D3ku

1 O poço sem fundo


Katsuke Bakugou ☁

— Abre.. Abre! — Dizia eu tentando chutar umas chaves que estava segurando em minhas mãos acompanhadas pelos dedos aonde as chaves estavam penduradas, tentava chutar qual era a chave para eu poder abrir a porta que parecia antiga, mas era da cor preta. Eu ouvia as vozes dele, ficando mais desesperado a cada fala que ele falasse — vamos...!

— Kacchan~ — Eu ouvia a sua voz, meia fina mais máscula, o que fez eu ficar mais desesperado do que eu já estava!. Eu senti aquela pessoa se aproximando-se de mim cada vez que eu colocasse a chave dentro da fechadura em uma em uma. — eu estou chegando~ — Um garoto de cabelos esverdeados, olhos bem redondos e íris da cor verde iguais aos seus cabelos, seu sorriso é fofo admito, mas quando ele está com raiva... — Kacchan... — Eu sinto algo encostando-se em meu ombro, o que me arrepiar inteiro, viro um pouco a minha cabeça, e veja a visão de meu antigo melhor amigo, Deku — Eu te achei~ agora eu vou... PEGAR VOCÊ!!

— a sua boca abriu por completo, revelando-se uma grande língua, o que me fez ficar arrepiado de medo, comecei a gritar desesperadamente quando aquela sua língua encostou-se no meu pé, fazendo a sensação ser nojenta e gosmenta -

De repente eu... Acordei

— Aa!! — Acordo com os olhos arregalados, revelando-se duas íris das cores vermelhas, minha palma da mão estava em meu peito onde está localizando o meu coração que estava batendo feito louco e depois se acalmando por conta de eu está respirando, não ligava muito para a minha gota de suor que eu estava sentindo caindo entre a minha lateral do rosto, eu apenas estava aliviado de ser apenas um sonho — ufa... Foi apenas um sonho — Dizia eu tentando buscar um pouco de ar pegando alívio e ainda com a minha palma da mão sentindo o meu coração bater, pelo menos aquilo era um sonho, imagina se fosse um pesadelo?! -

(Domingo/08:26)

Lá estava eu, eu estava na cozinha, comendo o meu café da minha mãe que ela tinha preparado, meu pai estava no trabalho e só chegava de tarde. ela virava um pouco os seus olhos para os meus olhos, percebendo que eu não dormi direito na noite passada, eu apenas fingia que ela não está me olhando

— Não dormiu direito essa noite? — Perguntou a minha mãe perto do fogão, segurando a vara da frigideira para fritar um ovo que estava dentro da frigideira e também encima da boca do fogão -

— Mais ou menos — Eu respondi a pergunta revirando-se um pouco o meu rosto pardo com as oreias por causa da noite passada. Ela largou a vara da frigideira e se virou-se por completo para a minha direção, ela esticou-se os seus braços e começou a me abraça, eu apenas encostei a palma da minha mão no braço dela -

— Não fique assim, meu filho — Dizia ela — são apenas sonhos — ela massageava os meus cabelos dourados e espertados iguais ao dela -

— Tudo bem mãe, já estou acostumado com esses sonhos com o Deku — Dizia eu me levantando da cadeira, com as minhas duas palmas das mãos encostadas no prato que por cima só tinha migalhas de comida. Me dirigi-me até a pia e coloquei o meu prato dentro da pia — afinal, quando que as aulas começam?

— Segunda feira, vou aproveitar para comprar o seu uniforme — Dizia a minha mãe juntando as suas palmas das mãos e juntando os seus dedos com um sorriso no rosto — por que não vai para o lado de fora? O dia ta perfeito para um exploração não acha? — Depois de seu comentário, me dirigi-me a janela que tinha ao lado, e vi que o dia não estava tão perfeito como a minha mãe disse, apenas está nublado -

— Er... Mais ou menos, acho que vou — Eu concordei, desta fez eu caminhei até o banheiro para eu escovar os meus dentes, encostei a minha mão na minha escova a segurando, coloquei pasta por cima e assim comecei a escovar os meus dentes — deve ter alguém interessante nessa cidade — Dizia eu falando como se eu tivesse de boca cheia, só que de espuma por causa da pasta de dente -

— Só não esquece das suas botas, ok? — Dizia a minha mãe colocando o seu ovo frito encima de seu prato graças ao um garfo -

— Ta bom, mãe — Dizia eu num tom deselegante, finalizei cuspindo o resto da pasta e comecei a lavar a minha boca com a água para tirar o excesso da pasta de dente -

Eu estava pronto para sair, estava vestido com uma capa de chuva da cor laranja, e botas da cor preta. Me aproximei da porta/saída da minha casa e encostei a minha mão na maçaneta e comecei a rodar para a direita assim abrindo a porta. Sai de casa apenas dando dois passos e em seguida fechei a porta, me virei-me e comecei a seguir uma trilha de terra que tinha a minha frente, a casa era decorada com flores e alguns galhos mortos, me aproximei-me de um galho, e quebrei uma parte para pegar um pedaço de de um galho que tinha uma forma de um rabdomante, estiquei os meus braços segurando o Rabdomante comecei a me dirigi-me.

