sei lá gostaria de saber umas coisas sobre você!
-Ok... Só se eu também souber algumas coisas sobre você!
Ele fez uma careta meio sorrisinho.
-Serei justo eu de dou informações e recebo informações.
-É justo-ele disse meio que sorrindo-mas só depois da aula por que o sinal ira bater em 3 segundo.
Ele tinha acabado de fala e o sinal bateu eu apenas assenti e me levantei para ir para sala. Carlos me acompanhou até minha sala me deixando-me na porta da sala, quando paramos na frente da sala que ele se despediu ele pegou na minha mão e saiu entrei na sala com aquilo na cabeça era aula de ciências a professora se chama "Clô" à aula dela era muito interessante, mas não o bastante de fazer parar de pensar em Carlos.
Quando acabou o horário de aula eu desci até o pátio e fui até meu dormitório guarda minhas coisas, assim que terminei de guardar recebi outra mensagem restrita abrir a mensagem já sabendo quem era "Já estou aqui te esperando no banco onde se encontramos no intervalo. Carlos” parei e fiquei admirando a mensagem fechei o celular e desci para me encontrar com ele, quando estava chegando perto eu parei e dei uma olhada para ver se realmente ele estava lá me esperando e lá estava ele sentado me esperando fitando o pátio até ele se tocar que estava sendo observado e olhar diretamente para mim,ele deu um sorrisinho para mim e eu me aproximei me sentando bem ao seu lado.
-Oi de novo-disse ele se virando para mim.
-Olá... Bom você começa ou eu começo?
-Você quer começar?-ele perguntou sorrindo.
-Não pode começa-eu lhe disse sorrindo também.
-Bom pode começar me dizendo de onde você é o que você gosta de fazer.
-Bom sou de San Diego Califórnia morava com meus pais, eu gosto de esta com amigos nas minhas horas vagas e sou uma pessoa tímida.
Ele apenas ficou escutando observando cada detalhe de minhas palavras, eu parei e fiquei observando enquanto ele pensava no que tinha falado.
-Cadê seu namorado? Ele morar na mesma cidade que seus pais?-ele perguntou meio tímido.
-Não tenho namorado, não achei a pessoa certa. -eu disse bastante confiante.
Ele riu da minha expressão enquanto eu falava, ele estava perguntando muito resolvi começar a perguntar também.
-E você tão bonito teve ter muitas namoradas por ai-eu perguntei olhando para ele.
Carlos sorriu antes de responder.
-Não tenho namoradas, na verdade tenho medo de achar alguém que goste de mim e no final acabe me abandonando e me desprezando. Ele disse meio seco sem emoção na voz.
-Mas quem seria capaz de fazer isso com você?-eu disse olhando para ele.
-Você me deixaria? Se caso você soubesse de uma coisa extremamente horrível?
-Não para mim o amor falar mais alto, acha que se você ama de verdade não importa o que aconteça-eu disse olhando diretamente nos olhos dele.
-Gostaria de acha uma pessoa assim-ele disse olhando para baixo.
E fiquei em silêncio por um tempo, e podia sentir que ali apitava uma coisa que não era normal talvez um sentimento, um prazer sei lá.
-Você é da onde?-eu lhe perguntei tentando tirar o silêncio que se estendera.
-Sou de Londres morei lá por um tempo depois eu me mudei para Bélgica e logo após a mudança resolvi estuda ai vim para essa escola e aqui estou eu por quatro anos. Disse ele rindo.
-O que você faz nas suas horas vagas?-eu perguntei tentando descobrir o lugar onde ele ficava para eu encontra-lo.
-Gosto de ler livros, de vez enquanto eu saio da escola para dar uma voltar pela cidade, mas é ruim ir sozinho-ele disse olhando nos meus olhos-qualquer dia você poderia me dá a honrar de leva você para conhecer a cidade.
-Claro quando você quiser-eu disse abrindo um sorrisinho.
-Estou um pouco cansada é melhor eu ir para o meu dormitório-eu disse não querendo falar, mas se eu continua-se ali eu saltaria no colo dele então seria melhor eu ir pra meu dormitório.
-Tudo bem, eu te levo até seu dormitório-ele disse se levantando.
-Não precisa você apenas andara mais e. -ele não deixou terminar de falar.
-Não ligo, assim conseguirei dormir melhor.
Não discutir mais apenas começou a caminhar e ele me acompanhando, ele me deixou na porta do meu dormitório.
-Gostaria que amanhasse você andasse comigo?-ele disse fazendo uma cara que não podia resistir, na verdade esta com ele eram tudo o que eu queria.
-Se você não se importar-se-eu disse meio timinda-mas e seus amigos?
-Eles não ligam será bom por que eu só ando com um menino então faço questão de que você conheça o meu melhor amigo.
-Tudo bem... Tchau!
-Amanha eu te espero no refeitório... Tchau-ele disse se aproximando e tanto um beijo no meio rosto inesperado.
Entrei no meu dormitório flutuando, não estava acreditando que aquilo estava acontecendo comigo, Carlos estava talvez interessado por mim? Ele era um dos meninos mais bonitos da escola, e ele tinha me chamado para sair, passar um dia com ele. Era demais para mim, levantei fui tomar meu banho para ver se eu acordava, para ver se eu não estava dormindo, tomei meu banho e me deitei, quando estava quase dormindo meu celular tocou era uma mensagem e quando abri era de Carlos "Desculpa apenas gostaria de dá BOA NOITE. Carlos”, realmente aquilo tudo estava acontecendo comigo, eu estava tão contente que dormi rapidinho.
No dia seguinte levantei sorrindo, mas com um frio na barriga, fui arrumar minhas coisas e me trocar, quando estava tudo pronto que eu estava arrumada eu respirei fundo e desci, assim que passei pela porta do dormitório vi Carlos encostado na parede me esperando, abrir um sorrisinho e fui até ele.
-Madrugou hoje?-eu perguntei sorrindo.
-Não posso deixa-la esperando então resolvi chegar um pouquinho antes-ele disse meio sorrindo.
Descemos para o refeitório junto chegando lá ele me fez sentar-se à mesa onde ele sempre sentava logo em seguida o amigo dele que era também perfeitamente lindo se sentou na minha frente me fazendo olhar para ele e para Carlos.
-Fred essa é Milley Stewart.
-É um prazer-o rapaz bonito me cumprimentou.
Seguimos com o café da manha, Fred era muito brincalhão me fez sorrir muito durante o café, enquanto tomávamos nosso café vi Katherine e Helena sentadas na mesa sorrindo para mim, eu apenas assentir para elas fazendo elas captarem a mensagem, elas continuaram rindo para mim depois eu voltei a me concentrar no Fred que ainda estava brincando com Carlos.
Carlos brincava com Fred enquanto eu ria, e de vez enquanto ele me olhava sorrindo meio tímido por cima dos cílios.
-O que iremos fazer hoje?-perguntou Fred olhando para mim.
-Eu não tenho nada para fazer hoje, tenho uma aula de biologia e depois serei dispensada.
-Carlos o que você irá fazer hoje?-perguntou Fred meio sorrindo.
-Esperar Milley sair da aula e depois se ela quiser iremos até a cidade?-ele perguntou olhando para mim você gostaria de ir comigo?-ele acrescentou.
-Claro-eu disse meio envergonhado.
Fred abriu um sorrindo e disse:
-Hum isso não é para mim, bom irei andar pela redondeza não quero atrapalhar nada entre você-ele disse sorrindo.
Carlos deu um soco de leve no ombro dele sorrindo e olhando para mim. O sinal bateu e eu me despedi de Fred me levantando, Carlos também se levantou eu nem liguei apenas continuei a andar quando me dei por conta ele estava do meu lado, a gente andou juntos até minha sala de biologia, no caminho ele me parou perto da porta e me disse:
-Milley você precisa saber uma coisa sobre mim, que ninguém aqui sabe apena Fred, sei que quando você ficar sabendo provavelmente nunca mais irá quere falar comigo, mas é preciso você saber disso, só conseguirei ficar calmo tranquilo quando você souber mesmo correndo o risco de você não querer mais falar comigo-ele disse serio.
-Tá pode falar-eu disse preocupada.
-Depois quando você sair da aula de biologia a gente vai à cidade e te conto, mas antes quero que você prometa que não vai contar a ninguém o que direi, e que você irá me perdoa um dia?
-Prometo.
Então segui para minha aula de biologia, não conseguir presta muita atenção na aula pensando no que ele queria está falando cominho professor Gold até me chamou a atenção por que eu não estava focada na aula dele, a aula de biologia demorou a passar, enquando a aula demorava a passar eu fiquei imaginando o que seria tão grave que me faria a parar de falar comigo, mas nunca faria isso com ele, eu não parava de pensar nele, como também sei que ele não parava de pensar em mim estava crescendo algo entre a gente que não sei se realmente o que é.
