Dare to Love
1 O Começo de Tudo
Notas iniciais
Essa é a História da Hanna, então pfvr não achem que "ele" é um dos minos
Bjooos
Tarde de Janeiro, 22 de Abril, 2010
– Você jura que sempre vai me amar? — Eu perguntei
– Juro sim, minha princesa — Ele disse, e beijou minha mão.
– Jura mesmo? — Perguntei novamente.
– Claro. Eu não te largaria por nada nesse mundo. — Ele pegou uma uva sem caroços e a comeu. — Nada mesmo. — Ele disse novamente, dessa vez com a boca cheia de uva.
– Até o fim? — Eu perguntei, preocupada.
– Até o fim. — Ele prometeu, me dando um longo beijo.
– Ok, você está pronto para saber disso. — Eu me levantei do colo dele e me sentei na grama, olhando nos olhos dele. — A verdade é... Que eu tenho câncer.
– Oh... — Ele se espantou. — Não se preocupe minha linda, vou te ajudar a superar isso até o fim. — Fiquei bem mais aliviada.
– Obrigada meu príncipe
– De nada minha princesa — Ele me deu um selinho e eu fui embora.
De noite...
"Trrrrrrriiiiiiimmmmm, tttttrrrrriiiiiiimmmmmm!" o telefone tocou.
Me encaminhei até ele e o atendi.
- Alô? — Falei, com uma voz meio... Escrota :/
- Oi amor... — Ele me disse, sua voz parecendo meio cansada.
- Oi... — Suspeitei que não fosse ele, e como estava tarde, logo o perguntei — Por que estás me ligando uma hora dessas?
- Aaahh, é que... Eu, você sabe, eu estou com... Saudades? — Ele falou com um tom grosso
- Oh, que fofo... — Falei, mas acho que minha voz me fez parecer irritada
- Ahhh que fofo... Sabe o que é mais fofo? — Ele perguntou, impaciente
- N-Não... — Falei meio sem entender. — Você é mesmo o John? — Fiquei em dúvida
- Sou, claro que sim! E você, é mesmo a rapariga? — Desliguei.
"Tr..." Não deixei nem o barulho do telefone tocando acabar e já o atendi. Ele estava rindo.
- Olha, eu não vou continuar nesse seu joguinho estúpido! Diz logo quem você é! — Falei, com raiva.
- Quer o que? Que eu ligue o skype? O que faço pra te provar que sou o John? — Desliguei de novo, mas dessa vez comecei a chorar. "Será que era ele mesmo? Mas... Por que ele me chamaria de rapariga?", pensei.
"Trrrrrrriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmm" o telefone tocou novamente, e eu o atendi, dessa vez com uma voz triste.
- A-al-lô? — Ele começou a rir denovo.
- Está magoada é doente? Pois saiba que eu só estava com você porque... Sei lá, você é gostosa. Mas agente nunca transou mesmo...
- Eu transo com você — Falei sem nem pensar.
- Oh... Seus pais estão em casa?
- N-não. — Falei. E realmente, eles estavam em viagem.
- Ótimo, então vai ser na sua casa. E eu não quero que você use camisinha.
- O-ok... — Falei, aliviada. Eu faria qualquer coisa pra ele voltar comigo
Então ele desligou. Fiquei com um pouco de medo antes dele chegar. Me sentei no sofá e pensei "Calma, pelomenos ele vai ficar com você". E então "Tiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinnnnnnnnnnddddddddooooooooommmmmmmmmm", a campainha tocou, e eu fiquei com medo. Atendi a porta.
- Oi gostosa. — Ele estava com uma algema.
- O-oi. — Eu disse.
- Pronta para tocar no céu?
Pensei bem, eu tinha que ser muito sexy.
- Pronta — E antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ele me pegou no colo, trancou a porta de casa e foi me carregando até o meu quarto, e quando chegamos lá ele trancou a porta denovo.
- Eu que vou comandar aqui.
- Ok.
Ele me empurrou na parede e sussurrou no meu ouvido que eu tirasse a camisa dele, e eu o obedeci. Tirei a camisa dele, e depois a calça, e depois a cueca com a boca.
- Ahhhh — Ele gemeu — Agora eu quero ver VOCÊ gemendo.
Ele me prendeu na cama, e começou a tirar a minha roupa. Depois ele enfiou a mão na minha calcinha e começou a me masturbar até eu perder o fôlego. Eu gemia muito. Até que ele abriu as minhas pernas e começou a penetrar em mim, mas ele era muito forte e começou a doer. Eu gemia muito, e ele lambia os meus peitos.
- Agora eu vou mais rápido vadia.
E então ele foi mais rápido. Eu comecei a gritar muito. Estava doendo e ele estava gozando em mim. Eu comecei a ficar com medo, e ele a lamber mais ainda e dar tapas na minha bunda. Eu gritava o nome dele, mas ele não parava.
- Eu quero que entre mais PORRA! — Ele gritou. — Empurra isso caralho antes que eu faça você morrer de prazer
Quase que eu começava a chorar, eu queria ir embora, mas a porta estava fechada, então empurrei a bunda dele para entrar mais. Eu comecei a suar.
- Ótimo, agora eu quero que você me chupe. — Ele tirou seu pênis de dentro de mim e senti um grande alívio
- Eu não quero! — Gritei, com medo.
- Me chupa ou você morre sendo extuprada, vadia.
E então eu comecei a chupá-lo. Eu beijava seu pênis, e ia muito rápido
- I-s-s-o c-a-r-allllhhh-ooooo... — Ele gemia muito. — Agora eu quero que você chegue ao orgasmo.
Ele me empurrou na porta e começou a penetrar mais forte ainda, e eu senti MUITA dor. Comecei a chorar, mas ele apertava os meus peitos e eu gemia muito. Até que eu cheguei no orgasmo, mas ele continuou. Então me afastei dele.
- Ok, eu... — Eu quase não conseguia falar. — Eu acho que cheguei no orgasmo. — Me joguei na cama, cansada
- Vadia. — Ele falou, rindo — Me chupa mais.
- E-eu não consigo. Eu... Você não vai voltar comigo?
- Não, obrigada. Eu já te comi todinha, não serve mais pra mim. — Ele destrancou a porta, pegou suas roupas e foi embora. Comecei a chorar. Como eu pude ter sido tão burra?
Vesti minha roupa, e liguei para os meus pais. Contei que alguém tinha me extuprado, mas não falei quem foi, ou como foi, e eles imediatamente voltaram para casa, e me falaram que essa cida de era muito perigosa e que nós iríamos nos mudar daqui há mais ou menos 3 ou 4 dias. Me senti muito aliviada, e então faltei a escola nesses dias (para não vê-lo), e depois de uns 3 dias fomos embora.
Fui para Londres, e fiquei aliviada nos meus primeiros dias lá, afinal, eu nunca mais seria extuprada de novo. NUNCA mais. O amor não serve pra nada mesmo, então que se foda essa porra, eu vou continuar a minha vida independente de qualquer filho da puta...
Bem, essa é minha história...
Antes de ela mudar.
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