Dark Moments

3 Capítulo 3 - ‘Eu sou a..’


Notas iniciais
Novo capitulo, a Isabella vai abusar da sorte... será que vai fazer asneira?
Leiam e veraão!! ;DDDDDDDDDDD

3º- ‘Eu sou a..’


Harry ON


Fui para casa sem saber o que fazer, ligava para a polícia ou não… Louis não estava em casa, devia estar com Eleanor e provavelmente devia estar furioso por ter saído como saí… Merda! Não corre nada bem!

Fui tomar banho e perdi a noção do tempo, debaixo da água quente do chuveiro que escorria pelo meu corpo..


‘AHHHHH Ela está morta! – Toda a gente parou com o grito, depois de alguns olhares outras fãs gritaram e começaram a correr dali. Os seguranças abrira caminho até ela e chamaram uma ambulância. Corri até lá o mais que pude, Paul tentou-me impedir mas não conseguiu.

A imagem do corpo dela todo roxo dos hematomas das pisadelas, a cabeça dela tinha um corte e uma poça de sangue formava-se em torno dela, o choro das pessoas que nos rodeavam e viam aquela imagem, os flashes que invadiam o local e o som das sirenes a aproximarem-se.’


Parecia conseguir ouvir o som agora, caí em mim, não eram sirenes, estavam a bater a porta, bater não, praticamente a tentar bota-la abaixo.

Enrolei uma toalha á cintura e fui até á porta, abri e gritei um ‘QUIÉ?!!’ irritado.

Ela tirou os óculos de sol e olhou-me de cima abaixo, era ela…


Isabella ON


Estava farta de bater e aquele lento não abria, estava pronta para arrombar a porta quando a porta abriu, ele gritou qualquer coisa, mas não prestei atenção. Ó Deu do Céu! Ele estava ali todo molhado apenas de toalha bem á minha frente. Ele é bem Bom! Que corpo!

Sem controlar, dei por mim a inspecionar cada detalhe do corpo dele até ao meu olhar cruzar-se com o dele, que me olhava com um sorriso malandro.

Merda! O que é que me passou pela cabeça?! Concentra-te!

Mudei o olhar para outro lado e sem o encarar tentei ser o mais direta e rápida possível.

– Preciso que venhas comigo.

– É lá, a durona precisa de mim, queres-me bater outra vez é? – Disse fazendo-se de sonso.

Este rapaz estava cada vez mais a dar-me razões para acabar com ele… pena ser tão… sexy… desperdício minha senhora!

Contei até três para não me passar e disse o mais calma possível – Vai-te vestir, ou eu arrasto-te mesmo assim, comigo!

Ele riu – Gostava de te ver tentar…

Levei a minha mão á cintura sacando a arma e apontei-lha. Os olhos dele arregalaram um pouco, empurrei-o para dentro de casa e fechei a porta

– Certeza? – Disse fazendo um sorriso trocista – Tens 2 minutos para te vestires e estares cá em baixo.

– Tu és maluca!!

– Despacha-te – disse arrogante.

Ele subiu, e bem mais do que 10 minutos depois desceu. Até eu me arranjava mais rápido! Viu-o descer. Ele trazia uma t-shirt simples azul e umas calças de ganga, ainda tinha o cabelo molhado e meio despenteado. Abri a porta e saí para a rua, ele pegou no telemóvel e nas chaves e veio atrás de mim.

Os olhos dele brilharam ao ver o carro desportivo e analisavam cada detalhe.

– Entra! – Resmunguei.

Ele deu a volta ao carro com um sorriso no rosto e entrou.

– Para onde é que vamos?

– Pra minha casa.

Aquele sorrido safado voltou aparecer e pôs-me a mão na perna nua – Não perdes tempo!

Travei a fundo e ele bateu com a cabeça na parte da ferente do carro.

– Maluca! Tu não bates! Queres-me matar é?

– Muito! Isto é para aprenderes de vez a não me tocares, palhaço!

Acelerei, ele pôs o cinto e ficou amuado para lá, mas não demorou muito pois pouco depois começou a mexer no porta-luvas onde encontrou um CD deles.

– Tanto ódio, mas gostas da nossa música. – Sorriu convencido



Flashback ON



– Abigail para que é que compraste tantos CD’s??

– Para ter um em cada carro e em todas as divisões da casa! – Disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo

– Tu és tola! E vais-me deixar a mim também!

– Tola, muito, mas só por eles! – Deu uma gargalhada contagiante deixando-me a rir.



Flashback OF



– Pousa isso!

Ele bufou e guardou o Cd no sítio.

– Então porque é que vamos para tua casa?

– O meu pai quer falar contigo – disse mantendo os olhos na estrada

– O que é que ele quer?

– Não sei… — estava trânsito e paramos – estás com medo é? — Gozei

– Não. Mas gostava de saber o assunto… ele sabe o que fizeste?

– O que é que eu fiz?

– Fugiste da polícia. Já agora porque é que estavas a fugir?

– Roubei 50 mil dólares do banco local – disse sem muita importância – e sim ele sabe..- Acelerei e meti-me num atalho

Os olhos dele arregalaram – Tu roubas? E o teu pai não diz nada?

A ignorância dele estava a começar a irritar-me – Ele faz o mesmo ó palerma!

Pensei que os olhos lhe iam saltar de tão arregalados que estavam..

Comecei a avistar a casa.

– Tu vives ali?

– Sim – disse sem ligar muito ao entusiamo dele.

– Mas isto é um casarão!!

– UAU ao menos não és cego!

Estávamos em frente aos portões e os seguranças vieram ter connosco.

– Eles estão armados!

– Cala a boca que eu já não te posso ouvir! – O segurança aproximou-se do carro e baixei o vidro – Andrew abre aí o portão se faz favor

Andrew olhou de canto para Harry, e deu ordem para o portão abrir.

Estacionei o carro no meio da entrada, e atirei a chave a um dos seguranças que logo vieram ter comigo para o estacionarem.

Harry estava deslumbrado: http://weheartit.com/entry/32544138

– Para de babar e entra!

Entrei e ele veio atras de mim. Olhava cada sítio da casa.

– Despacha-te que eu não tenho a tua vida!

– Mas o que é que tu tens contra mim, para me falares assim?

Estava a subir os primeiros degraus quando ele disse isso. Voltei-me para ele.

– Tu não fazes mesmo ideia pois não?

– Não – disse dando os ombros.

– Eu sou a ..

– O teu pai está lá em cima a vossa espera – reconheci a voz de Josh no cimo das escadas

Harry ignorou-o – Diz lá, és…

– Sou… — não o conseguia dizer, falar que ela estava morta dilacerava-me e não valia a pena sentir-me assim por uma pessoa como ele.

– És? – Não respondi apenas abanei a cabeça e olhei para Josh concentrando-me para ignora-lo e subi mais dois degraus – Então? Vais fugir? Humm deixa-me adivinhar és… maluca?

– Aconselho-te a estar calado! – Ouvi Josh dizer.

– Não estou a falar contigo! – Ele disse arrogante. Cerrei os punhos com raiva – Então és …?

Saquei a arma que estava a minha cintura e apontei-lha á cabeça – Eu sou a irmã da rapariga que morreu na entrevista! Aquela cuja morte foi culpa tua e dos teus amigos! – Disse com ódio e destravei a arma, só faltando mesmo premir o gatilho.

– ISABELLA!


...