O sinal tocou e ainda demorei um pouquinho na sala pensando talvez com medo de sair e saber o que Carlos queria me contar, decidir sair levantou e sai da sala caminhei pelo corredor até o pátio, assim que sair pro pátio encontrei Carlos encostado sozinho perto de um banco, fui até ele e nada ele disse.
-Bom vamos?-eu dentei esconder a preocupação na voz.
Ele apenas assentiu abrindo um mínimo sorriso. Caminhamos em silêncio até sairmos da propriedade da escola percebi que Carlos estava preocupado, talvez ele tivesse se arrependido de dizer que queria dizer algo para mim? Não queria força-lo a dizer nada queria que ele fica-se avondade.
-Carlos estou vendo que você esta arrependido... não precisa me dizer nada...e...-ele não deixou eu terminar de falar.
-Eu preciso lhe falar, você precisar saber quem realmente eu sou, antes que as coisas se aprofundem mais.
Não lhe respondi apensa assenti e caminhamos até um parque que estava meio fazia perto do centro da cidade, nós sentamos e ficamos parados por um tempo até que ele começou a falar:
-Milley eu pareço uma pessoa normal, uma pessoa que envelhece a cada dia a cada ano, mas não sou isso tudo, sou uma pessoa parado no tempo com apenas uma idade e uma fisionomia que nunca mais mudará. Não sou uma pessoa segura, sou uma pessoa que todos temem que todos tivesse medo.
Carlos parou por um tempo e eu fiquei pensando no ponto em que ele queria chegar, mas era uma coisa que todos temiam e corriam dele. Mas eu estava tão atordoada que perguntei.
-Carlos não importa o que você seja, o que importa é seu coração. -eu disse pegando seu braço fazendo-o olhar a onde eu tinha tocado.
-Estamos num século que nada acabou não sou o único da minha especie, voçê teve esta se perguntando o que eu quero dizer até agora, milley sou um vampiro, o maior predador do mundo.
Parei e fiquei pensando na palavra que ele tinha dito "Vampiro" como isso ainda podia existir? Vampiros não existiam mais, mas isso para mim não importava eu o queria do mesmo jeito.
-Não importa o que importa é o seu coração, espécie não significa absolutamente nada, o que importa é o seu coração e eu sei que ele é bom e que não machucaria ninguém.
-Você não se importa?-ele perguntou olhando nos meus olhos.
-Não-eu disse confiante olhando em seus olhos.
-Você é a primeira pessoa que eu conto e não se importa isso significa muito para mim Milley, você é a única humana em que me aproximei e a única em que... -ele não conseguiu terminar, mas tentei arrisca um palpite, mas sem querer falei alto de mais.
-Se apaixonou?-eu disse se assustando com meu próprio sussurro.
Carlos me olhou com um olhar que brilhou com minhas palavras e ficou me fitando sem nada me dizer.
-Se isso fosse verdade o que você falaria?-ele perguntou olhando para mim.
-Diria que também estou apaixonada por você.
Ficamos se fitando por uns longos segundos, enquanto ao poucos nós íamos se aproximando, nossos rostos ficando mais próximos a cada segundo. Enquanto íamos se aproximando e olhei nos olhos dele e estavam brilhando, faltavam poucos para nossas bocas se encontrarem até que se encontraram, a boca dele era tão doce, tão leve ele beijava com tanta calma ele era gentil, provavelmente não queria me machucar. Paramos um pouco e ele afastou o rosto para me fitar e dizer:
-Você se arriscaria para ficar comigo?
-Claro... -eu pedir as palavras no meio da frase, mas também não ia fazer diferença por que ele me beijou novamente assim que me perdi nas palavras. Quando paramos novamente ele me fitou por uns segundos e alisou a face do meu rosto com a mão e disse:
-Você é a única pessoa em todos esses anos de vida que tenho que me aproximo tanto chegando ao ponto de me apaixonar. Ele disse passando a mão no meu rosto.
-Mas como você pode ter se apaixonado por mim, sendo que se conhecemos há tão pouco tempo?-eu perguntei olhando-o nos olhos.
-Não sei, apenas sei que não devemos julgar o que nossos corações mandam.
Depois do que você ele falou, eu simplesmente não tive mais palavras para falar nada, ficamos sentados o restante da tarde e no começo do anoitecer nós levantamos e fomos para escola, Carlos me deixou na porta do meu dormitório. Quando paramos em frente a minha porta de dormitório ele segurou nas minhas duas mãos e me fitou por alguns segundos, e logo em seguida ele me abraçou e sussurrou no meu ouvido:
-Você não sabe a importância de esta com você, depois que se beijamos pela primeira vez cada momento para mim é marcante, tudo é especial nunca me senti tão feliz na minha vida. -ele disse bem baixinho só para que eu ouvisse por mais que só estivéssemos nós no corredor.
Ficamos ali abraçados por um tempo até que ele me soltou e me guiou para entra no meu quarto, falei minha senha e o comando de voz a porta se abriu e eu fiquei entre a porta e o corredor fitando Carlos enquanto ele estava encostado bem do lado da minha porta eu lhe disse para ir, mas ele não quis ele esperou eu fechar a porta para poder ir para o dormitório dele. Fechei a porta do meu dormitório e sentei na cama para repassar o que tinha acontecido hoje, será que era verdade mesmo? Bom se era ou não eu simplesmente não queria acorda disso tudo que tinha acontecido, fui tomar um banho e acabei aproveitando para lavar meu cabelo, não tive pressa no banho apenas queria relaxar e curtir tudo o que tinha acontecido, assim que tomei meu banho escovei meu eu cabelo e fui me deitar para dormir, mas não conseguir infelizmente não conseguir.
Passaram-se uns meses e Carlos e nós apenas nos aproximamos mais ainda.
O dia amanheceu e eu desci para se encontrar com Carlos, se encontramos no pátio e fomos para o refeitório juntos chegando lá tinha um capaz avisando que as aulas estavam suspensas por um mês e já estava perto para ferias de invernos então provavelmente estávamos de ferias, todos os alunos ficaram felizes e todos já estavam combinando de sair nas férias. Carlos não tinha lugar especifico, ele falou que eu escolheria o lugar, eu estava vendo com as meninas onde elas iriam passar as ferias, eu e Carlos estávamos andando de mãos dadas no corredor quando avistei Katherine e Helenas juntas elas nuncam se separavam e eu tinha me aproximados delas também, eu era do grupo delas agora.
-Carlos irei ir falar com as meninas-eu disse puxando ele para me acompanhar.
Quando encontramos elas abriram um sorriso e deram um beijo em mim e no Carlos.
-Olha o casal mais lindo da escola-Helena falava empolgada, ela e Katherine faltaram ter um treco quando souberam que eu e Carlos estávamos juntos.
-Onde vocês iram passar as ferias?-eu disse abraçando Carlos.
-Queremos ir para o Brazil, meus pais tem uma mansão lá-dizia Helena.
-Uma mansão-eu disse ficando de boca aberta.
-Eu não conto a ninguém, mas meus pais são donos das empresas de Windows.
-Bom e vocês vão para onde?-perguntou Katherine
-Não sabemos queremos ir para um lugar legal e calmo.
-Milley já volto irei falar com Fred me espera aqui?-Carlos me perguntou e logo em seguida me dei um selinho e seguiu para a direção de Fred que se encontrava sozinho no bando alguns metros de nós.
Eu continuei com as meninas enquanto ele estava com Fred.
-Milley e ai já dormiram com ele-perguntou Hellena, ela sempre vinha com perguntas fortes para meu lado.
-Não eu disse me virando para olha-lo.
-Milley você tem uns dos dois meninos mais bonitos da escola e ainda não dormiu com ele?-Katherine dizia fazendo uma carinha de triste.
-Irie faze-lo dormir comigo hoje, mas só dormir!-eu disse olhando para duas e logo após me virei para ir em direção dele.
-Oi meninos-eu disse assim que cheguei perto deles.
-Oi milley-fred olhava para mim sorrindo-a Milley cuidado o que você fala perto da gente viu, a gente pode escultar-fred continuou rindo.
Carlos riu e deu um soco de brincadeira no braço dele fazendo Fred tombar para o lado, mas mesmo assim rindo. Olhei para Carlos e ele abriu as mão como se ele fosse inocente.
-Você escutou o que eu conversei com as meninas?
-Mais ou menos eu preciso me focar na pessoa para pode conseguir ouvi o que ela está falando, mas não faço isso com você-ele disse rindo e pegando minha mão com uma carinha de triste, provalvente ele teve esta pensando que eu iria brigar com ele.
Entreguei um papel na mão dele e lhe disse para guarda-lo que era apenas para ler quando estivesse no seu quarto, o papel estava escrito:
Carlos espero que esteja lendo em seu quarto.
