Código de conduta 2
6 Uma noticia nada agradável
No intervalo das aulas Bulma e os colegas foram para a cantina lanchar estavam comemorando o sucesso da apresentação que tinham feito, o grupo tinha se saído muito bem e haviam recebido a nota máxima na apresentação. Bulma estava impressionada com Samuel ele falava muito bem e tinha uma ótima dicção tinha absorvido o assunto por completo e tinha simplesmente arrasado na explicação do assunto. Havia chegado à turma com quase duas semanas que o semestre já tinha começado, mas ele tinha absorvido todo o assunto muito rápido, e era muito inteligente, e era exatamente sobre isso que estavam conversando na cantina enquanto lanchavam.
— Sam você arrasou! Sério, você mandou muito bem no assunto. — Bulma elogiou o rapaz que ficou sem graça.
— Obrigada meninas, mas eu estudei muito esse assunto não queria fazer feio. – Ele se justifica.
— Mas você mandou muito bem. — Chichi continuou. _ Naquela hora que eu fiquei travada no assunto você me complementou muito bem, nem parecia que eu tinha me esquecido do que ia falar e aquela complementada que você deu no final da apresentação foi demais. – Ela completa. Era difícil Chichi elogiar alguém que não fosse Bulma, mas teve que dar o braço a torcer.
— Me diz Sam, você trabalha o dia inteiro com seu pai como e quando você teve tempo de estudar tanto para essa apresentação? – Bulma pergunta.
— Eu estudei um pouco à noite e lá no escritório do meu pai às vezes fica tranquilo aí eu dou mais uma lida também.
— Nossa, parabéns mesmo foi uma ótima ideia colocar você no nosso grupo.
— Então continue me deixando no grupo. — O rapaz disse sorrindo para garota de cabelo azul.
— Garoto você não sai daqui por nada nesse mundo! _ Chichi brincou vendo um certo clima ali, só Bulma que não percebia. _ Tiramos nota máxima no trabalho e nem vamos precisar nos preocupar tanto com a prova final, já que estamos praticamente aprovadas nessa disciplina e ainda é à primeira unidade.
— A gente poderia sair mais tarde pra comemorar, o que acham? — Sam sugeriu olhando para Bulma.
— Bem que eu queria mesmo, mas eu marquei de sair com meu noivo hoje. — Chichi respondeu. _ Ele trabalha a semana inteira e quase não tem folga.
— E você Bulma? Poderíamos ir nós dois, quer dizer... você pode chamar as outras meninas também.
— Oh Sam vamos deixar para uma próxima, eu estou na mesma situação que a Chichi, meu namorado também trabalha muito eu só tenho tempo de ficar com ele à noite.
— Seu namorado é alguém que eu conheça? – Sam pergunta.
— Bom, não sei. Ele trabalha naquela delegacia em Chinatown gate.
— Eu não conheço, mas com certeza meu pai deve conhecer ele é muito amigo do Bills que comanda as delegacias da PF no estado.
— Ah com certeza se conhecem, o Bills vive lá dando ordens para todos os lados e sempre Vegeta me fala dele.
— E vocês namoram há muito tempo? – pergunta novamente.
— Tem um ano, mas eu conheço o Vegeta desde criança. – Bulma responde sem se importar.
— Ah então ele é mais velho?
— Sim, ele vai fazer 36. É uma história longa e complicada um dia quem sabe eu te conto.
— Isso não te incomoda? O fato dele ser mais velho?
— Na verdade não, nunca me incomodou, para falar a verdade foi isso que eu sempre gostei nele. Vegeta é muito responsável sabe, protetor e eu nunca tive boas experiências com caras da minha idade.
— E você gosta muito dele?
— Muito. A gente passou por muita coisa juntos mesmo muito antes de começar a namorar eu sinceramente não consigo imaginar minha vida sem ele.
