Bom, olá. Meu nome é Emma, tenho 19 anos e atualmente moro na Califórnia. Nasci em Manchester e morei lá até os 10 anos de idade. Meus pais são separados e acabo de descobrir que vou voltar para Manchester em poucos dias devido ao trabalho da minha mãe, o que me deixou animada e triste ao mesmo tempo, enfim.

Cheguei em casa hoje, tomei um banho quente e lá vou eu arrumar tudo para a mudança que não é bem uma mudança, mas...

Finalmente chegou o dia. Tomei um banho e fomos para o aeroporto. Dormi no avião como de costume e quando percebi já estávamos na minha antiga casa. Quando entrei me senti uma criança de novo, e ao sentir isso me lembrei do meu melhor amigo, Louis Tomlinson, com quem mantive contato durante todos esses anos.

Conheço Louis desde sempre, pois éramos — e agora somos de novo – vizinhos. Deixei todas as minhas coisas no meu “quarto”, avisei minha mãe e fui pra casa do Lou, que era na rua de cima.

Quando cheguei, olhei na garagem e percebi que sua mãe não estava em casa, pois não tinha nenhum carro estacionado. Bati na porta e, para minha surpresa, um menino loiro abriu.

– Oi, você é a?

– Emma, e você?

–Niall, prazer... a famosa Emma?

Depois disso só consegui ouvir Louis gritando e quando percebi ele estava me abraçando.

–Você........não...........me........avisou.............que........tinha.............chegado.......porque?

– Oi, eu estou bem e você? Também senti sua falta! – disse brincando.

– É claro que senti sua falta e você sabe disso. – respondeu sorrindo.

Louis não convidou, mas eu entrei. Olhei em volta, e nada tinha mudado... Só reparei dois meninos sentados no sofá. Fui até lá e Louis me apresentou seus amigos. Zayn e Liam.

Para eles eu era a famosa Emma, e me conheciam mais do que eu imaginava. Ficamos um bom tempo conversando até que Jay – mãe de Louis – chegou. Sentia falta daquilo, das pessoas, do lugar...

Percebi que estava ficando tarde, e os meninos estavam indo embora. Resolvi aproveitar e ir junto. No caminho de casa fui pensando e percebi que aquele lugar nunca deixou de ser a minha casa. Quando cheguei, fiz um lanche e capotei. Acordei com meu celular fazendo barulho, coloquei meus óculos para conseguir ver as horas e ler a mensagem que dizia:

“15 horas, em casa, hoje. Beijo Lou.”

Olhei no relógio e ainda eram 10 horas. Dormi mais uma meia hora e levantei para ajudar minha mãe a terminar de arrumar a casa. Comi qualquer coisa – aliás, estava comendo muito mal ultimamente – tomei meu banho e tentei achar uma roupa no meio daquela bagunça que estava meu quarto.

Peguei minha bolsa e meu celular, prendi meu cabelo de um jeito estranho e sai de casa. (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=52517173&.locale=pt-br)