Daniel Alexander

15 Só o Inimigo não trai nunca ou Qualquer um de Nós já amou errado - Parte 1


Notas iniciais
Eita céus, chegou o grande dia, é o despertar de um sonho especial! Ou melhor da grande revelação dessa história! É chegado o momento de sabermos quem é o Primordial! Então, sem mais delongas o capítulo!

Manhattan, Nova York.

A informação chocou Percy e Reyna, além de Bianca que vinha atrás do irmão e Annabeth que acordara com os gritos do primo do namorado.

— Como assim? — Reyna perguntou.

— Eu te conto no caminho, mas temos que ir agora para a Escola Meio-sangue. — Nico falava tentando puxar Reyna pelas mãos.

— Explique-se melhor Nico di Angelo! — Bianca interrompeu o irmão. — Que história é essa?

— Não temos tempo para parar e conversar, vamos andando! — Ele conseguiu puxar a policial, enquanto ignorava Bianca. — Eu sei o que ele quer fazer, e tem gente com risco de morrer!

— Como assim Nico? — Percy se levantou seguindo o primo e a delegada.

— Corram, vamos correr logo! — Nico falou descendo as escadas para o primeiro andar do prédio, ainda segurando a delegada porto-riquenha, sendo seguido pelo primo e pela irmã. Annabeth resolveu descer de elevador. — Ele vai matar a Thalia se não formos logo, ele deixou uma carta no Central Park a respeito disso.

— Como assim, uma carta no Central Park? — Reyna perguntou ao menino.

— Exatamente isso que você ouviu, delegada. — Nico suspirou enquanto a mesma entrava no carro, acompanhada do pequeno gênio. — Ontem eu saí da Igreja de São Thomas More, e passei pelo Central Park. Foi quando eu ouvi uma voz me chamando, e resolvi ir atrás dessa voz, e acabei encontrando a carta, e logo que eu li tudo que estava escrito a voz começou a gargalhar de algum lugar.

— Você ainda está com essa carta? — Reyna questionou o adolescente, que de pronto entregou o papel para ela. Pausadamente ela leu e sua expressão mudou. — Vou mandar para a perícia, e você me leve para onde esse papel indica.

Quando ligou o carro, ela percebeu que Percy, Bianca e Annabeth estavam no banco traseiro e Leo estava do lado de fora tentando entrar.

— O que vem a ser isso? — Ela perguntou um pouco brava.

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Thalia estava ensaiando para seu novo álbum. Pensara em várias letras e melodias durante sua turnê, e conseguira que seu produtor se encantasse com algumas delas. A cantora então se propôs a já começar a trabalhar na antevéspera do ano novo, e virara a noite no estúdio perto de sua casa.

Entre papéis de melodias e cifras, ela mantinha uma câmera ligada, para depois selecionar alguns minutos para algum videoclipe, mostrando sua face trabalhadora e criativa. Era assim que Thalia queria aparecer para seus fãs.

Depois de mais alguns minutos cantando, ela buscou um copo de café. O estúdio estava vazio, e ela desligara o celular. Queria ficar incomunicável, apenas sendo observada pelas paredes acolchoadas da sala de gravação, e pelos discos de ouro, platina, e outras qualidades, que a encaravam através do vidro que separava as salas. Além deles, algumas fotos de outros cantores que já pisaram ali também figuravam pelas paredes coloridas do lugar.

Um pouco cansada, perto do meio-dia ela resolveu dar uma pausa. Saiu e foi a pequena copa do lugar, fazendo um café, para se manter desperta. Depois, parou em cima de uma bancada qualquer, e ali encarou algumas letras que tinha escrito, inspiradas em sua turnê e em coisas acontecimentos recentes que tinha presenciado em sua família.

Uma tinha sido batizada de Medo Primordial, falando de toda a perseguição que Percy sofrera, e que ela ficou sabendo da boca de vários de seus amigos e familiares. Nela, ela discorria sobre sensações como não dormir bem, ser seguido e vigado, e os medos que Percy ganhou com os ataques a ele.

