Dangerously Close

40 My Baby Is Growing


Notas iniciais
Hey girls!! Obrigada pelos reviews anteriores ♥'
I hope you enjoy it..

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JUSTIN POV


-AALYAH! — Gritei novamente, mas não obtive resposta.

Sentia a tensão aumentar a cada segundo que passava. Aalyah não poderia se entregar tão fácil aquilo, provavelmente poderia ser pega por alguém que trabalha pra aquela tal de Lunna, e a reconhecesse. Sentia meu sangue gelar em apenas pensar que poderia perder a minha garota.

-Ele tirou o ponto e o microfone. — Chaz murmurou, enquanto apertava uma sequencia de teclas no notebook e a tela apenas piscava "Sinal Perdido".

-EU VOU IR ATRÁS DELA! — Gritei e tentei abrir a porta da van, mas Ryan me impediu.

-Cara, ela não vai fazer nada! Daqui a pouco ela já chega aqui! — Falou tentando parecer calmo, mas minha mente apenas dizia "vai atrás dela".

-Sai da frente. — Disse entre dentes.

Ryan apenas negou e me empurrou, me fazendo cair sobre o banco. Antes que pudesse levantar novamente, Chris e Dennis me seguraram.

-ME SOLTA PORRA!

-Cala a boca, Justin! — Chris falou parecendo um pouco irritado.

-SE ALGUMA COISA ACONTECER COM A ALLY, EU VOU MATAR VOCÊS! — Gritei e o local ficou em silencio, deixando apenas minha respiração irregular ser ouvida.

Chaz continuava atendo ao que acontecia na tela enquanto eu tentava me soltar daqueles dois. Assim que eu abri a boca para falar, ouvi um assobio e me lembrei do que Aalyah havia dito. Chris e Dennis soltaram meus braços e eu aproveitei a oportunidade para correr pra fora da van, tentando encontrar a Aalyah.

Novamente ouvi um assobio e corri em direção ao som. Fui pelo fundo da mansão e olhei atentamente para as janelas, até que achei Aalyah andando na fachada da casa, tentando não olhar pra baixo.

-Aalyah! — A chamei e fiz um sinal com as mãos, pedindo pra ela pular

-Eu vou cair! — Sussurrou/gritou.

-Confia em mim!

Aalyah mordeu o lábio inferior e fechou os olhos antes de pular em minha direção. Consegui a pegar no colo, e com o impacto quase caímos no chão.

-Temos que sair daqui! — Murmurou com a voz baixa.

Assenti e tentei correr em direção a van mas na metade do caminho, começaram a atirar em nossa direção. Senti o corpo de Aalyah ficar tenso em meus braços, e comecei a correr mais rápido. Tentava desviar de alguns tiros e proteger a minha garota. O único pensamento que estava em minha mente era a proteger e conseguir chegar a tempo na van, antes de conseguirem nos pegar.

Assim que entramos na van, o motorista já saiu cantando pneus. Coloquei Aalyah sentada ao meu lado e comecei a senti minha perna esquerda latejar.

Minha respiração começou a ficar desregular e Aalyah me olhou um pouco assustada.

-Sua perna.. — Murmurou ficando um pouco pálida.

Olhei por minha perna, e vi um rastro de sangue iniciando um pouco a baixo do meu joelho.

-Oh porra.. — Murmurei sorrindo fraco.

Aalyah apenas me repreendeu com o olhar e foi até o final da van, pegar uma caixa de primeiros socorros. Ela já deveria estar acostumada com isso, e até havia aprendido a retirar uma bala e fazer alguns curativos.

Aalyah cortou um pedaço da minha calça e me encarou, esperando alguma reação minhas mas eu apenas virei meu rosto e fechei os olhos com força, sentindo o álcool queimar minha pele.

-Desculpa... — Ouvi ela sussurrar depois de alguns segundos passando aquilo em minha perna.

Arfei assim que a senti colocar uma pinça no local. O objeto gelado entrava com facilidade e assim que tocou na bala, senti um choque por todo meu corpo me fazendo morder o lábio inferior com força.

-E-eu já tiro..

Assenti meio zonzo e senti a bala ser retirada da minha perna. O certo seria fazer isso com anestesia ou em um hospital, mas confiava na minha garota.

-Pronto, só falta o curativo. — Ouvi Aalyah falar um pouco alegre, e só então abri os olhos.

