DECN- Departamento Especial de Comportamento
1 O que ela me deu em troca?
Notas iniciais
Estou a procura de Co-autores, se alguém se interessar...
"Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal."- Friedrich Nietzsche.
Sana, distrito de Macaé, RJ
DESCON PV ON
As arvores faziam barulho, os pássaros faziam barulho, os córregos dos rios faziam barulho. As vozes na minha cabeça me deixavam perturbado, eu só queria que aquelas vozes parassem; risadas ao fundo denunciavam adolescentes fumando seus baseados e ou bebendo sua vodca, ou os dois.
Enfiei-me entre os arbustos e arvores sem me preocupar com o fato de haver cobras ou arranhas naquele lugar, só me preocupava em salvar ela, tê-la para mim. Observei de longe três jovens meninas dançando e aquele cheiro de maconha no ar. Uma delas conseguiu-me enxergar de alguma forma.
— Hey... Quer vir se divertir?- disse tentando parecer provocante, fazendo as outras amigas rirem.
Sorri, peguei minha arma pronto para a diversão, escondi minha arma para que elas não vissem e fui a sua direção.
DESCON PV OFF
Autor PV ON
— Silva.- disse um homem moreno, sua voz sonolenta delatava que havia acabado de acordar.
— Acordei você?- Perguntou uma voz feminina do outro lado. Silva rolou os olhos e levantou lentamente e rindo baixo para não acordar sua mulher.
— Não Martin. Pode dizer. — disse entrando no banheiro e fazendo sua higiene.
— Bem, como eu posso dizer, temos um caso nada bonito. — disse Lili Martin.
Saulo suspirou e assim que saiu do banheiro pronto para dizer um "to indo" encontrou sua mulher sentada o encarando, chateada. Karina Silva era uma mulher adorável com seus trinta e nada visíveis anos em sua face. Era uma negra, muito bonita, com seus olhos de um tom indescritível de verde, Karina e Saulo haviam se casado há um pouco mais que dois anos e tinham um filho David, um garoto branco com cabelos castanhos e com os olhos de sua mãe.
— Dever?- perguntou Karina com uma pontada de tristeza. — Saulo é três da manha. — disse se levantando.
Saulo desligou o telefone, e sorrindo foi até sua mulher. A abraçando e fazendo um pequeno carinho em seu cabelo.
— Eu sei mais quanto mais rápido for, mais rápido eu volto. — Disse tentando convencer a sua mulher, que já se demonstrou muito teimosa e convincente.
Sorrindo ela entrou no banheiro, deixando com que ele entrasse no closet se arrumasse e fizesse sua malas, as vezes o diretor da DECN achava que devia se dedicar mais a família, apesar de saber que não deveria se dedicar muito. Ao sair do closet sentiu um cheiro de café, era por esse e outros motivos que ele amava a Karina, mesmo com sono ela fazia tudo com amor.
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Departamento Especial de Comportamento Nacional.
Brasília, DF
Ao entrar na sala de reuniões da DECN, o diretor viu visíveis caras de sono. Menos um senhor com seus vividos cinquenta anos.
— Silva, isso é serio? Eu estava muito bem em casa, com... Qual o nome mesmo?- Santiago olhava para Saulo como se estivesse confuso.
— Serio? Antes da sete da manhã com essas nojeiras? Pode parar? Agradeço. — Lili Martin repreendeu Sebastian.
— Será que os dois podem parar de namoricos? Temos um caso, Martin.- Sr. Peterson falo irritado.
Logo que os três homens estavam sentados, Lili levantou e ligou a TV, e logo apareceram algumas imagens, iguais as que estavam na pasta enfrente aos homens.
