Notas iniciais
Imagem feita pela minha linda amiga e parceira LAPEZEPAPEL. Quero agradecer imensamente a ela pelo carinho e dedicação que ela esta tendo para ilustrar essa historia. Ainda usarei muitos desenhos dela pela frente. Obrigada amiga! https://instagram.com/lapezepapel?utm_medium=copy_link

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Algumas horas haviam se passado e a pequena igreja católica de City of Sisters havia sido arrumada para receber o corpo de Yamtcha e dar início ao velório. A funerária já tinha arrumado toda a igreja, Bulma e os Cutelos já estavam lá junto com algumas poucas pessoas que conheciam o rapaz. O corpo dele ainda se encontrava na funerária estavam fazendo as arrumações finais para levá-lo a igreja, o laudo da morte dele e o atestado de óbito já havia saído e foi declarado morte por asfixia, ele foi morto enquanto dormia e isso só reforçou as desconfianças de Vegeta sobre a morte dele não ter sido em vão e que havia algo relacionado a aquele esquema criminoso. Vegeta estava na funerária com Raditz esperando a liberação do corpo.

Bulma, Chichi e Cutelo já estavam na igreja aguardando, Bulma estava sempre perto da amiga, Chichi não estava muito bem ficava pálida e tonta o tempo todo e então não saia de perto dela. A mãe de Yamtcha chegou à cidade muito abalada e gritando aos quatro ventos que iria processar o presídio e o estado por terem colocado seu filho numa cela junto com um assassino, já tinha passado mal duas vezes mesmo antes do corpo chegar. Goku e alguns policiais chegaram à igreja e Chichi se agarrou ao namorado, Goku ficou sentado com ela em uma das cadeiras e logo Vegeta ligou dizendo que já estavam indo com o corpo, a estrutura de metal que receberia o caixão já estava montada no centro do altar da igreja. Bulma viu a mãe de Yamtcha se levantar e ir buscar um chá em uma mesa ao lado da sacristia e decidiu ir falar com a mulher.

— Senhora Reiko, tudo bem? – a mulher olhou para Bulma e fechou a cara pegou o seu chá e passou pela garota sem ao menos responder e voltou a se sentar ao lado do irmão. Bulma não entendeu, desde que a mulher chegou não tinha lhe dirigido a palavra e estava sempre olhando para ela de um jeito estranho, mas deixou para lá se ela não queria conversar não iria insistir. Voltou a se sentar ao lado de Goku e esperou por Vegeta.

***

Quando o corpo de Yamtcha chegou à igreja foi uma grande comoção verem o caixão com o corpo do rapaz dentro era a comprovação de que aquilo tinha mesmo acontecido. Enquanto os agentes funerários colocavam o caixão em cima da estrutura de metal foi um momento de muita tristeza e angústia principalmente para a mãe do rapaz que passou mal mais uma vez assim que o caixão foi aberto e viu o corpo inerte e sem vida do filho, os gritos de lamúria dela ecoava pelas paredes da igreja e causava uma angústia a todos que assistiram.

Chichi voltou a chorar nos braços de Goku que além de abraçar a namorada também abraçava amiga. Cutelo tentava tirar a irmã de perto do caixão para que ela respirasse um pouco ele estava tentando ser forte, pois precisava dar força a ela aquele momento era muito difícil e ele jamais imaginou viver algo assim. Também estava preocupado com a filha que estava muito pálida e mal conseguia ficar em pé, mas vê-la perto dos amigos lhe confortava. A igreja não estava muito cheia foram apenas alguns amigos mais antigos da família que conheceram o rapaz e muitos curiosos que vez ou outra entravam para saber quem tinha morrido.

Vegeta não tinha chegado junto com corpo e Bulma não sabia onde ele estava já que ele tinha ligado dizendo que estavam indo para a igreja. Alguns policiais da delegacia estavam lá oferecendo conforto à família inclusive o diretor do presídio que aguardava um momento para falar com a mão do rapaz. Cutelo tentava afastar a irmã do caixão, pois o homem queria conversar com eles e prestar algum apoio, mas Reiko estava irredutível e voltou a gritar aos quatro ventos de novo que iria processar o presídio pela morte do filho.

...