Fiquei olhando em seus olhos, mesmo Aalyah não se importando e continuando a fazer o curativo em minha perna. Fiquei pensando em tudo que estava acontecendo, em nos. Era estranho pensar que Aalyah era literalmente uma parte de mim, mas mesmo assim, não conseguia me sentir culpado com o que fazíamos. Queria correr os riscos, tentar fugir disso tudo, ficar distante do que acontecia nessa cidade e ir para um lugar apenas nosso. Onde poderíamos sair pela rua sem importar com a merda das pessoas, mas ainda havia que mandar a cabeça da tal Lunna para o espaço.

-Prontinho.. — Aalyah sorriu de lado e fechou a maleta com remédios.

-Irmão, acho que você precisa disfarçar melhor. — Ryan falou dando alguns tapinhas em meu ombro.

Neguei e olhei o curativo em minha perna. Aposto que quando chegar em casa, terei que trocar porque o curativo que era branco já estava ficando vermelho nesse pouco tempo.

-Atiraram na sua língua também? — Chris perguntou risonho.

-Vai se foder! — Lhe lancei o dedo do meio.

-O que vamos fazer para pegar a tal Lunna e fazer ela desistir disso? — Chaz perguntou depois de fechar o notebook em seu colo.

Aalyah respirou fundo e sentou ao meu lado de cabeça baixa, parecia estar se sentindo culpada por algo.

-Desistir? — Ri irônico e neguei. — Eu vou é mandar ela pro espaço!

-Cara, não sei se você percebeu mas estamos falando de uma mulher! — Dennis falou parecendo indignado.

-Foda-se! Quando se entra nisso ou você mata ou morre.. — Dei de ombros e encarei a janela ao meu lado, percebendo que já havíamos parado na frente do galpão.

Aalyah me ajudou a descer da van, e aproveitei a oportunidade para passar o braço em volta do seu pescoço.

-Quem vai se livrar da van? — Perguntei e todos me olharam confusos. — Eu to baleado!

Aalyah riu abafado e negou.

-Tá, eu dou um jeito.. — Ryan falou revirando os olhos.

Ficamos conversando alguns minutos até eu começar a sentir minha perna doer. Aalyah me ajudou a ir até o carro e foi dirigindo para casa, já que eu estava impossibilitado de fazer isso.

Fomos em silencio durante todo o caminho, e eu estava acho isso estranho. Fiquei encarando Aalyah, esperando alguma reação sua mas ela continuava olhando para a estrada a frente, sem olhar para mim.

-Acho que preciso de um banho. — Murmurei assim que entrei no quarto com a ajuda de Aalyah.

-Tá, vou ir arrumar a banheira pra você. — Deu de ombros e foi até o banheiro.

Sentei na cama e tirei a camisa, o tênis, com um pouco de dificuldade, e a calça ficando apenas de cueca boxer. Só porque eu estava com a perna machucada, não significa que eu não possa aproveitar um pouco. Ou talvez muito.

Mordi o lábio inferior prendendo o riso assim que vi Aalyah passar pela porta do banheiro e me olhar surpresa, mas logo ela deu de ombros e se aproximou para me ajudar.

-Não pense que iria escapar. — Sussurrei próximo ao seu ouvido e Aalyah me olhou confusa. — Você vai tomar banho comigo.

Aalyah começou a rir e negou. Me ajudou a entrar na banheira e senti minha perna arder. Aquela dor era uma merda!

-Oh caralho.. — Murmurei e ouvi Aalyah dar risada.

-Não tá nem aguentando de dor e quer meu corpo nu? — Sorriu maliciosa e voltou a rir novamente.

-Foder você me faz esquecer a dor. — Falei rápido e ela parou de rir na hora. — Agora, você pode vir aqui?

Aalyah me encarou seria por alguns segundos e depois arqueou a sobrancelha.

-Se eu disser que não...

-Eu não vou te deixar em paz o resto da noite. — A interrompi e sorri malicioso.

Aalyah bufou e deslizou o zíper do seu vestido fazendo o mesmo cair no chão, deixando amostra seu sutiã preto. Havia ficado duro apenas com aquela visão do seu corpo ainda coberto por aquelas duas peças de roupas.

Agradeço aos céus por ter me dado uma filha gostosa assim!


