Notas iniciais
Olá. Está é uma One shot na qual trabalho com um shipp no qual não é muito visto aqui no brasil que é Dino e Tsuna. É algo bastante inovador, talvez estranho, por isso só botei uma one-shot, sei que não posso competir com o número avassalador dos shipps 1827, 6927 (que eu também tenho muito carinho) Enfim, isso é um Bl=Romance entre homens se não gosta por que ainda está aqui criatura? O.o Nos vemos nas notas finais.

O dia estava pacato, pelo menos normal no estilo Vongola na casa do Tsunayoshi, mesmo negando veemente os pedidos para se tonar o 10º chefe da máfia, Reborn não desistiria de azucrinar seu aluno com uma convicção de ferro junto com seus treinamentos infernais para “ensinar” seu querido aluno para se tornar um mafioso mesmo contra vontade de Tsuna.

Este que tentava inutilmente fazer a lição de casa. Como sempre Lambo e I-pin estão fazendo barulho ao redor da sua mesinha na qual ele tentava estudar, as duas crianças começaram a brigar por causa que lambo novamente roubara o bolinho da chinesa na qual não tinha a pronuncia japonesa totalmente perfeita, já Tsuna agradecia pela viagem do pequeno bebê hitman que fora para Itália tratar de assuntos com o 9º.

Tsuna está com as mãos na cabeça pendendo na mesma questão de matemática, quem diria que um jovem franzino que acabara com duas facções que ameaçaram o mundo não consegue resolver uma questão simples de matemática, se Reborn o visse tiraria sarro da sua cara. Tsuna continuaria se martirizando se sua mãe não aparecesse na porta chamando Lambo e I-pin para fazer compras, chamado este que fora atendido de imediato pelas crianças.

— A gente volta logo querido, não vamos nos atrasar. A mãe de Tsuna sorri de modo tranquilo enquanto lambo já estava no corredor gritando algo como bolinhos de polvo pela casa.

— Claro tenha uma boa compra. Tsuna quase gagueja e escuta sua mãe descer e fechar a porta.

Tsuna respira fundo se sentindo mais tranquilo, Yamamoto está treinando beisebol, Gokudera sendo fiel tivera que se retirar por causa de uma doença, Haru tinha uma peça na qual não podia faltar, Kyoko e seu irmão Ryohei estão fazendo uma festa surpresa para o Colonello algo que Tsuna não compreendia o motivo para tal. Era hora do Tsuna se concentrar totalmente na sua tarefa, não é todo dia que ficara completamente sozinho em casa para estudar.

Depois de mais umas questões sendo solucionadas Tsuna resolve dar uma pausa nos estudos, saindo do quarto e indo em direção a cozinha, no entanto ele não presta atenção no começo das escadas e cai de modo espalhafatoso até chegar o chão de modo sensacional, Tsuna já estava acostumado a cair daquela escada, enquanto se levanta para retornar seu caminho a cozinha se é ouvido batidas vindo da sua porta. Curioso por saber quem estaria atrás da sua porta Tsuna caminha em direção a mesma a abrindo de modo bastante calmo.

Nos pensamentos de Tsuna, sua mãe deve ter se esquecido de algo, no entanto para surpresa do mesmo diante dele está o Dino, um ex-aluno do Reborn, Tsuna estranha a falta de presença dos guarda costas do jovem e logo se assombrara pois, Dino é um desastre sem seus guarda costas.

— Dino san! O que você está fazendo aqui? Tsuna não esquece de dar um pequeno grito surpreso.

— Bem, eu me perdi. Dino sorri sem jeito levando uma das suas mãos no seu cabelo curto delineados de cor loira. — Posso ficar aqui? Não consigo entrar em contato com o Romario de alguma forma.

Dino sorri mostrando seu comunicador quebrado o que faz Tsuna se perguntar como diabos o Dino conseguira achar sua casa, com um gesto Tsuna deixa o Cavallone entrar na sua casa, fechando a porta e por conseguinte trancando a mesma Tsuna toma rumo da cozinha neste meio tempo Dino faz a ligação para o Romario por telefone fixo.

Tsuna não esperava pela visita do Dino na sua casa, mesmo o jovem Dom da famiglia italiana seja desastrado nas suas tarefas mais simples, algo nele fazia o coração do jovem garoto Tsuna bater em ritmo acelerado, mesmo que o jovem Cavallone não venha com tanta frequência para sua casa afinal, ele tinha sua vida na Itália.

— Nossa que aroma bom! A voz do Dino retira Tsuna dos seus pensamentos. — O que é?

