Dangerous Love - Seddie

16 Quando o Anjo se transforma em Demônio...


Notas iniciais
Acreditem, foi doloroso escrever esse capítulo! Sobre os transtornos do Benson, ele sofre de: Baixo controle comportamental. Comportamento violento, manipulador e persuasivo. Transtornos de personalidade. Histórico traumático: Trauma Psicológico sofrido na infância causado por conflitos, perda precoce da mãe e violência que sofria do pai. Ele sofre de: Impulsividade Irritabilidade Agressividade Surtos. E geralmente age de forma comportada quando está lúcido. Psicopatia Nível 2, Grau moderado à grave. Hábitos: Morder os lábios Piscar várias vezes Apertar os pulsos. Destruir objetos. Ignorar sem razão nenhuma. Gritar. Se enquadra na categoria de Serial Killers moderados. Tenham uma boa leitura!

P.O.V Geral

O surtou iniciou, as vozes que existem apenas na cabeça do jovem rapaz estava o manipulando, ele tentou lutar contra aquilo tudo. Tentou se acalmar, e lutou contra aquilo, mas não conseguia se controlar.

A dor de cabeça estava ficando forte, e o rapaz fechou os olhos, massageou as têmporas e começou a respirar fundo.

— Você está bem? — Perguntou a garota loira, ela se aproximou preocupada.

Ele não respondeu, as vozes o perturbava e ele estava ficando enlouquecido. E o último restante de sanidade que ele possuía se foi, se esgotou completamente.

Um curto conflito iniciou em sua cabeça, as vozes manipuladoras ainda continuavam ali, persuadindo-o. Ele nunca foi forte o suficiente para controlar aqueles transtornos, e não havia como vencer pois era mais forte que ele.

— Freddie, o que está acontecendo? — Sam perguntou assustada, ele estava a encarando com um sorriso malicioso, a garota não sabia o que aquele sorriso significava, para ela o sorriso era apenas estranho.

Freddie estava transtornado, uma mistura de sadismo e perversão estava o dominando naquele momento.

Desejo.

Ele estava a desejando como jamais havia a desejado, e este desejo estava apurado. E isso fazia parte de seu surto. E Freddie estava tão insano que já estava deslumbrando a garota sem roupas, imaginando o corpo dela desnudo e ele tocando em cada parte do corpo de Sam.

Sam, sua garota.

Era exatamente isso que estava definido em sua mente perturbada. Ela era dele, somente dele e ele poderia fazer o que bem quisesse.

— Você está me assustando. — Sam disse se afastando amendrotada vendo um sorriso perverso brotar nos lábios de Freddie.

— Não tenha medo, pequena! — Ele disse se aproximando dela, e Sam se encolheu sentada na cama. — Nós vamos nos divertir muito, prometo que essa noite será inesquecível, boneca. — Falou sorrindo maldoso.

Freddie parou ficando na frente da garota loira que estava com medo do tom de voz dele. E ele acariciou as bochechas dela.

Baixou o olhar para os seios dela que estavam marcados pela blusinha fina que ela vestia. Ela estava sem sutiã e naquele momento ele sentiu água na boca apenas de imaginar ele chupando aqueles pequenos seios que cabiam perfeitamente nas mãos dele.

Então, Freddie puxou as pernas de Sam e em seguida a puxou pela cintura, suspendendo-a e a colocando no colo dele. A garota estava confusa e muito assustada.

— Você é minha, somente minha. — Sussurrou encarando aqueles olhos azuis arregalados que fitavam os olhos dele escurecidos pela luxúria, estavam negros.

Ela estava calada, seu coração palpitava cada vez mais, como se fosse um alerta avisando o perigo em que ela se encontrava. As mãos da loirinha tremiam e ela estava sentindo vontade de chorar.

Freddie sorriu divertido, as mãos dele subiam e desciam pela cintura dela. Ele estava fora de si, incontrolável e totalmente insano. Sentia-se ainda mais excitado tendo ela ali sentada em seu colo.

— Minha, minha, minha! — Sussurrava para Sam, ela não estava gostando do tom que ele proferia aquelas palavras.

E ele começou a levantar a blusa dela, deslizando o tecido lentamente até que arrancou a blusa do corpo da loira. Os seios dela estavam expostos, ele sorriu observando aqueles seios quase médios com os mamilos rosados. Ela paralisou, o medo dentro dela só estava aumentando.

As mãos de Freddie foram para os seios dela, acariciando e apertando os mamilos. Ela continuou parada e calada, completamente sem reação.

Um pequeno gemido saiu de sua boca quando ele abocanhou seu seio direito, chupando-o e mordiscando com vontade. As mãos dele estavam firmes em sua cintura.

— Pare! — Ela pediu. — Eu não quero... Pare Freddie, eu não quero... — Avisou.

Ele prendeu o mamilo dela entre os dentes, ela estava sentindo um pouco de dor.

— Me solte, eu não quero. — Disse tentando empurrá-lo. Freddie chupava seu seio direito com força e ela estava sentindo mais dor.

Ele largou o seio dela e passou a língua entre os lábios.

— Agora vou te chupar todinha. — Avisou sorrindo malicioso.

