Código de conduta 2
17 O pontinho da Chichi
Assim que viu Chichi saindo do banheiro Helles se levantou e a levou até o espaço dos aparelhos, ela puxou um papel grande do rolo e estendeu sobre a maca e pediu que Chichi se deitasse, a garota deitou fechando as pernas, nunca tinha feito aquele exame antes. Helles ligou e organizou os aparelhos depois pegou uma almofada comprida e dura colocando embaixo da bunda da garota para manter seu quadril levantado, colocou suas luvas de borracha e pegou um dispositivo fino e comprido de plástico que ela chamava de transdutor portátil colocou um pouco de gel lubrificante no aparelho e o vestiu com uma camisinha e tornou colocar mais gel nele para lubrificar. Bulma tinha se levantado e ficado junto da maca com Chichi enquanto a mulher preparava os aparelhos.
Helles percebeu a cara de pânico da morena olhando dela para os aparelhos e dos aparelhos para ela.
— Chichi, você já fez esse exame antes?
— Não, na verdade não. – Chichi responde meio nervosa.
— Não se preocupe, a ultrassom vaginal é um exame para visualizar o órgão reprodutor feminino internamente podendo diagnosticar alterações em todas as estruturas da genitália interna a vagina, útero, trompas e ovário pelve e também confirmar uma gravidez, que é o que vamos fazer aqui. — Helles explicou vendo que a garota ouvia atentamente, explicar o procedimento era uma forma de acalmar as pacientes.
— E vai doer doutora?
— Não, ele pode incomodar, mas não é um exame doloroso, mas caso você sinta algum tipo de dor me avise que eu tiro imediatamente.
Chichi balançou a cabeça que sim.
— Agora abra as pernas e fique com os joelhos dobrados. – Helles pede e Chichi morrendo de vergonha fez como ela mandou. Ao lado da maca havia um aparelho de ultrassom onde apareceriam as imagens. _ Relaxe Chichi, vou introduzir o transdutor em você, me avise se sentir dor. – disse e começou a introduzir o transdutor dentro dela lentamente realmente não doía, mas Chichi sentiu um pouco de incômodo com o objeto dentro dela. As imagens eram geradas numa espécie de computador, Helles fazia movimentos com o transdutor lá dentro de forma delicada gerando as imagens internas da área pélvica da garota em diferentes planos. Bulma e Chichi olhavam para a tela vendo as imagens borradas que apareciam de uma cor sépia, Helles continuava movendo o aparelho dentro dela devagar e era bem perturbador.
— Olha ali Chichi. — Murmura Helles pressionando um botão para congelar a imagem na tela e apontando para um pontinho pequeno no meio de toda aquela tempestade sépia. _ A senhorita está mesmo grávida Chichi, esse é o seu bebê! — ela aprontou para um pontinho na tela, Chichi olhou para ele com os olhos arregalados, ela estava mesmo grávida, havia um pontinho minúsculo dentro da barriga dela, o seu bebê! Se esqueceu do pânico por um momento e encarou a tela completamente pasma e boquiaberta tinha mesmo um bebê dentro dela, um bebê dela e de Goku.
— Ainda é muito cedo para ver o coração, mas isso comprova que a senhorita está realmente grávida, quatro ou cinco semanas talvez. — Helles continuava falando enquanto continuava mexendo o aparelho dentro da garota gerando outras imagens. Bulma também olhava e podia dizer que estava emocionada olhou para Chichi vendo os olhos da garota cheios de lágrimas. _ Quer que eu imprima a imagem para você? — Helles perguntou sorrindo e Chichi balançou a cabeça que sim, ela apertou um botão na tela para que a imagem fosse impressa e depois removeu o aparelho delicadamente de dentro da garota o enrolando em um papel toalha para tirar a camisinha e depois entregou um outro pedaço de papel para que Chichi se limpasse.
— Parabéns senhorita Chichi, aparentemente está tudo bem com vocês. — disse ela enquanto Chichi se sentava. _ Vou fazer um laudo para você levar para o posto de saúde do seu bairro e já começar a dar início ao seu pré-natal.
— Tá bom. – Chichi responde ainda aérea. _ Pode ir se vestir agora vou ficar esperando você na mesa para eu passar mais algumas recomendações.
Bulma ajuda Chichi a levantar da maca e levou a amiga até o banheiro, não sabia explicar a cara de Chichi que se misturava com felicidade e pânico, deixou ela lá se vestindo e se sentou na cadeira enquanto Helles digitava sem parar no computador. Poucos minutos depois Chichi voltou já vestida, Helles fez mais algumas recomendações, mas a garota praticamente nem ouvia, a sorte dela era que Bulma estava bem atenta, ela ainda estava meio em choque antes tinha uma suspeita e agora uma realidade estava mesmo grávida e por mais que estivesse apavorada não poderia negar que a cada segundo que se passava começava a gostar daquela ideia de saber que tinha uma vida crescendo dentro dela, o que era estranho, pois desde que fez o teste de farmácia já sentia isso, no fundo ela sabia que ele estava ali uma vida que ela criou com amor. Sempre quis ser mãe só não imaginava que fosse ser tão cedo.
