Notas iniciais
UFA!!! Finalmente terminei -.-' Eu disse que ia demorar, então, por favor, NÃO ME MATEM o_o Esperam que gostem do capítulo ^^

Poucas horas antes...

Foi complicado, mas Near conseguiu meios para a casa de Sayko ser revistada. Com a ajuda da Interpol, apesar do horário, ele conseguiu um mandato sem ter que pedir às altoridades brasileiras.

Afrente da casa, Fernander, Aisawa e Stefan estavam aguardando o momento certo para poderem entrar na casa e investigar. Se Sayko for realmente Shi, ele poderia matá-los se estivesse presente no momento das buscas.

"Puxa... Espero realmente que Matsuda tenha engulido na minha conversa e do **** e não conte ao Near sobre o que ouviu. Droga! Queria falar pro Zeta e pro L sobre o código!"

–----------Flash Back on-----------

– Quem tem que saber o que?

Depois de alguns segundos pensando, Fernander disse:

– É... Não sei se devo te contar, mas... Acho que Zeta devia saber desse código.

– Você não--

– Eu sei que parece loucura, traição ou algo assim, ****, mas ele não, tipo, ajudou no começo das investigações? Se não fosse por ele não estaríamos no ponto em que estamos agora.

– Concordo nesse ponto — disse Matsuda — mas Zeta é muito imprevisível, não dá pra saber se podemos confir nele, sem contar, Fernander, ele te sequestrou só para pegar informações de dentro da SPK.

– É isso que o estou dizendo. Além do mais, Near não concordaria com isso. Também acho que é meio arriscado vazarmos certas informações.

– Hum... Tem razão.

– Só estava dando uma ideia, ele poderia descobrir algo mais e nos dar uma pista, não sei...

– Não temos nenhuma garantia disso.

– Entendo...

– É melhor não falarmos sobre essa converça com ninguém. Se Near quiser dar o conteúdo pro código pro Zeta, então assim seja.

– Concordo.

– Certo.

–----------Flash Back off-----------

"Mas agora tenho que me esfriar com isso. Se eu sair da personalidade do 'Fernander' posso ser descoberto."

– Olhem. — sussurrou Stefan.

Eles viram um rapaz, carregando uma mochila, saindo da casa. Como, pelo o que se sabe, ele mora sozinho, esse deve ser Sayko.

– Aguardaremos uns minutos. Como, pelos dados que temos dele, ele não tem carteira no Brasil, ele provavelmente pegará um ônibus.

– Aí então entraremos para descobrir se há algo suspeito na casa.

– Exato.

Minutos depois eles se aproximaram da casa. Ao longe, um homem os observava com o aulio de um binóculo. Este pega um celular e disca um número:

– B, sou eu. Está pronto para a sua ação?

– Eu sempre estou pronto, ainda mais quando se trata da minha especialidade.

– Certo. Parece que Near mandou uns membros da SPK investigar a casa do Shi. Não precisarei resgatar a garota antes da explosão da casa.

– Hum, então está bem. Vou curtir a parte divertida enquanto você faz nada, hehe.

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Agora

Aqui quem fala é o Shi e vocês são como os meus reféns.

As pessoas começaram a ficar agitadas.

He he. Nesse momento estou transmitindo tudo que está ocorrendo aqui em todos os canais de TV. Quero somente que Zeta, Near e R-Kira venham tentar me enfrentar. Caso a polícia ou o exército venha a cercar o pédio, Matarei todos vocês. Simples assim, hu hu.

– Porra, caralho! Esse filho da puta tá fazendo isso de novo?! — reclamou Gabriel.

E que tal também matar, digamos, dez de vocês a cada cinco minutos? Não seria interessante? E o que acontecerá quado não huver mais nenhum de vocês vivo? Bom, intalei umas bombas em certos pontos da cidade antes de vir pra cá, inclusive nesse prédio. Todas elas irão explodir quando eu não encontrar ninguém vivo para matar ou a polícia e o aparecerem.

Bom, aguardarei um sinal de vida dor meus inimigos por meia hora, se eles não aparecerem, começarei as penalidades. Ah! Antes que eu me esqueça, os que usam máscaras não estão imunes de mim. Sou capaz de controlar as pessoas antes de matá-las, então posso usar alguém para tirar a máscaram de quem estiver usando, hu hu.

Até daqui a meia hora.

Uns segundos de silêncio. Logo depois as pessoas começaram a gritar de desespero e a tentar abrir as portas de saída.

– Droga! O que nós vamos fazer?!

– Porra! Eu não quero morrer!!