— Hum, ele deve ser um cara legal, você fala dele com tanto carinho. — Samuel disfarçou mexendo o canudo dentro do refrigerante ele sentia que estava ficando afim da garota ela sempre foi tão gentil e legal com ele era difícil não gostar dela, mas ouvi-la falar do namorado lhe deixava incomodado às vezes, porque sabia que ela era comprometida e jamais permitiria que ele se aproximasse. Bulma, no entanto nunca tinha percebido que o rapaz olhava para ela diferente da forma que olhava para as outras meninas do grupo.
— Ah ele é sim, qualquer dia eu apresento a você. — Nesse momento o celular de Samuel começou a tocar ele pegou o aparelho do bolso e fez uma careta ao ver que era seu pai ligando.
— É o meu pai. — Bulma fez um sinal para as meninas na mesa ficarem em silêncio para o rapaz poder atender a ligação. _ Oi pai!
— Samuel preciso que venha ao escritório assim que sair da faculdade, o segurança irá lhe buscar. — Seu pai disse do outro lado da linha e todas na pequena mesa puderam ouvir através do eco do aparelho.
— Mas por que, o senhor tinha dito que eu só precisaria ir depois das 14:00 horas. – Questiona o rapaz.
— Surgiu um problema no escritório e eu preciso de você aqui ouviu bem?! — a voz do homem era firme e o rapaz ficou sem graça ao perceber que seus amigos estavam ouvindo.
— Tudo bem pai.
— Ótimo! O segurança estará na porta da faculdade, não se atrase! — o homem desligou a ligação sem nenhuma despedida e o rapaz desligou o aparelho e suspirou.
— Seu pai parece ser bem rígido, não é? — Chichi comentou, por mais que quisessem não puderam deixar de ouvir.
— Vocês nem imaginam!
— Ele obriga você a trabalhar com ele? — Bulma perguntou também, foi inevitável não ouvir.
— É mais ou menos isso, eu sou o único filho então ele vive dizendo que eu preciso aprender e cuidar dos negócios da família.
— Mas se você não quer, se não é a sua vontade você precisa falar pra ele. Ele precisa entender que não pode obrigar você a seguir os passos dele.
— Olha meninas eu já tentei, mas bater de frente com meu pai não é uma boa ideia.
— Mas você já tem 20 anos ele não pode simplesmente obrigar você a fazer algo que não quer, você já é maior de idade pode muito bem fazer suas escolhas. — Bulma disse indignada, não queria está se metendo na vida dele assim, mas Sam sempre lhe deu muita abertura para conversar e via nos olhos dele que o rapaz era infeliz com aquela situação.
— Tudo bem Bulma eu já me acostumei, a minha vida inteira foi assim não se preocupe e meu pai também não é nenhum monstro, só que ultimamente ele tem tido uns problemas no escritório eu não sei bem do que se trata, mas ele tem ficado de muito mau humor.
— Se precisar sabe que pode contar com a gente não sabe? — Bulma pegou na mão do rapaz e apertando queria mostrar a ele que tinha conseguido amigos ali.
— Eu sei, obrigada de verdade. — Sam sorriu a elas. A melhor coisa que lhe aconteceu naquele ano foi ter conhecido aquelas garotas, foi ter conhecido Bulma.
***
Eram quase 11:00 horas e a delegacia estava calma aquela manhã quase não teve ocorrências. Mai se levantou para pegar um café na máquina e no exato momento em que puxou um copinho de plástico do suporte na parede alguns policiais também pediram a ela, serviu o café a alguns deles e o único que não tinha lhe pedido era Vegeta, ele estava na mesa dele vendo algo no computador, mas sabia que o homem gostava de café ele tomava o dia inteiro e então encheu um copo grande e levou para ele. Queria puxar algum assunto, mas queria fazer parecer que fosse por acaso. Levou o copo até a mesa dele.
— Vegeta, aceita um café?
— Claro Mai. — Vegeta respondeu aceitando o copo que a mulher lhe oferecia. _ Obrigada.
— De nada, o pessoal me pediu e imaginei que você iria querer.
— Já deve ter percebido que eu sou viciado em café.
