Damon Salvatore - O Principal Suspeito

21 Capítulo 21 - Você tem um tipo de mágica.


Notas iniciais
Como de costume, quero me desculpar pela demora em postar. Já expliquei para vocês meus motivos e continuo pedindo a compreensão de todos. Nesse capítulo teremos mais briguinhas entre amigas e mais romance.
Quero agradecer a todos que adicionaram a história nos favoritos ou se marcaram como leitores. E espero que mais pessoas RECOMENDEM a fanfic. Saber que vocês curtem o que escrevo é muito gratificante.
BOA LEITURA!

POV ELENA

Dormi como um bebê nos braços fortes e quentes de Damon. Enfrentar o mundo e brigar com todos por causa dele valia a pena por aqueles momentos em que Damon se despia da armadura e mostrava seus sentimentos mais puros por mim. Tive que acordar cedo, às 6:45 como de costume para ir para a tortura conhecida como ensino médio. E ele deixou meu quarto pela janela depois de piscar sedutoramente para mim. Hoje eu teria o torturante horário de história com Alaric e Bonnie. Duas pessoas que enfrentei por Damon. Estudar ficava difícil com tantos problemas, e eu tenho que agradecer à genética ou qualquer outro fator que me permite ficar pelo menos na média sem muito esforço. Tudo passou como um borrão e a ultima e temida aula chegou. Entrei na sala sem olhar para Alaric e quando me sentei na cadeira evitei o contado visual com Bonnie, que senta ao meu lado. Enfie minha cara no livro e rezei para que a atividade do dia fosse ler alguma coisa e responder algum questionário. Não tive sucesso. Pela visão periférica observei Alaric se apoiar, quase sentando em cima da mesa dele e começar a estudar a expressão dos alunos. Ele só fazia isso quando iria explicar a matéria, e o normal é que eu o encarasse enquanto isso, porém eu realmente não queria olhá-lo. Continuei encarando meu livro apenas o ouvindo. Por mais que eu tentasse me prender as palavras que saiam da boca dele naquele instante, eu só conseguia pensar nas coisas que ele disse sobre Damon, nas acusações que eles trocaram. O sinal finalmente tocou me tirando do torpor de pensamentos. Depois de guardar meu material, saí da sala rapidamente sem olhar para ninguém. Caminhei dispersa e esbarrei em alguém derrubando meu livro de álgebra. Típico!

– Porque a gente só se encontra assim?! – uma voz familiar chegou aos meus ouvidos. Peguei meu livro e encarei Caroline que tinha uma mistura de desapontamento e brincadeira nos olhos.

– Desculpe Caroline. Não te vi. – me justifiquei.

– Eu sei. Você não retornou minhas ligações. Não me procurou na hora do almoço hoje. Você realmente não me vê Elena. – ela reclamou dramática como sempre aproveitando minha frase, mas dessa vez Caroline tinha razão.

– Não te procurei no almoço porque imaginei que Bonnie estaria com você e nós...

– Vocês brigaram. – Caroline completou antes que eu falasse algo semelhante. – Ela me contou. Como você pode desconfiar dela Elena?! – não dava pra imaginar outra reação que não fosse indignação.

– Não sei Caroline. Só sei que preciso explorar todas as possibilidades para encontrar o culpado logo. – me justifiquei, sem esperar que ela entendesse.

– E se culpado estiver debaixo do seu nariz o tempo todo?! – a loira rebateu se referindo à Damon.

– Por isso mesmo fiz aquelas perguntas à Bonnie. – me fiz de desentendida. – Você pode não entender, mas é estranha essa história de feitiços grandes que ela anda praticando.

– Está convencida mesmo de que Damon não merece desconfianças?! – Caroline deixou claro dessa vez que o assunto era o vampiro completamente apaixonado por mim.

– Não sei por que vocês insistem nisso. Eles eram irmãos. Damon tem um lado bom que ninguém além de mim conhece. Vocês insistem com essa besteira de chamá-lo de monstro...