Depois que acertaram tudo com Helles se despediram dela e saíram da clínica Chichi estava em silencio e Bulma sabia que ela estava processando tudo.
— Acho bom nós irmos logo ao posto para agendarmos o seu pré-natal. – Bulma diz e esperou que ela dissesse alguma coisa.
— Tem um bebê aqui dentro de mim Bulma... E ele ainda é só um pontinho... – Chichi sussurra colocando a mão na barriga de forma protetora.
— Bom, a gente já sabia né que tem um bebê dentro de você e agora o que você pensa em fazer? – Bulma segura na mão dela para atravessarem a rua, Chichi estava muito aérea.
— Eu sinceramente não sei...
— Mas eu sei, o primeiro passo é contar pro Goku e depois contar para o seu pai.
— Meu Deus, meu pai vai me matar!
— Agora é tarde pra pensar nisso Chichi, você tá grávida e não pode mais esconder isso.
— Eu sei, só me dá um tempo tá bom eu preciso digerir isso.
— Tempo Chichi? Que mais tempo você quer? Você precisa contar para sua família e decidirem juntos o que fazer a partir de agora. – Bulma se zanga, desse jeito Chichi só vai contar quando estiver parindo.
— Mas não é fácil Bulma, por favor, não é a sua vida inteira que está prestes a mudar!
— Eu sei disso Chichi, mas ficar escondendo também não é uma melhor solução, nada vai se resolver assim.
— Eu sei é só uns dias, eu só preciso assimilar a ideia, pensar em como contar, só uns dias prometo!
— Tá bom, você quem sabe, a vida é sua, mas não acho que vai fazer alguma diferença. Então vamos lá no seu posto ver se conseguimos agendar seu pré-natal?
— Vamos. – concorda.
Bulma chamou um taxi pelo celular e ficaram esperando, poucos minutos depois ele chega e as duas foram ao bairro de Chichi, passou a tarde inteira com a amiga no posto de saúde do bairro dela para tentar marcar o primeiro pré-natal da morena, Chichi estava morrendo de vergonha, pois havia muita gente conhecida dentro do posto e Bulma não entendia o motivo dela querer esconder aquilo gravidez não era algo que se poderia esconder, mas tentava não julgar deixou que Chichi decidisse o que era melhor para ela.
***
Vegeta e alguns policiais estavam no shopping Oregon trail Center em Gresham, mas não estavam a passeio e sim, pois receberam uma denúncia de que houve um grande roubo dentro do shopping a pouco mais de meia hora onde cerca de $50.0000 dólares foi roubado de dentro de uma das maiores lojas de roupas. Vegeta mandou que todas as entradas e saídas do shopping fossem fechadas, pois o ladrão ainda poderia estar lá dentro, o possível suspeito era um dos funcionários da loja, pois somente eles poderiam ter acesso ao cofre da loja onde se guardava o dinheiro então todos estavam sendo interrogados e ninguém entrava e saía de dentro da loja que também foi lacrada. Mai também estava com eles e reunia os funcionários dentro de uma sala para serem interrogados pela polícia enquanto Turles e Broly ficavam junto ao dono da loja coletando informações sobre os funcionários que estavam de folga naquele dia e se algum deles mesmo estando de folga teve contato com a loja, pois eles também seriam interrogados afinal, todos ali eram considerados suspeitos até que se prove o contrário.
Aquele caso não era novidade para Vegeta já tinha visto casos assim antes e sempre sabiam o desfecho, eram sempre mais de um funcionário que se uniam para roubar o lugar onde trabalhavam. Havia câmeras por toda a loja, mas quem fez isso conhecia bem a posição de cada câmera e não foi notado era uma pessoa esperta e que com certeza já estava armando isso há muito tempo.
Enquanto o interrogatório acontecia o dono da loja sentiu falta de dois funcionários que tinham saído para almoçar e não tinha retornado ainda, dos 29 funcionários que a loja possuía que se revezavam entre os 2 turnos de trabalho, tirando os que estavam de folga naquele dia só haviam 24 presentes. Vegeta soou um alarme enviando viaturas atrás dos dois funcionários, pois eles sim estavam na lista número um de suspeitos. O gerente da loja informou que os funcionários geralmente almoçavam dentro do próprio shopping na praça de alimentação, Vegeta e Mai foram até lá e confirmaram com o dono do restaurante, onde geralmente os funcionários almoçavam, a presença dos dois funcionários citados eles realmente almoçaram lá como de costume mais saíram mais cedo.