— Ah sim já percebi. — Ela disse e puxou a cadeira da frente para se sentar. _ Quer ajuda?
— Não, já estou terminando isso. — Vegeta respondeu olhando para o computador e dando uma boa golada no café, Mai ficou olhando para ele por alguns segundos não negava que aquele policial estava mexendo com ela, e jamais imaginou que aquilo aconteceria. Iria fazer um ano que tinha se divorciado e não tinha planos de se relacionar com ninguém agora, mas desde que chegou à delegacia e bateu os olhos em Vegeta sentia que ele estava começando a preencher o vazio em seu coração e a única coisa que realmente lhe fazia não se aproximar era o fato dele ter noiva. Ela poderia ser tudo, menos uma destruidora de lares, sabia muito bem o que uma traição causava em um relacionamento foi exatamente esse motivo de ter se divorciado de um casamento de quase seis anos, descobriu que a metade desses anos seu marido tinha outra mulher. Resolveu puxar um assunto para não parecer que estava encarando-o beber aquele café, que não estava encarando a forma que a garganta dele se movia enquanto ele engolia o líquido quente.
— E então, tem alguma ocorrência pra a gente mais tarde?
— Até agora não tá tudo tranquilo hoje, vou até aproveitar pra almoçar em casa. — Ele respondeu ainda olhando para o computador, mas não por falta de educação a mulher, mas sim porque queria terminar logo aquilo e ir pra casa, há dias não conseguia almoçar com Bulma e a garota já estava começando a ficar chateada com isso, hoje ele faria de tudo para almoçar com ela em casa.
— Vai almoçar com a namorada? — Mai deu um sorriso forçado.
— É, vou aproveitar essa calmaria, vou sair um pouco mais cedo para buscá-la na faculdade.
— Ela faz faculdade?
— Sim, Direito.
— Nossa que legal, é um curso muito bom.
— O sonho da Bulma é ser delegada acredita?! — Vegeta diz, era estranho como ele se sentia à vontade e conversar com Mai. Era estranho porque ele geralmente não se sentia à vontade para conversar assim com outras mulheres somente com Bulma.
— Delegada? Nossa, ela sonha alto.
— É, a mãe dela era delegada trabalhou muitos anos nessa delegacia antes de falecer e a Bulma se espelha muito na mãe.
— A mãe da Bulma era delegada aqui? Não sabia. — perguntou curiosa.
— Sim, ela foi a delegada mais jovem do estado a tomar posse, foi ela que me ajudou a entrar para polícia acho que se não fosse ela nunca teria passado nos exames.
— Nossa, ela deve ter sido uma mulher e tanto. Então foi através da mãe que você conheceu a Bulma? — ela perguntou ainda mais curiosa, pois não conhecia a história de Vegeta.
— É, mais ou menos isso, na verdade é uma longa história, mas outro dia eu te conto. – Vegeta cortou a mulher terminando de revisar um arquivo que estava no computador. _ Bom eu já terminei isso aqui, vou pedir a Luisa para imprimir para mim e vou sair. Você vai almoçar aqui mesmo? – pergunta a ela já se levantando.
— Não, acho que vou aproveitar também e vou almoçar com meus pais.
— Tudo bem então nos vemos mais tarde. — Vegeta sorriu a mulher e tirou o pen drive da CPU do computador. Mai ainda ficou um tempo sentada vendo-o se afastar e ir até a mesa de Luisa, ficou curiosa em conhecer com a história dele já tinha ouvido falar da namorada dele na delegacia e sabia que todo mundo ali conhecia a mulher e agora entendeu porque, a mãe dela era uma delegada e trabalhou ali em obviamente o Vegeta a conheceu através da mãe, mas decidiu não pensar mais nisso e se levantou indo para sua mesa e desligar o computador também iria aproveitar para almoçar em casa.
