Notas iniciais
Oi oi gente! Sei que estou demorando mais do que o normal para atualizar minhas fics, porém eu tenho um ótimo motivo! Emprego. Comecei a trabalhar recentemente e meu horário é a noite, ou seja, chego em casa quase de madrugada e a única coisa que penso em fazer é dormir. E quando acordo na manhã seguinte, tem aquela lista de tarefas me esperando... Não estou com muito tempo para escrever, muitos menos postar. Perdoem a sua escritora, porque ela está tentando aqui! Sei que todas querem atualizações de Extreme Love e o epílogo de Broken, eles já estão escritos, porém toda hora que eu os abro para postar, algo clica na minha cabeça e eu edito aqui, adiciono uma cena ali, mas nunca tá bom... Estou em conflito com essas duas fics... Paciência, por favor! Vamos aos agradecimentos dos comentários que eu estou devendo responder á eras, mas que irei responder quando pegar minha amada e sagrada folga! Promessa de dedinho! Minha estrelinha cadente de hoje é a Gaby Mendes que recomendou a fic! Menina, eu fiquei completamente boba e apaixonada pela sua recomendação! Muito obrigada por ter tirado esse tempinho para escrever e por todo o apoio que está dando para fic! Este capítulo é para você! Boa Leitura!

Voltamos para o apartamento de Oliver em silêncio, mas ele não largou a minha mão até chegar na porta do quarto de hóspedes que eu estaria ocupando pelos próximos dias. Me lembrou do celular, remédios e deu boa noite e foi para o seu quarto.

Eu me tranquei no quarto e deitei na cama. Peguei meu celular na bolsa e o coloquei para carregar junto com o meu notebook. Coloquei as roupas dentro do closet e minha mini-perfumaria no banheiro. No final, optei por tomar um banho para relaxar e logo depois ir dormir.

Na hora de me vestir me vi dentro de uma situação mais do que irônica. Oliver conseguiu colocar todas as minhas roupas dentro da mala, mas não colocou um pijama se quer. Só babydolls e camisolas. Não sei se ele fez isso com segundas intenções ou assim como eu nem percebeu o que estava indo dentro da mala enquanto discutíamos mais cedo... Mas não deixava de ser irônico.

Acabei adormecendo a partir do momento que encostei minha cabeça do travesseiro fofinho.

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Eu estava sentindo alguma coisa vibrar embaixo de mim. E não era bem algo confortável. Abri os olhos e me deparei com o quarto escuro e eu peguei o que descobrir ser meu celular embaixo de mim. Cailtin estava ligando pela oitava vez.

— Alô?

— Onde você se meteu, Smoak?

— Cait, são três horas da manhã...

— Exatamente! Não te vejo a mais de 24h e ninguém parece ter notícias de você!

Me senti mal na hora. Eu realmente não tinha ligado para ninguém para avisar.

— Estou na porta de casa, depois de ligar várias vezes para você e Thea! Onde você está? — perguntou mais calma. — Felicity?

Como irei explicar agora? O que eu diria? Caitlin saberia se eu estivesse mentindo.

— Eu passei mal, e Oliver me examinou novamente e eu não estou tão bem como eu pensava que estava, então...

— Por que não me ligou? Sua mãe está louca atrás de você também!

— Cait, Oliver é médico, lembra?

— Sim, mas deveria ter nos avisado sua vadia ingrata!

Alerta de Drama Queen.

— Cait, eu passei mal á tarde e fiquei o resto do dia no hospital fazendo exames, estava cansada e não lembrei para ser sincera. Agora eu tenho que ficar sob vigilância e por isso não estou aí... — eu disse e respirei fundo. — Estou no apartamento de Oliver.

A linha ficou muda, e poderia até pensar que Cailtin desligou na minha cara se não fosse por sua respiração.

— Oh... Eu interrompi alguma coisa? Lis... Você e ele?

— Não desse jeito. Eu desmaiei e ele acha que eu preciso ficar sob vigilância então estou aqui e não em casa. Ele deve estar dormindo agora, eu acho. — eu disse e ela apenas soltou um "Uhum". — É sério.

— Não rolou nada então?