– Porque ele é. – a barbie, como Damon costuma chamá-la, me interrompeu bruta. – Damon tem sentimentos por você, e isso todos sabemos, mas não dá para afirmar que as intenções dele são boas.

– Você também é um vampira. – falei baixo. – Por lógica Bonnie devia te odiar também. – soltei a afirmação sem perceber e a surpresa tomou conta do rosto angelical de Caroline.

– Você queria que ela me odiasse Elena?! – ela perguntou ainda mais indignada. – Eu posso ter errado no inicio, mas minhas atitudes provam que me adaptei brilhantemente às circunstâncias impostas a mim. – a boa e velha Caroline não perde a oportunidade de se promover e vangloriar. – Elena, se você quer mesmo entrar nesse jogo de “desconfiar de tudo e todos” acho bom que inclua Damon nessa lista precisa lista. – ironizou. – Quando estiver convencida de que errou, peça desculpa a Bonnie e tudo ficará bem. – Caroline exigiu. – Todos nós queremos encontrar o culpado.

– Bom, do jeito que vocês falam de Damon, acho que já encontraram alguém para culpar. Sem direito a defesa a propósito. – respondi ríspida.

Caminhei em direção à saída como estava fazendo antes dessa conversa desnecessária com Caroline. Prefiro que Bonnie continue chateada comigo, do que retroceder. Orgulhosa? Um pouco. Entretanto talvez a palavra que melhor defina é determinada. Quero muito encontrar o culpado de tanto sofrimento e preciso começar a me mexer em prol disso. É totalmente injusto que todos sempre coloquem Damon como culpado quando outros também tinham motivos para querer Stefan fora das nossas vidas, da minha vida. A resposta de quem matou Stefan não cairá do céu. De uns tempos para cá, nada está fácil para mim, porque agora seria não é mesmo?! Cheguei em casa ainda chateada e almocei, quer dizer, na verdade eu apenas belisquei a comida, sem companhia alguma. Jenna estava trabalhando e Jeremy não para mais em casa. Depois de tudo que aconteceu, eu raramente o vejo e quando isso acontece, nós nem conversamos. Sinto falta do bom relacionamento que já tive com meu irmão, mas diante das minhas escolhas desaprovadas por ele, duvido que voltemos a nos dar bem tão cedo. A possibilidade de Jeremy nunca aceitar totalmente meu amor por Damon aperta meu coração, porém simplesmente não posso ficar longe de alguém que me faz tão bem. Damon provoca em mim sentimentos que antes eu só conhecia pelo nome, coisas profundas que me preenchem sem aviso. Sensações inexplicáveis que me deixaram viciada em estar com ele, pertencer a ele. Pensar nele me faz sorrir. Estúpido amor que me deixa ainda mais boba do que costumava ser. Em um pulo me levantei e peguei as chaves do carro. Totalmente impulsiva. Precisava ver Damon novamente e esquecer um pouco dos problemas.


POV DAMON

– Damon, depois do almoço não te dá uma vontade enorme de deitar na cama e ficar abraçadinho com alguém? – Emily perguntou se aproximando da minha poltrona com uma voz melosa depois de tomarmos algumas bolsas de sangue juntos.

– Verdade Emily. – concordei com um sorriso de canto dando a entender que estava entrando na dela. – Ficar abraçadinho com alguém seria ótimo nesse momento. – a vampira ficou surpresa com minhas palavras, porém logo escondeu isso atrás de um sorriso vitorioso. Rapidamente ela estava sentada no meu colo me encarando atrevida de muito perto, cheia de malícia. – Por isso mesmo vou ligar para Elena. – completei vendo o sorriso dela se transformar em um bico. Empurrei Emily do meu colo e ela se levantou revirando os olhos expressivos carregados com uma maquiagem forte.

Peguei meu celular e nesse exato momento ele tocou. Sorri instantaneamente com a foto de mim e Elena deitados na cama dela, que a garota fez questão de tirar e colocar como imagem de tela para o numero dela.

