Notas iniciais
Hey people!! Espero que gostem!!

– O que pretende fazer? — Harold apareceu ao meu lado, se apanhando na grade do quarto de um Motel qualquer, onde fomos obrigados a ficar por Anabethe. Eu só aceitei, pois, não tinha muito dinheiro e precisava trar ela do meu pé para pensar.

– Do que está falando? — Perguntei olhando para a piscina lá em baixo.

– Fassa-me rir Christina. — Harold deu um sorriso sínico que me irritava. — Você mais do que ninguém sabe que não vai acatar ela muito tempo. Além de que se fosse esse seus planos eu estaria longe a tempos. — Harold me surpreendeu com o tanto que ele me conhecia em tão pouco tempo.

– Admito que nunca imaginei que um filho de Ares pensasse. — Encarei o garoto ao meu lado que escondeu seu sorriso prontamente.

– Que fique esclarecido que se continuar a tentar me rebaixar ao seu nível, deixo você aqui e ou atrás de uma vitória solitária e gloriosa. — Uma votade de rir compulsiva me veio e foi o que eu fiz. Harold olhou incrédulo para mim.

– Fique a vontade querido. — Disse ironicamente. — Estou pouco me lixando de ter você como ajuda ou não. — Apontei as escadas para ele.

– Ok. Vocês precisam dormir. — Annabeth falou chegando na varanda. — Vamos para minha casa amanhã cedo.

– Do que está falando? — Encarei a semideusa. — Você acha que vaos mesmo?

– Acho que é mais fácil irem por bem do que eu ter que exercer meu papel de mãe.

– Como?! — Eu e Harold falos juntos.

– Acho que você está muito iludida. — Hrold falou rindo. — Nunca vai conseguir me levar para onde quiser sem meu consentimento.

– Tudo bem. — Falei avaliando. Seria mais fácil dar um erdido nela do que entrar em um combate agora. Eu estava com sono e fome.

– òtimo. Agora veiam descansar. — Annabeth esperou que eu e Harold entrasse. O garoto me olhava sem entender minha atitude, mas, após algum tempo pareceu intender meu plano, assim que seus olhos brilharam de excitação. Filhos de Ares, adoram dar um de espertos.

_ Vou ficar de vigia. Trouxe sanduíches e refrigerante. — Annabeth fechou a porta e deixou a gente no quarto. Harold pegou a sacola de McDonnald's e tirou os sanduíches me jogando um que peguei no ar.

– Você legitimamente tem problema. — Bufei abrindo eu hambúrguer.

– òtimo, mas, agora quero saber melhor desse seu plano.

– Que plano? -Perguntei com raiva. Ele era idota ou o que? Annabeth estava no lado de fora, não na esquina. Balancei a cabeça. — Eu só acho que fica mais fácil tentar convence-la na casa dela. — Falei pegando um bloquinho de anotações e caneta.

“ Ela está nos ouvindo Idiota!” — Escrevi e Harold apenas mordeu seu lanche.

– Acho que você tem problema. — Continuou falando e pegou a caneta riscando algo no papel. Pelo menos não era tão burro.

“ E quando fugiremos? “

– Realmente não sei o que aconteceu para deixar você vir. Idiota! — Virei os olhos bufando.

“ Na primeira brecha no percurso.”- Escrevi e após o mesmo ler amassei o papel e guardei no bolso.

– Talvez por saber que não conseguiria nem chegar aqui sem mim. — Harold falou com um sorriso convencido.

– È mesmo? — Ri sarcasticamente. — Você se acha muito esperto, não é. — Levantei indo em direção dele.

– Não. Não acho, eu sou. -Harold levantou com fúria nos olhos e me encarou de perto. Acho que uma luta só não começou porque de repente uma risada foi ouvida ao nosso lado. Quando olhamos na direção havia um homem de cabelos ruivos e sorriso convencido.

– Quem é você?! — Perguntei me pondo na defensiva e senti meu amuleto vibrar.

