Notas iniciais
Oiiiiiii pessoal!!! Como vocês estão? Espero que muito bem. Peço desculpas por não ter postado o capítulo ontem. Bom, vamos ao que interessa e nas notas finais terei algo para perguntar para vocês ;)

Os outros dois dias que passamos na praia foram um pouco tensos. Kyle insistia que eu devia estar grávida e tal fato estava começando a me estressar e apavorar. Para piorar, eu passei mal pelos próximos dias. Não vomitando necessariamente, mas tendo vertigens e um cansaço excessivo que eu julgava ser pelo calor.

Eu estava deitada de bruços em cima do lençol na areia. Podia sentir o calor do Sol penetrar por cada poro meu. Meus olhos estavam fechados e eu descansava no silêncio daquela ilha. Podia ouvir o barulho que Kyle fazia na cozinha. Ele fora tentar fazer panquecas pois, segundo ele, estava morrendo de saudades do café americano. Eu achara graça nisso. Era estranho como nos acostumávamos com coisas tão pequenas e depois sentíamos falta. Quer dizer, era apenas uma panqueca! E ele sentia falta. Eu não estava sentindo falta de nada e estava bem disposta a aproveitar aquele sol no último dia que nos restava naquele lugar.

—Merda!

Levanto a cabeça e olho para dentro da casa de madeira. Não consigo ver Kyle, mas posso imaginar a bagunça que ele fez.

Suspiro e levanto-me do lençol. Pego o roupão fino e visto por cima do biquíni preto que Kyle havia comprado para mim.

Entro dentro da casinha de madeira e me dirijo até a cozinha. Paro na soleira da porta quando vejo o chão sujo de farinha e uma massa de panqueca carbonizada na frigideira. Kyle olha para mim; parece estressado pois coça a cabeça com impaciência.

—Qual é a dificuldade? — pergunto rindo e entro enfim na cozinha.

—Eu não sei o porquê essas coisas acontecem comigo.

Reviro os olhos, mas estou sorrindo.

—Apenas limpe essa farinha do chão que eu faço as panquecas, sim?

—Obrigado. — ele suspira e se abaixa para juntar a farinha em uma pá de lixo.

Retiro a massa carbonizada da frigideira e jogo em uma sacolinha. Lavo tudo e coloco uma quantidade de massa na frigideira novamente. A pouso em cima da grade do fogão e espero até que a massa comece a borbulhar para eu virá-la. Kyle bufa o tempo todo. Eu acho a maior graça mas não faço nenhuma piadinha sobre aquilo para não estressá-lo ainda mais.

Retiro a massa dourada da frigideira e olho para Kyle, que me olha com admiração. Sorrio.

—O que eu faria sem você? — ele me dá um beijo na bochecha.

Dou risada e coloco a panqueca no prato.

—Que tal comermos juntos?

A missão de fazer panquecas para comer naquela tarde do nosso último dia foi bem sucedida a partir daquele momento. Kyle e eu comemos rapidamente. Me dei conta de que também sentia falta das panquecas.

Após comermos, eu voltei para o lençol e recomecei a pegar Sol. Observei Kyle entrar na água de cueca box vermelha. Vermelho era um contraste ótimo para sua pele. Ele se vira para me olhar e eu sorrio.

—Vem pra água. — ele diz.

—Estou com preguiça.

Kyle anda até mim e me pega no colo.

—Kyle! — me debato em seu colo.

Ele sorri perversamente e me joga dentro da água. Debaixo dela, é tudo muito claro. É incrível. Quando volto à superfície, passando as mãos pelo rosto para tirar o excesso de água, estreito os olhos e empurro Kyle. Ele cai sentado e ri.

—Odeio você. — digo.

Sua mão puxa meu braço e eu me sento em seu colo. A água bate na metade do seu tronco e em mim, quase alcança os seios. Só não o faz porque estou sentada nas pernas de Kyle. Os seus olhos estão incrivelmente verdes e brilhantes. Eu comento isso com ele. Mas ele não diz nada. Apenas me olha e coloca uma mecha de cabelo molhada atrás da minha orelha. Sinto sua mão em minha nuca e eu me aproximo de seu rosto para beijá-lo. Sua língua já invade minha boca sem nenhuma preliminar. Adoro seus beijos; eles me arrepiam.

O Sol está forte sobre nós. Eu não sinto necessidade de parar de beijá-lo. Passo meus braços em volta do seu pescoço e me aproximo mais de seu tronco. Sinto as mãos dele em minhas costas, aproximando-me, se possível, ainda mais.

—Te amo. — digo quando paro de beijá-lo e lhe dou um selinho antes de recomeçar tudo de novo.

Ouço um gemido baixo vindo da garganta de Kyle. Sorrio quando sinto seu membro ganhando volume.

—Que tal a gente tomar um banho? — pergunto.

Ele franze o cenho e fica me olhando por um momento.

***

Fecho a porta de vidro do box do banheiro e observo Kyle ligar o chuveiro de água morna, quase fria.

Ele se vira para mim quando eu me aproximo dele, beijando-o.

—O que está fazendo? — ele pergunta olhando para minhas mãos em sua cueca molhada.

Sorrio de lado.

—Não vem bancar o inocente comigo.

Abaixo sua cueca vermelha e me agacho. Olho para o rosto de Kyle. Ele realmente parece desarmado. Seguro seu pênis e levo-o até a boca. Observo-o fechar os olhos imediatamente e uma de suas mãos pousar em minha cabeça.

