Dangerous
8 O8 - Meu amigo.
Notas iniciais
Bjos&Qjos Bigodinho, leiam as notas finais
P.S: fiquei desanimada até pra escreve, capitulo bosta.
Esse capitulo é pra mostra a relação Rokety-Bruno. Thau!
Acho bonito quando os casais agem como melhores amigos. Ou quando os melhores amigos agem como casais.
( Autor Desconhecido)
O nosso almoço estava mais para janta, mais como eu só estava com o café da manha no estômago,eu ia comer essa tal macarronada até não agüenta mais.
- E agora acrescentando o elemento X... – B. dizia brincalhão.
- Mais conhecido como molho pronto – Interrompi, recebendo uma cara feia do B.
- Que seja – deu de ombros – eu digo nosso rango está pronto – Sorriu limpando as mãos no pano de prato.
- Genteee – Aline chamou nossa atenção.
- Que foi lombriga loira? – Disse B. distraido.
- Idiota – mostrou a língua – Eu adoraria almoç.. janta com vocês, mais eu tenho que ir.
Bruno levantou a cabeça, que até então estava praticamente dentro da panela do molho e dissebem sacana:
- Não foi ainda? É por falta de 'thau'? Thaaauuuu – tiro o pano de seus ombros e foi chacoalhando na direção dela.
- Garoto se 'ta achando que eu sou um cachorro? – Disse indignada. Eu só observava as demonstrações de afeto.
- Não – Disse serio.Aline sorriu – Acho que você é uma cachorra mesmo – Sorriu vitorioso. Eu ri da cara da Aline.
- Ei, Ei – interrompi, antes que o assassinato acontecesse – Bruno! – repreendi – Aline, que pena – Abracei ela de lado, indo até a porta – Quando tiver outra macarrona eu te aviso ok? – pisquei, ela assentiu. Dei um beijinho de despedida e fechei a porta. Encarando o ser de olhos verdes, que estava jogado no sofá.
- Vamos comer?
- Vamos – Concordei animada. B. tentou se levantar, porem quando ia ele se desequilibrou e voltou a sentar com a mão na cabeça – Está tudo bem Bruno? – me coloquei ao seu lado, desesperada – o que aconteceu? Tá sentindo alguma coisa?
- Foi só uma tontura – Disse com a mão na cabeça – Estou bem
Me senti aliviada, porem não menos preocupada.
- Deve ser fome – me levantei – vou servi alguma coisa pra você fique ai – Fui em direção a cozinha, peguei dois pratos e servi macarrona, peguei a salada em cima da mesa, e levei a mesinha no centro da sala, voltei peguei o refrigerante e os copos e me sentei ao seu lado novamente – E ai com fome da sua comida?
- Não quero comer – Disse cansado.curvando seu pescoço no meu ombro.
- Essa tontura deve ser fome – passei a mão carinhosamente nos seus cabelos – Come pelo menos um pouquinho – disse meigamente.
- To com sono também – falou com os olhos fechados. – mais eu preciso fala com você.
- Diga, mais você vai come – peguei seu prato e me inclinei pra frente, nós dois dobramos as pernas, em forma de indiozinho.
- Meu sócio o Claudio ...
- Sim – Levei a colher no maior estilo aviãzinho até sua boca.
- Ele vai sai da nossa sociedade,e vai vende sua parte – paro e mastigou a comida – O refri – pediu, me curvei e peguei lhe entregando – Falei que você ia se interessa – abriu a boca, eu enrolei mais um pouco de macarrão e levei a sua boca.
- Depende quanto que ele quer – enfiei uma garfada na boca.
- 500 mil, em espécie – levou o refri até sua boca.
- Meio salgado esse preço não? – indaguei, não que eu não pudesse pagar essa quantia, só eu não estava desespera por ter uma boate, eu já tinha muitos negócios, que na maioria meu pai cuidava, e restante meus advogados.
Ele balançou a cabeça em duvida.
- Acho que não – abriu a boca novamente, levei o garfo a sua boca.
- Porque não? – questionei.