Eu continuava caminhando, olhando em volta, parecia que eu estava numa floresta, mas na verdade eu estava num jardim, até eu ouvir um barulho, parecia que alguém pisou num galho fazendo o galho quebrar, me virei-me curioso olhando para os lados, eu olhei para uma "torre" e comecei a olhar para uma rocha da cor cinza puxado um pouco ao azul, pensei que alguém estivesse escondido lá

— Olá... Tem alguém ai? — Tentava chamar alguém por trás daquela pedra, mas ninguém apareceu — Hmf! — Me agachei pegando uma pedra que estava ao meu lado com a minha mão, joguei na direção da pedra, o que acertou o que tinha atrás da pedra, alguma coisa deu um gemido de dor, me assustei um pouco e comecei a sair correndo achando que era um bicho. Depois de uma correria, cheguei a um local, aonde tinha uma carroça carregando alguns tijolos e árvores mortas, aquele lugar não tinha um tom de verde, se você ainda ta se perguntando, eu ouvi falar, que nessa cidade aonde eu moro, tinha um poço secreto, principalmente, nesse local aonde eu moro. Comecei a segurar a minha varinha de rabdomante, segurando nas duas pontas e fechando os meus olhos — Oh varinha de rabdomante, mostre para mim... O poço! — Antes de eu começar a minha jornada, ouvi um barulho que chama muita a atenção, parecia uma buzina, abri os meus olhos na direção do barulho, eu apenas vi uma pessoa encima de uma escalada e também encima de uma bicicleta da cor vermelha, uma capa de chuva preta e uma máscara preta, seus cabelos pareciam se vermelhos. Ele começou a descer com a bicicleta nem rápido, me defendi com os meus braços, senti algo pegando na minha varinha de rabdomante, parecia que roubou, tirei os meus braços de meu rosto, e vi a pessoa analisando a minha varinha

— Hm... Eu nunca entendi esse tipo de graveto, — dizia o cara que estava mesmo analisando a minha varinha de Rabdomante, será que esse cara pode devolver?! — já sei! Você veio de ailartsua, né? O seu lugar tem o seu mistério, isso é apenas um graveto-

— É uma varinha de rabdomante! — Me aproximei-me dele e dei um mini chute em seu joelho, fazendo ele largar a varinha, mas antes dela cair eu peguei em seguida — e eu não gosto de ser perseguido por nerd psicopatas como você! — Dizia eu com uma cara emburrada -

— Ok, ok, calma! vamos começar de novo. Oi, eu sou Kirishima, e você? — Ele se cumprimentava comigo apertando a minha mão com a sua mão, senti a sua mão melada de lama e senti nojo pra caramba -

— Bakugou — Respondeu eu esfregando a minha mão que tinha cumprimentado ao Eijiro na minha capa de chuva, melando um pouco ela, mas não liguei muito, apenas limpei -

— Lajugou de que? — Dizia ele olhando para a vista de costas, e ainda por cima ele erra o meu nome, esse cara é surdo?! -

— É Bakugou, Katsuke Bakugou! — Dizia eu quase gritando -

— Ah, esse tipo de nome é bem estranho, normalmente eu escuto um Matsuke ou Latsuke, mas pelo visto você é diferente — Enquanto ele falava, eu revirava-me os meus olhos para os áres — Mas o que você veio fazer aqui, e com essa varinha que nem funciona — depois do que ele disse, fiquei um pouco irritado -

— Se essa "varinha", — Dizia eu fazendo um sinal de "aspas" com os meus dedos acompanhadas pelas as minhas mãos — não funciona, então cadê o poço secreto? — Na última palavra que eu disse, eu bati o meu pé na terra que era um pouco mais escuras do que a do redor -

— Se pisar mais forte vai cair dentro dele — Depois do que ele disse, dei me um pequeno susto e dei um pulo para trás, ele se agachou ficando de joelhos começando a tirar a terra que estava escondendo a tampa do poço. Finalizando, a tampa que era de madeira, era feito de tábuas e tinha dois buracos pequenos, acho que qualquer pedra pode cair dentro desses buracos — ta vendo? — ele deu duas batidas na tábua, enquanto eu prestava atenção — Diz a lenda, que esse poço é tão fundo, que é capaz ver a luz do dia, ou dar para chegar na China!

— ...Tá — Me agachei-me também analisando o poço junto com esse cabelo de merda, de repente eu escuto um "Eijiro só que bem fraco, mas resolvi contar — Você ouviu um... "Eijiro!!" — Dizia eu me aproximando um pouco de Kirishima olhando para ele com as sobrancelhas douradas juntas -

— Eu não ouvi nada

— Ah, eu tenho certeza de que eu ouvi um "Eijiro" — Me aproximei-me mais ainda de Kirishima, segurando a minha varinha de Rabdomante, o ameaçando, do nada, nós ouvimos um "Eijiro!!!" Só que num tom mais alto, pela a sua expressão, parecia que ele reconhece essa voz -

— Ah, é a minha mãe, — Eu batia a minha varinha na minha palma da mão esquerda, e a segurando com a direita, olhava para Kirishima fixamente — desculpa mas eu preciso ir, e eu não encostava nessa varinha — Dizia ele aportando para a minha varinha -

— Por que? — Perguntou eu -

— Porque, essa varinha... É rara venenosa — Depois do que ele disse, joguei a varinha no chão, "limpei" as minhas palmas das mãos tentando não pegar o veneno. E em seguida, Kirishima sobre na sua bicicleta e começa a ir embora, enquanto ele ia, eu mostrei a minha língua para ele, fazendo um barulho estranho, e de repente o tempo me obriga a me cobrir a minha cabeça com a minha capa, porque tinha começado a chover, me obrigando a voltar para casa