– Oi Eleninha. – atendi animado. E Emily me encarou curiosa pela pronuncia do nome. – Eu pensei em te ligar e você me ligou.

– Sério?! – ela riu pelo nariz com a coincidência. – Acho que isso significa que estamos em uma incrível sintonia de pensamentos.

– Sim. Quer saber outra coisa que estava pensando também? – perguntei no meu melhor tom misterioso.

– Claro. – Elena não pensou muito para responder, curiosa como sempre.

– Estava pensando em ir a sua casa para passarmos a tarde juntos. O que acha? – sugeri animado com a possibilidade e ela gargalhou levemente.

– Nossa! Estamos mesmo com os pensamentos sincronizados, quer dizer, nem tanto porque fui mais rápida que você Damon. Pensei na mesma coisa. Já estou quase chegando à mansão. – engoli seco com as palavras da menina. A vampira a minha frente riu divertida sem fazer barulho, pois claro, também ouviu o que Elena disse. A visita da minha garota seria ótima, o problema é Emily. Morando aqui ela faz questão de espalhar suas coisas pela mansão. Merda! Elena não pode nem sonhar que Emily está morando aqui comigo. Nós dois aqui sozinhos o tempo todo. Com certeza Elena pensaria que estamos... Enfim, tendo algo a mais. Não é por falta de insistência dela que não temos nada, pelo contrário, eu que a rejeito. Entretanto Elena provavelmente não acreditaria nisso. Seria mais fácil ela acreditar que matei Stefan do que acreditar que estou rejeitando as investidas fiéis de Emily.

– Está chegado?! Onde você está? – perguntei chegando ao andar de cima em uma fração de segundo.

– Faltam umas duas ruas... – Elena respondeu calma.

– Estou te esperando. Beijos. – desliguei sem dar chance que ela se despedisse também.

– Porque está preocupado Damon? Se essa Elena te ama e confia tanto em você, não se importará com minha presença. – Emily falou debochada enquanto eu procurava mentalmente os lugares onde a vampira deixava suas coisas.

– O banheiro. – falei sozinho ignorando Emily e desci novamente. Mesmo que o quarto de hóspedes tivesse um banheiro, a ruiva insistia em deixar suas maquiagens no banheiro do andar de baixo alegando que o espelho era melhor. Peguei tudo e joguei dentro de uma gaveta com o objetivo de esconder.

– Sério Damon. Essa visita será muito boa. Vou poder contar a Elena o que você estava fazendo no dia que Stefan morreu. – a vampira falou com um sorriso diabólico estampado nos lábios carnudos. Droga! Tudo que eu mais preciso agora são ameaças. Isso que dá conviver com uma cobra, como se fosse um cachorrinho de estimação.

– Emily não tenho tempo para seus joguinhos. Elena não pode saber que você está aqui. Isso poderia causar uma briga entre nós. Sou legal com você, então colabore com a situação. Me ajude a tirar suas coisas do alcance da vista dela. – praticamente implorei algo que me recuso a fazer, mas nesse caso foi necessário.

– O que eu ganho se te ajudar? – ela mordeu os lábios e apertou os olhos ainda decidindo se valia à pena desistir de abrir a boca para Elena.

– Pensaremos nisso depois. Elena já está chegando. – respondi aflito e entrei no meu quarto.

– O seu banheiro. – Emily falou calma apontando para o cômodo com a cabeça. Entrei no mesmo e vi calcinhas dela secando no box.

– Você precisa mesmo tomar banho aqui?! – perguntei pegando as peças e jogando nela.

– Gosto do seu chuveiro. – justificou. – Vou sair. Me ligue quando eu puder voltar. – Emily já estava saindo pela porta quando lembrou de alguma coisa. Sorriu para mim e caminhou até minha cama. A vampira enfiou a mão debaixo do meu travesseiro e tirou de lá uma calcinha branca consideravelmente pequena. A encarei pasmo pela atitude ousada.