Bulma olhou para a porta da igreja e viu Vegeta entrando com a policial Mai e não entendeu o porquê dele está com ela ali, mas se recriminou, pois aquela não era à hora de estar sentindo ciúmes. Soltou-se do abraço de Goku ainda o deixando com Chichi e foi até a porta recebê-lo.

— Amor onde você estava? — ela pergunta indo abraçá-lo e Vegeta correspondeu lhe beijando o alto da cabeça.

— Eu tive que ir ao cartório e acabou demorando um pouco.

Bulma se soltou do abraço de Vegeta olhando agora para a mulher que estava ao lado dele.

— Oi!

— Oi Bulma, sou a Mai é um grande prazer conhecê-la, já ouvi falar muito de você. – Mai a cumprimenta olhando Bulma de cima a baixo estava surpresa, não tinha imaginado que a namorada de Vegeta fosse tão jovem.

— É um prazer também Mai, também ouvi falar de você. – Bulma sorri amarelo pra ela, também a olhando de cima a baixo.

— Sinto muito que tenhamos nos conhecido num momento tão triste para a família. – A mulher comenta e Bulma ficou ainda mais incomodada, a mulher era linda não tinha como negar e mesmo que eles estavam em uma situação em que aquele tipo de sentimento não era bem-vindo imaginar Vegeta o dia inteiro ao lado daquela mulher lhe deixou enciumada.

— Tá tudo bem por aqui? — Vegeta perguntou.

— Mais ou menos, Chichi ainda está passando mal e a mãe do Yamtcha está arrasada. — Bulma responde.

— Eu vou tentar falar com ela. — Vegeta se afastou indo para junto de Cutelo que estava com a irmã conversando com Percival, o diretor do presídio. Bulma olhou mais uma vez para a policial em sua frente e sorriu tentando ser educada.

— Senta um pouco Mai, você aceita um chá?

— Ah Claro, aceito sim. — Mai também sorriu a ela e foi se sentar ao lado de Raditz e outros policiais que já estavam na igreja.

Bulma foi até a mesa onde estava sendo servido chá e café, serviu uma xícara grande de chá a mulher, entregou a ela que sorriu e depois tornou a se sentar ao lado de Chichi e Goku. Mai tomou o chá e olhava para Bulma de longe a garota era muito bonita só não imaginou que fosse tão jovem. Se aproximou de Raditz que estava ao seu lado e comentou baixinho:

— A namorada do Vegeta é bonita não é?

— Ah, Bulma é sim.

— Eu não tinha imaginado que ela fosse tão jovem. Quantos anos ela tem?

— Ela tem 19! – responde o policial.

— Nossa muito jovem mesmo.

— A história deles é complicada sabe, eles demoraram muito para assumir o namoro. Vegeta tinha uma certa cisma por ela ser tão nova.

— Eu posso imaginar...

— Com licença Mai eu vou buscar minha namorada, ela quer vir também.

— Tudo bem Raditz pode ir. — Raditz se levantou falou com Bulma e Chichi que estavam sentadas na primeira fileira de cadeiras e depois foi falar com Cutelo e a mãe de Yamtcha que ainda estava gritando com o diretor do presídio. Percival pós conversar um pouco com a mulher saiu junto com Raditz e a mãe de Yamtcha voltou ao seu posto ao lado do caixão do filho e Vegeta se sentou ao lado de Bulma onde a garota o abraçou.

— Tá tudo bem? — Vegeta pergunta beijando a testa dela.

— Não! Eu odeio velório.

— Quer ir pra casa?

— Agora não, quero ficar mais um pouco com a Chichi.

— Não sabia que ela era tão apegada a ele.

— Bom eles cresceram juntos quase como irmãos, e ela gostava muito dele apesar de tudo. Eu tô com pena da mãe do Yamtcha, ela está arrasada.

— E não é pra menos, ele era o único filho dela, e mesmo tendo feito tantas besteiras ainda era o seu filho.

— Ah que horas será o enterro Vegeta?

— Está marcado para as 07:00 horas da manhã, vamos ficar só mais um pouco e depois eu te levo pra casa e se quiser ir ao enterro amanhã cedo eu levo você ao cemitério.

— Acho que vou levar a Chichi com a gente ela não está bem.

— Ta bom eu falo com o Cutelo sei que ele vai preferir, ele ta todo perdido tendo que dá assistência pra irmã e pra Chichi ao mesmo tempo.

