Dance is the rule
5 Capitulo 4- (o lado dele) Plagg claws out!
Notas iniciais
Andávamos todos a rir e a conversar, eu ainda não acreditava que ela tinha voltado, parecia um sonho, como quando eramos pequenos, mas tudo o que é bom acaba e o universo faz questão de o mostrar, e como exemplo ofereceu-nos a Chloe. Mesmo assim ele sorria, antes de conhecer a Alya, o Nino e a Marinette na academia com os seus 9 anos, ele tinha aulas particulares de dança e a sua única colega era a loira que sempre se mostrou simpática e querida para ele, era uma boa amiga, até entrarem na academia, sempre a implicar com toda a gente, especialmente com a azulada, nunca percebeu porquê. Sempre amarga e azeda. Tornando-se uma obrigação de se aturar.
-Adrekins! Faz tanto tempo! Como consegues andar com essa…coisa…de cabelo duvidável…afinal é azul ou preto? Hihihi
Aquilo enervava, como ela era capaz, de ser assim. De insultar as pessoas sem querer saber dos sentimentos delas?! Quando se preparava para responder á loira sentiu as costas pequenas da mão da azulada no seu ombro, olhou para a morena, ela estava calma e bastante serena.
—Bom em te ver Chloe, continuas a usar lixivia? Ai espera, se não tiveres eu empresto-te a minha, uso a sempre para limpar os ouvidos por causa da tua voz…Coisa? Coisas é aquilo que não tens na cabeça, se não não fazias cosplay de pavão oxigenado todos os dias! Situa-te, até os teus tacões são maiores que o teu cérebro. Mais uma vez, prazer em te ver e tem um bom resto do dia ^^
Ele quase não aguentou, conteve a risada com toda a força dos seus pulmões, a Alya e o Nino já tinham rebentado de riso quando a loira saiu a bater com os pés, a azulada olhou para eles, a Alya, tentando conter-se olhou para a Mari.
— Diz lá…
— O quê?
— Ainda tinhas mais uma na cabeça…
— Achas?
— Sim, até parece que não te conheço…
— Não era nada de especial era só: Usas tanta lixivia que o teu cérebro ficou branco…
Não aguentou, junto com os restantes desatou a rir, riu-se tanto que doeu. Continuaram a conversar e rir até que chegaram a casa e entraram, o Nino atirou-se para o sofá com lamúrias enquanto a Alya foi para a cozinha. A azulada olhava á sua volta, observando a casa, o loiro aproximou a cara do pescoço dela e sentiu um aroma: chocolate.
— Gostas da casa?
— …Quer dizer, a casa é linda! A c-casa! Vou desfazer as malas…SIM AS MALAS!
Ela correu para o quarto que era cá em baixo, fechando a porta com força, corada como ele. O loiro não tinha percebido a primeira parte da frase por causa do gaguejar. Ele ainda não percebia o porquê de gostar tanto de provocá-la. Passou algum tempo, o Nino foi buscar pizzas e gelado, que não faria bem á sua dieta, mas quem quer saber mesmo? A Alya olhou para a azulada quando acabou de comer, com um ar determinado.
— Mari, eu decidi-me!
— Decidiu o que?
— Hoje vou dormir no seu quarto!
Os olhos da azulada arregalaram-se em surpresa, tentando disfarçar a surpresa com um sorriso. O loiro percebeu, mas não disse nada. Foi para o quarto, despedindo-se de toda a gente, foi ao armário e tirou de lá um saco de educação física e vestiu-se. Ali naquele quarto, com um fato de treino preto, um casaco com orelhas de gato, umas sapatilhas negras e verdes e uma máscara com lentes verdes, acordou Chat Noir, o gato de rua, galanteador e popular com as raparigas, extrovertido, sem casa nem lar, deixando Adrien Agreste, o menino perfeito, descansar um pouco. Ficou a olhar para a máscara por um tempo até que um rapaz moreno vestido com um fato de treino azul, um boné e uns fones vermelhos e uma máscara azul apareceu na porta.
— É hora do show, a Alya está a dormir e a Mari está na casa de banho. Eu vou sair pela porta da frente…
— Porque não pela janela?
— Estás maluco meu? Eu não tenho a tua agilidade…
— Boa sorte então…
“Plagg, estás pronto?
Diz as palavras.
Plagg claws out!”
Fale com o autor