Empurrou Sam contra a cama, ela caiu no colchão com força. Ele arrancou o shortinho fino dela junto com a calcinha. Ela estava ficando desesperada, e Freddie abriu suas pernas deixando sua parte íntima perfeitamente exposta para ele. Ela tentou fechar as pernas, tentou sair daquela posição desconfortável e implorou para que ele a soltasse.

Nada o detinha.

[...]

A pequena loira chorava copiosamente, ele estava com a cabeça entre as pernas dela, chupando-a com vontade e dando mordinhas no clitóris dela. Ela estava tão assustada, e havia perdido as forças de tanto tentar tirá-lo de cima de seu corpo. Se debateu até cansar, o atacou com arranhões e mordidas.

Mas nada o fazia parar...

Ele parou as preliminares rudes e sem nenhuma delicadeza ele a puxou, posicionou ela de costas para ele. Freddie estava despido, ele ordenou que ela se apoiasse com as mãos e os joelhos na cama.

E com rapidez afastou as pernas de Sam e penetrou com força, ela gritou de dor. Sam estava de quatro para ele, e Freddie a penetrava fortemente e gemia de puro prazer sentindo o interior quente e apertado da garota esmagando seu membro.

Sam gritava e chorava à cada estocada violenta. Ele puxava os cabelos dela e batia na bunda da garota deixando marcas vermelhas. Ela apenas sentia dor ele sentia prazer, ela chorava e ele gemia. Ela gritava e ele a xingava, a ofendia, machucava-a.

Sam se calou, não tinha mais forças para gritar, seu rosto angelical estava banhado de lágrimas. Freddie não se cansava e continuava a penetrando com violência, puxando os cabelos dela e batendo em sua bunda, e também apertava os seios da garota e puxava seus mamilos sem dó.

[...]

P.O.V Do James

Comecei a ouvir gritos vindo casa de Freddie. Eram gritos femininos, me levantei da cama rapidamente. Peguei minha Shoutgun que estava em cima do criado-mudo.

A garota chamada Carly estava dormindo na minha cama. Saí do quarto rapidamente e corri para abrir a porta, os gritos pararam e eu saí de casa, e corri para a casa do meu amigo.

Consegui arrombar a porta com pisões e adentrei, subi as escadas correndo e cheguei no corredor onde ficava os quartos. Os gemidos e sons de choro estavam vindo do quarto do lado esquerdo, o segundo quarto.

Corri até lá e quando abri a porta me deparei com o meu amigo vestindo a cueca. E na cama dele a garota loira estava chorando e soluçando muito, ela estava deitada de pernas abertas e havia sangue pelas coxas dela.

Ele se virou e me fuzilou quando me viu parado na entrada da porta do quarto.

— Que porra você fez, Benson? — Perguntei irritado olhando para ele.

— Nada demais. Eu estava apenas fodendo essa vadiazinha gostosa. Você quer fodê-la também? Aproveita, pois ela ainda está molhadinha. Fiz questão de deixá-la encharcada com a minha porra!. — Falou sorrindo malicioso.

Ele estava naquele deplorável estado, respirei fundo, aquele não era meu amigo e sim um maldito transtornado. Um miserável sem pudor, um sádico pervertido.

Ele estava surtado e começou a gargalhar descontroladamente.

Me controlei para não quebrar a cara dele. Ele não estava em seu estado normal e isso era muito triste, vê-lo assim doía, pois ele era como um irmão para mim.

Fui até a garota loira e ajudei a sair da cama, peguei ela no colo com cuidado.

— Vá tomar um banho e tente dormir, amanhã conversaremos. — Falei o encarando.

Ele apenas continuou gargalhando sadicamente.

Saí do quarto dele e carreguei a garota levando-a para o outro quarto que havia naquele corredor.

Entrei e deitei ela na cama, fechei a porta e me aproximei da loirinha que chorava toda encolhida. Ela estava nua e com marcas vermelhas, e arroxeadas pelo corpo.

Freddie havia passado dos limites, estuprou e bateu na garota que ele afirma amar. Não posso culpá-lo e nem julgá-lo, pois ele não tem culpa de sofrer esses transtornos.

— Eu sinto muito, sei que você está sofrendo. E também sei o quanto ele te machucou, mas ele estava fora de si... Eu só quero que entenda que ele não fez por mal! — Tentei explicar.

— Ele... Ele... Prometeu que nunca me machucaria... Mas ele me fez muito mal... — Disse entre soluços. — Eu pensei que ele fosse meu anjo... Mas ele se transformou em um demônio... Dói tanto! — Falou num tom sofrido, dopada de dor.

Fiquei calado, apenas observando-a. Ela tremia, seu corpo estava encolhido. Me aproximei e sentei em sua cama, ela estava soluçando baixinho.

— Quando anjos viram demônios temos apenas que lutar para derrotá-los. — Avisei. — Sei que o ama e conseguirá superar isso. — Afirmei inseguro, eu só queria tranquilizá-la.

Infelizmente o estrago estava feito.

Mas no fundo eu sabia que ela levaria aquela dor para o resto da vida. Ela jamais seria capaz de esquecer... Ninguém esquece, e com ela não seria diferente. E sei que também quando o Freddie acordar, ele jamais irá se perdoar por te feito o que nunca deveria.

Causou o maior sofrimento à quem amava.

Notas finais
Diga o que acharam, please. Comentem! Bjs