— Tem mais é estranhos aqui, a Chichi me falou, quase não veio ninguém da família.

— Muitas pessoas também não gostam de velório, outras não ligam muito.

— Você demorou muito sabia? Onde você foi?

— Eu fiquei responsável por correr atrás de toda a documentação dele deixei que o senhor Cutelo ficasse livre para receber a irmã.

— E a Mai foi com você? — foi inevitável para Bulma não fazer aquela pergunta.

— Sim, ela foi comigo ao cartório...

Chichi se levantou para ir até a mesa de chá, mas ela ficou tonta novamente colocou a mão na testa e se desequilibrou. Goku e Bulma correram para junto dela antes que ela caísse.

— Chichi, o que você tem meu amor? — Goku perguntou preocupado segurando à namorada pela cintura.

— Eu só fiquei tonta Goku. – ela responde com a voz um pouco fraca. Cutelo também se aproximou da filha.

— Chichi? O que ela tem?

— Ela só está tonta senhor Cutelo. – Goku responde.

— Vamos levá-la um pouco para a sacristia Goku.

Goku e Cutelo levaram Chichi para a salinha da sacristia e Bulma foi atrás assim que chegaram sentaram a garota em uma das cadeiras e Cutelo correu para pegar um copo d'água para a filha no bebedouro. Bulma segurava a mão dela, Chichi estava gelada.

— Goku será que não é melhor levar ela para o hospital? — Bulma sugeriu preocupada.

— Não, eu não quero hospital, eu tô bem. – Chichi nega aceitando o copo de água que seu pai trazia.

— Chichi meu amor eu tô preocupado, você está pálida e tonta desde a hora que eu cheguei. — Goku acariciava o rosto da namorada e olhava para ela com aquele olhar preocupado.

— É melhor eu pegar o carro e te levar para o pronto-socorro Chichi. – Agora foi à vez de Cutelo dizer, nunca tinha visto Chichi passando mal assim.

— Não pai, não precisa. – ela diz bebendo a água e respirando fundo. _ Eu só fiquei emotiva demais ver o Yamtcha naquele caixão me lembra da minha mãe, do velório da minha mãe, eu era pequena, mas me lembro de tudo e eu não imaginava que fosse passar por isso de novo é só isso tenho. – Se justifica vendo todos olhar pra ela.

— Tem certeza Chichi? Olha para mim, me diz o que você está sentindo? – Goku pergunta.

— Eu só fiquei tonta Goku, mas já está passando.

Bulma segurava a mão da garota e percebia que ela começava a se esquentar de novo e a cor voltava pra face dela.

— Pai volta lá para o salão fica com a tia Reiko ela não tá bem, pode me deixar aqui, o Goku e a Bulma ficam aqui comigo. – ela pede.

— Tá bom eu vou voltar, mas se você se sentir mal de novo me chama e eu te levo imediatamente para o hospital.

— Tá bom papai. — Cutelo deu um beijo na testa da filha e voltou para o salão.

— Você quer alguma coisa Chichi? Quer mais um chá? — Bulma perguntou a ela.

— Eu queria um chocolate, mas fiquei com vergonha de pedir lá no salão sei lá estou no meio de um velório e com vontade de comer chocolate não faria muito sentido. — pediu e Goku e Bulma forçaram um sorriso para ela.

— Eu vou até o mercadinho ali na esquina e compro pra você e trago pra cá. — Goku diz. _ Bulma você fica aqui com ela para mim?

— Claro Goku pode ir.

Goku saiu pelos fundos da sacristia Bulma se sentou ao lado de Chichi.

— Chichi você está bem mesmo? Pode me falar agora.

— Eu estou melhor é que essa situação é muito estranha sabe eu cresci com o Yamtcha ele me defendia na escola, brigava com os garotos que faziam bullying comigo e ver ele agora naquele caixão morto é uma sensação ruim sabe.

— Eu sei e eu sinto muito mesmo Chichi eu nunca quis que isso acontecesse.

— Você não tem culpa de nada Bulma!

— Eu sei que não, mas a mãe do Yamtcha nem tá olhando na minha cara, eu tento falar com ela e ela vira as costas para mim.

— Não liga pra minha tia, ela tá em choque nada do que ela tá dizendo faz sentido.