"E agora?" Leo pensou.

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– Merda! Agora o Shi enlouqueceu de vez! — disse Zeta olhando pra TV. Estava sendo transmitido o desespero das pessoas no shopping.

– Será uma sequência de mortes maior do que nas manifestações, somando as pessoas dentro do shopping com as que forem atingidas se ocorrer as explosões das bombas. Isso está ficando cada vez pior...

– O que nós vamos fazer?

– O que PODEMOS fazer?

Zeta até iria retrucar, mas L estava com uma expressão de quem não queria que acontecesse isso. Ele olhava fixamente para a TV e quase tremia de tão forte que suas mão apertavam suas pernas. Ele queria fazer algo, mas não podia fazer nada.

– O pior Natal... — sussurrou Zeta olhando pra TV.

Ele sabe como é passar um natal sem a família por que tais pessoas morreram, afinal, dia 24 de dezembro é o aniverssário da morte dos seus pais.

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– Shadow, e agora? — sussurrou Leo. Pela agitação não tinha como calguém ouvi-lo se não o shinigami.

– Se Shi não for parado agora, todos irão morrer.

– Você quer dizer que devo matá-lo?

– Se quiser interpretar assim.

Leo não queria mais ver mortes, não como no pesadelo que ele teve. Ele queria os seus amigos bem, queria ver os seus pais, queria ver Julia acordada. O rapaz olhou em volta, ele precisava ter uma ideia.

– Câmeras... — disse Shadow com um olhar vago.

– An?

– Há várias câmeras aqui. Shi deve usá-las para ver o rosto das pessoas presentes neste shopping. Ele deve estar numa sala de monitoramento.

– Você consegue achá-lo?

– Consigo, posso achar a sala e guiá-lo até lá.

– Beleza, hum...

Leo olha mais uma vez em volta e encontra uma loja de produtos orientais.

– Vá e me encontre naquela loja lá na frente, tive uma ideia!

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– Clama, Bárbara! Calma!

– Mas com eu posso?! Nosso filho está naquele shopping! Droga! Eu não devia ter te convencido a deixá-lo ir.

– A culpa não é sua. Por favor, reze, reze que tudo ficará bem com ele.

– Ai meu Deus, não pode acontecer nada com o meu Leonardo, não pode...

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Passaram-se alguns minutos. Certas pessoas disistiram de tentar sair e começaram a rezar para não ser uma das primeiras vítimas e outras optaram em esconder-se em algum lugar com esperança de Shi não vê-los ou algo assim.

Leo ficou na loja e seus amigos nem perceberam que ele se separou do grupo. Era melhor assim. Enfim, Shadow finalmente apareceu.

– Achou?

– Sim, está em um dos últimos andares. Dá para chegar lá subindo pelas escadas. Nelas não existem câmeras, então você poderá chegar lá sem ser visto, porém há na porta de acesso às escada, nessa parte você terá de ter cuidado.

– Beleza — ele pega uma katana que tinha guardado atrás dele — agora terei que ter muita sorte.

– Uma katana?

– Não vou conseguir matá-lo usando o Death Note já que ele vai estar mascarado. Com isso (a katana) posso ter uma chance.

– Certo.

– Também peguei essa máscara do Anbu de Konora (*na loja tem coisas ligadas a cultura pop asiática também). Se ele tiver me visto com essa máscara do Jasonperto de algum dos meus amigos ele pode usá-los para tirar vantagem.

– Hum, você pensa bem rápido. Certo, vamos. falta pouco para completar a meia hora.

Leo se movimentou, seguindo o shinigami, da maneira mais discreta possível. Na escada ele trocaria de máscara, se livraria do casaco que estava usando e, por precaução, deixaria seu Death Note com Shadow. Isso seria uma disputa corpo-a-corpo.

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Shi, nas sala de monitoramento, olhava no seu relógio e contava os segundos para começar a primeira onda de mortes. Tudo está trassado e planejado.

– Hu hu, excelente, Reficul. Agora, parece que irei fazer a contagem de tempo.

– Se eu fosse você, não faria isso, Shi. — disse uma voz firme, atrás dele, enquanto o altor da voz abre a porta.

– Ora, ora — disse Shi se virando — e quem é você?

– Você queria que eu o enfrentasse, então aqui estou — ele tira a katana da bainha — Eu sou o R-Kira.

Após uns segundos de silêncio, Shi liberou um pequeno riso e disse:

– Hu hu, Interessante...

"O Quê?!" Leo pensou.

– Reficul, você não tinha dito que R-Kira era uma garota?