— Caitlin, ele é o homem de uma noite só, lembra? Tenho certeza que você conhece uma ou duas histórias sobre ele. — eu disse e fingi uma risada.

Convencida de que eu estava bem, ela finalmente desligou e eu mandei uma mensagem para mamãe explicando tudo detalhadamente para ela parar de me ligar, desesperada. Com o fuso horário tão extenso, ela deveria estar fazendo trilhas com papai e veria a mensagem depois.

Passei a mão no rosto. Essa situação estava ficando cada vez mais confusa, mas mesmo assim eu não queria ir embora. Me levantei da cama querendo um copo de água e saí do quarto em busca de um. Quando cheguei no final do corredor, eu ouvi música.

Dei mais alguns passos e consegui ver Oliver tocando um piano de cauda preto brilhante no fundo da sala de estar de frente para as janelas grandes com a vista para Starling City. Ele estava usando apenas uma calça de pijama e parecia concentrado, mesmo eu não conseguindo ver seu rosto sabia que ele estava franzindo o cenho. A música era melancólica demais, até mesmo para Oliver.

— Faz tempo que alguém me ver tocar... — ele sussurrou, mas sua voz soou como um grito cortando a bolha que a música havia feito. — Venha aqui.

Eu fui. Era atraída por ele como Ícaro foi atraído pelo Sol, e mesmo depois de ter sido queimada, eu voltava por mais. Ou era uma viciada ou muito burra. Ambos casos são péssimos para mim.

Sentei ao seu lado no banquinho e Oliver estava com olhos caídos, tristes.

— Desculpe por te acordar.

— Não foi você, foi Cait. — eu resmunguei e ele sorriu um pouco. — Não acha que está um pouco melancólico demais para a noite de Natal?

— Caitlin sabe onde você está?

Alguém está arisco esta madrugada.

— Sim. Ela é minha melhor amiga, mesmo se quisesse esconder, ela iria descobrir.

— Eu sei. Ela me contou várias histórias suas.

Ergui uma sobrancelha e seu sorriso aumentou.

— Histórias de faculdade. — ele disse e eu gemi de puro desgosto. — Ela te ama e só quer o seu bem.

— Se ela realmente o faz, por que contar sobre meus porres épicos? — retruquei e ele riu baixinho.

Ele continuou a tocar as teclas de mármore com bastante facilidade.

— É Chopin. Tem que ser melancólico. — ele disse como se isso tivesse graça. — Me ajuda a pensar. Raciocinar.

— No que está pensando tanto?

— Em tudo. Na minha vida, em você, no seu caso...

— Meu caso?

— Estou tentando descobrir porque foi descuidada. Não faz o seu tipo ser. — ele disse e eu fui obrigada a concordar. Nem eu sabia como eu consegui esquecer algo tão importante. — Mas você sempre é mais rápida.

Ele parou de tocar e se virou para mim.

— E depois eu faço coisas que nunca imaginei fazer, como consequência.

— Isso é bom?

— Ainda estou decidindo isso. — afirmou com certa seriedade.

Ele voltou a tocar, mas uma música diferente soou pela sala de estar inteira. Era triste, mas não tão melancólica como a anterior. Sua voz se tornou baixa, como se ele estivesse me contanto seu segredo mais profundo.

— É algo novo, e eu não sei lidar muito bem com coisas novas.

— Acho que temos um impasse, doc. — eu disse e deitei minha cabeça em seu ombro.

Ele terminou a música para começá-la novamente.

— Não me deixe machucá-la, Smoak.

Fiquei muda. Ele terminou a música e começou outra bem diferente. Nos primeiros acordes, eu já notei a diferença. Era uma melodia quase que... Sensual. O clima mudou completamente.

— O que é que eu vou fazer com você, Queen? — perguntei e ele riu baixinho.

— O que quer fazer? — perguntou de volta

Minha mente foi inundada por um tsunami de pensamentos sujos. Oliver parou de tocar e se virou para mim com um olhar predatório. Neste momento, nesta situação, eu abraçava a ideia de ser a presa com muito amor e saudade.

— Vamos.

Ele tomou minha mão e começou a caminhar em direção ao seu quarto. Eu fui atrás com um misto de curiosidade e excitação. Assim que passamos pela soleira, ele fechou a porta atrás de mim.

