Dalas Adventure 2
4 Cap.4 Um ovo choca e revelação mundial
Taurus corria rumo a Celadon City. Ele passou a noite e boa parte da manhã correndo. Dala evitava todo treinador que aparecia. Quando chegaram a Celadon City, não perderam tempo e correram para o ginásio.
Como Erika usava Pokémons tipo planta, ganhar a Rainbowbadge com Magmar não foi difícil. Eles partem para Fuchsia City, mas param perto de Lavander Town por causa de um pequeno imprevisto.
Betamon: Dala, a sua mochila está mexendo.
Dala: Só me faltava essa agora.
Ao abrir a mochila, eles vêem um ovo se mexendo. Dala o pega e vê que está rachando. O Pokémon estava nascendo. Era um Dratini.
Dala: Legal! Um Dratini.
Ran: Ele está bem?
O Dratini chora.
Betamon: Ele está com fome.
Miki: Tem uma cidade aqui perto.
Luxio: Luxio!
O grupo foi até Lavander Town comprar comida para Pokémon bebê. Visto que não podiam seguir viagem, a garota se hospedou em um hotel. Enquanto alimentava Dratini, os outros Pokémons observavam, Ran e Miki brincavam e Betamon olhava pela janela.
Dala: O que foi Betamon? Está muito quieto.
Betamon: E se acabarmos logo com isso? E se eu disser a verdade?
Dala: Aí tudo quanto é treinador vai querer ir até a Dark Cave e...
Betamon: A Dark Cave não é o único portal para o digimundo.
Betamon sai do quarto. A princípio, Dala não se incomoda, mas ao lembrar que é em Lavander Town que fica a Radio Tower, ela sai correndo pela porta. Miki e Vulpix vão atrás enquanto Luxio, Taurus e Pidgeotto ficam tomando conta do quarto e dos outros.
A Radio Tower fica do outro lado do cemitério de Pokémons. Vulpix e Miki não estavam gostando nada disso.
Miki: Esse lugar é assustador.
Vulpix: Vulpix.
Dala: Não há o que temer. É só um cemitério com túmulos e alguns Pokémons fantasmas que querem nos assustar para rir das nossas caras.
Ela avança com os outros dois logo atrás. O lugar era assustador e estava muito quieto. O único barulho era o do vento e nada mais, nenhum barulho de correntes, nenhuma sombra estranha, nem mesmo uivos. Dala estava começando a desconfiar.
Dala: {Que estranho. Este é o lugar perfeito para Pokémons fantasmas fazerem suas brincadeiras, mas ainda não aconteceu nada.}
O que ela não sabia era que os Pokémons fantasmas estavam aprontando, mas não com eles e sim com Bill e Mary que queriam roubar a Radio Tower.
Mary: Ouviu isso?
Bill: Isso foi o vento, não foi?
Bill e Mary: AAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!!!!
Hunter: MUHAHAHAHAHAHAHAHA!
Na torre, Betamon estava sentado esperando ser atendido, até que ele foi.
Locutor: Estamos aqui na Radio Tower com o Pokémon que intrigou o mundo. Betamon.
Betamon: Em primeiro lugar, não sou um Pokémon, sou um Digimon. Em segundo lugar, boa noite e responderei às perguntas.
Locutor: O que é Digimon?
Betamon: São seres digitais que vivem no digimundo. Somos bem diferentes dos Pokémons.
Locutor: Explique.
Betamon: Para começar, não podemos ser presos nas pokebolas e só se pode ter um Digimon. Há casos em que se pode ter dois, mas é muito raro.
Locutor: Caramba!
Betamon: Nós também evoluímos, mas voltamos ao normal, isso se não for o nosso nível ultimato ou mega, aí voltamos ao nosso estado de treinamento.
Locutor: Você não está no nível de treinamento?!
Betamon: Não. Estou no nível novato. No nível treinamento eu sou um Koromon.
Locutor: Nível treinamento é o mesmo que bebê, não é?
Betamon: Não. Se eu estivesse no nível bebê, eu seria um Botamon.
Locutor: Quantos níveis são afinal?! *surpreso*
Betamon: Vamos ver... Bebê, treinamento, novato, campeão, ultimato e mega. Seis, isso é, se possuir o nível mega. A outra diferença é que Digimons não morrem. Se morrermos, voltamos a ser digiovos num lugar da Cidade do Princípio, uma cidade do digimundo, ou no mesmo lugar em que morrermos.
Locutor: Caraca maluco!
Betamon: E nos lembramos dos nossos domadores, a não ser que eles tenham morrido, aí não temos nenhuma lembrança deles quando revivemos.
Locutor: Voltando ao assunto digimundo, como podemos chegar lá? *animado*
Betamon: Eu não sei. Existem tantas passagens para o digimundo, que é difícil dizer com exatidão. Mesmo que vocês consigam ir ao digimundo, não esperem encontrar um Digimon para te receber. Às vezes acontece, mas às vezes não. É o Digimon que escolhe o domador e não o contrário.
Locutor: E como o domador sabe que aquele é o seu Digimon?
Betamon: Um digivice aparece.
Locutor: O que é digivice?
Betamon: É um aparelho que nos ajuda a digivolver, ou digievoluir se preferirem assim.
Locutor: Poderia fazer isso agora?
Betamon: Não. Minha domadora não está aqui. Para isso eu precisaria do digivice e da minha domadora, já que o digivice não funciona sem o domador e Seadramon é muito grande para esse espaço.
Locutor: Seadramon?
Betamon: É o meu nível campeão. Alguns Betamons viram Seadramons e outros viram Dolphmons. Existem várias linhas evolutivas para os digimons. Só o Koromom tem 11.
Locutor: 11 linhas evolutivas?!
Betamon: É, mas ele vai seguir apenas uma durante toda a vida.
Locutor: Você luta nas batalhas Pokémons?
Betamon: Não, a não ser que seja contra a Equipe Rocket. Eles vivem querendo roubar meus amigos Pokémons.
Locutor: Como se sente sendo o primeiro Digimon a vir ao nosso mundo?
Betamon: Eu não sou o primeiro. Gerações de Digimons vieram para esse mundo antes de mim. Podem ter mais Digimons além de mim em qualquer lugar do globo.
Dala, Vulpix e Miki finalmente chegam à torre. A garota entra e sai arrastando Betamon de volta para o hotel.
Dala: Perdeu a cabeça?!
Betamon: Dala, você nem sabe o que eu disse. Não falei nada demais.
Dala: Mas falou. Agora todo mundo sabe sobre o digimundo!
Betamon: Falei também que o Digimon é que escolhe o domador e não o contrário. Ser um domador é uma responsabilidade maior que ser um treinador.
Fale com o autor