- Pensa, nós temos filiais por toda a Alemanha, e aqui na America – fez um sinal com os dedos demonstrando dinheiro – movimentamos muito dinheiro, isso não é nada, se você for coloca no papel....
- È – concordei, tomando um pouco de refri – mas se é tão caro, porque ele esta vendendo tão barato? – Perguntei desconfiada.
- Drogas
Isso me fez lembrar que eu tinha que conta algumas coisas a ele, menos uma, essa ninguém precisaria saber, somente eu.
- Encontrei uma pessoas aquele dia na boate – Comecei olhando suas expressões, que passo de tranqüila, para uma mais aterrorizada – Tem algo a me dizer Senhor Bruno Coller?
Ele deu uma tossidinha básica, bebeu mais um pouco de refrigerante e me olhou.
- Eu queria te dizer isso lá no aeroporto,mais sei lá não queria estraga sua felicidade – se justificou, tirando o prato do meu colo – Ficou brava?
Não pude deixar de rir, era óbvio que eu não ia ficar brava, ainda mais se for por causa daquele estúpido.
- Claro que não meu gato – pulei no seu colo, distribuindo pequenos beijos.
- O que ele disse a você ? te reconheceu? – Disse eufórico.
- Nada – Dei um curto sorriso. – só uma briguinha básica – revirei os olhos.
- Nada – repetiu sério
- Nada – Voltei a afirma, torcendo pra ele acredita – Só aconteceu uma pequena coisa – levei a mão na sua frente, mostrando como era pequeno.
- Conta – Agora quem falava, era seu espírito de velhinha fofoqueira.
- Hoje quando eu fui compra o carro ele estava na revendedora brigamos e eu chutei suas partes baixas ele falo que queria conversa fomos até uma fabrica abandonada discutimos por causa do Gabriel ele me beijou eu beijei ele e pra finaliza com chave de ouro transamos em cima do capo e eu deixei ele lá no meio do nada fim. – respirei fundo, tinha falado muito rápido.
Bruno me olhou de boca aberta, balanço a cabeça, me olhou novamente, suspirou alto, passo as mãos no cabelo. E começo a rir, eu não entendi, mais sua risada era tão gostosa, que eu automaticamente comecei a rir também. E rimos por incontáveis minutos. Até que paramos aos poucos, regularizando a respiração.
- Então quer dizer que você – Disse ofegante – deixo o famoso Bill Kaulitz no meio do nada? – Falou descreste. Eu assenti, ele levantou a mão pro alto, levei a minha de encontro a sua, e entrelaçamos nossos dedos – Quero morre seu amigo.
- Queria que seu nome fosse esperança – Disse de repente mudando o assunto
- Porque? – pergunto curioso.
- Porque a esperança é a ultima que morre – Falei, voltando a um assunto que eu não queria me lembra nem pensa, pois machucava, doía, e me corroia por dentro.
- Eu to aqui com você pra sempre – me abraçou, afagando meus cabelos – Há males que vem pra bem, temos que aceita, compreender – me deu um beijinho na testa.
- Nem sempre compreender é aceitar – respondi triste.
- Você tem que se afasta dele – Não era um pedido, era uma ordem, sua voz era severa.
- Como? – arqueei a sobrancelha – tombei com ele 2 vezes em menos de 24hrs!
Conversamos por horas em maneiras absurdas de não fazer meu caminho traçar com o do Kaulitz, porem uma coisa não podíamos esquecer, se eu fosse comprar a parte na boate, ver o Bill seria mera conseqüência, e eu ia ter que aprender a conviver com sua presença na minha vida, nem que fosse por algumas horas.
Ficar ali, algumas horas com meu amigo, jogar conversa fora, rir de qualquer porcaria dita, e desabafar, era realmente muito bom, dava a mim uma paz interior inexplicável, só sei que fazia bem. Me completava.
- Vamos num racha hoje? – B. pergunto super entusiasmado.
Me surpreendi, eu sempre soube que B. gostava dessas coisas, algumas vezes ele até correu, e sofreu um grave acidente, o que me fez vir da Itália pra cá, desespera, pois ele tinha tido Traumatismo Craniano, mais parece que nem essa experiência de quase morte, fez ele ficar longe das pistas.
