Damon Salvatore - O Principal Suspeito
20 Capítulo 20 - Minha pequena.
Notas iniciais
Seguinte, essa fic só consigo escrever se sentar no pc e digitar loucamente, então demorei porque estou sem tempo.
Prometo não abandonar a fic, então não me deixem também. Comentem e Recomendem pois isso me incentiva e me deixa feliz.
Pov DAMON porque sei que vocês o amam. Emily volta para a história. E mais Momento Delena. BOA LEITURA.
POV DAMON
Cheguei à mansão e fui para meu quarto, assim que entrei no cômodo avistei Emily com um sorriso atrevido, espalhada sobre minha cama de forma sexy.
– Oi meu amor.
– Como entrou aqui? – respondi seco.
– Você mentiu para mim. Consegui entrar sem ser convidada pela Eleninha. – Emily fingiu um bico de decepção fazendo os lábios carnudos ficarem ainda maiores.
– Não a chame de Eleninha. – a repreendi. – E não menti para você, só omiti ou me esqueci. – falei enquanto tirava meus sapatos e os jogava num canto qualquer. – Veio fazer o quê aqui?
A expressão da vampira mudou e os olhos se apertaram nervosos diante da minha falta de interesse e rispidez.
– Brigou com a Eleninha, é?! Mal humor do caralho! – reclamou saindo da posição que estava e sentando na cama com os braços cruzados como uma criança mimada contrariada.
– Muito pelo contrário, tive uma ótima tarde com ela. Mas quer saber?! Não é da sua conta. – a provoquei ainda mais com um sorriso sarcástico.
– Damon, não seja mal. Nós podemos ter outra noite maravilhosa juntos. – Emily sugeriu arqueando a sobrancelha bem desenhada e deu uma leve risada. As memórias voltaram a minha mente com força total.
Entrei no quarto de hotel em que Emily estava perturbado pela rejeição de Elena após todos os momentos que a apoiei. As desconfianças dela sobre mim era o que eu menos esperava e estava preparado. Me sentei na cama encarando o nada, e pude sentir Emily começando uma leve e relaxante massagem nos meus ombros tensos.
– Não fique assim doçura. Vamos nos divertir. – A vampira dos cabelos de fogo sussurrou excitada no meu ouvido. – Esqueça aquela garota.
Emily ordenou e eu obedeci cansado de me preocupar no que Elena pensa de mim. Sentada no meu colo, de frente para mim, a vampira possessiva me beijava ardentemente e eu correspondia na mesma intensidade, deixando o momento me envolver e carregar. A segurei firme pela cintura e fiquei cada vez mais excitado, apertando-a sobre minha ereção latente. Gemidos começavam a escapar da garganta dela, me deixando ainda mais satisfeito. Não perdi o jeito por falta de prática. Antes, cada noite uma diversão feminina diferente e depois, um projeto de relacionamento com Elena que me impedia de estar com outras mulheres. Valia a pena ser fiel a algo não definido?! Não somos namorados públicos por opção dela, e agora desconfianças. Ela me traiu primeiro dando ouvidos ao professorzinho de meia tigela. Num movimento rápido, nos virei de posição e fiquei por cima de Emily ainda a beijando com fervor, era só começo da noite.
– Damon? – Emily me chamou dispersado as lembranças.
– Não seja ridícula. Não fizemos nada. – a respondi enfim. Tudo foi apenas um sonho. Uma ilusão que Emily reproduziu em minha mente brilhantemente enquanto eu dormia. Depois da rejeição de Elena, eu apenas bebi bastante e fui ao hotel em que ela está hospedada em busca de conversa e um rosto amigo. Falei besteiras e reclamei das atitudes de Elena, enquanto ela me ouvia atenta. Acabei pegando no sono e ela se aproveitou de mim como um predador que brinca com a comida antes do ataque, como um vampiro se diverte antes de saciar seus desejos. Para o azar dela, no dia seguinte não tive a mínima vontade de realizar tais fantasias com ela. Fui embora e a deixei nervosa e contrariada como sempre.