— Você tem ideia o que essa camisola está fazendo comigo?

Eu ri.

— Na verdade, é culpa sua eu estar usando ela. Colocou meu closet inteiro na mala, menos meus pijamas. — eu disse. — E é a mais comportada que eu tenho.

Ele riu jogando a cabeça para trás e nunca pareceu tão jovem e relaxado no pouco tempo que eu o conheço. Eu estava parada em frente a cama e observava ele com atenção.

— Que Deus me ajude, então. — pediu. Ele veio até mim e segurou meu rosto com ambas as mãos e me deu um selinho delicado. Tudo começava delicado. Depois um beijo na bochecha. Um no pescoço. — Não resista.

— Eu não quero.

Ele não esperou por mais. Me atacou com um beijo intenso e eu me perdi em seus braços. Era tudo o que eu queria agora. Era algo... Natural. Nós apenas nos separávamos quando o ar era necessário, mas não demorava muito para voltarmos a nos beijar novamente. Eu poderia beijar ele por horas... Mas por alguma razão, o ritmo era mais lento do que o de ontem.

— Oliver.

— O que?

— Eu quero você.

Senti suas mãos escorregarem por meu corpo como um verdadeiro polvo, mas eu não estava reclamando disso. Tenho certeza que acordaria com alguns roxos pelo corpo, mas algo me dizia que eu não iria me importar.

— Como você me quer?

— Como ontem.

Ele riu e se afastou. Sentou na cama e me mediu da cabeça aos pés sem pudor algum. Me apoiei em seu ombros e ladeei seu quadril com meus joelhos, assim que me estabilizei sob suas pernas, decidi beijá-lo novamente. Empurrei seu corpo até ficar sob seu corpo na cama e senti suas mãos indo para minha bunda, se encontrando com minha calcinha.

Agora estávamos falando a mesma língua...

Ele parou e eu gemi de frustração. O bastardo riu da minha cara. Aquela fúria toda de ontem ainda estava ali, apenas mascarada por seu senso de humor obscuro. Ele sabia fingir, mas eu não queria isso. Eu queria a versão crua de Oliver Queen.

Senti suas mãos bem perto da barra da camisola e levantei os braços ao mesmo tempo que ele ergueu a camisola até que ela não estivesse mais em meu corpo. No momento em que senti sua boca em um dos meus mamilos, senti meu corpo entrar em brasa.

Isso era tão bom, mas ainda não era o que eu queria.

Ontem ele parecia um animal enjaulado que finalmente conseguiu sua liberdade, e agora era a lentidão e paciência em pessoa. Com diversas maneira de me fazer enlouquecer.

Em um movimento rápido e calculado, estou por baixo dele e sinto suas mãos indo até as laterais da minha calcinha. O tecido rasga. E logo me vejo nua sob o olhar faminto de Oliver Queen. Ele se coloca entre minhas pernas e vem até o vale entre os meus seios. Deposita pequenos beijos enquanto apertas minhas coxas.

— Você é tão cheirosa...

Não falo nada. Prefiro ficar quieta e apreciar do que soltar qualquer coisa. Meus dedos encontram seus cabelos macios e eu começo a arfar quando sinto suas mãos caminhando até a parte interna de minha coxa.

Ele desce até lá embaixo sempre distribuindo beijos no caminho até o lugar que tinha mais de mil terminações nervosas. Seus dedos tocam partes de mim que eu, honestamente, nem sabia que existiam e era tão bom. Eles se contraem e giram dentro de mim. Ele não para. Agarro o lençol com força, enquanto ele beija meu quadril. Nunca parando com a tortura.

Sinto seus lábios chegarem no local que eu mais queria que estivessem e vou até Lua e volto três vezes. Ele me invade com sua língua quente e provocadora em um ritmo alucinante. Sinto o prazer se construir dentro de meu ventre rapidamente e só consigo gemer.

Me sinto apertar ao redor de seus dedos e língua e o orgasmo explode.