— Eu sei disso. Você está com fome, quer comer alguma coisa?

— Não, eu estou sem fome, eu só queria que tudo isso fosse um pesadelo... — Chichi recostou a cabeça no encosto do banco e suspirou, uns minutos depois Goku voltou do mercadinho trazendo uns chocolates pra namorada Chichi comeu e disse estar se sentindo melhor e voltaram para o salão. As amigas delas da faculdade começaram a chegar, Chichi tinha colocado nas redes sociais dela sobre a morte do primo e suas amigas foram lhe dá uma força. Bulma também viu Samuel entrando na igreja, ficou surpresa por ele ter ido e se levantou da cadeira para receber o amigo.

— Sam, não achei que você viesse.

— Oi Bulma. -Sam abraçou a garota alisando as costas dela, Vegeta estava sentado na cadeira olhando os dois e não gostou da intimidade do rapaz com a namorada.

— As meninas me ligaram me contando o que aconteceu e que iriam vim dá um apoio a Chichi e vim junto.

— Que bom que veio, ela vai gostar de ver você.

— Foi o primo dela que morreu?

— Sim, depois eu te explico o que aconteceu, vem vou te levar até Chichi. – Bulma pegou na mão de Sam e o levou até onde Chichi estava sentada, mas aí passou pela fileira que Vegeta estava sentado e viu o homem olhando pra eles com aquela sua cara fechada, resolveu apresentar Sam a ele primeiro.

— Sam deixa eu te apresentar uma pessoa antes, esse é o Vegeta, meu namorado. – Vegeta se levantou para cumprimentar o rapaz o olhando com a cara fechada. _ Vegeta esse é o Sam, meu amigo da faculdade.

— Muito prazer Sam! Vem de Samuel eu suponho. – Vegeta ofereceu sua mão ao rapaz que também o olhava sério.

— Sim, Samuel, é um prazer conhecê-lo Vegeta, escuto muito falar de você. – Sam aceitou a mão que Vegeta lhe oferecia, e sentiu o homem apertar sua mão mais que o necessário.

— Ouço falar de você também. – Vegeta encarava o rapaz com aquele seu olhar inquisitivo, nunca confiava em homens perto de Bulma.

—Vem Sam, vou te levar até Chichi. –Viu Bulma pegar no braço do rapaz e gostou menos ainda.

— Com licença Vegeta. – Sam sorriu educado, não negava que o namorado da garota era intimidador. Bulma o levou até Chichi que conversava com suas amigas, ela também o abraçou assim que o viu. Chichi ficou conversando com seus amigos e Sam se aproximou de Bulma falando baixo apenas para ela ouvir.

— Seu namorado é intimidador!

— O Vegeta? Você achou?

— Com certeza, ele me olhou de um jeito...

— Não leve a mal, o Vegeta é policial então acho que esse olhar desconfiado já anda com ele.

— Ou talvez ele esteja com ciúmes de mim. – Sam sorri.

— Claro que não, o Vegeta sabe que você é meu amigo, nada a ver. — Bulma olhou para trás onde Vegeta estava sentado e viu a policial Mai sentando ao lado dele. Porque sempre que virava as costas aquela mulher estava por perto?

...

Mais um tempo se passou, a igreja estava quase vazia poucas pessoas ainda acompanhavam o velório que duraria a madrugada inteira. Bulma estava sentada com Chichi vendo a mãe de Yamtcha debruçada sobre o caixão do filho, a mulher estava mais calma, como que pouco a pouco a ficha dela ia caindo sobre o que estava acontecendo. Bulma decidiu aproveitar que ela estava mais tranquila para tentar se aproximar novamente e tentar conversar com ela. Se aproximou de Reiko no caixão colocando a mão em seu ombro:

— Senhora Reiko está precisando de alguma coisa? — à mulher ergueu o corpo olhando a garota e fechou a cara olhando Bulma com raiva e desprezo.

— Eu não quero nada e não encosta em mim! — a mulher disse com raiva e Bulma não entendeu a hostilidade dela.

— Desculpe se te incomodei senhora Reiko, só vim ver se precisava de alguma coisa...