– Você não me conhece? — Ele sorriu. — Que decepção. — Se levantou e caminhou de vagar até mim e Harold.

– O que faz aqui?! — O garoto perguntou respirando fundo.

– Vim ajudar você e sua i..

–Górgonas!- Annabeth invadiu o quarto pegando sua bolsa. — Vamos!! — Assim que Annabeth falou a porta foi quebrada por uma mulher com corpo escamoso como de uma cobra. Seus dentes eram de uma podridão nojenta e seus olhos irradiavam raiva.- Por aqui! — A semideusa gritou em vão pois eu não deixaria uma górgona para trás. Corri até a janela e puxei o ferro que sustentava as cortinas.

– Vamos querida. — sorri para a górgona e Harold partiu para cima. — Idiota! — Recebi um sorriso em resposta, mas, não liguei muito, pois, outra mulher idêntica entrou me atacando e por pouco não fui mordida pelos dentes afiados da fera.

– Deusa insolente! — Gritou enquanto tentava me acertar com suas garras. — Vou acabar com você e recuperar minha beleza! — Eu não intendia nada do que ela estava falando, mas, não me deixei abater. Ataquei-a com raiva , porém, ela desviou a tempo de quase me arrancar a cabeça.

– Mana! — A outra Górgona exclamou com um sorrisinho grotesco.

– Vocês estão surdo ou o que?! — Annabeth bufou impaciente e voltou com uma espada na mão do banheiro.

– Agora! — A fera na minha frente gritou e as duas se juntaram atacando em seguida com suas caladas. Eu pulei as caldas que rodavam como élices e Harold foi arremessado para a parede no outro lado do quarto com rapidez. Burro.

– Droga! -Annabeth gritou e atacou a espada certeiramente nas costas de uma das Górgonas.

Ahh! — Gritou a atingida. — Ela me acertou! — Soutous-e da irmã e eu rapidamente perfurei a calda da outra com uma força tão grande que prendi a mesma no chão. Havia um buraco onde o ferro descansava e a Górgona gritava de dor. Meus olhos arregalaram-se.

– Ela vai nos matar!

– Mana..só queriamos ser belas novamente..só isso. — A fera com a espada gritava enquanto tentava tirar a arma de suas costas. Eu etsava mais confusa do que nunca. Do que elas estavam falando? O que eu tinha haver com tudo isso? Como consegui furar o chão?

– Vamos antes que elas se recuperem. — Annabeth falou irritada saindo pela passagem onde havia uma porta a minutos atrás. Olhei para Harold que estava calado com o semblante de raiva.

– Você está bem? — Perguntei reparando que ele estava massageando muito os ombros.

– Nada que te importe. — Falou seguindo Annabeth.

– Por favor..não nos deixe. — A Górgona que eu prendi o rabo falou parecendo chorar. — Ele vai nos matar..

– Ele quem? — Encarei ela da porta.

– O chefe...Ele nos prometeu a beleza de nossa irmã morta pelo fedorento do Jackson.. — respondeu e eu fiquei alerta assim que o sobrenome de Percy foi mencionado

– Vamos! -Annabeth chegou me puxando para a saida.

– O que está fazendo?! — Falei irritada. — Elas podem nos levar a quem está querendo atacar o acampamento.

– Nunca acredite em Górgonas. — Simplesmente respondeu. Annabeth parecia nervosa só em falar a palavra. Eu assenti com o pouco de juizo que e restara. Afinal aquilo poderia ser só um plano de levarmos a uma armadilha. Elas apenas queriam me convencer colocando o nome de Jackson no meio. Eu estava tão zonza sem um livro em meu encalço. Com ele eu conseguia saber cada vez mais onde eu pisava.

– O que faremos agora? — Perguntei caminhando ao lado de Annabeth.

– Iremos para minha casa.- Olhei de rabo de olho para Harold que por um segundo sorriu de lado como confirmação de nossos proprios planos.

Notas finais
O que acharam? Reviews?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.