– Não fizemos AINDA. – Emily respondeu travessa, não desistiria de me ter tão facilmente, beira ao irritante essas semelhanças entre nós. Nada mais comum, afinal, fui lapidado por ela.
– Estou cansado. Faça o favor de voltar para o hotel e feche a porta quando sair. – a expulsei educado e ela fez um sinal negativo com o dedo indicador.
– Não te avisei, não é?! – fez uma careta.
– Avisou o que?
– Saí do hotel e trouxe minhas coisas para cá. Vou ficar aqui com você amor. – Emily sorriu alegremente como se eu fosse partilhar da animação dela.
– Não vai não. – a contrariei.
– Vou sim. Por favor, Damon! Não seja mau! Vai deixar uma pobre e indefesa vampira ao relento?! Você me deve isso. Stefan me deve isso e essa casa era dele também. – ela se justificou argumentando muito bem. Stefan, realmente tinha certa dívida com Emily por entregá-la a um caçador.
– Que seja. – preferi não discutir com Emily, ela consegue ser muito convincente e perseverante quando quer algo, chega a ser chata. – Mas que não dure muito tempo.
– Ah Damon! Não seja estraga prazeres. Estou começando a gostar dessa cidadezinha... – Emily começou a tagarelar. – Conheci um rapaz tão legal... – sorriu entusiasmada e sentou em cima da cômoda perto da porta.
– Que rapaz? – resolvi continuar a conversa mesmo que muito provavelmente nada me interessaria. Me deitei na cama e fechei os olhos numa tentativa de relaxar.
– Está preparado?! – ela enrolou aumentando o suspense. – Matt!
– Matt do Mystic Grill? – fiquei surpreso.
– Sim. Ele é tão gentil. – um suspiro quase apaixonado soou no ambiente.
– Sério?! Ele é muito chato, isso sim! Todo certinho e moralista! Me admira que você tenha se interessado por alguém assim. – Emily riu pelo nariz. – Ele sabe que você é vampira?!
– Claro. Sua Eleninha já tinha feito o favor de contar a ele. – reclamou provavelmente com uma expressão aborrecida.
– Então como ele foi gentil com você?! Emily, você não o compeliu, certo?! Até porque ele toma verbena.
– Damon! Assim você me ofende! Não precisei compelir ninguém. Expliquei para Matt que cheguei aqui com o objetivo de visitar os irmãos Salvatore e não vou machucar ninguém. Depois de convencê-lo com palavras e sorrisos ele se rendeu aos meus encantos. – explicou convencida.
– Vocês se pegaram? – abri os olhos e virei meu rosto a fim de encará-la. Um sorriso pervertido brincava nos lábios vermelhos dela.
– AINDA não. – respondeu enfim me deixando de certa forma aliviado. Por mais que Matt fosse um prego, não era bom para ele se envolver com Emily.
– Você não tem mais nada pra fazer além de correr atrás de homens, não?! – a provoquei mais uma vez. Realmente não entendia os objetivos de Emily. O jogo da conquista é extremamente tentador e prazeroso, mas agora não vejo graça em tais coisas. Acho que já conquistei o maior bem que poderia desejar: Elena. – Porque ainda continua aqui? Não conseguiu sua glamurosa aparição para Stefan e nem vai conseguir alguma coisa comigo. Então porque não vai embora Emily?!
– Damon, Damon. Continua com a mesma mania de afastar as pessoas. Não conversei com Stefan, porém tenho motivos para ficar.
– Ainda tenho minhas dúvidas dos motivos que te trouxeram aqui. – soltei pensativo.
– Não tenha. Sou sincera Damon. Você me acompanhou tempo bastante para saber disso. Stefan morto não tinha valia para mim. – um súbito pensamento me percorreu ao ouvir o jeito que Emily tratava a morte de Stefan: se Elena a ouvisse ficaria chocada. Não me surpreendo com a frieza. Emily é uma vampira, eu sou um vampiro. E mesmo que meus sentimentos estejam “ligados” e os dela não, ainda não me surpreendo. – Aliás, você tem ideia de quem possa tê-lo matado?