Outra canção se chamava Quando meu primo, que falava sobre Nico, começando por uma noite em Long Island, em que ela escutou o menino treinando para se declarar para Percy, e chegando ao surto que ele teve na Ceia de Natal da família. Era a letra mais recente da cantora, que passara o dia 26 todo escrevendo e tentando arranjar uma melodia para ela.

Passado mais algum tempo, ela resolveu voltar a gravar, porém a campainha do lugar tocou. Usando a câmera do lugar, ela viu a figura que estava na porta do lugar, abrindo as trancas e fechaduras, autorizando que a pessoa entrasse e a abraçasse.

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Frank estava com medo da velocidade com que Deimos dirigia. Ele acelerava tão rápido, e ultrapassava tão rente, que o sino-canadense tinha medo do que poderia ocorrer caso o meio-irmão batesse em algum carro.

O trio formado por Marte seguia a viatura onde a detetive Reyna estava. Phobos guiava o irmão, pois tinha uma visão boa, e uma memória melhor ainda, na visão de Frank, que se espantou em como ele decorou rápido a placa da viatura policial.

Frank montara uma vigília perto da delegacia, para saber se Leo era mesmo o culpado, mesmo não tenho encontrado nada no apartamento do latino. Phobos e Deimos, por vez deles, tinham amigos dentro da delegacia, que além de estarem ajudando na guarda do meio-irmão, a quem juraram ao pai ajudar, também poderiam servir de fonte de informação.

— Meu Deus, cuidado, Deimos, acredito que nós não queremos morrer logo, não é mesmo Phobos? — Frank falou com um pedido para diminuir a velocidade.

— Frank, se eu for mais devagar, com certeza não chegaremos nem perto daquele trem-bala que aquele carro maldito virou. — Deimos reclamou para o meio-irmão.

— Calma Zhang, Deimos já correu mais rachas do que você já comeu rolinhos primavera na sua vida, tenha certeza disso. — Phobos tentou tranquilizar o irmão. — Mais às no volante que ele, eu não sei quem. Você até podia tentar algo na Formula 1, Formula Indy, ou algo assim, né?

— Poderia, se a polícia esquecesse todos os meus crimes, eu poderia. — Deimos respondeu e os irmãos riram, o que fez Frank lembrar que ele era o único sem passagem pela polícia naquele carro.

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Reyna conseguiu convencer a Annabeth e Leo a ficarem na delegacia, uma pela gravidez, e o outro, para manter o plano que ela tinha feito. Ciente que Nico tinha algo novo a apresentar, deixou ele a acompanhar, mas isso trouxe a irmã dele junto, e mais, Percy, que não desistiria de saber quem era o Primordial, também continuou no carro da polícia, mesmo com protestos iniciais e válidos de Nico, que então se sentou no lado do carona, e não olhou para trás desde então. Os mesmo passaram na escola meio-sangue, conseguindo uma outra informação, complementando a carta do Central Park, que Nico tentava desvendar.

— Então, continuando, delgada Reyna. — Nico fazia pausas, enquanto explicava o que tinha em sua cabeça. — Ele disse que a musa mais exuberante estaria a espera de nós no paraíso dos deuses, e depois ia ser morta como tantas e tantas heroínas.

— Até agora eu não entendi como você conseguiu pensar que essa pessoa é a Thalia. — Percy interrompeu Nico. — Ok que ela é uma cantora fantástica, mas ainda não é tipo musa, diva, ou sei lá o que.

—Ah, mas ela ainda vai ser maior que Lady Gaga, Katy Perry e todas as outras, ah se não vai. — Bianca também interrompia a conversa.

— Calem a boca vocês dois! — Nico e Reyna gritaram em uníssono, provocando uma vermelhidão nas bochechas de Bianca, cheia de vergonha, além de deixarem Percy um pouco emburrado.