– Serio?! – protestei. – O que é isso Emily?!

– Até parece que você nunca viu uma calcinha. – ela respondeu com sarcasmo minha pergunta retórica. – Na verdade você costumava viver dentro delas. – comentou divertida me lançando um sorriso sugestivo.

– Cai fora Emily! – mandei e ela saiu.

– Só não deixe a sua Eleninha entrar no quarto de hóspedes e tudo ficará bem meu amor. – ela falou não muito alto, mas sabendo que eu conseguiria ouvir. A porta da frente se fechou e segundos depois abriu novamente.

– Damon? – a voz doce de Elena soou vinda do andar de baixo. Ok. Tudo vai dar certo Damon.

– Estou aqui em cima. – gritei. Ouvi o som que as botas de Elena faziam quando ela pisava no assoalho de madeira da casa cada vez mais próximo. Saí do quarto e a recebi no topo da escada. A menina se aproximou de mim com um tímido sorriso e selou nossos lábios. Transformei o que era apenas um comprimento da parte dela em algo maior. Segurei Elena pela cintura de forma firme e levei uma mão à nuca dela sem descolar nossos lábios. Pedi passagem e ela entreabriu os lábios quentes e doces para aprofundarmos o beijo que durou algum tempo.

– Oi. – Elena sussurrou com a voz aveludada e riu levemente assim que nos desgrudamos.

– Oi. – respondi com um meio sorriso.

Esconder que Emily está morando aqui é essencial para o bem do nosso relacionamento. Depois daquela ameaça besta, sei que a vagabunda vai ter que ir embora. Deixei que ela ficasse aqui para pagar a dívida que Stefan fez com ela, e sou agradecido com isso?! É muito desaforo. Estou ficando mole e percebendo isso Emily está se aproveitando. Isso tem que acabar. Fiquei trocando carícias com Elena no quarto por um tempo e jogando conversa fora, mas ela não se mostrava totalmente afim de sexo naquele momento. Não estava correspondendo as minhas investidas corretamente. Entendi perfeitamente. Mulheres são diferentes dos homens, principalmente de vampiros. Estamos sempre prontos para o sexo e com a libido no nível máximo. Convidei Elena para irmos tomar um sorvete juntos. Sei que garotas se amarram nesses programas bobos e tudo. Ela aceitou sorridente e saímos de casa. Durante o passeio avistamos Emily de longe andando com algumas sacolas de lojas de roupas. Elena se limitou a comentar que Matt não devia dar ouvidos a vampira, e que não confia nela. Bom, agora nem eu confio em Emily. Quer dizer, vampiros não são criaturas confiáveis por natureza, e Emily sempre foi uma interesseira, mas achei que a consideração pela nossa história juntos me desse um pouco de crédito. Me enganei. O fato de Elena e eu não trocarmos carinhos em público, mesmo que todos já desconfiasse que temos algo, me incomodou. Ela alega que a morte do meu irmão está recente e que não quer a vida dela na boca do povo. Acontece que, querendo ou não, a vida de Elena sempre é assunto nas rodinhas de fofoca. Faz parte de ser popular no colégio, ter amigos populares, namorar homens desejados, e pertencer a uma das famílias fundadoras. Voltamos para a mansão e nem sinal da vadia, como havíamos combinado. O tempo estava frio e o vento forte. Elena esfregou os braços descobertos assim que sentou no sofá. Peguei um casaco meu para ela e ofereci. Ela ficou surpresa pela rapidez com que eu saí e voltei. Será que ela nunca vai se acostumar com isso?!

– Obrigada. – sorriu pegando a blusa de frio e vestiu enquanto eu caminhava até a lareira. Acendi o fogo e ela veio ao meu encontro me abraçando forte por trás.

– Gosta de chocolate quente? – perguntei me virando. Elena apenas assentiu balançando a cabeça. Beijei os lábios dela de forma demorada e depois a testa. – Já volto.