***
Tights recebeu um documento lacrado no prédio e agradeceu imensamente, pois o seu patrão estava completamente impaciente esperando aquela documentação chegar era o resultado da pesquisa que havia feito sobre o policial federal que seu patrão havia mandado. Não sabia o porquê de Freeza querer aquilo, mas sabia que o homem estava completamente mal-humorado, pois queria ter aqueles dados na mão com urgência. Assim que recebeu o documento que veio em uma pasta preta dentro de um envelope marrom lacrado tratou logo de entregar a ele. Bateu na porta do homem levemente ao ouvir o ''entra'' abriu a porta.
— Senhor Freeza com licença eu só vim me entregar a pasta com a pesquisa que me pediu. Acabaram de entregar.
— Ótimo Tights, me dê aqui. — Freeza disse parando de digitar no computador e dando total atenção a ela e ao que ela trazia.
— Demorou um pouco, mas eu consegui todas as informações que o senhor queria. Aqui está. — Ela colocou a pasta encima da mesa de frente para o homem e viu Freeza a pegar de uma vez para abrir. _ Senhor Freeza, posso lhe perguntar o motivo dessa investigação?
— É confidencial Tights, e como eu já disse, você não fez pesquisa nenhuma! – ele olhou a mulher de forma seria agora.
— Compreendi Senhor Freeza, como o senhor quiser.
— Sabe se o Dodória está no prédio?
— Creio que não senhor ele disse mais cedo que iria almoçar.
— Tá certo, estou indo também, tenho um assunto para resolver com meu filho agora. – Ele diz e se levantou colocando a pasta preta dentro da sua maleta. _ Tranque a sala Tights, anote todos os recados e mande preparar a sala 28 no segundo andar eu tenho uma reunião com meu filho agora e não quero ser incomodado.
— Está certo senhor Freeza, vou providenciar agora mesmo. — Freeza sorriu a mulher e saiu, hoje tinha muito o que resolver.
***
Antes que aparecesse algum trabalho de última hora Vegeta saiu da delegacia pegou o carro e decidiu ir buscar Bulma na faculdade para poder almoçar com ela em casa, sabia que ultimamente tinha trabalhado muito e quase não estava tendo tempo para ela a garota passa muito tempo sozinha e sempre estava lhe cobrando que eles não têm saído mais. Chegou até a faculdade e percebeu uma grande movimentação na entrada e imaginou que as aulas já deviam ter encerrado tinha muitos alunos na frente. Parou do outro lado da rua bem em frente ao portão e viu que Bulma estava lá com as amigas e com um rapaz. Ela conversava animada com eles, buzinou para chamar a atenção dela e viu que a garota olhou em sua direção o avistando ali e pelo sorriso que viu ela abrir tinha adorado a surpresa, viu quando ela se despediu de Chichi, das amigas e também do rapaz que lhe deu um abraço e um beijo no rosto. Ele não o conhecia, nunca tinha o visto antes, após se despedir dos amigos vê agora ela atravessar a rua para entrar no carro e abriu a porta para ela pelo lado de dentro.
— Oi amor que surpresa. – Bulma após entrar pulou em cima dele para lhe beijar.
— Resolvi vim te buscar para a gente almoçar, gostou?
— Claro que eu gostei, eu adoro quando você aparece de surpresa. – ela responde colocando o cinto.
— Quem é o seu amigo? — Perguntou.
— Ah, é o Sam tem uns dias que ele chegou à faculdade, ele é aluno novo.
— Sam? Esse é o nome dele? — Ele da partida no carro e olha pelo retrovisor.
— Claro que não, o nome dele é Samuel, mas todo mundo o chama de Sam.
— E aí vocês já ficaram amigos?
— Ficamos, eu o encontrei perdido no pátio da faculdade sem saber como chegar à sala, aí ajudei ele e desde então nos tornamos amigos, não só meu, das meninas também.
— Humm... E de onde esse Sam é? — Vegeta perguntou enquanto dirigia.
— Ele é daqui mesmo, mas cursou o 1º semestre em Portland, só que aí teve que vir para cá pra cuidar dos negócios do pai.
— Nossa você já sabe bastante dele né?
— Ele me contou, o pai dele é deputado sabia? Mas acho que não se dão muito bem.