— Terminando, Thalia em grego significa viçosa, exuberante, alegre, mas sempre em relação a plantas, como por exemplo, um pinheiro, além de que é o nome de uma das nove musas, as filhas de Zeus mitológico com Minemósine. As musas eram as guardiãs das artes e cultura, se podemos dizer assim. – Nico lecionava, enquanto a delegada chegava perto do lugar indicado por ele. — O paraíso dos deuses é que foi difícil de pensar. Acredito que seria o lugar mais alto de Nova York, ou um deles.

— E porque justo o Empire State? — Reyna se mostrou curiosa.

— Quando crianças, meu tio contava que teria aquele prédio nas mãos, e se o Primordial for quem eu estou pensando, lá é o lugar certo. — Nico respondeu, deixando Reyna um pouco preocupada e Percy e Bianca pensativos.

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Thalia acordou zonza e amarrada. Não acreditava que ele tivesse feito aquilo com ela. Certamente ela acreditava que ele tivesse colocado algo no café, deixando ela inconsciente por algum tempo.

A cantora se lembrava de estar tendo uma conversa amigável, até que começou a se sentir mal e apagou. Buscava uma razão para aquilo ter acontecido, o porquê de tudo, e o porquê de estar amarrada.

Notou então que estava em algum ambiente em que já estivera antes. Reconhecia as paredes e a cama do lugar. Notou também alguns quadros, mas esses eram de outros lugares. Lugares que ela tinha certeza de ter estado antes também.

Foi então que percebeu que aquele lugar em que ela estava meio lúcida e amarrada era um puff preto cheio de pichações. Thalia percebeu que estava numa colcha de retalhos gigante em forma de quarto.

Por fim, notou a garota. Os cabelos castanhos estavam trançados como sempre, usava um vestido, o que não era muito usual para ela, e estava sentada como uma lady, o que era totalmente estranho. Porém a pele estava opaca, e pálida, e o olhar frio e distante. Depois de encará-la por muito tempo, notou que ela não piscava.

Thalia pensou em gritar, até que se engasgou quando viu melhor o vestido em que Piper McLean estava. Vermelho era a cor original dele, mas ao recuperar boa parte dos sentidos, pode ver que na altura do coração, o vermelho era mais intenso, notando então o buraco que a cherokee tinha sobre o seio, onde uma adaga poderia perfeitamente ter perfurado.

Thalia então escutou passos, e fingiu estar ainda desacordada, para então encará-lo. O Primordial vestia roupas que pareciam cair bem melhor em Percy do que nele. Não era para um estilo como o do vilão que atormentava Nova York, e finalmente pode entender tudo isso.

— Não se preocupe, já, já eles estarão chegando. — O ser nefasto falou acariciando a bochecha da cantora com algo de metal. — Em breve teremos o nosso acerto com Percy Jackson.

Agora temia ainda mais por sua vida, após o carinho feito pelo Primordial com a arma em seu rosto.

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Deimos deixou Frank na porta do Empire State, e o sino-canadense se pôs para dentro do prédio, buscando seguir o comboio de Reyna. Com cuidado conseguiu estar atrás deles por um bom tempo.

Viu os mesmos pedindo informações aos vigias e atendentes. Notou que um deles foi buscar algo para a policial, e resolveu segui-lo.

Entrou no subsolo do lugar, e ali pode escutar uma conversa do atendente no celular.

— Então, já posso dar a informação? — Ele reclamava impaciente. — Eu só quero entender o porquê disso tudo meu irmão. — O atendente bufou após a última fala. — Ok, ok. Vou dar a informação a eles.

Após um suspiro, o atendente voltou ao balcão e passou o que sabia para o grupo, que logo saiu correndo. Frank, seguindo cada passo, notou que ele limpou as gotas de suor que se formaram, mesmo com as baixas temperaturas do inverno nova-iorquino, especialmente daquela véspera de ano novo.

Quando o atendente voltou para o subsolo, Frank retornou, agora, disposto a arrancar as mesmas informações para uso dele, e de seus meios-irmãos, afinal, era por sua mãe que queria vingança contra o Primordial. Acima de tudo e todas as coisas estava a honra e a memória de Emily Zhang.