— Há três meses, começaram relatos de mortes em Sana, que fica no distrito de Macaé no Rio de Janeiro. Até agora foram mais de vinte mortes, a mais recente foi hoje, quando fomos acionados, a PM de Macaé disse que houve duas mortes.- Deu uma pausa e apertando um botam fazendo com que o próximo slide se apresentasse.- As atuais vitimas são: Felícia Felix- logo uma menina loira sorridente apareceu na tela.- e Clara Durval.- a segunda era morena de olhos amendoados.
Silva e Peterson se olharam e fizeram cara de desgosto.
— Felícia Felix não é a filha do prefeito de Macaé?- perguntou Silva. Logo recebendo uma confirmação de Martin.
— Ah e só por que é a filha do prefeito ela nos chama as três da manha?- perguntou Sebastian incrédulo.
— Não foram só duas. – Mark interrompeu, o que ele previa como uma das longas reclamações de Sebastian, e encarou Saulo que confirmou.
Eles analisaram todas as fotos e os relatórios da pericia, Lili não entendia, ela havia lido todos os relatórios.
— Como assim, "Não foram só duas?"- perguntou meio confusa.
— Aqui diz que acharam três corpos com bebidas, três sacos de dormir e três escovas de dente. — Sebastian olhava para Lili tentando explicar.
— Ai meu deus! Então ou o assassino estava com elas, ou temos outra vitima- concluiu Lili como um ligeiro tom de incredulidade.
— A questão é, se tiver outra vitima, será que ainda está viva?- falou Mark pensativo.
Após decidiram que iam para Sana, eles levantaram e foram juntar tudo que precisavam, foram até o aeroporto e pegaram o jatinho particular.
— Pode ser um drogado, ou um tipo de sádico.- disse Mark.
Os DECNs estavam sentados em suas poltronas no jatinho, analisando cada detalhe para ter certeza se nada havia passado de seus olhos abes.
— Ou pode ser um doente viciado em matar, ele já virou um Serial, um psicopata.- Falou Sebastian.
— Só vamos ter certeza quando chegarmos à cena do crime.
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— Saulo Silva da DECN.- Disse Saulo se identificando com um dos Policias locais, saindo do carro e sendo acompanhado por Mark e Sebastian que reclamava de dor nas costas.- Esses são os agentes Peterson e Santiago.
O homem acenou com a cabeça e apertou cada uma das mãos estendidas, se apresentando como o Delegado Ribeiro. Delegado Ribeiro prontamente responde a todas as perguntas e levou os três federais até o local do crime.
— Ta sentindo esse cheiro?- perguntou Sebastian era um homem forte, seus atributos físicos eram muito favoráveis, moreno, alto, olhos claros e o deliro de muitas mulheres. Ele era especialista em tráfico de drogas, e seu olfato, mesmo que meio impossível para os outros conseguia sentir cheiro de algo que não, mas estava ali. Como um cão farejador.
— Cheiro?- perguntou o delegado
— É, é cheiro de maconha. -disse simplesmente.
Todos os PMs o encararam tentando entender, até que Silva tosse e encarou todos.
— Acreditamos que tenha sido não duas, mais três vitimas. Talvez a terceira seja o DESCON, ou até que o DESCON tenha sequestrado a terceira vitima. Precisamos de todas as informações possíveis e falas com os familiares das vitima, também preciso de algum local para ficar na delegacia, isso é tudo. — Disse andando para o carro sendo seguido por Mark e Sebastian.
Assim que estavam seguindo para a cidade de Macaé, Silva olhou para Sebastian com se o repreendesse.
— O que foi?- perguntou o mais novo.
— Você é louco? Não entende o que fez?- perguntou mal-humorado, olhando Sebastian pelo retrovisor, o mesmos balançou a cabeça e deu os ombros.- A filha do prefeito foi assassinada e você coloca de cara que ela estava se drogando? Eles podiam ter te matado, parece que não sabe como funciona o Brasil.- o sermão de Saulo fazia com que Sebastian se segurasse para não rir.
Mas de alguma forma Sebastian sabia que seu superior estava certo, ele conhecia bem o Brasil.