– Algumas... – fui vago tentando fugir do assunto.
– Prossiga. – Emily me incentivou a continuar, explicar melhor e “dar nome os bois”. – Se você fosse um detetive. Seja esperto Damon, quem pode ter feito aquilo? – me desafiou. Mesmo que ela goste de falar, e goste muito, monólogos costumam ser cansativos às vezes e diante da minha rara disposição para conversar ela queria arrancar o máximo de mim e o incentivo de me fazer provar minha inteligência ajudou.
– Alaric, Bonnie, Jeremy, os idiotas do conselho e até mesmo você tinham motivos para querer Stefan morto. O problema é que não achei nenhuma pista na biblioteca e não havia sinal de luta. Das duas, uma: Stefan foi pego de surpresa, o que é quase impossível, ou foi imobilizado de alguma forma.
– Originais? – Emily sugeriu se apegando a ultima possibilidade. Um vampiro original poderia hipnotizar Stefan para que ele não se mexesse, não reagisse. Bom palpite, mas inválido.
– Não. Acertamos nossas contas com eles. – descartei a possibilidade provocando um biquinho de decepção nela. – Estava pensando em bruxaria. Um feitiço.
– Verdade... A tal da Bonnie é bruxa, não é?! Matt me contou.
– Nossa. Vocês estão tão íntimos assim?! – perguntei sem perceber de certa forma zombando, ela riu levemente.
– Conversamos bastante enquanto você consolava a Eleninha. – ok. Ponto para as mulheres.
– Pare de chamá-la assim. – A repreendi novamente.
– Oh desculpe! – Emily fingiu arrependimento e levantou as mãos em sinal de rendimento. – Só você pode chamá-la assim. Ela é SUA Eleninha. – debochou e riu outra vez. A vampira dos cabelos vermelhos consegue ser irritante quando quer. Aparentemente ela consegue tudo o que quer. – Mas continue sua tese detetive Salvatore.
– O sangue de vampiro é diferente do humano. O corpo em si. Não posso dizer quando Stefan morreu, então a pergunta é: Onde essas pessoas suspeitas estavam no dia da morte? Pelo que me consta, todas elas não tem álibis convincentes. Entretanto não posso incriminá-las sem nada concreto.
– Incrimina-las... – repetiu pensativa. – Certo. Afinal todos desconfiam de você. Até mesmo a Eleninha. – lancei um olhar de desaprovação para Emily. – Desculpe. Elena.
– Elena acredita em mim agora. O resto que se exploda! – deixei um sorriso me escapar ao lembrar de como a mulher que amo acreditou em mim e me garantiu que não vamos deixar nada nos separar.
– É, essa tal de Elena te pegou de jeito mesmo, mas eu não tenho pressa... Daqui a um tempo essa aí morre e te deixa todinho para mim. Por isso não vou embora. Não quero te perder de vista amor. – um sorriso totalmente sedutor se formou nos lábios de Emily. Às vezes acho que ela foi criada para isso. Seduzir, envolver, conquistar, tudo parecia tão próprio para ela.
– Vai me atormentar até que Elena morra?! – perguntei incrédulo procurando algum vestígio de ironia e mentira nas afirmações dela, mas Emily mantinha o mesmo olhar decidido de sempre.
– É. – respondeu calma.
– Sinto te informar, mas pretendo transformar Elena. – verbalizei meus planos.
– Ela quer?
– AINDA não. – disse as palavras no mesmo tom que Emily usava e ela gargalhou.
– Sinto te informar Damon gostoso, mas se ela não quer agora, porque desejaria depois?! – não posso deixar de admitir que haja sentido no que ela disse, mas não me desanimei nem por um segundo.
– Você me conhece Emily. Posso ser tão convincente quanto você quando quero. – sorri de canto e ela não respondeu concordando com o olhar.
– Se é assim, você admite que mais cedo ou mais tarde vamos acabar juntos nessa cama ou em qualquer canto. – Emily aproveitou minhas palavras para se promover e os olhos verdes expressivos eram pura excitação.