— Ah! Fiz café, como não sei o tipo de café que você gosta acabei fazendo expresso e de acompanhamento peguei um pedaço de bolo na qual fora feito recentemente por mim. Tsuna não se dá conta que suas bochechas ficam levemente rubras, já Dino adentra a cozinha sem cerimônia e repara na quietude da casa, ele se senta numa das cadeiras extasiado pelo cheiro do café recém feito e da aparência divina do pedaço de bolo que lhe é entregue.

— Um... Ondes estão todos da casa? Dino não queria ser intrometido, no entanto, dava para sentir o fino solitário da casa no ar.

— Minha mãe foi fazer compras junto com as crianças, Reborn foi fazer uma viagem de negócios com o 9º na Itália e Bianchi o acompanhou, Gokudera ficou doente e o Yamamoto está treinando beisebol, eu não fui com a minha mãe já que estou aproveitando o tempo para estudar sem ter o Reborn por perto. Dino fica minimamente feliz por ver que Tsuna está mudando aos poucos, em seguida ele traga a xícara de café e sorve um pouco do líquido que ainda fumegava.

— Você quer que te ajude com os estudos Tsuna? Dino faz a proposta de modo inocente, aliás queria ser um bom exemplar para aquele no qual considerara um irmão menor, bom pelo menos até aquela altura. Dino não queria admitir que gostava do Tsuna e queria ser mais do que um irmão para ele.

— Eu agradeceria, mas tem certeza disso Dino-san? Não quero que se incomode com uma coisa boba dessas. Tsuna comenta cortando um pedaço da sua fatia de bolo.

— Tenho, além disso, não é incômodo algum te ajudar com algumas questões. Dino sorri bebendo a xícara de café com certa calma. — Sem falar que é estranho ver esta casa vazia, me dá medo de andar por ela e acabar dando problemas desnecessários para você.

— Você tem razão. Tsuna sorri sem jeito enquanto acaba de devorar seu lanche, ele sentia seu rosto ficar novamente rubro.

Tsuna não repara que Dino tem um leve corar no rosto, após ambos terminarem de lanchar aproveitaram para limpar os pratos, na sua maior parte feita pelo Tsuna já que Dino quase quebrara o prato favorito da sua mãe sem querer, com isso eles se dirigem até o quarto do Tsuna.

— Este quarto não mudara nada. Dino se apressa e se senta ao redor da mesa com as pernas cruzadas olhando para a papelada de questionários na sua frente e sente uma gota de suor descer pelo seu rosto. — Vejo que você já respondeu algumas questões.

Dino pega umas folhas encima da mesa e já repara em alguns erros notáveis do Tsuna, talvez ele tenha subestimado a pessoa na sua frente, após engolir em seco olha para o Tsuna dando um sorriso amarelo e Tsuna sabia o que o Dino queria falar apenas com a expressão dele.

— Se não estiver bom é só avisar... Tsuna não conseguira completar a frase pois Dino fez um gesto negativo com a cabeça.

— Não ficou tão ruim assim, só alguns erros nos quais acho que fora falta de atenção por sua parte Tsuna. Dino comenta e Tsuna o olha surpreso.

— Ehh? Sério? Onde errei? Tsuna se aproxima do Dino sem se dar conta de que seus corpos estavam próximos a ponto do jovem loiro se sentir ansioso pela aproximação do garoto de cabelo antigravidade de cor acastanhado.

— Nestas três questões... Dino sobressalta ao perceber o quão perto Tsuna está dele. — ...Tsuna, você está perto.

O jovem Vongola toma ação de seus atos após Dino se dar ciência da sua aproximação, como que imediato Tsuna cruza as pernas sentindo suas bochechas pegarem fogo pela recente investida que dera no Cavallone o pior é o clima de constrangimento instaurado e ser em seguida quebrado pelo Cavallone que esbanje seu sorriso divertido enquanto coloca as folhas dos afazeres do Tsuna encima da mesa e o mesmo não se sente mais tenso e começa a rir junto.

Tsuna aproveita que o clima ficara tranquilo para ver as folhas nos quais Dino mostrara os erros que ele fizera, perto dele Dino observa para Tsuna desejoso, aquela aproximação do menor deixara com pensamentos impróprios. Dino se lembrara que no começo considerava realmente como um irmão menor, no entanto tendo visitado o menor em datas periódicas e sem sentido (ambas planejadas pelo Reborn) começara a sentir algo pelo jovem Vongola.