AALYAH POV


Logo que terminei de tirar minha lingerie, entrei na banheira. A água estava quente e isso contrastava com o frio da chuva. Justin sorriu maliciosamente para mim e começou uma sessão de provocação.

-Você também tá sentindo calor, Ally?

Me encolhi um pouco tímida por causa daquilo.

-Eu estou normal... Porque isso de repente?

-Se você está com frio eu posso esquentar você...

Ele levantou as mãos e apalpou meus seios de leve, deixei escapar um gemido baixo por conta da carícia. Justin moveu o rosto e começou a passar a língua pelos seios de forma lenta e carinhosa até passar para os mamilos e começar a lamber e a chupá-los de forma intensa, meus gemidos ficavam mais altos e mais intensos. O membro ereto de Justin roçava em minha intimidade umedecida, o que de vez em quando fazia com que Justin gemesse enquanto brincava com meus seios.

– Eu quero mais, Justin... – Colocou a mão em seu membro e o ‘encaixei’ dentro de minha intimidade nos fazendo gemer juntos, nossos corpos estavam ficando mais quentes do que a água que nos envolvia na banheira.

Coloquei as mãos no abdômen de Justin enquanto movimentava os quadris fazendo o membro dele deslizar dentro de mim, fazendo o fogo e o prazer entre nos dois aumentar.

–Ally... – Justin gemeu baixinho, me beijando calorosamente entrelaçando sua língua na minha.

Após o beijo nossos olhos se encontraram e ficamos assim por dois minutos até Justin mover os quadris e nossos gemidos voltarem a ocorrer. O abracei bem apertado enquanto movia os quadris de encontro aos movimentos dele, gemia baixinho no ouvido de Justin chamando por seu nome enquanto sentia o prazer passando por todo meu corpo a cada entocada.

Nossos movimentos ficavam mais rápidos e mais fortes. Já podiam perceber que nossos corpos estavam chegando no limite, minha intimidade se contraía em volta do membro de Justin, ao mesmo tempo em que elepulsava de forma contraditória, meus seios balançavam conforme nos mexíamos. Já não havia mais como aguentar aquele nível de prazer, em um movimento mais forte de Justin acabei não resistindo e acabamos gozando juntos, gemi um pouco mais alto, e ele mordeu os lábios para segurar aquilo, ainda que não fosse possível segurar o orgasmo em si.

-Ally.. — Justin tinha uma expressão mais safada do que antes. – Bora pro próximo round?

Ri abafado, mas antes de conseguir falar qualquer coisa Justin se levantou e me pegou no colo, acabou molhando toda aquela área próxima a banheira. Foi andando comigo em direção ao quarto e me deitou na cama, ficou por cima e me beijou intensamente, depois parou e foi descendo para meu pescoço o mordiscando. Justin foi descendo mais o corpo em direção aos meus seios, como tinha feito antes: lambia as auréolas dos mamilos bem levemente, depois indo para eles em si, passava a língua carinhosamente enquanto usava a mão esquerda para apalpar o meu outro seio que estava livre. Mordia os lábios para conter um gemido que queria sair, então peguei a mão dele e a tirei de meu seio.

-Eu quero mais, Ally... E sei que você também quer.

Justin ficou me penetrou lentamente, me fazendo gemer baixinho no ouvido dele.

-Jus... — Cruzei as pernas nas costas dele me prendendo ao seu corpo.

Justin me beijou intensamente ao mesmo tempo em que movia os quadris e colocava as mãos na cama para pegar um impulso e se mexer de forma mais rápida. Encerramos o beijo e coloquei o rosto em seu pescoço, beijando e também mordendo aquela parte em que ele tinha uma sensibilidade um pouco maior. Sabia que Justin tinha um ponto sensível ali no pescoço. Justin se movia mais rápido conforme eu mordia seu pescoço, sendo essa a reação física dele, me fazendo gemer mais alto.

-Isso, Justin, mais forte, mais... – Justin não falou nada, apenas respondia aos meus pedidos com ações... Nossos gemidos ficavam mais intensos e a respiração mais ofegante indicava que estávamos chegando ao limite.

Arranhava suas costas enquanto Justin acelerava as entocadas, meu corpo balançava seguindo o ritmo dele.

-Eu não vou aguentar... — Já estremecia em seus braços, o prendia ainda mais com as pernas em sua cintura.