– Convincente e resistente. – completei na tentativa de anulá-la. – Não preciso dizer o nome de quem desejo trazer para essa cama comigo. – sugeri arqueando a sobrancelha e Emily bufou rolando os olhos.
– Começa com “E” e termina com “Lena”. Porque todos gostam dessa garota?! Você, Stefan, Matt... Todos caidinhos por ela. A achei tão sem graça. O que há de especial nessa Elena?! – eu poderia ignorar a pergunta indignada de Emily, mas uma vontade enorme de enumerar as qualidades da frágil garota dos cabelos negros me atingiu fortemente.
– A beleza, o jeito bondoso e afetuoso, o bom humor... Muitas coisas minha cara. E aquelas roupas básicas escondem o quanto ela é gostosa...
– Me poupe Damon! – Emily me interrompeu com cara de nojo. – Era uma pergunta retórica. Não quero saber o que você e metade dessa cidade vêem nela.
Ri com a expressão carrancuda de Emily e me levantei da cama.
– Vou tomar banho. – avisei.
– Quer ajuda com as costas? – a voz sexy de Emily soou muito próxima do meu ouvido. Ela já estava me agarrando por trás com um provável sorriso malicioso no rosto. Me apressei e sai das garras dela. Fechei a porta do banheiro e pude ouvi-la murmurar algo decepcionada. Não vou mentir. Gosto de Emily. Está sendo uma ótima companhia em meio a isso tudo. Se não fosse por Elena e o que sinto por ela, eu estaria naquela cama fazendo as mais variadas loucuras com Emily, mas pretendo rejeitar todas as investidas e continuar firme dentro do plano: Fazer Elena feliz. Uma vampira feliz.
Depois de sair do banho notei que a mansão estava vazia. Emily provavelmente saiu em busca de algum homem, talvez Matt. Me espanta que ele tenha dado ouvidos a conversa mole de Emily, mas não me importo. Coloquei uma roupa casual e saí de casa. Dirigi rápido como de costume e parei na rua de trás da casa de Elena. Quando cheguei debaixo da janela dela, que estava aberta, dei um pulo e sem esforço entrei no quarto. Como não fiz nenhum barulho, Elena nem notou minha presença. Estava muito concentrada escrevendo alguma coisa em seu caderno, o diário na verdade. Não pude evitar lembrar do meu irmão que mantinha o mesmo hábito. Talvez Elena me mostrasse o que tem de tão legal em registrar as memórias em forma de palavras.
– Falando de mim? – perguntei chamando a atenção dela. Depois do pequeno susto inicial de ter alguém no quarto sem aviso, Elena deu um belo e largo sorriso que podia iluminar toda a cidade.
– Também. – ela respondeu, mas logo largou o diário no criado mudo.
– Também?! – fingi um bico de decepção. – O que pode ser tão importante quanto eu?!
– Eu precisava escrever sobre outras coisas também... – pude ver certa tristeza passar pelos olhos escuros de Elena, algo a chateava naquele momento. Me sentei ao lado dela na cama.
– Quer conversar sobre o que está te chateando? – ofereci meus ouvidos e uma conversa amiga. Elena entortou os lindos lábios e abaixou o olhar, em dúvida se devia dividir comigo o que a afligia.
– Bonnie. – respondeu enfim. – Cheguei em casa e ela estava me esperando. Nós acabamos brigando.
– Chata. – soltei sem querer.
– Damon... – Elena me repreendeu com o olhar.
– A situação Eleninha. Essa situação é chata. – tentei consertar com meu melhor sorriso inocente e ela deu uma leve risada percebendo a ironia.
– Ela me disse as mesmas coisas que Alaric.
– Me acusou. – bruxinha idiota! A aspirante a Sabrina quer mesmo me derrubar.
– É... Mas eu acabei insinuando que ela também poderia ter feito aquilo.
– Você a acusou? – deixei uma pontada de surpresa escapar no meu tom de voz.