- Racha Bruno? Racha! – Disse indignada me levando do sofá – tá louco? – ele aproveito minha deixa e deito, ocupando todo o espaço do sofá.
- Não vou correr – se defendeu – apenas olha, e fazer algumas apostas – deu de ombros – Topa? – me olhou inseguro.
- Não vai correr? – ele assentiu – Ok – ele sorriu – só aposta – ressaltei – se eu souber que você andou correndo, ao invés de apostar ah B. – semi cerrei os olhos – eu não queria estar na sua pele.
Bruno, num salto ninja se pois na minha frente, colocando a mão na minha frente. Uma oferta
.- Um acordo – propôs – Eu não corro mais, se você fizer um acordo comigo.
- Um acordo – repeti desconfiada – Que tipo de acordo?
- Simples, eu não corro, você não se corta por causa daquele idiota – Disse, ainda com a mão entre nós.
Eu arregalei os olhos, me perguntando em que momento ele viu o corte, e se Aline também tinha visto, não ela não viu, disse comigo mesma, do contrario ela teria comentado, ou feito um escândalo, ela não sabia desse meu problema.
- Quando? – Disse me referindo ao corte.
- Quando você foi levar o garfo a minha boca, o curativo – aponto para meu braço – Agora você entende porque eu quero que você se afaste dele? – me olhou com compaixão – Se ele tivesse mesmo te dito nada, você provavelmente não teria se cortado. – pegou meu braço, tirando devarzinho o curativo. Olhou pra mim, depois voltou seus olhos ao corte – Está inchado, e ainda está meio aberto – suspirou, levando seus lábios gélidos ao meu corte dando um carinhosos beijo – Vai sara agora. E ai feito?
- Feito – fechei o curativo e apertei sua mão.
- Promessa é ,,,
- Divida – completei.
E era. Até quando eu não sabia, mais ia tenta ao máxima cumpri essa. Depois de selarmos nosso acordo. Subimos pra o quarto dele, pra dormir um pouco, estávamos cansados.
Me deitei em sua cama, tenho ele ao meu lado, bocejando a cada respirada. É ele estava mais cansado.
- Tenho outra novidade – disse sonolento, e de olhos fechados.
- Conta – incentivei.
- Agora não – sussurrou – mais a noite, pelas minhas expectativas, você vai odiar, mais fazer o que? – falou pensativo – não dá pra agrada a todos.
- Ok, ok – dei pequenos tapinhas nas suas costas – Vamos dormi, e depois você me conta, essa novidade.
Sabe aquela horrível sensação em que você , deita, fecha o olho e de repente alguém te acorda? Mas na verdade você dormiu por horas?. Pois é.
- Rokety já são quase 21:00 horas levanta – Disse, me chacoalhando.
- Eu não trabalho por hora – resmunguei – me deixe dormi.
- Seus pais te ligaram – disse – eu falei que você estava aqui.
- Obrigado.
- 10 minutos lá em baixo – Falou saindo pela porta.
- Droga!
Cambaleei até o banheiro e lavei a cara, escovei meus dentes, passei a mão na roupa, pra vê se melhorava seu estado. E desci, B. me esperava já arrumado e todo perfumado.
- Seu café – me entrego uma xícara. O olhei estranho.
- Desde de quando você faz café? – Beberiquei, e estava bom.
- Eu? – aponto pra ele – eu não, quem faz é aquela maravilha criada pelo homem, a cafeteira.
Dei de ombros, e tomei o resto do meu café. Peguei na minha bolsa umas maquiagens e melhorei meu estado. Descemos conversando sobre o racha que ia acontece hoje, B. estava todo empolgando.
- Nossaaa – Disse assim que viu meu carro – lindo – passou a mão no capo.
Respirei fundo e disse :
- B – ele se virou pra mim – Sabe que eu contei que transei com o Bill né?
- E..?