— Ah é mesmo? — Vegeta fechou a cara ao ouvir a garota disparar a falar sobre o tal do Sam, do quanto rapaz era inteligente e do quanto ele absorve bem os assuntos...
***
Eram mais de 13:00 ta tarde e o sol ardia como o fogo do próprio inferno. Thomas Freeza saiu do elevador e andou pelo andar de sua sala nervoso, soltava fogo pelas ventas como as pessoas diziam. Aquele tinha sido um dos seus piores dias. Atravessou o andar para entrar em sua sala, sua secretária já estava sentada na mesa como sempre.
— Boa tarde senhor Freeza! – a moça lhe cumprimentou sorrindo, mas ele ficou em frente à mesa dela e nem respondeu.
— Mande o Dodória para minha sala agora! – ele gritou e Tights deu um pulo da cadeira algo tinha acontecido ele só ficava nervoso assim quando algo ruim tinha acontecido. O homem entrou na sala batendo à porta e ela ligou para o ramal do assessor dele agradeceu por Dodória já está no prédio, se ele não estivesse com certeza daria merda. Não soube o que aconteceu com o homem depois que ele saiu de lá levando aquela pasta que ela tinha organizado, mas sabia que ele tinha voltado com um humor terrível.
Poucos minutos depois de falar com o homem avistou Raul Dodória sair de dentro do elevador caminhando até a mesa dela.
— O que houve Tights? Estava em uma reunião. – O homem perguntou.
— Eu não sei, mas ele está daquele jeito. – respondeu a secretaria.
— Então é melhor eu ir ver o que está acontecendo. – Ele sorriu a moça entrando na sala. Freeza andava de um lado a outro com as mãos no quadril a expressão dele parecia preocupada, foi o que Dodória interpretou enquanto entrava na sala e trancava a porta.
— O que houve Freeza? Vim assim que mandou me chamar.
— Eu quero que você resolva esse problema! – Freeza disse sério pegando a pasta preta que estava em cima da mesa e entregando a Dodória, que se sentou na cadeira e colocou os óculos de grau no rosto para entender o que estava acontecendo. A pasta mais parecia um dossiê e estava cheio de informações.
— O que quer que eu faça senhor Freeza? – o homem perguntou meio confuso, aquele dossiê parecia mais a pesquisa sobre alguém.
— Eu quero que você tire essa pessoa do meu caminho, para ontem! – Dodória olhou melhor o conteúdo da pasta e se tratava de uma investigação. A investigação de um policial. O nome Vegeta Takahashi apareceu no início do documento, mas abaixo alguns dados importantes como data de nascimento, nacionalidade e outros dados e mais embaixo uma foto 3x4 do homem em questão. Dodória olhou para Freeza já começando a entender onde ele queria chegar e o homem completou de forma ríspida.
— Eu quero que tire esse policial do meu caminho, ele está conseguindo chegar até mim e isso não pode acontecer. Você sabe o que tem que fazer não sabe?
— É claro que eu sei Freeza.
— Quero que fique de olho nesse policial que descubra tudo o que puder sobre ele analise bem essas informações preciso desse homem na palma da minha mão. Ele está investigando sobre o meu esquema e pode chegar a mim a qualquer momento e sabe que isso não pode acontecer – completou Freeza de forma sombria e Dodória já sabia o que teria que fazer. Fechou o dossiê o colocando embaixo do braço
— Pode deixar senhor Freeza, o senhor vai ter o que quer... – Dodória afirma. Freeza colocou as mãos atrás das costas e foi para frente da enorme janela de vidro da sua sala, onde se tinha toda Oregon em sua frente.
— Você não irá arruinar meus planos... Vegeta Takahashi! — Disse e depois virou para o assessor que ainda estava sentado na cadeira. _ Já cuidou daquele outro assunto?
— Sim senhor, aquele assunto não vai mais incomodá-lo. — Freeza sorriu satisfeito.
— Ótimo pode sair agora Dodória e me mantenha informado.
— Claro senhor...
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