— Então temos que fazer um perfil, mais ainda temos que falar com as famílias. Silva e Santiago vocês vão falar com o prefeito eu vou falar com os pais da outra menina.
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— Sr. e Sra. Felix, por um acaso vocês sabem se sua filha tem algum inimigo?- Silva perguntou, os Felixs era uma família muito importante, na verdade Anderson Felix era o prefeito da cidade.
Sebastian e Saulo estavam na casa do prefeito para colher suas próprias informações.
— O que você acha? Sou o prefeito dessa cidade. Meio obvio que ela tenha algum inimigo. – O prefeito que antes se mostrava frio e sem emoção começava a lacrimejar seus olhos, onde uma lagrima rolou. A Sra.Felix estava vermelha de tanto que chorava, mas os Federais não se abalavam, eles sabiam que deviam se manter firme, eram completamente experientes.- Isso é tudo culpa minha, eu sabia que ia ser difícil... eu...- o Prefeito Felix começava a chorar mais e mais.
— Senhor, queremos fazer mais uma pergunta. A Letícia ia acampar com quem?- Sebastian mostrava compaixão. — Sabemos que era ela e mais duas pessoas.
Suspirando, tentando se acalmar a senhora Felix disse com a voz rouca.
— Felícia ia acampar com as amigas, sabem elas eram inseparáveis amigas desde a infância, as amigas se chamam Clara Durval e Sarah Linz. Soubemos que uma delas está desaparecida.
— Obrigado pela atenção.- Disse Silva, se levantado junto a Sebastian.
Ao lado de fora, Sebastian parou na frente de seu chefe, com feições questionadoras.
— O que foi Sebastian?- Perguntou Silva
— Senhor. Se as que achamos mortas no local de crime, foram Felix e Durval, isso indica que a desaparecida é a Linz.- falou voltando a andar, pensativo.- Ou ela é a assassina, ou ela foi levada pelo assassino e ainda pode estar viva.
— Temos que voltar ao local do crime.- Silva logo ligou o motor do carro e seguiu para a serra.
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Ao chegar lá, já encontraram Peterson, olhando, concentrado na cena do crime. Sebastian chegou perto e analisou junto ao mais velho.
— Vamos supor que eu sou o assassino. — Sebastian começou. — Eu estaria à espreita, observando. – falou indo para a entrada do matagal. — Enquanto as garotas se divertiam, e assim que elas estivessem bêbadas demais, ou drogadas demais eu começava a festa. – falou simulando cada detalhe sendo observado por todos os presentes.
— E depois eu, por empatia, pegava a que eu julgava mais bonita. — completou Peterson.
— Mais por quê? Por que não fazer isso com as outras vitimas, nos últimos três meses?- questionou o delegado Ribeiro.
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Em uma cabana, não tão distante do local do crime, um homem estava cozinhando. Mas abaixo da casa, no subsolo, havia uma grande sala com plásticos por todas as paredes, também tinha uma cama onde uma negra dormia.
Logo a porta que dava para o quarto do subsolo se abriu e o homem que cozinhava descia as escadas com um prato de comida e um copo de água. Ao chegar perto da cama com uma mão acordou a menina, que ao abrir os olhos aos poucos viu que algo havia de errado e logo lembrou, quando ele avançou para cima dela e de suas amigas, quando ele tirou a vida das suas amigas na sua frente, logo a menina deu um saltou e tentou sai da cama, mais suas pernas estavam presas a correntes.
— Se acalme minha princesa, tudo vai ficar bem.- disse tentando acalmar a garota.
— Por favor, não me machuque, eu tenho dinheiro, se é isso que você quer.- disse choramingando.
— Eu não quero dinheiro minha cara, eu quero só você.- falou deixando a comida para a menina.- agora coma tudo.- completou saindo.
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— A família Durval, eu falei com eles, e bem eles estão tristes, e é tudo o que consegui.- Peterson disse irritado.
