Notas iniciais
Aqui estou eu de novo com o primeiro capítulo da estória, espero que curtam.

3 meses atrás

Danny POV ON

\'Dude, olha aquela garota ali?\' Disse Tom para mim, com cara de tarado.

\'O que tem ela, seu pervertido?\' perguntei para ele, olhando para a mulher mais linda que eu já tinha visto. Ela estava em uma pequena rodinha junto com as amigas esperando para entrar no Show. Eu estava em uma sala, da onde ela não podia me ver, nem ver ver a cara de tarado do Tom.

\'Duvido tu ir falar com uma fã nossa.\' Tom apontou para a garota. Detesto essas apostas, eu sempre me ferro no final.

\'Isso é um desafio para o Danny? Porque eu também duvido!\' perguntou o pequeno Dougie.

\'É sim!\' Fletcher insistia.

\'Tô fora!\' resmunguei \'Você sabe que, por mais normais que elas sejam, perto da gente enlouquecem.\'

\'Tá com medinho dela ser Judd e não Jones, Danny?\' Harry entrou na conversa. \'Ele tá com medo de ser rejeitado!\'

\'Claro que não!\' Porque eu sempre caio na deles? \'Ela é Jones e você verá!\'

Sem pensar duas vezes, me levantei e caminhei em direção à porta. O que posso fazer? Sou muito competitivo! Mas antes de me arriscar, eu tinha que ganhar algo em troca, não acham?

\'Mas o que eu ganho se ela for Jones?\' perguntei, e Fletcher fez uma cara de pensativo.

\'Você ganha...\' ele disse, ainda pensando \'Você ganha aquela guitarra que você tanto queria. Eu pago.\'

Aquela sim era uma aposta tentadora! Simplesmente porque aquela era “A GUITARRA”, entende? Ela é linda, maravilhosa, deliciosa de tocar... tudo que eu sou!(n/a: nossa, ele nem se acha, hehe) Mas voltando a aposta, não tinha como recusar! Assenti com a cabeça e fui para o pátio quase vazio, onde apenas umas amigas e ela, a garota com quem deveria falar, estavam.

\'Erg, com licença.\' Eu olhei para a menina que me encarou surpresa.

\'Jones\' Ela sussurrou. Parecia não acreditar que era eu, ali, tão perto dela e..., ah você entendeu! \'Danny Jones\'

Sua voz era doce e sonora. Seus cabelo era loiro. Fiquei vidrado naqueles olhos verdes que me fitavam com carinho. É, acho que ela é Jones.

\'Qual o seu nome?\' consegui pronunciar, algum tempo depois. Suas amigas soltaram leves risinhos.

\'Sou Amanda, mas me chame de Mandy.\' ela respondeu, por fim. \'Essas são minhas amigas, Sarah, Jenny e Alex.\'

\'Prazer\' disse, pegando sua mão e a beijando. \'Danny, mas acho que isso você já sabe.\'

\'E como sei!\' Ela sussurrou para si, mas eu a ouvi.

Ignorei o fato de tê-la ouvido em um comentário tão engraçado, e segurei o riso.

\'Encantado\' tentei ser o mais cordial possível. Será que se eu pedir seu telefone vai ser pedir demais?

\'Encantada\' Ela estava visivelmente nervosa.

\'Posso pedir o seu telefone, digo, o número?\' estava desconsertado com aquele olhar angelical. Ela, que estava aérea, apenas fez uma cara de “não entendi”.

\'Telefone celular, você tem, certo?\' insisti.

Estranhamente ela fez que não com a cabeça. Que tipo de pessoa em pleno sec. XXI não tem celular?

\'Pegue o meu telefone de casa, serve?\' Mandy sorriu, envergonhada.

\'Claro\' me conformei \'Se isso me fizer falar com você\'

Tá bom, agora eu exagerei. Ela era bonita, e parecia ser legal. Mas eu não estava tão deseperado assim por ela. Mas que algo nela mexia comigo, mexia. Ou seria só fome. Foca, Jones e para de besteira.

Eu entreguei meu celular para ela, que digitou o número dela e em sequencia escreveu em contato: “Mandy Califórnia”.

\'Obrigado\' agradeci \'Agora tenho que ir me arrumar para o show.\'

Ela se despediu. Depois disso, fui embora de volta para a sala da concentração pré-show, e mostrei o número dela para Tom, que resmungou alguns palavrões. Ele agora me devia uma guitarra.

\'Vai ligar para a garota?\' Harry perguntou.

\'Acho que sim\' respondi.

Não a encontrei no meio da multidão de fãs, o que me decepcionou um pouco. Mas tudo bem, vou ligar para ela ainda hoje.

Notas finais
Gostaram? Se sim, coloca review, se não, coloca review também. Criticas são sempre bem-vindas.
bjinhos,
da sua autora
Rach...