Ainda tenho vergonha de dizer algumas coisas para você por isso que preferir escrever esse bilhete. Gostaria que você fosse passar a noite comigo, apenas para eu não ficar sozinha claro se você quiser, quando estou com você me sinto completa, mas quando chego à noite que eu deito na minha cama eu me sinto estranha tenho um vazio, então gostaria que pelo uma noite eu queria me senti completa.
Com amor Milley S2.
Virei-me e fui para o meu dormitório deixando com Fred no pátio, fui para o dormitório arruma meu guardo que estava meio desorganizado, deixei ele limpinho e deitei na cama para ler um pouco, depois de algumas horas eu acordei percebendo que e tinha dormido um pouco, quando olhei pela janela já estava no começo da noite, me virei para minha cama novamente e guardei o meu livro assim que eu guardei alguém bateu na minha porta, fui abri-lo. Assim que eu abrir a porta me deparei com Carlos ele estava parado na soleira da porta.
-Seu pedido é uma ordem-ele disse abrindo um meio sorriso.
Puxei-o para dentro do meu quarto e ficamos na minha cama conversando por várias horas. Ao passar a conversa e deitei fazendo ele deita do meu lado, assim que deitamos nossos rostos ficaram muitos próximos, fomos encurtando o espaço dos nossos rostos até nossos lábios se encontrarem.
Carlos puxou meu corpo para mais perto dele fazendo nossos corpos ficarem numa linha reta, nosso beijo estava indo mais do que realmente eu pensava quando ele parou e olhou para mim e disse:
-Milley não precisa fazer nada do que não queira, não quero que faça por que Katherine e Helena disse-lhe disse bem confiante.
-Não estou fazendo isso por elas, estou fazendo isso por mim e por você-eu disse quase um sussurro.
Estava vestido na cama na cama, eu estava ditada de lado e Carlos também ele estava de frente para mim com a mão na minha cintura.
Capitulo dois
Carlos e eu estávamos prestos a ter nossa primeira noite, estava se beijando numa frequência que estávamos passando a mão um no corpo do outro, estávamos vestidos ainda quando eu afastei um pouco de Carlos e lhe disse.
-Sou virgem ainda...
-Não tenha medo, não irei machuca-la.
Fiquei fitando Carlos enquanto ele estava deitado em cima de mim,sentei na cama fazendo ele sentar também, então eu me aproximei dele e comecei a tirar sua camiseta azul que ele vestia, ele tinha um peitoral lindo, como se fosse de um atletico,assim que tirei sua camiseta ele tirou minha blusinha do pijama e fiquei apenas de sutiã então ele se lançou encima de mim novamente me beijando até chegar o ponto de nossos corpos se encontrarem por completo fazendo um conecta-se com o outro. Assim que houve a conexão eu sentir uma dor que me fez reprimir um gemido, que era muito desconfortavel,assim que Carlos percebeu meu desconforto ele se apoiou nas duas mãos e ficou em móvel por um tempo.Eu respirei de vagar e puxei ele para mais perto de mim fazendo ele se apoia nos próprios cotovelos e ficar com o rosto a centímetros do meu. Ele me olhava com os olhos calorosos então eu assenti para ele e ele voltou a se mexer com calma, a cada movimento dele eu sentia uma pontada de dor, mas não tão forte como a primeira, mas como se fosse uma dor de quando você bate alguma coisa do seu corpo de leve e ficar com aquela dorzinha desagradável, mas nem dei importância para essa dor, ele se mexia com um pouquinho mais de velocidade e depois parei eu pensava que eu tinha feito alguma coisa, mas não ele se levantou desconectando-se do meu corpo e me virando de lado, ele deitou-se atrás de mim e fez a conexão novamente, quando ele conectou-se novamente eu não sentir uma pontada forte de dor, mas sim leve, então ele me abraçou passando a mãos em meus seios e segurando-me com leveza, para que eu não sentisse dor. Nós dois gemiam baixinho, ele se se mexia com mais frequência aumentando o ritmo a cada momento aumento o ritmo fazendo a minha dor aumentar conforme ele aumentava o ritmo e ele também gemia de vez enquando, o ritmo aumentava me fazendo sentir uma coisa estranha que não era ruim, mas sim bom uma sensação que era boa e eu tinha certeza de que ele sentia o mesmo, ele se mexia com mais frequência até que depreende eu sentir uma dor que quase me fez gritar, mas junto com a dor uma sensação maravilhosa será que eu tinha chegado ao extasê, sim eu e ele tiamos tido êxtase juntos, assim que senti a dor Carlos me segurou com mais firmeza em seus braços e logo após afrouxando-os.
Carlos desconectou-se de mim e me virou para ficar de frente para ele, assim que me virei ele me fitava com os olhos brilhantes, passando a mão em meu rosto.
-Você está bem? Desculpe de eu machuquei você. Ele disse passando a mão meu rosto.
-Estou bem, falam que a 1°vez dói mesmo, isso foi muito importante para mim Carlos.
-Para mim também, foi minha 1°vez também.
Era um sonho eu e Carlos tínhamos perdidos a virgindades juntos. Estávamos nus na cama, quando meu sono começou a vim comecei a fechar os olhos e logo dormir. Sonhei que eu e Carlos estávamos juntos num lugar muito bonito cheio de flores e rosas, era muito bonito estávamos apenas eu e ele parece que o lugar era nosso a gente caminhava por uma trilha que estava numa casa bonita, e quando entravamos na casa tinha fotos nossa por tudo que era lado e ele falava que era nossa casa.
No dia seguinte eu acordei e passei a mão na cama e não encontrei nada,eu levantei procurando-o pelo quarto e nada achei, chamei pelo nome dele e nada de respostas... será que ele tinha me abandonado? Depois de tudo que vivenciamos tudo na noite anterior. Eu levantei da cama meio revoltada em direção ao banheiro, escovei meus dentes e logo depois eu troquei de roupa quando eu entrei no quarto novamente Carlos estava em pé em frente a minha cama.
-Onde você estava eu estava ficando louca e... -eu falava com as lagrimas escorrendo pelo meu rosto.
-Me desculpe eu não queria ter magoado voçê, eu precisava me alimentar eu sair de manha bem cedo para voltar e encontrar você na cama, mas como eu não consigo entrar pela porta eu teve que bolar um plano para entrar pela janela sem que ninguém me visse. -ele disse pegando minha mão.
-Não estou brava com você eu apenas pensei que você tinha me largado e... -eu não tive mas palavras para terminar.
-Eu nunca largara você milley, voçê agora faz parte da minha vida. Ele dizia segurando meu rosto em suas mãos.
Nós nos beijamos e se abraçamos, depois meu estomago roncou ai ele ouviu e descemos para o refeitório, tomamos café da manha e fomos até o pátio encontrar a Katherine e Hellena. Encontramos elas rápido.
-Oi meninas-disse Carlos assim que aproximamos delas.
-Oi-disse Katherine.
-Milley seu pescoço tem uma pequena machinha rocha-disse Helena abrindo um sorriso enorme, pronto agora ela percebeu e estou ferrada, ai eu irei matar Carlos.
Cobrir a manchinha com meu cabelo e dei um soco no braço de Carlos, ele riu e baixou à cabeça as meninas trocaram um olhar sorridente.
-Milley amor irei ir falar com o Fred para saber sobre nossa viagem, pode levar as meninas. Ele disse virando-me para ele, ele pegou no meu rosto e me beijou.
Quando ele me soltou eu tentei recompor minha expressão, e estava morrendo de vergonha de virar para as meninas, mas não tive escolhas quando me virei elas retorciam as mãos rindo para mim.
-Meninas uma de cada vez-eu disse soltando meus braços me rendendo.
-Fala que você dormiu com ele-disse Katherine sorrindo.
-Você não dormiu você e ele... -perguntou Helena meia histérica.
-Meninas eu dormir sim com ele e sim Hellen.
As meninas começaram a gritar feito louco no meio do pátio fazendo todos a olharem, eu dei um soco no ombro de cada uma delas.
-Descupa, mas estamos muitos felizes por você-dizia Katherine pegando minha mão.
-Ele é carinhoso?-perguntou Helena
-Hellena-katerine tava um empurrãozinho nela.
-Apenas irei perguntar que foi a noite mais linda da minha vida.
As meninas fizeram cara de reprovação, mas também não issistiram, eu me perguntei se elas estavam bem,quando olhei para o lado vi por que elas não perguntaram mais, era Carlos ele se aproximava da gente. Quando ele chegou às meninas olharam uma para outra e deram uma risadinha, Carlos não disse nada ele apenas sorriu puxando-me para mais perto dele.
-Vamos?-eu disse levantando minha cabeça para vê-lo.
Claro... tchau meninas-Carlos disse se virando para as meninas e me puxando.
Katherine e Helena olharam para nós.