Fui para cozinha preparar dois copos de chocolate quente e quando voltei Elena estava sentada no tapete da sala pensativa, encarando as chamas. (N/A: Ouça Paramore — I Caught Myself) Me juntei a ela e a entreguei uma xícara. Ela sorriu agradecida e soprou o líquido escuro. Ficamos sem falar por um tempo. A puxei para mais perto de mim e ela recostou a cabeça do meu ombro. Terminamos nossas bebidas ainda em silêncio. Repentinamente Elena se sentou sobre os joelhos na minha frente e me olhou calma. Fiz o mesmo que ela e segurei seu rosto delicado entre minhas mãos encostando nossas testas.

– Estou cansada. – ela quebrou o silêncio enfim.

– Eu também. – diante da minha resposta ela franziu um pouco a expressão. – Estou cansado dos outros se metendo nos meus assuntos.

– Exatamente. – concordou. – Estou cansada das pessoas se sentirem no direito de opinar. – Elena reclamou. – Quando estou com você me esqueço dessas coisas.

– Você está comigo agora, porque tocou no assunto? – tentei entender melhor.

– Enquanto você fazia o chocolate eu me senti incomodada com isso e o silêncio entre nós não ajudou muito.

– Me desculpe Elena. – falei rapidamente. – Não quero te ver assim, só não tinha nada para falar...

– Estranho. Você sempre tem algo para falar. – comentou.

– Verdade. Porém às vezes, quando estou com você gosto de ficar quieto. Eu tenho medo de abrir minha boca idiota e afastar você. – confessei me referindo mentalmente as coisas que venho escondendo dela. – Eu te amo tanto. – sussurrei deixando minhas barreiras de lado mais uma vez. Dizer tal frase sempre causou um nó na minha garganta, mas diante do sentimento correspondido ficava cada vez mais fácil dizer.

– Eu sei. – Elena sussurrou em resposta antes de colar nossos lábios. O beijo começou calmo e se transformou. Nossos lábios se queimaram juntos e nossas línguas iniciaram movimentos sincronizados. A prendi nos meus braços pela cintura e ela enrolou uma das mãos nos meus cabelos, puxando-os levemente. Por iniciativa de Elena, tirei minha jaqueta e blusa. A delicada menina começou a trilhar beijos desde minha orelha até meu peito. Levantei o rosto dela e a beijei com luxúria. Meu membro já dava plenos sinais de excitação e o olhar dela estava carregado de desejo. Tirei o casaco meu que Elena usava e em seguida a camiseta simples revelando o sutiã vermelho sem detalhes, mas extremamente sexy dela. Deitei o corpo de Elena no tapete e me estiquei um pouco para pegar uma almofada do sofá para apoiar a sua cabeça. Me posicionei entre as pernas da garota e comecei a beija-la por todo o tronco. Elena começou a gemer e se contorcer debaixo do meu corpo. Tirei as botas de Elena e a calça jeans, me livrando do resto das minhas roupas também. Ela tirou o sutiã de jeito ligeiramente tímido e me fitou ansiosa. Abocanhei um dos médios seios dela e senti o corpo da garota arqueando para mim como sinal de que devia continuar com aquilo. Elena estava se oferecendo para mim. Se entregando. E por mais que estar com ela daquele jeito não fosse novo, as sensações eram tão intensas como na primeira vez.


Divulgação:

Quem curte JUSTIN BIEBER aí?! Estou escrevendo uma fanfic dele em parceria com a R Halder. Link: CLICA. Não deixem de conferir ou indicar para quem curte o fofo.

Outra coisa é meu HANASHI :) Fiquei a vontade para adicionar.

Notas finais
Próximo capítulo termino esse momento romântico. E prometo para vocês que um pouco de ação está por vir. MANDEM REVIEWS!
Tenho um número alto de leitores, e gostaria que todos comentassem. Poxa, eu escrevo com maior prazer, então me deixem feliz com um comentário, ok?! :) [nem que seja para me xingar. HAUSHAUS]
Beijos com sabor de Damon e/ou Stefan.