– Sim, vi umas vezes Riuuku observando Shadow e vi que o usuário de seu caderno era uma garota.

– He he he.

Apesar de não poder ver ou ouvir o shinigami, só pelo riso de Shi Leo percebeu que "Reficul" disse que sim. Droga! Ele vai usá-la contra ele?

– Quem é ela, segundo R-Kira? Sua namorada?

– Não sei do que você tá falando.

– Hu hu. É melhor você abaixar essa espada — ele tira o seu manto e mostra um equipamento estranho preso ao seu tórax — Coloquei no peito um dispositivo com uma certa ligação com o meu coração. se ele parar de bater ou ser perfurado, eu 10 segundos todas as bombas que implantei irão explodir, inclusive o dispositivo pois este também é uma bomba.¹ Nota: Explodiria não somente as bombas que Shi espalhou pela cidade, também explodiria as que ele implantou em sua própria casa, com a intenção de que, se ele fosse derrotado, sua "deusa" morreria também e nada sobraria. Uma loucura, uma obcessão.)

" Isso é tão a 9ª do Mirai Nikki..." Leo pensou.

Leo estava com tanta raiva, tão tratornado com tudo que tem acontecido que nada mais importava. Ele estava a beira de enlouquecer com isso:

– Ha ha ha ha ha! Você é mesmo um japonês. Dando uma de kamikase, é? Se "jogando" contra o inimigo para derrotá-lo com sua morte?!

– Hunf!

– Eu sei o seu nome, Sayko Yamamoto, e você pode saber o meu só de olhar pro meu rosto pois possui os olhos de shinigami. Que tal um combate corpo-a-corpo? O que derrubar a máscara do outro primeiro terá o vitória, pois matará o outro com o caderno.

– Ha! E como você vai contornar a bomba, idiota? Vai arriscar tentar desarmá-la?

– Pode falar, Reficul, eu e Shadow deixamos.

– O quê? — disse Shi, confuso

– Shadow sugeriu a ele que escrevesse como circuntancia da sua morte você desativar o dispositivo. Shadow! Você é muito chato!

– Você não devia ter deixado o seu death Note cair no mundo dos humanos. Você só me atrapalha, seu imbecil!

Shadow o fez um olhar tão sinistro que Reficul, mesmo sendo um shinigami, se estremesseu.

– Que seja! Vai ser interessante acabar com você. De repente posso matar a sua namoradinha também.

"Pare com isso!"

– O que aconteceu com ela pro caderno estar com você? Morte? Acidente? Hum... Se for acidente poderia ser bem interessante brincar com ela.

"Cala a boca!!"

– Posso descobrir umas coisas sobre ela...

– CHEGA!!

Leo corre na direção dele e tenta golpeá-lo com a espada. Shi desvia e o derruba no chão.

"Esse maldito tá querendo que eu perca o foco me irritando, mas ele não vai conseguir!"

Shi pega uma das cadeiras do local para bater em Leo, mas este se esquiva e no movimento faz um corte na perna de Shi. Leo se levanta, põe a bainha da espada e avança para dar um golpe na cabeça de Shi, porém este segura a espada e o derruba novamente.

– Hu hu — disse Shi tirando a bainha — Você não é muito bom em luta, R- Kira, o seu forte mesmo é escrever num caderninho.

– Posso ser fraco em lutas, mas sou esperto

Leo mostra o seu celular e nele tava escrito.

Mensagem enviada às 14:29

Shi está na sala de monitoramento do shopping, chame a polícia. Mesmo que eu morra fazendo isso, vou distraí-lo.

L.S.

– Seu maldito!

Shi, com raiva, faz um corte profundo na barriga de Leo.

– AARG!!

– Hu hu hu, vou explodir esse lugar... — ele procura o botão que ativa as bombas, mas não estava com ele — Merda!

– He he... — Leo ri fraco — como vocês japoneses dizer: "Baka!"

Shi ia avançar na direção de Leo para matá-lo de vez, mas de repente Reficul surge:

– Droga! Tem alguém vindo pra cá!

– O quê?!

– Olhei a pouco, nas escadas!

– Merda!

Shi corre em direção a saída, antes de fechar a porta ele diz:

– Tomara que eles aproveitem para te prender, R-Kira.

Ele tranca a porta. "O que? Tem alguém vindo pra cá? Por isso que ele tá fugindo?" Leo pensou. Ele tirou a máscara e tentou se levantar, mas seu corte estava doendo de mais e ele estava sangrando muito. O rapaz escuta som de passos se aproximando.