— Vou ligar para Martin, vai que ela descobre algo sobre os Linz.- Disse Sebastian se afastando já ligando para a Martin.
— Sabe que tem algo estranho, não é?- Perguntou Silva ao seu velho amigo.
Mark sabia que havia algo errado sobre tudo isso. Pensando bem, algo não estava certo e era o dever deles concertar. Ele andou junto com Silva para perto de Sebastian, que já terminava de falar com Martin.
— Essa mulher é muito temperamental.- reclamou, fazendo os mais velhos rirem.- Bom, eu pedi para investigar tudo sobre as três famílias, e bem vocês não vão acreditar.- disse fazendo uma pausa dramática olhando para cada um dos dois homens a sua frente, logo depois olhou ao redor percebendo que os policias já não estavam tão próximos.- Essas meninas já tiveram passagem na policia por porte de droga, e só saíram por causa dos pais, por eles serem poderosos. O que fez que muitos da cidade ficassem irritados.- completou.
— Santiago isso não é motivo para matar elas, e bem tiveram mais de dez mortes do mesmo jeito aqui.- criticou Mark.
— Sim, eu sei só que eu descobri outra coisa com a Martin. A Linz era inocente.- falou levantando a sobrancelha.
— Isso pode mudar as coisas, e os pais dela?- perguntou Silva.
— Estão viajando com a irmã mais nova.- disse sorrindo.
— Namorado?
— Não teve nenhum. O que é estranho, já que ela é linda.- disse Sebastian.
— Acho que podemos traçar um perfil básico, que tal?- perguntou Mark indo já em direção do delegado.
— Silva? Já percebeu que quando se trata de gente importante eles não hesitam em nos chamar?- perguntou Sebastian ao seu superior, ele não esperava uma resposta, ele já sabia qual era conhecia muito bem seu chefe.
Silva olhou para o mais novo e sorriu, seguiu até Mark que já falava para o delegado algumas coisas. Entram todos no carro e foram para a delegacia, chegando lá começaram a traçar o perfil básico do assassino.
— Decidimos adiantar as coisas, fazer um perfil básico sobre os suspeito.- começou Mark.- O Suspeito ou como nós gostamos de chamar DESCON, gosta de usar um tipo especial de arma, com base nos ferimentos eu diria uma faca.- suspirou. E começou a andar pela sala, onde era rodeada de PDs.
— Pelo fato do DESCON usar uma faca já sugerimos que ele seja bastante confiante, e não tem medo de ser visto. Ele espera para que suas vitimas estejam completamente de guarda baixa para atacar.- Silva começou a explicar uma parte para todos, ajudando a Mark com o seu pensamento.
— Vocês disseram “ele”, então você sabem se é homem?- perguntou um dos PDs.
— Geralmente quando a vitimologia indica que não há preferência sexual, confirmamos que é homem. Até pela confiança e a força empregada em algumas vitimas. Sim o DESCON é um homem.- Sebastian disse com desdém.
— O DESCON é desorganizado, mas paciente. A pergunta é para que levar a pequena Linz.- disse Mark, parando de frente para Sebastian como se ele tivesse a resposta.
— Por sentir pena dela, como se a conhecesse.- pensou Sebastian em voz alta, logo um estalo deu em sua mente e ele olhou para Mark.- Ele conhecia essas vitimas. E provavelmente era apaixonado pela Linz.- Sebastian olhou para o Delegado e perguntou.- Senhor? Me diga quando foi que as três deram entrada nas fichas criminais?
— Elas não tem fichas criminais.- disse irritado
— Senhor, é importante.- contestou Silva.
Delegado Ribeiro suspirou e olhou para seus PDs. Logo concordou com a cabeça e voltou seu olhar para o mais jovem do grupo.
— Há três semanas.- Disse baixando a cabeça.
