Damon Salvatore - O Principal Suspeito

22 Capítulo 22 - Minha força e fraqueza.


Notas iniciais
Capítulo menor que os últimos, me desculpem amores. Estou muito feliz e grata pelo números de leitores e favoritos. E a história recebeu mais uma recomendação enviada pela Yza. (Obrigada fofa.) Quem quiser me deixar mais feliz ainda, pode recomendar a fic também. Continuação do POV DAMON.
BOA LEITURA!

(N/A: Ouça Kings Of Leon — Sex on Fire)

(+18: ON) Depois de dedicar um tempo ao tronco dela, me dirigi para outra parte. Beijei a área mais sensível e íntima de Elena por cima da calcinha e o calor da minha boca a fez gemer mais alto. Tirei a ultima peça dela e a proporcionei prazer com minha língua. Minha ereção se apertava ainda mais contra a cueca diante das reações sensuais dela. Senti a garota se contraindo em espasmos depois de um tempo. Tirei minha cueca e a invadi devagar. Iniciei um vai e vem lento, curtindo a sensação de estar dentro dela. Elena se mantinha de olhos fechados, ofegante e com a boca entreaberta. Estoquei mais forte e ela gemeu mordendo o lábio inferior em seguida. Vê-la aproveitando tanto me fez ficar ainda mais excitado. Aumentei a velocidade do ato e a força. Nossos gemidos se misturaram pela sala e a respiração dela ficava cada vez mais difícil. Sem aviso, mordi o pescoço dela da forma mais delicada que pude e comecei a tomar o sangue. Elena não protestou e arranhou minhas costas se livrando da tensão da dor e do prazer.

– Damon... – ela falou meu nome de forma doce e sôfrega. Senti a intimidade dela se contrair e me apertar ainda mais. Urrei de tesão em resposta e ela fincou as unhas nas minhas costas. Parei de tomar o sangue sem problemas para me controlar e encarei Elena. As mãos delicadas dela seguraram meu rosto e um quase sorriso se formou nos lábios bem desenhados. – Eu te aceito e amo do jeito que você é.

Diante de tais palavras no beijamos com paixão e cumplicidade. Continuei a me movimentar dentro dela de forma mais rápida, em poucos instantes espasmos se espalharam por nossos corpos e as contrações da intimidade dela me provocaram um orgasmo forte. Saí de dentro dela e a beijei mais uma vez. (+18: OFF)

– O que seria de mim sem você?! – falei baixo verbalizando um pensamento.

– O mesmo que eu seria sem você. – Elena sorriu doce. – Nada. – completou num sussurro. Como ela consegue ser tão linda?! Sorri de canto para ela e beijei a bochecha rosada da menina encantadora.

Me deitei ao lado dela no tapete e a garota dos cabelos escuros se virou de lado ficando de frente para a lareira que ainda ardia, nos aquecendo diante da falta de roupas. Passei meu braço pela cintura definida dela a abraçando firme. O corpo incrível e na medida certa de Elena sempre me fez delirar. Depois de suspirar fundo com um ar de felicidade ela entrelaçou nossos dedos. Quando estou sozinho me pergunto se vale a pena o risco de esconder coisas de Elena pelo medo do que ela pensará ao descobrir, mas estando assim com ela, afirmo para mim mesmo que tenho motivos. Nunca fui covarde e fraco, entretanto perante a possibilidade de perder Elena eu passo por cima das minhas convicções sobre medo. Principalmente dos conceitos de certo e errado.

POV ELENA

(N/A: Ouça James Morrison — You Make It Real)

Enquanto Damon e eu estávamos abraçados perto da lareira, meus pensamentos só se preenchiam do quanto é bom estar com ele. Nada de problemas ou preocupações. Apenas o sentimento de felicidade que Damon me causa. Pena que isso sumiu no instante seguinte ao que ele me deixou em casa. Assim que entrei em casa Jenna me encarou desgostosa e Jeremy se levantou sem me encarar e subiu as escadas rapidamente se trancando no quarto dele. Fiquei olhado para tia Jenna que tirava a mesa do jantar e ela ignorava minha presença. Não sei o que é pior, que briguem comigo ou me ignorem. Subi para meu quarto e fechei a porta. Tirei minhas botas, me larguei no sofá e encarei o teto. Fechei os olhos e tentei repassar mentalmente cada detalhe da tarde maravilhosa com Damon.

– Você tem ideia do quanto é linda? – a voz perfeita dele entrou nos meus ouvidos. Sorri e estranhei a capacidade do meu cérebro de reproduzir tão bem o tom de voz dele. – Elena? – senti um carinho no meu rosto e abri os olhos, confusa. Damon estava em pé, levemente curvado na minha direção. – Não consegui ir embora. – confessou sério. Sei que é extremamente difícil para ele lidar com o sentimento do amor depois de tanta decepção.

– Fico feliz por isso. – respondi enfim. – Não quero ficar sozinha. – compartilhei uma confissão também. Damon deitou ao meu lado e encarou o teto do meu quarto. Entrelacei nossas mãos e fechei os olhos novamente.

POV DAMON

– Damon... – Elena chamou depois de uma breve falta de conversa. – Quem você acha que fez aquilo com Stefan. – mudou completamente de assunto. Se sentou na cama e encarou o nada pensativa.