O sino-canadense conseguiu encurralar o atendente, moreno e loiro, numa sala do lugar.

— Eu quero o que você sabe. — Ele falou com um ar arrogante e mandão, que tentava mostar, visando intimidar o trabalhador.

— Oi? — o funcionário se mostrou confuso. — Você é doido?

— Fala o que você sabe, ou as coisas não vão ficar legais. — Frank falou um pouco mais alto, ainda tentando parecer intimidador, mas estava com um frio colossal na barriga.

— Para com isso, moleque, e me deixa ir trabalhar. — Ele tentou passar por Frank, mas o mesmo segurou o braço bronzeado do trabalhador, e o encarou.

Frank rapidamente torceu levemente o braço do homem, que o encarou com ares de dúvida. Frank então torceu de vez o braço, e logo jogou o homem em uma pilha de caixas de papelão que estava no lugar.

— Você pode ir, depois que responder o que eu te pedi. — Frank chegou perto em tom ameaçador. — O que você falou pra delegada e o grupo que estava com ela?

— Eu não sei o que você está falando... — O homem foi interrompido por Frank, que pegou a gola da camisa do mesmo, e o suspendeu, dando um soco no rosto dele, o que provocou um pequeno sangramento no homem.

— Fala! — Frank falou sem levantar a voz.

O homem ficou receoso, mas acenou com a cabeça, concordando em falar com o descendente de asiáticos. De volta ao chão, ele se acalmou e limpou um pouco do sangue.

— Me pediram para dizer para eles irem até o ninho. — Ele tremia um pouco enquanto falava. — O ninho de onde todos eles aprenderam a voar.

— O prédio onde eles moram, só pode ser lá. — Frank raciocinou consigo. — Me desculpe, mas não tinha outra forma. Diga que foi um acidente aqui em baixo, e está tudo certo.

Frank saiu correndo deixando o atendente sentado no chão, desorientado.

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— Não é a nossa casa, é a casa dele, é pra lá que ele quer que a gente vá! — Nico berrava dentro do carro. — Ele quer que a gente vá até o ninho dele.

— Nico, que coisa maluca é essa? — Bianca tomou a palavra. — Todos sabem que é no próprio ninho que o pássaro aprende a voar.

— Boa lógica. — Reyna interrompeu brevemente o pensamento.

— Mas não é o nosso caso. — Nico voltou a gritar. — Nós aprendemos a voar sem estar em casa. Literalmente. Foi quando passamos o fim de semana no apartamento de Zeus e Beryl Grace que nós aprendemos a voar, naquela viagem até Maiami. Foi naquele fim de semana, que nós todos, eu, você, esse idiota ao seu lado, Tyson, Thalia e Jason tivemos o nosso primeiro voo.

— A lógica dele vence a sua. — Reyna interrompeu de novo. — Eu notei que o Primordial é muitas vezes literal nos seus enigmas.

— Olha, realmente faz um baita sentido. — Percy ressaltou.

A viatura avançou até o lugar indicado por Nico. Ali todos desceram.

— Chame reforços, delegada Reyna, chame reforços. — Nico pediu enfático para a policial, que resolveu acatar a decisão, provando estar com grandes confianças no que Nico di Angelo iria fazer. Nós iremos precisar!

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Leo ouvira os chamados que a Delegada fizera e resolvera conversar um pouco com Annabeth, afinal era somente ela que ele conhecia naquele mar de policiais.

— Eles possivelmente acharam o verdadeiro Primordial. — Leo chegou cabisbaixo para a amiga. — E eu infelizmente não posso estar lá para ver isso.

— Calma Leo, tudo tem sua hora. — A loira respondeu ofegante de calor. — Mas você há de encarar esse maldito e ali, eu espero do fundo do meu coração, que você perdoe ele, não só por você, mas por mim também.