-Tchau... cuidados meninos não vão aprontar nada de que chame a atenção.
Eu tentei me virar para brigar com elas, mas Carlos me segurou entre os braços enquanto a gente andava pelo pátio, dei um soco na barriga dele e ele disse sorrindo:
-O que foi eu não fiz nada hoje?
-Mas fez ondem!-eu disse fechando a cara para ele.
-Mas a culpa é sua por que você foi à vilã pegando o pobre menino inocente e levando para sua toca para ataca-lo.
Eu rir da piada dele, agora eu era o lobo e ele a chapeuzinho. Continuamos caminhar para um lugar que eu não sabia exatamente onde estamos indo apenas andávamos pelo pátio juntos. Resolvemos irmos numa agência de viagem para olhar os lugares, talvez até fechar um pacote de viagem, Carlos tinha comprado um carro era uma Ferrari 2011, lançamento do ano.
Quando chegamos lá, uma moça simpática nos atendeu e ela nos mostrou vários lugares que seriam interessantes para passar ferias. Carlos deixou na minha mão para eu escolher o lugar, ele disse que não importaria o lugar, estando junto comigo, voltamos para escola e fomos para meu dormitório, chegando lá deitamos um pouco na minha cama e ficamos trocando carinhos nos rosto enquanto conversávamos.
-Como é ser vampiro?
-Sei lá, a diferença de vampiros para humanos é que felizmente temos quase a poderá de sague, eu particularmente não mordo ninguém, eu tomo na veia todos os dias pelo menos uma bolsa de sangue, não quero virá um mostro, por isso escolhi injetar sangue no meu próprio organismo é como se você estivesse tomando soro temos umas habilidades extracurriculares como velocidade, camuflagem, e sedução tudo em nós é atrativo.
-Por isso que você me seduziu né?-eu disse sorrindo para ele.
-Na verdade não, eu não fiz nada com voçê, tudo agiu naturalmente, por isso achei estranho.
-Você teve ter ficado com varias garotas!-eu disse fazendo uma cara de duvida.
-Algumas eu confeso, mas nenhuma delas conseguiu me conquistar como voçê, nenhuma delas conseguiu fazer o que sinto por você hoje, e antes que você me bata não às levei para cama-na ultima frase ele disse sorrindo.
-Assim você me faz me sentir a vilã da história, parece que eu tirei sua virgindade e. -eu fui interrompida.
-Mas tirou entre ambas as partes eu fui para cama com uma única vampira na minha vida, mas isso já faz mais de 150 anos atrás, depois dela nunca mais dormi com ninguém.
-Ela era bonita?
-Sim, mas não com uma magnitude tão grande para me prende mim a ela na verdade ficava com ela só pra passar o tempo, do mesmo jeito em que ela me usava, eu também a usava.
-Nossa que coisa horrivel, então eu sou sua segunda mulher que você já teve?
-Segunda e ultima se você quiser?-ele dizia pegando minha mão.
-Como assim?-eu perguntei olhando.
-Eu não posso ficar num lugar mais de seis anos por que as pessoas começam a notar que eu não estou evoluindo, que eu não estou envelhecendo, que continuo do mesmo jeito, eu não posso ir embora e deixar você... e....-ele não teve palavras para terminar.
-Eu não vou ter largar, nunca-eu dizia abraçando-o com força.
-Eu sinceramente não sei o que eu faria se você me largasse-ele disse abaixando o rosto fazendo uma expressão que era talvez de dor, eu não aguentei ver aquilo.
-Carlos para, eu nunca te largarei, como você nunca me largará também.
Nos abraçamos com força na minha cama, e ele sussurrou no meu ouvido:
-Eu te amo-ele disse cada palavra muito bem composta.
-Eu também te amo Carlos-eu disse ficando impressionada com eu mesma por que, já tive alguns namorados, mas nunca chegamos ao ponto de um dizer ao outro "eu te amo”, aquilo tudo era novo, mas ao mesmo tempo era um sonho, Carlos o menino mais bonito da escola esta namorando comigo, falando que me amava e estava na minha cama deitado comigo abraçado junto comigo.
Carlos levantou meu rosto e ficou me olhando com um olhar brilhante, mas não disse nada apenas olhou, enquanto ele olhava eu pensava como podia existir uma pessoa tão perfeita como ele se aquilo tudo realmente eu merecia.
-Será que isso tudo que esta acontecendo comigo eu mereço?-eu perguntava pegando sua mão.
-Claro que você mereçe, deus se é que existe um colocou você na minha vida, fazendo nossos caminhos se cruzarem por algum objetivo.
Ele puxou meu rosto meu rosto e me deu um selinho, eu o puxei novamente o beijando de verdade, ele me afastou um pouco e disse sorrindo malicioso:
-Você vai me provocar e infelizmente terei que ataca-la.
-Não tem problema-eu disse sorrindo o puxando.
Estamos no nosso momento novamente, tudo aconteceu do mesmo jeito que tinha acontecido algumas noite anteriores, só que a diferença foi que desta vez um conhecia o corpo do outro, quando alcançamos o êxtase nos levantamos e fomos tomar banho juntos, Carlos sai primeiro com alguém batendo na porta e eu fiquei terminando de tomar banho. Carlos abriu a porta e se deparou com Helena, ela perguntou de mim, mas ficou um tempo olhando com uma expressão de impressionada, quando Carlos se deu por conta ele percebeu por que ela estava fitando daquele jeito ele estava sem camiseta, apenas de calça jeans com os cabelos molhados.
-Ah desculpe Helena... ela já teve esta saindo do banho, quer entrar?-ele perguntava envergonhado.
-Na, na, não pre, precisa eu espero aqui. -ele disse ficando brava por ter gaguejando.
-Então você me dá licença irei terminar de me trocar, mas a porta esta aberta se caso você quiser entrar fique à-vontade.
-Bri, brigada.
Carlos entrou e foi até a cama e pegou sua camiseta e a vestiu, depois disso ele foi até o banheiro falar comigo.
-Helena esta lá fora esperando você sair-ele disse me observando.
-Tá bem-eu disse terminando de me vestir.
Carlos entrou no banheiro fechando a porta e vindo para cima de mim.
-Se Helena não estiver lá fora te esperando lá fora, você estava perdida agora mocinha-ele dizia com uma voz de sedução.
-Oh, voçê viraria o lobo da história, mas realmente será muito arriscado-eu disse olhando.
-Na verdade ela em choque por que eu sem querer sair sem camiseta apenas de calça e ela ficou estranha depois disso.
E o olhei com uma cara de quem iria dá uma porrada nele, mas ele ria parecia que estava se divertindo eu dei uma borrada no braço dele e o puxei para fora do quarto, naquelas alturas do campeonato não poderíamos ficar sozinhos mais em algum lugar era muito arriscado. Quando saímos do quarto eu fui em direção à porta encontrar helena enquanto Carlos arruma minha cama.
-Desculpe a demora -eu dizia meio sem graça.
-Não tem problema, desculpa se eu atrapalhei alguma coisa.
-Não atrapalhou nada não.
-Helena não tem aquele amigo do seu namorado o tal de Fred?
-Uhum -o que estão aprontados agora.
-Então acho que estou gostando dele, a gente já vem conversando há algum tempo e ele disse que esta gostando de mimai amiga o que eu faço?-ela perguntava na minha mão.
-Vai enfrente ele é uma pessoa muito legal você combinam.
Enquanto conversávamos Fred apareceu no corredor e Helena começou-a tremer, ele veio até a gente e pediu pra falar com todos nós eu os conduzir para entra no meu quarto e s sentarem num mini sofá.
-Helena gostaria de fazer isso na frente de pessoas muito importantes na minha vida-ele dizia olhando para mim e Carlos.
-O que-Helena começa a suar.
-Gostaria de ser casar comigo?-Fred falou pegando um anel muito brilhante na mão.
-Casar?-Helena quase teve um treco.
Eu e Carlos estávamos sentando na minha cama e quando Fred falou a gente um olhou para cara do outro com uma expressão de surpresa e felicidade.
-Fred, mas a gente mal se conhece e. -Fred a interrompeu.
-Não tem importante quero que você seja minha de todas as formas possíveis quero começar com o casamento.
Helena olhou para minha cara e eu assentir pra ela, eu estava muito feliz por ela.
-Sim-ela disse do nada.
Fred a pegou ali mesmo no sofá e a beijou, Carlos e eu ficamos parados por um tempo até que um olhou para cara do ouro e fingiu um pigarro, a hora eles pararam de se beijar e olharam para gente.
-Desculpe-disse Fred por ele e helena.
Carlos e eu levantamos para comprimenta-lo, estava-mos muitos felizes por eles, ficamos conversando completamente a noite inteira, Fred e Carlos resolveram irem comprar pizza e foram, Hellena e eu ficamos sozinhas.
-Milley você sabe da verdade?-ela perguntava não querendo.