– Praticamente. – Elena respondeu triste. – Mas não vou pedir desculpas, são os fatos. Ela realmente tinha motivos.
– Sim... – não me aprofundei no assunto. – O que escreveu sobre mim? – num movimento muito rápido para que Elena pudesse acompanhar, peguei o caderno em cima do criado mudo. – Posso ler?
Ao perceber o objeto em minhas mãos, ela mudou de expressão.
– Não! Não pode não Damon! Devolve! – Elena exigiu nervosa. Resolvi brincar um pouco com ela, me levantei me afastando para que não tentasse pegar o diário de volta, abri numa página qualquer e comecei a ler em voz alta.
– “Mais um dia vivido e nada de bom para contar.” Que vida desinteressante Elena. – zombei e ela revirou os olhos.
– Me dê isso Damon! – Elena tentou se aproximar de mim e arrancar o caderno das minhas mãos, mas não teria nenhum sucesso nisso. – Não leia!
– Sua vida precisa de mais agito. Precisa de mais eu. – brinquei com um sorriso de canto e ela não pode evitar sorrir também.
– É sério! Me devolva! – reclamou como uma criança emburrada.
Joguei o objeto do outro lado do quarto e Elena tentou pega-lo sem conseguir, era baixa demais pra alcançar. Corri para pegá-lo. E por mais que ela tentasse não chegava nem perto do objeto. Com a expressão nervosa ela ficava ainda mais linda. As pernas estavam expostas por um curto short de dormir e ela usava também uma blusa de mangas compridas justa. Os cabelos pesados estavam presos num rabo de cavalo mal feito que se desfez com o esforço dela em acabar com a brincadeira. Decidi que já tinha a provocado de mais e num movimento impensado a agarrei colando nossos lábios. Elena ficou sem reação por alguns segundos, mas logo as mãos quentes envolveram meu pescoço. Aprofundamos o beijo e o curtimos por um longo tempo. Quando nos separamos Elena respirou fundo, um pouco cansada e me encarou docemente.
– Eu te amo. – Elena sussurrou com nossos rostos muito próximos. Meu estúpido coração bateu irregular. Não esperava ouvir palavras tão boas num momento como aquele. Nos puxei para a cama e a sentei no meu colo de frente para mim. Agarrei os cabelos escuros dela com uma mão e deixei a outra em sua cintura definida. O olhar dela não diminuiu a intensidade e eu correspondi iniciando um leve carinho na bochecha rosada dela.
– Diga de novo, por favor. – pedi com a voz muito baixa.
– Eu te amo Damon Salvatore. – ela adicionou mais convicção à voz e os olhos brilhavam emocionados. – Para todo sempre e sempre.
– Eu também te amo Elena Gilbert. – respondi deixando minhas barreiras e medos de lado. – Para todo o sempre e sempre. – completei. Elena sorriu. Uma atrevida lágrima apareceu em seu rosto angelical e eu a enxuguei com o polegar. – Você é a razão da minha existência. Tudo que tenho é você. Tudo que sou é por você. Você Elena, sempre você.
Selei nossos lábios mais uma vez e o beijo seguiu cheio de paixão e desejo. O que sinto por Elena, o amor que sinto por essa garota, me consome por completo. Só me sinto vivo pelas sensações que ela me causa. Desde raiva à felicidade. Meu céu e inferno. Ela é tudo para mim. Minha pequena garota. Nossos corpos se colaram e roçaram sem pudor e as mãos ficaram descontroladas. Beijei o pescoço de Elena a apertando mais contra mim e gemidos tímidos apareceram. A ereção presa dentro da minha cueca latejava cada vez mais ansiando por ela. Sem demora, começamos a arrancar nossas roupas e nos encaixamos, saciando a vontade do outro que sentíamos naquele momento. Não posso imaginar uma vida em que ela não exista. Sem ela simplesmente não há vida.
(...)
Notas finais
E MAIS: O QUE FOI ESSE ULTIMO EP DE TVD?!! Gente! Mano! Eu quase morri! Tantas emoções! Amei os acontecimentos! HAHA Beijos.
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