— Eu não quero nada de você garota fica longe de mim! – Reiko agora falou alto chamando a atenção das pessoas na igreja. _ Isso tudo é culpa sua! Foi você que colocou meu filho nessa situação, você ficou seduzindo ele e depois correu da raia. Foi por sua causa que meu filho ficou preso e foi por sua causa que ele foi assassinado! — a mulher gritou sem medir as palavras completamente desorientada e abalada. Bulma ficou olhando para ela com os olhos arregalados sem saber o que dizer e como se defender depois de ter sido atacada daquela maneira. Cutelo correu para acalmar a irmã que não sabia o que estava dizendo.

— Reiko para! Você não sabe o que está dizendo, Bulma não tem culpa de nada!

— Ela tem culpa sim! A culpa é toda dela! — a mulher gritou mais alto, Vegeta também correu para tirar Bulma de perto dela.

— Controle sua irmã Cutelo! Ela está fazendo acusações infundadas! – Vegeta diz, não gostando nem um pouco daquela situação.

— Eu sei Vegeta perdoe a minha irmã ela não sabe o que diz, ela está abalada com a morte do filho e está dizendo coisas sem pensar, releve. – Cutelo tenta apaziguar a situação segurando a irmã que voltou a chorar.

— Faça ela se acalmar, eu não vou permitir que ela acuse Bulma dessa maneira, todo mundo aqui sabe o que o Yamtcha tentou fazer com ela e eu não vou permitir que ela seja atacada dessa forma!

— Eu sei Vegeta, me desculpe por isso, me desculpa Bulma, ela não disse por mal. – Cutelo se desculpa com medo de Vegeta, pois todos sabiam ali que Yamtcha não era nem um pouco inocente e começou a arrastar a irmã para fora do salão a levando para a salinha da sacristia.

Vegeta pegou na mão de Bulma vendo que a garota tinha ficado abalada com a acusação da mãe de Yamtcha e só relevou, pois sabia que a mulher estava fora de si e não deveria nem está pensando, mas não iria mais deixá-la ali, pois revelar não era o mesmo que deixar Reiko atacar a garota de graça de novo.

— Vem Bulma, vamos pra casa. — Bulma concordou com a cabeça e foi se despedir de Chichi e Goku.

— Bulma não leve a sério o que minha tia disse ela está completamente fora de si ela não quis dizer aquelas coisas. – Chichi diz.

— Tudo bem, Chichi eu entendo... — Chichi abraçou a amiga com força.

— Obrigada por tudo Bulma, se você não tivesse aqui eu não sei como eu conseguiria suportar tudo isso.

— Não precisa agradecer amiga. Você está melhor?

— Estou sim, não se preocupe.

— Você não quer ir lá pra casa comigo?

— Não, não precisa, eu também não vou passar a noite aqui daqui a pouco eu vou pra casa com o Goku.

— Eu vou pra casa agora, amanhã cedo eu volto para o enterro. — ela abraçou a amiga mais uma vez e se despediu de algumas pessoas e de seus amigos que ainda estavam lá. Todo mundo estava chocado com a forma que a mãe de Yamtcha tinha falado com a garota e muita gente começou a sair. Os amigos delas também se despediram de Chichi para ir embora.

Vegeta levou Bulma para a entrada da igreja onde o seu carro estava estacionado e ela também se despediu das amigas Raquel e Débora e por último Sam que lhe deu um abraço apertado. Apertado demais para o gosto de Vegeta que observava tudo.

— Não ligue para o que aquela mulher disse é lógico que você não tem culpa nenhuma disso. – ele diz a ela.

— Obrigada Sam...

— Eu não sei o que aconteceu com ele mais fique em paz e se precisar de qualquer coisa eu estou aqui. — Bulma sorriu abraçada ao amigo e Vegeta os olhava, não gostava muito do jeito daquele rapaz e da forma que ele estava sempre dando um jeito de tocar ou abraçar Bulma e não deixou de pensar se ele estava apenas aproveitando que a garota estava fragilizada pelas coisas que eu ouviu para poder se aproximar dela. Afinal, não confiava em garotos perto dela. Quando Sam finalmente soltou a garota Vegeta pegou a mão dela.

— Vem Bulma.

— Vegeta foi um prazer conhecer você. — Sam disse lhe oferecendo a mão para cumprimentá-lo mais uma vez.

— O prazer foi meu Samuel, tenha uma boa noite! — Vegeta responde com a sua expressão de sempre e abriu a porta do carro colocando Bulma lá dentro.

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