Da dor nasce o amor
6 -Vo-você?
Notas iniciais
Da Dor Nasce O Amor
POV'S VIOLETTA
Eu não disse nada, não conseguia entender, sai correndo pela porta de entrada, e saí pelas ruas de Baires.
Eu não controlava as lágrimas, elas saim descontroladamente de meus olhos, e eu não poderia negar que só queria o abraço de Lara agora...
Depois de estar um pouco longe de casa, sentei-me em um banco ali perto e peguei meu celular. Havia muitas chamadas e muitas mensagens.
6 ligações perdidas de Lê
5 ligações perdidas de Fran
2 ligações perdidas de Dih
9 mensagens de Fran
10 mensagens de Lê
6 mensagens de Dih
Me desesperei, e passei as mãos nos cabelos, percebendo que estava suando frio, e antes de apagar, ouvi a voz de alguém gritando meu nome, mas não consegui ver quem...
–VIOLETTA!
POV'S LEÓN
Depois ter ligado para a Fran, eles chegaram na hora em casa, e depois de ter explicado tudo para eles, entramos no carro e Diego foi dirigindo.
–Por que raios você foi falar aquilo León?-disse Francesca naquele jeito histérico dela.
–Porque foi o que eu sentia okay? Não tive culpa, aconteceu? Aconteceu. Eee. Feliz?-gritei ainda continuando procurar Violetta.
–Gente, foca na Violetta, okay? Foca nela.-disse Diego batendo no volante.
–León olha ela lá...-disse Francesca abrindo a porta juntamente a mim, pulamos do carro, peguei ela no colo, estava totalmente apagada, voltamos ao carro e partimos para o hospital.
***
–Essa mocinha vai ter que ficar uma semana de repouso, o menos de esforço possível, vai ter que tomar esses remédios.- ele me entregou- Só me apareça aqui da qui a duas semanas.-nos os acompanhamos na risada.
Depois de duas horas desmaiada, Violetta acordou, e eu, Diego e Fran estávamos na sala, juntamente ao médico e Violetta.
–Irá ser liberada daqui a algumas horas, se acontecer alguma coisa, me chame.-o médico saiu e deixou nós quatro.
–Bom, a tes que eu de uma bronca em você-diz Fran se sentando na cama de Violetta-eu e Diego precisamos contar uma coisa.
–O que?- a Vilu quase gritou e deu um sorriso.
–Vamos ter mais um na família Hernadéz...-disse Diego, e Fran quase deu um pulo da cama.
Quando Vilu ia começara gritar botei a mão em sua boca, e ela fez cara feia para mim.
–Calma Vilu, calma.-Francesca disse vermelha de tanto que estava rindo da cena.
***
POV'S FRANCESCA
Após do meu ataque de risos fui à lanchonete para pegar um copo de água.
Okay que era no outro andar, mas fazer o que?
Estava indo para o elevador quando senti alguém me seguindo e virei para trás.
Não havia ninguém.
–Era só impressão-meu subconsciente pensou.
Entrei no elevador com duas pessoas. Uma menina de cabelos castanhos claro, com uma calça jeans um casaco e um boné, e um homem. Quando o elevador parou, fui a lanchonete, e novamente senti a sensação de estar sendo seguida e olhei novamente para trás mais assustada, e o corredor estava completamente vazio.
Com um pouco de nevrosismo e medo, andei em passos largos até a lanchonete e peguei a água e novamente em passos rápidos para o elevador.
Entrei no elevador e a mesma menina de calça jeans e boné estava lá.
Por impulso olhei para os cantos do teto para ver se havia alguma câmera.
Não tinha câmera...
Comecei a ficar nervosa, e respirei calmamente e abri a água, e dei um gole. Estava tremendo, sentia o olhar daquela menina sobre mim, estava com medo. Não conseguia fechar a tampa da garrafa e a deixei cair, rapidamente abaixei tentando arrumar aquilo.
A menina abaixou e começou a me ajudar.
–Deixa eu te ajudar...-ela disse um pouco baixo.
Olhei para a sua face e parecia familiar, mesmo com a cabeça baixa, o cabelo partido ao meio, eu não sei.
Como sua cabeça estava baixa os óculos escuros da menina cairão no chão, e na hora olhou para mim com uma cara de assustada, e logo me assustei também.
–Vo-você?–apenas disse isso antes de o elevador abrir, a garota sair, e eu apagar...
***
Tut, tut, tut, tut...
Apenas ouvia isso, o barulho dos meus batimentos, escutei alguns sussurros e logo percebi de quem era a voz.
Violetta.
E percebi que ela conversava com outras pessoas, então pensei que poderia ser Diego e León.
–Di-diego.-sussurrei.
Eles vieram na minha direção na hora.
–Meu amor, você acordou-Diego me abraçou-O que aconteceu?
–Eu..-eu iria responder se alguém não entrasse no quarto.
Era Doutora Amanda.
–Então vejo que a senhorita acordou?-disse a Amanda chegando perto de mim-Então como se sente?
–Me sinto bem-fui curta e rápida- E o meu filho? Está bem?
–Quase que você o perde.-diz e eu quase tive um treco- Mas ele é forte, vai aguentar.
–Ai obrigada.-agradeci deixando cair algumas lágrimas.
–Bom aproveitando que já está aqui, quer fazer a ultrassom?-perguntou
–Claro que ela quer.-a Vilu se levantou respondendo.
–Violetta, fica quietinha aqui...-sussurrou León.
–Sim eu quero.
–Okay vou pegar os equipamentos, já que a senhorita não pode levantar, disse e logo depois saiu.
***
–Então Dona Francesca, o que acha que é?-perguntou Amanda passando o gel gelado na minha barriga.
–Eu não faço a minima ideia.-respondi dando uma risada abafada, juntamente a todos.
–E você papai?-perguntou Amanda novamente só que nessa vez para Diego.
–Eu queria uma menina.-disse Diego sorrindo e olhando para mim.
–Teve sorte.-disse Amanda limpando.
–É uma menina?-disse Violetta quase gritando.
–Fica quieta Violetta!-disse León de novo.
–Não, não é uma menina.-respondeu Amanda.
–Então é um menino!-falei sorrindo.
–Também não é!-respondeu Amanda.
–Ninguém pode nascer Gay.-disse León, e Violetta e Diego fuzilaram León com os olhos-Foi mal...
–Então é o que?-Diego indagou-Gêmeos?-ele sorriu.
–Não.-Amanda falou rindo de todos.
–Espera um pouco.-raciocinei-Se não é menina. Nem menino. Nem gêmeos. Só pode ser uma coisa.
–O que?-perguntaram todos menos Amanda, que olhava para mim sorrido.
–Não é menina. Nem menino. São duas meninas e um menino.-respirei olhando para o visor.
–São trigêmeos?
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