— Esse foi o gatilho, ele sabia que a Linz era inocente, provavelmente são amigos e isso o fez querer matar as amigas dela, por mentira.- Sebastian olhou para Saulo.
— As outras mortes era para encobrir toda essa loucura.- Saulo olhou para todos.- Ok. O DESCON é um Homem, de aproximadamente vinte anos, tem amizade com essas meninas e é apaixonado pela Linz. Espalhem esse perfil.- disse saindo pegando o celular e discando o numero de Martin.
— Estrela do viver de todos vocês.- disse a voz da loira do outro lado.
— Martin eu quero que procure se a Linz teve algum amigo mais chegado que todos, alguém que vive curtindo tudo que ela posta em redes sociais, por exemplo.- Sebastian e Mark chegaram perto do chefe escutando a conversa.
— Quer dizer que todas aquelas mortes só foram para cobrir a ultima, a das amigas mentirosas.- Sebastian tinha uma de suas mãos no queixo.
— Consegui.- Martin soltou um grito do outro lado da linha.
— Hey, não somos surdos.- disse irritado.
— Tomás Contez, ele estudou com as meninas e é um grande Stalker.- falou Martin.
— Martin o endereço.- Lembrou Mark.
— Oh.. um minuto. Tomás Contez estuda engenharia mecânica, tem passagem na policia por pequenos furtos e mora... em uma cabana na floresta.
— Vou falar com o delegado, Martin manda a localização por GPS.- disse Mark indo para a sala do delegado.
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— Tomás Contez, Policia Federal, abra a porta.- A voz de Sebastian soou alta e mandona.
Todos os policiais estavam apostos com suas armas apontadas para a porta, enquanto os três federais estavam perto da porta.
Sebastian olhou para Silva como se esperasse por alguma ordem, logo Silva balançou a cabeça e Sebastian com o pé chutou a porta.
Ao entrarem no local, perceberam que não havia ninguém, tudo estava vazio.
— Talvez eles tenham escapado.- sugeriu Ribeiro.
Silva olhou atentamente para cada pedaço daquele local. Os policiais saíram e os federais continuaram lá olhando para todo o local, até que Mark olhou para o chão e achou algo errado ele via pelas frestas do chão de madeira algo como luz, então chamou Silva silenciosamente mostrou a ele, Sebastian havia percebido um tapete meio que fora do lugar, ele analisou a linha que marcava onde o tapete deveria ficar, pegou a arma e chamou os mais velhos.
Silva tirou o tapete e Mark abriu a portinha que estava escondida e mostrava um escada. Os três desceram com suas armas, pronto para atirar. Mas pararam assim que viram Tomás e Sarah, Tomás estava segurando Sarah pelo pescoço com uma faca sobre sua jugular.
— Tomás, você não quer fazer isso.- disse Sebastian abaixando a arma e calmamente andando até o DESCON.
— Não quero? Eu fiz tudo por ela, e sabe o que ela me dá em troca? NADA.- quando Tomás ia forçar a faca em seu pescoço, um barulho de arma disparada soou e Tomás caiu no chão.
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— Obrigada, vocês salvaram minha vida.- Disse Sarah que estava junto aos seus pais, que pegaram um voo o mais rápido que puderam depois que descobriram que sua filha mais velha estava em perigo, para os três homens a sua frente.
— Não foi nada, só tenta da próxima vez não atrair locos para sua cola. -Disse Sebastian a fazendo rir.
— Temos que ir.
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Assim que os DECNs chegaram ao departamento foram surpreendidos por Lili, que esbaforida pegou a mão de Mark e o puxou para sua sala, sendo seguida por outros dois.
— O que foi Lili, eu seu que gosta da gente...- começou Mark.
— Não é isso, os nomes Luna e Bianca Matos te diz algo?- perguntou apavorada.
Notas finais
Se quiserem me dar umas ideias sobre casos, estou aberta para ideias.
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