Até que o clímax chegou e nenhum de nos conseguiu resisti. Justin apertou os olhos aproveitando aquela sensação. Ficamos por mais ou menos cinco minutos aproveitando a sensação proporcionada pelo orgasmo que tiveram juntos. Justin se deitou ao meu lado, depois de ter colocado sua boxer e eu minha lingerie novamente, e me puxou para deitar em seu peito.

-Conta. — Justin falou quebrando o silencio do quarto.

-Contar o que? — Perguntei confusa.

Justin riu abafado e começou a fazer um leve carinho em meu braço, me deixando arrepiada.

-Você está muito quieta, está se sentido culpada e eu quero saber porque. — Olhou em meus olhos e respirou fundo. — Se for pelo que estamos fazendo..

-Não.. Não é isso! — O interrompi e ri abafado. — É... Pior — Sussurrei.

-PIOR? — Justin gritou e se afastou incrédulo. — O que foi que você fez? — Levantou da cama e ficou me encarando.

-Eu... Matei um cara na festa. — Sussurrei e abaixei a cabeça.

-Ah, pensei que você havia me traído com dois caras. — Deu de ombros e voltou pra cama, me puxando novamente pela cintura.

-Idiota, eu to falando serio! — Dei um tapa em seu ombro e Justin riu.

-Meu bebe tá crescendo.. — Apertou minha bochecha e acabei rindo. — Tá matando todo.. Pera aê! — Arqueou as sobrancelhas. — Como foi que você matou um homem?

-Como acha que foi? — Sorri maliciosa e Justin me encarou sem expressão alguma no rosto.

Acho que ele havia pensado besteira. A verdade é que eu havia matado o acompanhante da Lunna, o Robert.

Depois que eu havia jogado o microfone e o ponto no sanitário, eu tentei inalar a droga dentro do pacote, mas... Parecia que algo em minha mente me impedia, sentia tudo em minha volta desaparece e apenas a voz de Justin ecoava em minha mente.

"Você não precisa disso, Aalyah".

Bom... Eu acabei jogando a droga no lixo e assim que sai do banheiro, senti minhas costas se chocarem com a parede. O perfume que senti me deixou embriagada, não por ser bom ou algo assim, mas era diferente do que estava acostumada.

Robert não iria me deixar sair em paz, tive que ir com ele até seu quarto. O distrai beijando seu pescoço e consegui pegar a arma da minha perna, mas o silenciador acabou caindo então ficou um pouco mais complicado.

Peguei um travesseiro com a outra mão e coloquei em seu rosto o sufocando. Destravei a arma rapidamente e aproximei do travesseiro, abafando o som do tiro.

Senti o corpo de Robert ficar imóvel em baixo de mim, e foi ai que a fixa caiu. Aquela não era a primeira vez que eu havia matado um cara, mas... Fazia tempo que não fazia isso, me senti estranha.

-Só isso? — Justin perguntou depois que havia terminado de contar o que havia acontecido.

Bufei, irritada, e levantei da cama. Peguei seu camiseta e antes de conseguir a colocar, Justin me abraçou por trás e mordeu meu ombro.

-To brincando, sei que fazia tempo que não matava ninguém. — Murmurou próximo ao meu ouvido.

-Pra você isso é normal, não é? — Coloquei minha mão por cima da sua em minha cintura e entrelacei nossos dedos.

-Precisamos de mais tempos como esse, apenas eu e você. — Mordeu minha bochecha e cheirou meu pescoço. — Sozinhos...

Antes que pudesse falar algo, a porta do quarto foi aberta bruscamente e não tive tempo de me afastar de Justin, apenas senti um tapa forte em meu rosto.

-SUA VADIA! COMO PODE FAZER ISSO?

Senti minha bochecha queimar, e as lagrimas começaram a rolar. Senti o medo crescer dentro de mim, sentia tudo desmoronar novamente como se nada mais existisse.



Notas finais
Demorei mas o capítulo compensou né? Ou não... Serio, quem vocês acham que é? Vai dar maior rolo kkkkk' Mas ok... Leitores fantasmas, por favor, apareçam né a fic já está quase no fim e os reviews estão diminuindo tsc tsc...
Qualquer coisa é só ir no twitter (@Pumazinha / @_Sexdrauhl)
Até o próximo gatinhas ;**
Xoxo.