No começo pensava que era passageiro, pensava que até a besta selvagem de Naminori o faria esquecer de pensamentos pecaminosos em relação ao seu futuro chefe, mas nem mesmo Kyoya no seu treinamento mais severo o fez esquecer do rosto adorável do Dom Vongola e agora está lá ansioso, desejoso, esfomeado apenas para ter cuidado com Tsuna, pois em dias como este ele pode virar o animal mais complicado para que Dino dome.

Inconscientemente Dino se aproxima de Tsuna e lança suas pernas ao redor do corpo pequeno do Tsuna e aproxima seu corpo mais próximo do garoto de cabelos espetados para cima. Tsuna repara no modo que Dino se aproxima do mesmo e olha para cima engolindo em seco ao observar os olhos do Cavallone sobre si com um brilho misterioso no olhar.

— Dino-san. Tsunayoshi fala a modo devagar e antes que perceba depois de proferir tais palavras da sua boca Dino se aproxima seus lábios dos lábios do Tsuna.

Começando por algo simples como um selinho para depois Tsuna entreabrir os lábios e Dino começar a aprofundar o beijo a ponto de usar sua língua para explorar a boca do outro, já o Sawada não fica atrás criando uma dança desajustada de línguas e só pararam quando o fôlego se fora necessário.

— Precisamos acabar com esta lição de casa Tsuna. Dino dá um selinho na boca do jovem Vongola ignorando os apelos do seu corpo de fazê-lo seu naquele exato momento, seu pensamento é quebrado ao ouvir o pequeno dar um sorriso contido e tímido. — O- o que foi?

— Nada, só estava pensando que descobri que você não é tão desastrado quando me beija. Tsuna comenta de forma que Dino fica levemente corado, Tsuna aproveita da situação pra se escorar no corpo do mais velho, pega seu caderno de tarefas e tentar esconder seu rosto corado sem muito sucesso do mais velho. — Ei Dino, se completar a lição de casa vou ganhar um prêmio por isso?

Aquela suposição pegara o Cavallone de surpresa. Ele sabe o quão tímido o jovem Vongola é pois, o mesmo neste exato momento estava brincando com suas mãos Dino por sua vez abraçava o corpo do menor possessivamente sentindo o calor do corpo alheio passar pelo seu o fazendo ter pensamentos pecaminosamente perigosos para seu gosto, não forçaria seu desejo no menor, não queria machucá-lo mesmo que isso significasse se conter. Já Tsuna perguntava internamente se puxara o gosto por homens nada românticos da sua mãe, no entanto estava feliz por saber que o maior também nutria sentimentos por ele.

— Isso se você completar a tarefa antes da sua mãe chegar de casa. Dino comenta travesso passando seus lábios no pescoço do jovem Vongola que sobressalta arrepiado conseguindo sentir o aroma do perfume no qual passara despercebido pelo jovem loiro. — Você vai ter uma recompensa na qual não vai se esquecer.

— Mas. sozinho não vou fazer a lição a tempo suficiente para ganhar a recompensa. Tsuna expressa aborrecimento que faz o Cavallone sorrir divertido e ter o rosto levemente corado pela expressão adorável do Tsuna.

— Não se preocupe Tsuna você me tem ao lado e vou dar a certeza de completar esta lição antes de que qualquer intrometido possa interferir. Dino usa uma das suas mãos para acariciar o cabelo rebelde do Tsuna enquanto o mesmo dava dicas que como solucionar cada parte da tarefa de casa para o jovem Vongola.

Quando se fora completada a lição, Nana infelizmente chegara em casa junto não só com as crianças, como Romario estava lá junto com os outros subordinados, para a surpresa de Tsuna, Yamamoto vinha junto de Gokudera que dizia que fora curado com um dos trident mosquito do Shamal. Agora ao lado dos seus subordinados Dino não se demonstrara desastrado mostrando um lado seu no qual Tsuna evitara inutilmente corar.

Antes de se despedir do jovem Vongola, Dino o puxa para próximo sussurrando em seu ouvido a promessa de que entregaria seu prêmio em uma próxima visita, o Cavallone o fizera de modo que o corpo do jovem Vongola se esquenta de modo no qual sua aparência se assemelha muito a de um pimentão. Então Dino sai de modo calmo, já que seus subordinados estavam lá a parte desastrada do italiano desaparecia por completo. Já internamente Dino ansiava pela próxima visita e a faria inesquecível tanto para ele quanto para seu pequeno Vongola.

Notas finais
Espero que tenham gostado da one que criei com muito orgulho. Gostaram, não gostaram? Algum erro de gramática? Comentem e deixem esta autora feliz. Nos vemos numa próxima one (eu acho)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!