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Shi chega no terraço. Apesar de pretender morrer caso fosse derrotado ele não deixaria algo assim acontecer tão facilmente, ele tinha planejado uma fuga. Porém, quando ele chega no terraço, ele se depara com um homem.

Ele aparentava ter pouco mais de 30 anos, tinha cabelos lisos e negros e seus olhos eram de um vermelho vivo.

– Ora, bem na hora, hu.

– Quem é você?

– Você tem os olhos de shinigami, sabe quem é sou, mas pode me chamar de "B", Sayko Yamamoto

"Como ele sabe o meu nome?! Mesmo se tivesse olhos de shinigami não poderia saber! Estou usando máscara!"

– Uma certa pessoa esteve, digamos assim, vigiando um grupo que venerava Kira e fazia sacrifícios humanos. Ele tinha fotos e informações de todos os membros pois possuia certa confiança do organizador da seita. Ele foi o único que sobrevivel ao teu primeiro genocídio: Ariel Williams.

"O quê?! Mas como?! Espere, eu não tinha os olhos de shinigami na época. 'Ariel Williams' é um nome falso!"

– Digamos que não foi tá difícil se deduzido que você é o Shi depois do showzinho que você fez. E o que eu tenho haver com essa história? Bom, resumindo, eu vim aqui pra te matar.

– Eu tenho uma bomba! Se você me matar, tudo vai pelos ares!

– Sei disso. Por isso tive que usar isso.

Beyond mostra um caderno.

– D-Death Note?!

– Hu hu hu. O que você tá com uma enorme vontade de fazer agora, em?

– N-n-não!

Shi, quasei que num impulso desconhecido desativa o dispositivo, agora ele poderia morrer sem as bombas explodirem.

– Hu hu. Conheça o outro lado.

Rapidamente Beyond corre na direção de Shi com uma faca. Shi pensa em reagir, mas o seu corpo não responde, imediatamente Beyond faz um gospe no ponte onde está o coração de Sayko e esse morre no mesmo instante.

B posiciona a faca na mão de Shi e o revista para pegar o seu Death Note. Assim que pegou o caderno disse:

– Beleza, Reficul, perece que seu Death Note agora é meu.

– Uou! Você é do mal! Só por curiosidade, o que você escreveu?

– "Sayko Yamamoto, assassinato. No dia 20 de dezembro de 2015, planeja um genocídio com envolvimento de bombas pela cidade e no shopping *********, onde se esconderá na sala de monitoramento. Projeta um dispositivo que expode todas as bombas de duas maneira: 1. se seu coração parar de bater; 2. ao apertar um botão potátil que tem o modo de explodit todas as bombas ou todas menos as fixadas ao seu corpo e em sua residência. No dia 24 de dezembro executa o plano. Por uma falha ele perde o botão de ativação e tem de fugir da polícia, vai para o terraço seguindo a rota de fuga da qual planejara, mas ao chegar lá ás 14:38 se depara com um inimigo. Ás 14:40 desati o dispositivo que explode as bombas. Ás 14:41 morre com uma facada no coração."

– Incrivel!

– Hey, B, é melhor saimos daqui logo. — disse Ryuuku.

– Ryuuku? Como conseguiu um segundo caderno?

– Quem diria, Parece que um que deixei cair a muitos anos atrás não foi destruído como eu achava. Ops!

– He he.

– Certo, vamos embora. — Disse Beyond.

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Um homem se aproximou de Leonardo, ainda caído no chão.

– Leonardo Santoro?

– Sou (*cof) eu...

Ele pegou umas algemas.

– Você está preso.

– Não! (*irc!) Eu não sou o Shi! Ele correu, vocês ainda podem pegar ele!

– Se acalme, nos já estamos atrás dele. Estou te prendendo sob a suspeita de ser o R-Kira.

"Droga! Me descobriram! O que vai acontecer comigo? E a Julia? E o que o meu pai vai pensar sobre mim?"

– Se entregue. — disse Shadow — Esse não é policial oficial. O nome dele é Ide e ele é um dos policiais japoneses que está trabalhando com o Near. Além disso, não tem como você fugir, o seu corte é muito profundo. Apenas negue tudo relacionado ao caderno se eles te interrogarem.

Leo tenta se sentar e diz:

– Por favor, não... Eu não sou o R-Kira...

– Cuidaremos do seu ferimento, por favor, me acompanhe.

– Tá...

Leo é algemado e Ide o ajuda a se levantar.

"E agora?"

Notas finais
Mais de duas mil, e então? Gostaram? ^^ O que será que vai acontecer agora? Não percam os próximos capítulos! o//