– Não havia sinais de luta Elena. Você acha que meu irmão morreria sem lutar? Mesmo que ele fosse um idiota e estivesse deprimido... Não acabaria assim. – falei sem me importar se Elena se incomodaria com meus adjetivos carinhosos para Stefan e me sentei ao lado dela.

– Então o que você sugere? – perguntou curiosa.

– Os originais estão fora do nosso caminho a um tempo, portanto são hipótese descartada. – comecei a explicar.

– Não entendi. – a garota franziu a testa em confusão.

– Stefan provavelmente foi impedido de lutar, um original poderia fazer isso usando o controle da mente, mas eles não teriam motivos para isso. Não temos noticias deles a bastante tempo... Então só me resta pensar que um feitiço parou Stefan. – fui direto ao ponto.

– Bonnie. – Elena triste, quase sussurrou. – Ela quase desmaiou quando esteve aqui e disse que esteve praticando grandes feitiços. – completou. Esse é o jogo, se a bruxinha me acusa, levará acusações de mim também. Simples. E o fato de Elena ter pensado nela até antes das insinuações vindas de mim, só me favorece.

– Ela consegue nos causar dor sem esforços, mas para cravar uma estaca em um vampiro no local exato do coração precisaria paralisá-lo totalmente.

– Mas Damon, se ela estivesse treinando um grande feitiço para fazer mal, porque a estaca? Ela poderia simplesmente matá-lo com o poder dela. – a garota se ajeitou na cama interessada em livrar Bonnie das próprias acusações.

– Se um feitiço o matasse seria óbvio que foi uma bruxa. Bonnie não é tão estúpida assim. – justifiquei acido. – Ela sabe que você não a perdoaria por fazer algo assim. Bonnie disse que se Stefan fizesse mais alguma coisa, matasse mais alguém inocente, ela mesma cuidaria dele. No momento ninguém se importou com o tom ameaçador dela, mas agora me faz pensar. – continuei todo o raciocínio.

– Damon, pensando assim até Jeremy pode ter matado Stefan. – Elena respondeu irônica, porém diante do meu silêncio mudou de expressão. – Espera. Você acha que o Jeremy...

– Ele também tinha motivos Elena. – a interrompi já explicando meu ponto de vista.

– Ele não pode ter parado Stefan. Não tem força e nem poderes para isso. – a garota defendeu o irmão sem pensar duas vezes.

– Não disse que foi só ele. Talvez ele só tenha ajudado Bonnie com a parte difícil. Alaric o treinou se lembra?!

– Está dizendo que Bonnie e Jeremy podem ter feito isso, juntos?! – indagou levemente brava.

– É só uma linha de pensamento Elena. – tirei o peso das minhas palavras anteriores.

– Bonnie e Jeremy não estão próximos. Na verdade, Jer se afastou de praticamente todos. Apensas Jenna e Matt ainda mantêm uma boa relação com ele.

– Isso é o que você vê. – soltei sem pensar.

Elena me encarou desgostosa e eu não insisti mais no assunto de Jeremy e Bonnie serem cúmplices. Até porque, eu mesmo não acredito que o garoto tivesse coragem para algo do tipo. É só um emo com tendência a fazer idiotices.

– Deus! – a garota dos olhos escuros suspirou fundo e afundou o rosto nas mãos. – Eu me recuso a pensar que um dos meus amigos ou familiares tenha feito uma coisa dessas. – ela entrou na fase da negação. – Por mais que tente ser racional e fria... Stefan não merecia esse tipo de atitude vinda de algum deles.

Tirei as mãos de Elena do seu rosto e os olhos tristes dela não me olharam. Lágrimas caíram sobre o jeans escoro, puxei o rosto dela para cima pelo queixo de forma carinhosa e a fiz me encarar.

– Então não pense. – dei a solução por mais que fosse difícil. – Deixe isso comigo. Pretendo descobrir quem foi assim que conseguir alguma pista.

– E se não houver pista? – ela me interrompeu aflita. – E se nunca descobrirmos?! Não dá para simplesmente acusar a todos e esperar que alguém seja a pessoa certa.

– Não se preocupe com isso pequena. Sempre há uma saída. – tentei confortá-la com minhas palavras e toque. A puxei para mim e a fiz repousar a cabeça no meu peito, iniciei um leve carinho nos cabelos lisos dela. – Você faz de mim uma pessoa mais otimista. – beijei o topo da cabeça dela. – Não gosto disso. – brinquei e ela riu fraco. – Deite-se. – pedi e ela obedeceu. Deitei novamente ao lado dela e a garota pousou cabeça no meu peito se agarrando em mim. – Estou aqui por você. Eu serei a sua força, então fique firme por mim.

Em resposta Elena se apertou mais ao meu corpo e suspirou aliviada. Depois de um tempo notei que a respiração dela ficou mais profunda e os batimentos muito mais lentos que o normal. Ela adormeceu nos meus braços outra vez.

Notas finais
Desculpem se houver algum erro grosseiro. A pequena ação que prometi está chegando. COMENTEM! Review incentiva muito!!! É importante para mim saber o que vocês estão achando da história.
Aproveitem que o romance pode acabar logo o.0 HAUSHAUSHAUS E muito obrigada pela compreensão na demora dos capítulos novos leitores amados.
Beijos s2
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.