Notas iniciais
Palavra do dia: xerga (tecido grosseiro de lã)

Lluvia estava deslumbrante. A maldição fora quebrada! Abraçou Dahlia, compadecida de sua dor. A bruxa segurava os restos de Satella. Pretendia enterrá-los no fundo do mar.

Um ruído chamou a atenção. O pescador-gaivota fitava-as, preocupadíssimo. Dahlia transformou-o em homem. Ele puxou Lluvia para um abraço.

Não sabia ainda sobre a maldição, mas elas explicaram toda a história. O pescador aceitou bem. Obrigado por salvá-la.

Lluvia mirou-o e disse que queria voltar para casa. Sentia falta dos pais. Ele compreendeu. Estarei sempre aqui, esperando.

Dahlia materializou uma xerga para o pobre homem, que morria de frio. Juntas, voltaram para o mar.

Notas finais
Que raiva dessa palavra, gente. Uma palavra feia dessas no penúltimo dia. Pelo menos o pescador ficou bem estiloso. Ou não. Nem acredito que consegui fechar esta drabble! Estava com tanto medo de as coisas desandarem nos últimos dias... Mas deu tudo certo. O capítulo ficou bem corrido, mas deu certo. Só esclarecendo um detalhe: o pescador não sabia sobre a maldição, porque a Lluvia não quis contar, mas ele percebia, sim, que ela estava doente. Até por isso aceitou tão bem a explicação da Dahlia e a agradeceu por tudo. Gostaria de agradecer a todos que acompanharam esta história até aqui. Em especial a Ari, que me deu uma solução óbvia para identificar o pescador-gaivota em meio às outras aves. Você é anjo! Agradeço também a Chibieska, cujos comentários também me animaram muito. E é isso, pessoal. Nos vemos amanhã no último capítulo!