- Foi no capo – sussurrei baixinho. Mais eu não segurei a risada, e comecei a rir, Bruno passava a mão freneticamente na roupa, fazendo cara de nojo.
- Filha da mãe! Agora vamos já deu por hoje – se encaminhou pro seu carro.
Fui seguindo o carro dele, dirigi por mais ou menos 1 hora, o lugar aonde ocorria as corridas era bem afastado da área urbana, por causa dos policiais. De longe já possível ouvir o barulho das músicas altas, e os roncos do motor. As mulheres estavam bem vulgares, com saias minúsculas no maior estilo '' tomara que me coma'' ridículo.
Estacionamos numa vaga que o Bruno me disse que era pra os VIP. Fomos andando até chega aonde o alvoroço de pessoas era maior. B. cumprimentava a todos, me parecia que ele era bem conhecido ali. Assim que termino, ele me apresentou a algumas pessoas. Sorri pra tenta fazer uma social, mais não gostei nada do modo em que me olhavam.
- Eeeii pessoal dá pra tirar o olho? – Um rapaz pediu brincando, mas dava pra ver que era só superficialmente. Todos se afastarem imediatamente.
- E ai brother – B. deu alguns passos, e eles deram um toque de mano. – me diz quando é que você vai devolve aquela banheira que você chama de carro pro Martin Luther king?
- Depende, a gente combina e devolve junto, o meu carro e o seu. – retrucou.
Aquelas brincadeiras, aquele jeito, nada tinha mudado, ele continuava o mesmo, porem agora mais grande, não vou me surpreende se souber que é que organiza os rachas. Ele sempre gostou do proibido, da adrenalina, ele era do contra.
- Jeff?
- Rokety? – ele veio com um largo sorriso no rosto, e me abraçou, me levantando do chão – Quanto tempo hein?
- Só alguns anos – me colocou novamente no chão.
- Aquela frase '' Quem é vivo sempre aparece'' combina perfeitamente com você – Disse – Vai correr? – Perguntou, e eu pude ver o brilho nos seus olhos.
- Não – Disse – talvez outro dia, estou enferrujada.
- Ok, e você Bruno, vai?
- Desculpe irmão, hoje não vai dá – respondeu de cabeça baixa.
- Hoje e nunca – Falei autoritária – Jeff – o encarei – se ele correr você me avisa, e se não avisa o pau come pros dois – ameacei.
Porém tinha uma coisa que eu não entendia, se essa era a novidade, porque ela era tão ruim? Porque eu não ia gosta? Eu adorava o Jeferson, e o B. sabe isso.
- Essa era novidade? – Disse alto.
- Que novidade? – Jeff pergunto olhando pra mim e pro Bruno.
- Essa era a novidade B. ? – Perguntei novamente, me agarrando no pescoço do Jeff – Eu adorei – Sorri.
- Amorzinho, demoro hoje, aonde você estava? – uma voz se destacou daquelas que estavam em nosso redor. Mas não foi isso que me chamo a atenção.
Essa voz se dirigia ao meu amigo. Se dirigia de uma forma intima demais, uma intimidade que só eu tinha.
- Calma – Jeff sussurrou, porém tarde demais.
Eu já me encaminhava em direção aos dois, com uma cara de nenhum amigos mesmo.
Notas finais
Queria pergunta se alguem quer que eu coloque as fotos da Rokety e do Bruno? Respondam.
Outra coisa, alguem sabe fazer capa? se souber me mande um MP, como recompensa eu mando um Spoler(?) do proximo capitulo.
Queria pergunta se alguem tem Tumblr? Se tem me segue lá é meu tumblr novo só pra voceis, link -> http://07-05-95.tumblr.com/
Eu sei que agora muita gente deve estar bravo comigo, por causa das palavras lá em cima, mais mesmo assim eu peço, alguem quer dá alguma sugestão? ou uma RECOMENDAÇÃO?
- Quem gosta de Harry Potter? minha amiga vai fazer uma fic, e eu falei que ia consegui algumas leitoras, se alguem gosta avisem, ficarei muito feliz (:
Gostaram do Jeff?
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