-Que verdade?
-Da origem dos meninos, sabe o que ele eles realmente são.
-Sim sei, que bom que você sabe não guardaremos segredos uma das outras-disse helena.
-Mas e Katherine?
-Ela é minha amiga, mas infelizmente não poderei contar a ela isso, já com você não por que afinal somos mulheres deles também. Ela disse sorrindo — ah eu tenho uma perguntinha meio indiscreta para você posso?-ela falava meio que estava com vergonha.
-Você vai virar vampira também?
-Na verdade eu não tinha nem pensado no assunto ainda, mas por enquanto não quero curtir apenas curtir.
Os meninos não demoraram voltar, eles trouxeram duas pizzas.
-Como vocês passaram pela segurança?-Perguntou helena olhando para Fred.
-Foi fácil, afinal somos vampiros conseguimos passar pelas pessoas, seguranças sem que percebam a gente.
Ficamos ali a noite inteira conversando e comendo pizza quando estava preste a amanhecer Fred e helena foram embora e ficamos apenas eu e Carlos, ele me mandou ir deitar que ele arruma aquela bagunça, mas eu me recusei a faze o que ele tinha mandado arrumamos as coisas e eu deitei na minha cama apenas para descansar um pouco Carlos veio se despedir de mim que ele ia pro dormitório dele, mas quando ele chegou perto de mim eu o puxei para cama e ele caiu nela.
-Você vai acabar me fazendo morar aqui com você-ele falava puxando-me para ele.
-Até que não seria má ideia, mas por enquanto temos que manter uma distancia meio obvia por que sinceramente ficar perto de você essa ficando perigoso para os dois.
-Concordo.
Carlos esperou eu dormir para poder ir para o quarto dele, afinal agora ele tinha um comando de voz que fazia a porta abrir a porta para ele.
Passaram-se dois anos dez que entrei nesta escola e ter conhecido Carlos, tinha sido a coisa mais importante que tinha acontecido na minha vida, passamos as ferias junto viajamos juntos e estamos juntos até hoje, Carlos teve que sair da escola por que as pessoas já estavam reparando que ele não envelhecia, alugamos uma casa de seis cômodos para morarmos juntos. Era perfeito por que eu estava acabando o ano letivo da escola, e eu poderia ficar mais tempo com Carlos, para viajarmos juntos pelo mundo, aproveitando todos os minutos juntos.
Carlos me levava de carro para escola todos os dias, ele usava óculos para que ninguém o reconhecesse me deixava lá e após as aulas ele me buscava e me levava para casa. Fred e Helena passavam todas as noites lá em casa para ficarmos jogando conversa fora, e para os meninos poderem ir se alimentar de sangue, tinha vezes que eles voltavam cedo e às vezes voltavam de madrugada quando eu e Helena estávamos dormindo, eu e Carlos tínhamos nosso quarto e tínhamos dado um quarto a Helena e Fred para quando eles quisessem dormir em nossa casa.
Eu já estava acostumada com a escola com as pessoas, mas não estava acostumada a deixar as pessoas sem explicação, mas cedo ou mais tarde iria acontecer uma coisa em que mudaria minha vida completamente sem que eu pudesse a menos pensar algo, Carlos estava preocupado por que eu tinha comentado isso com ele, e por coincidência Carlos tinha comentado que dois Vampiros do norte estava na cidade por passagem, mas essa passagem deles terão uns anúncio de desaparecimento de pessoas no centro da cidade, todos estávamos preocupado com as vitimas, ninguém sabia o que estava causando os desaparecimentos dessas pessoas, apenas Carlos, Fred, Helena e eu. Nós sabíamos o que eram, Carlos apenas deixará sair de casa com a companhia dele ou de Fred. Certo dia e Helena precisamos ir à cidade eu liguei para Carlos avisando-o onde eu estava indo e ele mandou eu e Helena ficarem alerta de qualquer coisa que ele e Fred estavam pela redondeza da cidade. Helena e eu fomos até a cidade com o carro de Carlos que ele tinha deixado para caso eu precisa-se usar, fomos a uma farmácia por que Helena estava com um pouquinho de enjoo. Chegando lá pegamos um remédio e assim que saímos da farmácia trombamos dois caras na saída pedimos desculpa e continuamos
Andando sem olhar para trás, quando estávamos saindo com o carro ela sentiu vontade de vomitar tivemos que parar novamente por que ela estava com vontade de vomitar eu a olhei e perguntei meio que sorrindo:
-Helena você está gravida?
Ela me olhou com um rosto de espanto e querendo sorrir.
-Não sei, mas já estou tendo isso a um tempinho.
Uma ficou olhando para outra e decidimos voltar até a farmácia e comprar um teste de gravidez, voltamos lá e compramos, quando chegamos em casa a primeira coisa que fomos fazer foi o teste de gravidez, esperamos um pouco pelo resultado, quando finalmente deu o tempo para ver o resultado ela não quis eu peguei o teste e olhei tinha do dado positivo, eu a contei e ficamos pulando que nem duas doidas de alegria e ao mesmo tempo de surpresa por que como ela poderia engravidar de um Vampiro? Ligamos para os meninos e temos a noticia, Carlos disse que Fred quase teve um treco quando ficou sabendo que seria pai, eles estavam pela redondeza andando e quando souberam da noticia voltaram para casa. Enquanto eles não tinham chegado a gente fomos para a sala e ficamos conversando por um tempo, resolvemos comer fomos até a cozinha e como não tinha nada para fazer e os meninos estavam demorando a chegar resolvemos fazer um bolo de chocolate, enquanto fazíamos o bolo a gente conversava de como poderia ter acontecido.
-Milley tenho medo! –disse-me Helena.
-Do que amiga, do Fred? Pelo que Carlos me disse ele está mais bobo do que você, aproveite menina por que essa é a fase mais importante da vida de uma mulher.
-Eu sei mas sei lá, tenho receio de como vai ser mas sei de uma coisa sou a mulher mais feliz do mundo.
Enquanto fazíamos o bolo riamos com nossas piadas sem graças quando estávamos terminando o bolo os meninos chegaram, assim que eles abriram a porta Fred correu para abraça-la enquanto Carlos vinha em minha direção se aproximando e tanto um beijando minha testa, ficamos olhando a felicidades dos dois, Carlos estava muito calado naquela noite o bolo ficou pronto comemoramos e eu decidir ir deitar por que estava meia cansada, na verdade eu queria saber por que Carlos estava daquele jeito, eu sabia que ele viria atrás de mim. Subi para o quarto indo em direção ao banheiro para tomar banho, quando sair do banho Carlos estava sentando na cama olhando para o chão, eu parei e fiquei fitando por um tempo então me aproximei e puxei ele para mais perto de mim.
-Carlos o que foi?
Carlos não respondeu assim que perguntei ele apenas me abraçou me apertando contra seu peito e disse:
-Não sei, apenas tive medo de perder você, e sei lá por um momento eu pensei se você também estivesse gravida, fiquei imaginando você de barriga grande uma criança pequena chamando você de mamãe.
-Carlos mas é claro que teremos nosso filho.
-Eu sei –ele disse meio com um sorriso no rosto.
Ficamos abraçados por um tempo na cama eu levantei e fui vestir meu pijama pois eu estava apenas com uma camiseta dele, assim que levantei ele tirou a camiseta e a calça pois depois que passamos a morar juntos ele passou a dormir apenas de cuecas, assim que peguei a camisola ele se aproximo por trás de mim e disse:
-Hoje não... a camisola não precisa –ele disse me virando para ele, já fazia um tempinho em que não tínhamos feito alguma coisa, assim que eu me virei ele me beijou e fomos em direção a cama chegando na cama eu virei ele de costa para cama e o empurrei ele, ele caiu deitado na cama e assim que ele caiu e subi encima dele e ele me abraçou com aquele braços fortemente forte, ele pegou por trás do meu cabelo que é o lugar onde me deixa completamente fora de si, assim que ele pegou eu tirei o blusão que vestia e fiquei apenas de calcinha encima dele ele adorava ver eu apenas de calcinha e então a noite prosseguiu como nunca tinha prosseguido antes.
No dia seguintes me levantei, e assim que me levantei sentir uma pequena tontura, não ligue pois levantei e fui até o banheiro escovar os dentes, e depois desci para tomar café assim que cheguei na cozinha na cozinha eu me deparei com o Fred, assim que ele me viu ele abriu um sorriso e disse:
-A noite foi boa hein quase não conseguimos dormir essa noite — ele dizia sorrindo.
-Carlos –foi a única coisa que conseguir dizer.
Me sentei na mesa junto com Fred, tomamos café juntos e quando estávamos quase acabando Carlos apareceu e ficou parado na soleira da porta, olhando para mim e Fred.
-Fome? –Fred perguntou.
-Não muito –ele respondeu.