Estou grogue de prazer, mas consigo notar que Oliver se move ligeiramente por cima de mim até o criado mudo á minha direita e pega o envelopinho laminado. Oh. Chegamos na parte que eu queria? Não consigo me mover direito, estou meio que dopada, mas não deixo de sentir luxúria ao ver ele rasgar o envelope e vestir a camisinha em si mesmo deixando seu pijama cair bem perto de onde minha camisola estava no chão.

— Oliver... Por favor.

Foi só o que eu consegui dizer. Ele engatinhou sobre mim e me beijou. Senti o meu próprio gosto em sua boca e ergui a pélvis para encontrar meu caminho para felicidade. Ele entrou centímetro por centímetro bem lentamente. Eu tentei acelerar, mas Oliver soltou um pouco de seu peso e eu não consegui.

Ele riu durante o nosso beijo.

— Devagar, Felicity. Eu quero aproveitar a noite toda. — ele sussurrou e eu rosnei querendo que ele se mexesse logo. — Bem devagar.

Quando ele começou a se mover, eu me movi junto com ele em um ritmo gostoso. Que sensação era essa, meu Deus? A única coisa que sentia era ele completamente dentro de mim enquanto se movia. O ritmo mudou. Meus gemidos cresceram e se juntaram aos dele que eram roucos e completamente sensuais.

Agarrei em seu pescoço para mantê-lo mais próximo possível de mim, e senti minhas paredes se apertarem ao seu redor á medida que seu vai e vem se tornava mais violento. Eu podia sentir ele inchando dentro de mim, enquanto gemia seu nome sem pudor algum.

Ouvi meu nome sair de seus lábios em um sussurro rouco e isso fez com que eu tivesse meu segundo orgasmo em menos de dez minutos. Ele veio logo em seguida. O sorriso pervo em meu rosto denunciava os espasmos de prazer que eu estava sentindo dentro de mim ainda.

Oliver saiu de dentro de mim e me senti vazia. Ele se levantou e foi até o banheiro se livrar da camisinha usada, enquanto eu me virava de bruços entre os lençóis de sua cama.

— O que está acontecendo comigo?

Ouvi sua voz mais perto.

— O que você fez comigo, Smoak? Eu nunca fiquei com uma paciente. Nunca trouxe nenhuma mulher para cá. Todas as minhas regras estão indo pelo ralo com você... — ele disse quando senti o colchão afundar com o seu peso. Sua mão traçou minha espinha e eu me arrepiei toda.

— Você está ao menos ouvindo?

Senti Oliver se aproximar ainda mais e depois morder meu ombro e depois chupar o mesmo local, enquanto sua mão alisava minha bunda debaixo do lençol. Ganhei mais um roxo.

— Ai. — resmunguei ao virar para encará-lo.

— Olá. — ironizou beijando meus lábios calidamente.

— Estou no planeta Oliver, me deixe curtir meu orgasmo. — eu disse abraçando ele pelos ombros assim que os espasmos acabaram. Senti meus seios estufarem contra seu peito duro e suas mãos abraçaram minhas costas. — Oi.

— Oi. — ele respondeu com meu sorriso preferido. — Como você está?

Ele cerrou os olhos e eu ri alto.

— Muito bem, doc.

Foi a vez dele de rir, e ele puxou o lençol sobre nós e depois o edredom. Eu estava exausta e completamente satisfeita. Uma soneca cairia muito bem agora. Senti Oliver me abraçar com seu braço, enquanto eu usava seu peito como travesseiro.

— Durma, Smoak. Você está cansada.

— Boa noite, Queen.

Notas finais
Sabe o que eu mais gosto sobre a personalidade dos meus Oliver's? Eles sempre experimentam algum tipo de emoção nova pela primeira vez assim que encontram com Felicity. Eu amo escrever momentos assim! E a próxima emoção que o nosso doutor descobrirá é o ciúmes, causado por uma cena com o Sr. Chase... Hm. Interessadas? Espero que sim, e também espero que tenham gostado da calmaria antes da tempestade O.O Comentem! Indiquem! Recomendem! Acompanhem! Favoritem! Outras fics_ https://fanfiction.com.br/historia/712239/Extreme_Love/ https://fanfiction.com.br/historia/715451/Broken/ https://fanfiction.com.br/historia/784341/The_Perfect_Nanny/ L.W PS: Vamos bater #290 comentários? Ou mais uma recomendação?