Eu o masturbo enquanto uso minha língua para chupá-lo e lamber.

—Nossa Alice... — ele abre os olhos e olha para meu rosto.

Sorrio e passo a língua em movimentos lentos e circulares na cabeça de seu pênis.

Kyle agarra meus cabelos molhados e solta um palavrão fechando os olhos com força.

—Isso boneca, assim mesmo.

Continuo a movimentar boca contra seu membro duro num ritmo rápido e depois lento. Alterno em masturbá-lo, lamber e chupá-lo.

—Você é boa demais, amor.

Não paro, mas aquilo me deixa sem reação. Ele nunca me chamou de amor. Aquilo fora tão inesperado e... lindo. Tenho vontade de lhe dar o melhor boquete de todos os tempos. Isso soa incrivelmente inapropriado em minha cabeça. Mas eu continuo, agora, com mais determinação.

Começo a tirá-lo e colocá-lo na boca em ritmo lento e depois rápido.

—Eu vou gozar na sua boca se você não parar, Ally.

Ele olha para o meu rosto. Seus olhos estão estreitos e ele engole em seco. Seu peito sobe e desce rapidamente.

Continuo mantendo contato visual com ele e continuo chupando-o enquanto o masturbo.

E os próximos segundos foram mágicos de se ver. Kyle para de olhar para mim e fecha os olhos, geme meu nome baixinho diversas vezes, suas pernas se enrijecem e sinto o líquido quente e salgado, em grande quantidade, em minha boca. Kyle está segurando meu cabelo com força enquanto goza. Eu me sinto poderosa. Eu estou fazendo isso com ele.

Ele abre os olhos quando o tiro da boca. Limpo o canto dos lábios olhando para ele e levanto-me. Agora estou mais perto do seu rosto. Me inclino na ponta dos pés para lhe dar um selinho. Ele parece cansado e seus olhos estão, de fato, cansados. Ele sorri de lado e me cola na parede.

— De onde veio isso, meu amor?

Meu coração dispara ao ouvir aquelas últimas duas palavras. Quase me derreto.

—Você nunca tinha me chamado disso antes.

Kyle une levemente as sobrancelhas e me dá um selinho de leve.

— De amor?

Concordo com a cabeça.

—Você gosta?

Sorrio de lado e concordo com a cabeça mesmo que aquilo esteja me fazendo corar. O rosto de Kyle está tão próximo do meu...

—Eu te amo tanto, sabia? — ele começa a conversar comigo num tom de voz extremamente baixo.

Sinto suas mãos passearem por minhas coxas e subir por meu quadril. — Eu te amo por inteiro, amor. — a última palavra ele sussurra em meu ouvido e passa a língua pelo lóbulo da minha orelha.

Gemo e sinto minha vagina se contrair. Eu queria ele. Nós não transávamos há dois dias porque ele continuava a insistir que eu estava grávida. Mas eu o queria. Por isso pedi para ele:

—Me toca. — olho em seus olhos verdes.

—Ally...

—Por favor. — pego sua mão e levo-a até meu sexo.

Kyle fecha os olhos e tira sua mão de lá.

—Kyle! — gemo. — Por favor!

—Eu não quero te machucar...

—Eu...

—Você está! Eu fiz um teste com a urina que você deixou no vaso.

Olho para ele com o cenho franzido.

—Eu desliguei a descarga para você achar que estava quebrada.

Continuo a olhá-lo, pasma.

—Você está grávida.

—Onde você achou um teste de gravidez? — pergunto me afastando dele e cruzando os braços.

Ele suspira.

—Eu pedi para trazerem ontem junto com o jantar.

—Você não tinha o direito de fazer isso. — me sinto brava e o empurro.

Ele tenta ficar calmo diante do meu ataque. Mas eu me sinto invadida.

—Ally, calma...

—Calma nada! — digo e pego a toalha. — Você pode terminar o seu banho sozinho.

Kyle se coloca entre mim e a porta de vidro.

—Nós precisamos conversar.

Encaro seus olhos verdes e engulo em seco. Sinto meus olhos começando a arder. Agora me sinto apavorada, com raiva e com a privacidade violada. Cruzo meus braços em frente ao meu corpo.

Notas finais
Queridos leitores do meu coração ♥ O que vocês acharam desse capítulo? Não era isso que eu queria perguntar, (não só isso) kkkkkk. Bom, o fato é que ontem eu terminei de escrever essa história pessoal. Era quase meia noite e eu tava deitada na minha cama derrubando algumas lágrimas... Olha... Eu chorei. Juro que chorei. Eu espero muuuuuito que vocês gostem do desfecho da história. O que quero perguntar é: como já tenho toda a história pronta num total de 37 capítulos e o previsto para postar o capítulo final é em 26/12, queria saber se vocês gostariam que eu continuasse postando nos dias normais ou que eu já postasse logo todos os capítulos de uma vez... Gostaria de saber o que vocês querem ;) Bom, é isso... Amo vocês e espero todos amanhã no próximo capítulo. Beijos Lê P.S.: Por enquanto só quero uma opinião do que vocês prefeririam... ainda não sei se vou postar todos os capítulos de uma vez (mesmo que vcs queiram) kkk. Mas me contem aí o que vocês querem.