O dia passou meio que lento, Carlos não saiu de casa ficou comigo enquanto Fred e Helena foram dá uma volta, pois ficamos deitados na cama sem dizer nada apenas abraçados pensando talvez no futuro.
Capitulo Três
Enquanto estávamos na cama Carlos recebeu uma ligação no seu celular era Fred a noticia não era boa eu vi só pela expressão de Carlo, quando ele terminou de falar ele me olhou eu perguntei:
-Carlos o que está acontecendo?
-Lembra-se daqueles dois Vampiros que eu lhe falei que estavam na cidade de passagem? Pois é ele estão passando do limite e a cidade está entrando em alerta, temos que combaterem eles antes que a cidade tome alguma providência.
Levantamos e fomos nos trocar de roupa, pois seria uma noite meia longa de mais, Carlos de repente parou na porta do guarda- roupa e ficou parado ali pensando por um temo assim que terminei de me trocar ele me olhou e nada disse apenas me abraçou e disse no meu ouvido:
-Se acontecer algo comigo me promete que vai se cuidar?
-Não acontecer nada com você!
Descemos as escadas correndo assim que saímos de casa Carlos me levou para floresta que ficava ali perto de casa, assim que entramos na mata ele me pegou no colo e de repente eu vi tudo um borrão, assim que paramos eu dei conta que estávamos completamente do outro lado da cidade perto do centro da cidade. Assim que chegamos Fred estava parado em pé encima de uma pedra grade que tinha nu mini bosque enquanto Helena estava sentada no chão olhando para nós. Fomos se aproximando aos poucos enquanto eu ia em direção a Helena e Carlos ia em direção a Fred.
-Quanto tempo? –Carlos lhe perguntou?
-Não sei bem, mas sei que estão próximos — dizia Fred.
Passaram-se uns minutos e os meninos dó nada assumiram nossa frente como se alguma coisa perigosa estivesse se aproximando da gente, e era dois rapaz bonitos bem vestidos que se aproximavam-se aos poucos.
-Olha, olha só o que encontramos-dizia o rapaz que esta um passo á frente do outro.
O homem que estava atrás apenas deu uma olhada para o outro e abriu um sorrisinho e depois os dois se viraram para gente. Carlos e Fred estavam parados em nossas frentes sem nada dizer apenas fitavam os rapazes que tinham parados do outro lado do mini bosque.
O bosque estava num silêncio meio catatônico até que os rapazes trocaram um mini olhar e disseram:
-Meu nome é Frederico e meu amigo é Paul, vocês dois são os únicos vampiros da região que encontramos e essas garotas provavelmente suas refeições — dizia Frederico
-Não errados, são nossas parceiras e sim somos os únicos Vampiros da região a atividade de caça de você estão meio que chamando a atenção de mais vocês não acham? –disse Carlos com a voz sem emoção
Assim que Carlos disse que Helena e eu éramos parceiras deles os rapazes olharam para gente com os olhos brilhantes
-Pedimos desculpas pelo que andamos fazendo por aqui, não sabíamos que a cidade daria muita importância, mas confessamos que estamos impressionados com vocês pelo fato de vocês terem parceiras humanas.
Os rapazes ficaram nos olhando por um tempo que deu até agonia do silêncio todo, depois de um tempo o rapaz mais baixinho deu um passo em nossa direção e de repente ele saiu como um raio do mini bosque, Carlos e Fred trocaram um pequeno olhar talvez preocupado enquanto Frederico ria da nossa expressão, dei uma olhada para Carlos tentando busca alguma resposta na expressão dele, mas nada achei. Depois de alguns bons e longos minutos Paul o rapaz mais baixo chegou ao mini bosque como raio se não tivéssemos nos encarando talvez ninguém tivesse percebido o borrão que de repente apareceu no bosque, quando Paul apareceu ele apareceu com uma garota que me tinha o rosto conhecido não sabia da onde mas tinha, assim que Paul chegou com a menina Cos olhou para trás e disse:
-Meninas acho melhor vocês irem para casa-disse ele numa voz fria.
Não quer ver anúncios?
Com uma contribuição de R$29,90 você deixa de ver anúncios no +Fiction durante 1 ano, além de outros benefícios.
Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!Peguei Helena e comecei a puxa-la em direção do caro que estava localizado á alguns metros dali, enquanto saiamos do mini bosque todos voltaram a atenção para nós principalmente Frederico e Paul. Chegamos ao carro e ficamos olhando um pouco para os rapazes lá fora eles conversavam alguma coisa mas não tínhamos como escutar pro que estávamos com os vidros fechados, esperei Helena pegar no sono para que pudesse abrir um pouco a porta e tentar ouvir alguma coisa, coisa que não demorou logo ela dormiu e aproveitei para a porta, abri ela bem pouquinho para que ninguém percebe-se que estava aberta e assim que abri-la comecei a escutar:
-É simplesmente incrível como você dois em particular vivem –dizia Frederico – mas infelizmente vocês sabem garotos como Vampiros é a gente não gosta de surpresas inesperadas então acho melhor vocês tomarem cuidado viu.
Liguei o carro o carro com um cambiara e dei partida sem olhar pelo retrovisor, enquanto eu dirigia rapidamente pela estrada escura eu pensava o que Frederico quis dizer me “tomar cuidado” de repente enquanto olhava a estrada vi uma figura para no meio da estrada rapidamente dei freio mas estava muito perto acabei atropelando a pessoa e assim que atropelei o carro começou a derrapa na pista fazendo ele dá varias cambalhotas me jogando no meio da estrada e desmaiado.
Um pouquinho antes de eu desmaiar e conseguir abrir os olhos por frações de segundo e conseguir ver que Helena esta alguns metros de mim desmaiada foi a única coisa que conseguir ver e depois eu apaguei.
Quando acordei novamente eu estava deitada no chão de uma casa, mas não sabia que casa que era apenas olhei para o lado e vi Helena deitada também ela estava dormindo provavelmente fechei os olhos por alguns segundos por que eles estavam doendo quando abrir eles de novo vi Carlos do meu lado ele estava com uma expressão de tristeza fiquei completamente parada imóvel olhando sem dizer nada, mas eu estava sentindo que tinha alguma coisa errada minha vista doía e eu estava com a visão um pouco geométrica de mais por que eu podia ver alguns laguinhos de pó que ficava flutuando no ar olhei para Carlos novamente e perguntei:
-O que houve como Helena está e... –eu fui interrompida por Carlos.
-Shhh não precisa dizer nada meu amor, Helena está bem agora como você mas preciso que você apenas me perdoe um dia –ele dizia com algumas lagrimas brotando de seus olhos.
Fiquei sem saber o que ele queria dizer com aquilo, mas nem dei muita importância apenas queria levantar daquele chão logo que agora eu estava reconhecendo era o cão da casa em que eu e Carlos alugamos Fiz um esforço para me levantar e foi sem sucesso, tentei de novo e conseguir aos poucos Carlos me ajudando uma boa parte, quando finalmente eu conseguir ficar de pé eu olhei para Helena que estava meia que acordada, assim que ela abriu os olhos ela levantou rapidamente e veio me abraçar eu fiquei me perguntando como ela podia fazer aquilo e eu não, e a abracei e fiquei olhando confusa.
-Milley que bom amiga graças a deus que você acordou estávamos perdendo as esperanças de você despertar -ela dizia meio que emocionada
-Mas como o que está acontecendo é melhor vocês começarem a dizer agora –eu disse com algumas lagrimas no olhos.
Carlos veio e me abraçou e me levou até o sofá
-Milley –começou dizer Carlos – vocês sofreram acidente e encontramos vocês jogadas no meio da estrada por que assim que vocês saíram com o carro Frederico e Paul saíram atrás dizendo que iriam embora mas sabíamos que eles iriam persegui-las, enquanto estávamos perseguindo não percebemos que Frederico tinha pegado outro caminho apenas estávamos perseguindo Paul, ai quando temos conta da situação temos a volta e viemos pela estrada quando encontramos vocês praticamente mortas ai Fred e eu decidimos que não deixaríamos vocês duas morre ai... Mordemos vocês duas e agora vocês duas são Vampiras-Carlos falava com várias lagrimas rolando em seus olhos.
Eu fiquei completamente sem reação com tudo que acabará de saber, eu simplesmente não conseguia pensar em como aquilo tudo tinha acontecido comigo e com Helena, afinal ela também era Vampira, eu a olhei para ver sua reação e fiquei surpresa por que ela estava contente de saber que não era mais humana, voltei olhar para Carlos e ele estava de cabeça baixa com as mãos no queixo com algumas lagrimas escorrendo pelo seu rosto lindo, por certo ponto eu estava chateada por que não era meus plano virar Vampira agora, mas também feliz pelo gesto de amor que Carlos tinha feito por mim ter me transformado para não me perder. Passei a mão na sua nuca puxando seu rosto para que ele olha-se diretamente para mim, assim que virei seu rosto enxuguei uma lagrima que estava saindo de seus lindos olhos azul.