— Como assim Annie? Eu sei que você ama esta criança, mas ele te agrediu, tentou te matar, me matar, matar o Percy. — Leo indignou-se. — E você ainda me pede para perdoar ele.

— Porque você tem um coração melhor que o meu Valdez. — Annabeth o respondeu. — Eu sei o que eu devo fazer que é perdoar o próximo, apesar de tudo, mas eu sei que eu não consigo pensar em perdoar o Primordial.

— E você me pede para fazer isso, e perdoá-lo por você também. — Leo bufou indignado.

— Porque você é o mais justo dentre nós Valdez. — Annabeth suspirou. — Você é o que tem o coração mais aberto, mais receptivo, mesmo com a raiva toda em cima do Primordial, eu sei que, de nós todos, você será o primeiro a ser capaz de perdoar o que ele fez, e é isso que nós devemos ter na vida Leo, perdão, independente do que a outra pessoa fez, nós devemos perdoá-la, mesmo que ela não se perdoe, ou seja digna de perdão. E eu sei que vai demorar muito tempo, mas nós vamos conseguir. Não será de uma hora para outra, mas nós conseguiremos olhar para o maldito e dizer: eu te perdoo.

Os olhos de Leo ficaram marejados com as falas de Annabeth. Ele repousou a cabeça sob o ventre da mesma, sentindo Daniel Alexander, quando o mesmo chutou forte de mais a barriga da menina gênia.

— O que foi isso? — Leo perguntou surpreso, e percebeu que as roupas da amiga começavam a ficar molhadas. — O quê que tá havendo?

— Leo, a bolsa estourou, antes do tempo previsto. — Annabeth começou a respirar com dificuldade. — Chama um médico, pois Daniel Alexander vem aí.

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Reyna não esperou o prédio estar cercado e entrou com Nico e Percy. Ela pediu encarecidamente para Bianca ficar esperando do lado de fora, apesar dos pedidos da garota para subir com eles. Ela precisava apenas de Nico, mas o menino Jackson insistiu tanto que ela acabou por autorizar a entrada dele.

Subiram em silêncio pelo elevador, com Nico preocupado, e Percy ansioso para descobrir quem seria o fatídico Primordial.

Chegaram ao andar, parando um pouco de frente para a porta do apartamento. Era toda metálica, com cenas de barcos navegando sob fortes tempestades cheias de descargas elétricas. Antigamente essa porta fascinava Percy de uma forma que ele não sabia explicar.

— Chegou a hora. — A delegada falou respirando fundo. Reyna se preparou para chutar a porta, quando do elevador a voz de Bianca saiu.

— Como ele conseguiu tomar conta da casa do tio Zeus? Até agora não entendi isso. — A irmã de Nico foi se aproximando do trio.

— Bianca, eu pedi para você ficar lá embaixo garota. — Reyna se irritou com a menina.

— Desculpa, mas algo me diz que é para eu ficar junto do meu irmão. — Ela respondeu, tirando do bolso um molho de chaves. — Além do mais, eu tenho a chave da casa do tio Zeus.

— Zeus oficialmente não é um ser humano esperto. — Nico comentou, o que fez a confusão brotar na face dos outros presentes na situação. — Depois eu explico.

Entraram na sala, e em nada parecia mudada, até que Nico saiu casa adentro, e parou na porta de um quarto, onde respirou fundo.

— É hora. — Ele falou. — Hora de provar que Jason Grace é o Primordial.

Notas finais
Eu sei que muitos de vocês desconfiavam, mas tem muito mais caroço nesse angu do que vocês imaginam! Hahahaha! Emfim, previews do próximo capítulo (Sim, esse mês tem mais de uma XD): "A sala inteira gelou. Nico caiu sobre o cadáver de Piper em choque. " "Percy olhava atônito para o primo, e para a face de Thalia, vermelha, mas sem lágrimas." "— A mãe do Frank. — Percy se lembrou do acontecido que com certeza traumatizara aquela família. — Por que você matou ela?"