-Eu te amo-foi a única coisa que conseguir dizer olhando diretamente em seus olhos.
Ele pegou minha mão e a beijou e depois me disse:
-Eu te amo e espero que me perdoe um dia.
-Não tem nada a ser perdoado apenas eu devo agradecer por tudo que você fez e faz até hoje por mim, agradeço a deus por você ter aparecido em minha vida -eu disse puxando-o para me beija.
Fred e Helena terão um pigarro para que eu e Carlos nos tocar de que estávamos acompanhados e estávamos na sala.
-Tá chega de romance e vamos focar no Frederico e Paul-dizia Fred com um sorrisinho meu torto.
-Pode deixar, apenas quero que vocês me ensine o máximo de coisas possíveis e eu mesma gostaria de cuidar deles. –eu disse por fim.
-Milley eu... –Carlos tentou dizer algo mas eu não deixei ele terminar.
-Carlos é uma briga nossa agora ele mexeu comigo e eu não deixarei escapar.
Carlos não discutiu comigo ele apenas assentiu e nada disse, começamos a discutir um plano para pegarmos Frederico e Paul, não seria fácil, mas também não seria difícil, apenas teríamos um pouquinho de trabalho com ele.
No dia seguinte levantei cedo e fui para o pátio dos fundos onde os vizinhos não podiam ver e eu fiquei que nem uma besta tentando fazer algo de vampiro e nada de sair algum resultado apenas sabia que minha visão e meu olfato estavam bem maior, minhas tentativas estavam sendo um completo fracasso, eu estava tão concentrada que não tinha percebido que estava sendo observada por Carlos, ele estava encostado na soleira da porta dos fundos com as mão cruzadas me olhando como se eu fosse um bebê que estivesse aprendendo as coisas pela primeira vez, quando me virei levei um pequeno susto por ter ele parado me observando, lhe mandei um beijo e recebi outro de volta e a partir dali começou meu treinamento para aprender a ser uma Vampira.
Passou-se umas semanas eu eu estava mais que preparada para ir atrás de Frederico e Paul, já estávamos com o plano muito bem estratégico íamos eu e Helena até o mini bosque sozinhas para que pudéssemos atrai-los enquanto Carlos e Fred ficariam perto da estrada escura onde e e Helena sofremos o acidente, assim que ele viessem para sim da gente eu e Helena sairíamos correndo em direção a estrada escura onde os meninos o pegariam.
Estava quase anoitecendo e estávamos ansiosos para poder acabar com aquilo logo, Carlos me beijou antes de sair de casa e disse que não deixaria nada acontecer comigo, assim que saímos a gente se separou Helena e eu íamos correndo pela estrada principal passando pela estrada escura enquanto os meninos tavão a volta para que Frederico e Paul não sentisse a presença e nem o cheiro deles. Helena e eu chegamos ao bosque rápido até de mais, ficamos vasculhando o mini bosque quando ouvimos passou assim que ouvimos viramos nossa atenção e logo vimos das figura altas se aproximando, eram duas mulher loiras na verdade não podíamos julgar nem como mulher mas sim como duas garotas por que eram muitos jovens, elas se aproximaram com um sorrisinho torto no rosto.
-Olá meninas –disse uma delas.
-Quem são vocês? –perguntou Helena.
-Parceiras de Frederico e Paulo, afinal eles e seus garotinhos devem está brincando agora, vocês achavam mesmo que eles iam cair num armadilha? –ria a loira mais alta
Helena e eu ficamos sem reação apenas queríamos descobrir como eles ficaram sabendo e por que tinham transformados essas duas jovens, provavelmente para que eu e Helena ficássemos ocupadas enquanto eles pegavam os meninos, eu e Helena trocamos pequenos olhar e olhamos juntas até o outro lado do bosque, assim que olhando o canto do bosque olhamos para duas meninas e elas abriram um sorriso e disparam para nossa direção assim que elas deram partida para cima da gente fomos correndo profundo do bosque onde sabíamos que teria uma trilha onde daria na estrada escura. Enquanto corríamos olhei para o lado e vi Helena bem do meu lado, olhei para trás e vi dois borrões loiros bem atrás da gente estávamos quase na beira da estrada quando viramos para trás e temos de cara com as duas loiras atrás da gente, assim que ela bateram na gente passamos elas por cima da gente e jogando-as em direção a estrada assim que ela cairão na estrada fomos em direção a elas para que elas ficassem no chão, mas elas foram muito rápidas, elas levantaram em fração de segundo e vieram atrás da gente, Helena entrou na floresta fazendo umas delas a seguirem enquanto eu corria pela estrada tentando achar os rapazes depois de alguns quilômetros assim que os avistei fui em direção deles, tanto uma borrada enorme em Frederico que estava encima de Carlos, arremessando ele bem longe o bastante para que Carlos pudesse levantar e assumir a frente, corri mais um pouco e virei para o lado tanto um soco bem na cara da loira que estava me perseguindo, ela caiu a alguns quilômetros de mim e se levantou e veio em minha direção tentando dá vários golpes mas graças a meu professor soube me livrar deles rapidinho com poucos fracassos mas conseguir me dá bem na minha primeira briga, a adolescente era linda, não sabia como Frederico tinha coragem de tirar uma menina de sua família para usa-la como escudo onde se alguém tentasse se aproxima ela seria a primeira a ser pega, enquanto ele ganhava tempo para poder fugir.
Enquanto estava ocupada tentando me defender eu dei uma olhada para Carlos para ver como ele estava ele estava vencendo pelo que eu podia ver, mas eu não pude dá muita atenção por que tinha uma psicopata Vampira tentando me matar, o pouquinho que eu me distrair eu fui arremessada em direção a uma árvore onde eu bati nela com tudo mas assim que bati eu me virei e escalei ela indo para um galho grande onde eu poderia ter uma visão da estrada onde estava acontecendo tudo e onde estava bem escuro onde a loira não poderia me achar a não ser que ela subisse. Assim que cheguei no galho fiquei num silêncio onde eu mesma me sentir sufocada mas era necessário por que a loira estava no chão observando cada árvore escura com uma expressão de preocupação talvez de ser pega de surpresa, me virei para ver Carlos e lá estava ele todo elegante, me virei novamente para a loira e decidir pegar ela de surpresa eu observei cada passo dela e cada arvoe escura ao meu a redor. Esperei até que ela se aproximasse mais um pouquinho da árvore e assim que ela ficou no ponto exatamente onde eu queria eu pulei com muita classe em suas costas derrubando-a a no chão e por um minuto de concentração e decapitei sua cabeça jogando-a bem do lado de Frederico fazendo ele perder a expressão e Carlos ganhar vantagem, mas Frederico era muito rápido ele conseguiu se livrar das mão de Carlos e saiu correndo assim que ele saiu correndo eu e Carlos começamos a segui-lo quando estávamos na metade da estrada Frederico levou uma bancada muito forte no rosto o fazendo ele se arremessado bem em nossa direção, Carlos avançou na frente pegando ainda no ar e decapitando seus braços e depois sua cabeça, quando se viramos para ver quem tinha feito aquilo deparamos com Fred e Helena um do lado do outro, Fred como sempre tirando um barato da situação enquanto Helena estava com os olhos negros focada em alguma coisa em que não veio a tona.
-Bom trabalho Carlos, essa sinceramente foi umas das minhas melhores luta em que tiver em toda minha existência-Fred ria e abraçava Helena fazendo-a ela rir também.
-Concordo com você, mas devemos confessar que as meninas surpreenderam essa noite elas simplesmente agiram como se já soubessem isso há décadas –Carlos falava se virando para mim com um sorriso de orgulho me abraçando.
Ficamos na estrada olhando os corpos por um tempo até que decidimos que não podiam ficar ali para não poderem mais chamar a atenção da cidade, pegamos os corpos e levamos para dentro da mata onde colocamos eles em pilhas e colocamos fogo para ter realmente certeza que tudo tinha acabado, assim que colocamos fogo nos corpos senti falta de uma coisa.
-Helena cadê a loira que estava te seguindo? –eu perguntei me virando para ela.
-Fugiu, eu a perseguir até a extremidade da cidade, mas ela realmente saiu da cidade um dia ela volta e nesse dia estarei aqui para apanha-la –Dizia Helena sorrindo.
Fomos para casa depois de uma longa e cansativa noite em que tivemos que matar dois vampiros, mas que ainda restava uma a loira parceira talvez de Frederico ou de Paul.
-O que vai acontecer com aquele adolescente que fugiu da Helena? –eu perguntei olhando para Carlos e Fred.
-Um dia ela vai voltar, para poder vingar a morte deles –dizia Fred olhando para mim.
-E esse dia estaremos aqui esperando por ela.
Fomos dormi para poder descansar, e ao longo do mês apenas aperfeiçoamos nossas práticas de movimento.
Passou-se dois meses até que temos um jeito nos vampiros visitantes na cidade, nossas vidas estavam completamente normais tirando apenas que eu ejetava duas bolsas de sangue na veia por dia para não correr o risco de tentar pegar uma pessoa inocente, durantes esses meses que passou aperfeiçoamos nossas habilidades e meu amor com Carlos crescia a cada dia mais ainda.
-Você está ficando uma loba muito selvagem –Carlos me dizia quando eu agarrava ele quando estávamos sozinhos.
-Que pena se você quiser eu deixo você virar o lobo afinal seria até um pecado ver você se transformando em lobo né? –eu dizia com uma voz que deixava ele completamente louco.
Ele não me disse nada apenas me agarrou e me levou ao meu delírio, após um tempo quando tínhamos saciado nossa vontade saímos e fomos dá uma volta no bosque que ficava na cidade vizinha, agora podíamos por que corríamos numa velocidade extraordinária. Assim que chegamos nos bosque que para vária era arrodeado de floresta, Carlos foi até a cidade comprar algo em que não quis me dizer e eu acabei sozinha no bosque, enquanto eu explorava eu senti algo se aproximando mas nada fiz apenas continuei caminhando com maior lerdeza que pude.
-Ora só o que eu acabei de encontrar uma raposa sozinha no bosque isso será divertido-dizia a loira em que tinha escapado na noite em que matamos Frederico e Paul e provavelmente sua outra amiga loira.
-Na verdade será divertido para mim e doloroso para você –eu dizia sorrindo enquanto sabia que Carlos estava ali chegando por trás dela, afinal ela também deveria saber mas não queria se precipitar.
Ela ficou sorrindo para mim como se estivesse aposta a fazer algo em que não seria esperado naquela ocasião, ela deu um passo para frente e deu uma olhadinha pro lado como se quisesse espiar algo discretamente.
-Oi Carlos que bom em revê-lo novamente, na verdade desculpe por estragar suas surpresa, mas aprendi algumas coisinhas nesse tempo que se passou na verdade a ultima vez que se vimos estávamos meios histéricos –dizia a figura loira agora meio de lado entre mim e Carlos que aparecia no meio das árvores com cautela analisando cada centímetro que dava se aproximando para ficar mais perto de mim.
Era obvio que teríamos uma batalha ali, a loira estava entre mim e Carlos com um sorrisinho torto que eu queria decifra-lo mas não podia por que eu tinha que ficar esperta com ela, se caso ela ataca-se Carlos ou eu teríamos que agir contra ela.
-Vocês dois acham mesmo que eu vim sozinha, afinal Carlos trouxa uma surpresinha para você que você irá amar afinal vocês dois não se ver a séculos né –dizia a loira olhando para cima de uma arvore onde quando seguimos o olhar dela tinha uma jovem muito bonita, a beleza dela era tão grande que nem parecia ser uma menina mas sim uma escultura feita por mãos muitos delicadas, essa jovem olhou ara Carlos e pulou do galho dela para ficar a pelo menos uns nove metros entre mim e Carlos.
-Oi Carlos como é bom revê-lo novamente –dizia a estranha.
Carlos ficou pasma quando viu ela, eu não sabia por que mas sentia que eles já tinham se conhecido antes e não foi apenas amizade tinha algo a mais entre ele, em que uns deles fugiu e agora que se reencontraram estavam completamente pasmos um com a reação do outro.
-Lily quanto tempo a gente não se ver... –Carlos não conseguiu terminar a palavra.
Eu estava ficando furiosa com aquilo quando me virei para a loira ela abriu um sorriso para mim, e olhou para os dois e disse:
-Acho que foi trocada, agora poderei acabar com você.
Carlos avançou para cima da loira tentando não olhar a tal de Lily, assim que ele chegou perto dela Lily avançou para cima de mim mas assim que ela chegou perto de mim Carlos deu um grito implorando para que ela não fizesse nada comigo, fiquei me perguntando por que ele estava fazendo aquilo sendo que ela era apeas uma vampira como eu, eu provavelmente poderia dá conta dela, mas assim que ele gritou ela parou alguns metros de mim e a olhou.
-Mas ela quer te machucar –Lily dizia apotando para mim.
-Não...ela é minha namorada Lily você sabe que estou dizendo a verdade se não acredita usa seus poderes então, essa loira que está mentindo ela apenas a trouxa aqui com esse pretexto para poder mata já que matei o namorado dela no mês passado.
Lily olhou para mim, depois para Carlos e parou o olhar na loira, assim que ela começou a fitar a loira tentou corre mas alguma coisa a segurava no ar.
-Então quer dizer que você estava brincando com minha cara Perry, agora quem vai brincar com a sua sou eu.
Lily se aproximou dela e estendeu a mão para ela, assim que ela estendeu a mão a loira começou a gritar como se estivesse sendo comida viva, ela não parava de gritar até que por um piscar de olhos ela explodiu virando apenas várias partículas que nos olhos humanos se diria pó.
Capitulo quatro
Fiquei completamente abismada com aquilo que tinha acabado de vivenciar, como um vampiro podia fazer aquilo? Como sendo que ela era uma vampira e tinha mais tempo de vida que eu, será que só os mais velho podiam fazer aquilo? Provavelmente não por que se não Carlos teria me contato sobre isso antes mas como ele não comentou então... Após a Lily virar vários fragmentos Perry olhou para cara de Carlos como se pedisse desculpas e depois os dois olharam para mim provavelmente se tocando de que eu nunca tinha visto nada daquilo antes.
Carlos e Lily ficaram me fitando por um tempo, até que estava silêncio de mais, ai eu resolvi me mexer para o lado sem tirar os olhos de Lily até que Carlos se levantou do chão se aproximou de Lily e disse:
-Obrigado não sei como lhe agradecer –dizia ele se aproximando dela e pegando a mão dela pra cumprimentar.
-Você me agradecer fazendo ela me perdoa um dia –Lily dizia olhando para mim segurando ainda a mão de Carlos.
Carlos se aproximou de mim me fitando diretamente nos meus olhos ele chegou perto e me abraçou e assentiu para Lily, não entendi por que mas assim que ele assentiu ela começou a se aproximar de nós que estávamos abraçados de lado de frente para ela até que ela ficou há alguns metros de mim e disse:
-Milley me desculpa não somos apresentadas corretamente, espero que me perdoe um dia pelo ocorrido de hoje, e você teve está se perguntando como eu e Carlos nos conhecemos...pois somo amigos quase para namorados mas no final decidimos que seria melhor sermos amigos, afinal acompanho Carlos dês do momento em que se tornou vampiro –ela disse com um sorrisinho.
Carlos me puxou para mais perto dele me alinhando no corpo dele e logo em seguida me dando um beijo na esta e se virando para Lily.
-Como nos achou aqui? –perguntava ele sem preocupação na voz.
-Aquela louca foi atrás de mim na Europa me dizendo que estava em perigo e com meu instinto maternal eu vim conferir você sabe como eu sou –dizia ela levantando a mão para ele sorrindo.
-Vamos para casa Carlos...Lily venha com conosco- eu dizia sorrindo tímida para ela.
-Obrigada pelo convite aceito sim, acho que será um bom começo para nós duas –ela dizia sorrindo e vindo em nossa direção para nos abraçar.
Fomos para casa, no caminho Lily veio contando experiência em que ela e Carlos passaram na idade média, eu ri bastante por que os dois tinham aprontados horrores, sorrimos muito no caminho, assim que chegamos lá Lily parou na porta olhou para nós e fixou o olhar e mim e disse:
-Brigada mesmo por me convidar para dentro de sua casa, acho que nunca mais encontrei uma pessoa tão generosa como você.
Entramos em casa e conversamos a noite inteira, ela me contou as trapalhadas de Carlos no começo da vida dele, as tentativas de caça dele que fraca casaram, as tentativas de tentar subir arvores, prédio e etc...
No começo eu pensava que Lily era uma ameaça ou queria se aproximar para tentar fazer algo maligno onde pudesse acabar comigo ou com Carlos mas não eu estava completamente errada Lily era uma pessoa madura que protegia a todos que simplesmente amava não importava o grau de dificuldade ela estava ali defendendo com garra e força, com tudo em que podia eu estava bem satisfeita com tudo que tinha me ocorrido, afinal a partir daqui eu tinha que seguir minha vida feliz com a pessoa que eu amava e com minha mais nova amiga a qual me ensinou tantas coisas, fazendo eu perceber e ver coisas onde jamais imaginaria que pudesse ver.
Seguir minha vida com as pessoas amadas onde sem duvida nossa guerra não acabou mas sim está apenas começando!
Fale com o autor