Vegeta pediu imediatamente as câmeras da praça de alimentação e dos demais corredores que dão acesso a ela, subiu até a sala de segurança do shopping junto com alguns seguranças e todo o material que pediu estava diante dele. O roubo do cofre aconteceu às 12:25 e exatamente 12:40 os homens se sentaram à mesa e almoçaram usando o uniforme da loja, eles comeram durante mais ou menos 15 minutos e saíram, também olharam as câmeras do estacionamento e viram quando eles saíram juntos em um carro, que supostamente era de um deles, e que estava estacionado na vaga de funcionários do shopping, mas não retornaram à loja e as 13:05 o gerente da loja percebeu o cofre aberto e soou o alarme de segurança.
Vegeta ficou completamente intrigado, pois os funcionários não estão autorizados a saírem do shopping eles almoçavam, descansavam durante 20 minutos e retornavam a loja, porém os homens saíram do shopping em horário de trabalho exatamente 20 minutos antes da polícia chegar e durante a gravação Vegeta também percebeu que um dos homens parecia bem nervoso olhava incessantemente para os lados segurando sua mochila, aquilo não era exatamente uma prova, mas ele era policial a tempo demais para reconhecer uma.
— Soe o alerta, emita dois mandados de prisão, são eles! — Vegeta ordena a Raditz que também acompanhava as gravações com ele.
— Eu também não tenho dúvidas Vegeta, vou ligar agora mesmo para o DP. — respondeu o homem prontamente também concluindo o mesmo que o amigo.
— Mai ligue para o Kuririn passe a ele a placa do carro e peça para que ele os rastreie.
— Certo Vegeta, vou fazer isso agora mesmo!
Enquanto aguardava Vegeta subiu para a loja novamente e conversou com o gerente sobre o perfil dos dois homens, há quanto tempo eles trabalhavam lá, como tinha se dado a contratação deles e no que exatamente eles eram responsáveis na loja. Cerca de 10 minutos depois Vegeta recebeu pelo comunicador a notícia de que o carro de um dos funcionários da loja foi visto na Homestead drive e estava em alta velocidade, Vegeta partiu com Mai para lá deixando ainda policiais dentro do shopping, recebia o tempo inteiro as informações pelo rádio e cerca de algum tempo depois o carro foi interceptado pela polícia quando ele tentava entrar na avenida Jones loop que ficava a mais de 20 km do shopping. Eles atenderam a chamada da polícia para que parassem o veículo e os policiais Tenshinran e Zarbon foram os responsáveis pela abordagem, os dois funcionários estavam dentro do carro e ao fazer uma vistoria encontrou a mochila de um deles com os $50.0000 roubados da loja, os dois homens foram encaminhados imediatamente a polícia e presos em flagrante.
***
Freeza estava assinando uns documentos em sua sala, tinha aberto alguns botões do paletó risca de giz para ver se refrescava um pouco, o dia estava extremamente quente e nem o ar condicionado dava jeito. Ouviu uma batida na porta e logo Raul entrou.
— Dr. Freeza posso lhe falar um minuto?
— Claro Dodória, entre.
— Só vim avisar que chegou mais um carregamento, mando para o porto ou para o galpão. — o homem disse chamando a atenção do deputado.
— Ótimo, mande para o porto, quero tudo isso fora de Oregon amanhã no mais tardar.
— Como o senhor quiser.
— Mande o pessoal separar tudo à noite, deu tudo certo com a documentação?
— Sim, nossos aliados da alfândega Brasileira facilitou o processo como sempre. – responde vendo o agrado do chefe. _ Freeza posso lhe fazer uma pergunta?
— Faça!
— É algo que tenho pensado há um tempo, você vai contar para o seu filho dos nossos outros negócios?
— E o que acha? Eu deveria contar a ele? – Freeza coloca uma perna sobre a outra e encara o assessor.
— Bom, ele é seu filho e seu único herdeiro, acho que uma hora ele devera saber, até porque o senhor já usa o nome dele há um tempo com o sobrenome da mãe.
— Eu ainda estou preparando o terreno, Sam é muito emocional, emotivo e dramático igual à mãe ele não entenderia.
— Entendo senhor...
— Samuel é daqueles garotos que acham que o mundo inteiro é colorido, ele não se parece nada comigo não teria pulso para assumir os meus negócios, pelo menos não ainda.
— Mas eu achei que era o que o senhor queria, trouxe ele para trabalhar aqui no escritório.
— Sim, preciso muito dele aqui, mas por enquanto quero que ele cuide desse escritório e das pendências que tem aqui, é pra isso que pago aquela faculdade que é o olho da cara! Não vou envolver o nome do Samuel mais que o necessário, a não ser que eu precise.
— É, o senhor tem razão. Eu descobri algo interessante sobre aquele policial. – diz antes que se esquecesse.
— É mesmo?
— Ele tem uma filha, quer dizer, ele cria uma menina desde criança parece que a mãe morreu e ele assumiu a guarda dela como seu tutor legal.
— E o que tem demais nisso?
— É aí que fica interessante, no ano passado ele assumiu namoro com essa garota.
— Tá falando sério? Então esse policial não é tão bonzinho como parece? – Freeza agora se interessou pelo assunto.
— Parece que os dois se apaixonaram e agora de tutor legal ele passou a ser namorado dela e descobri também que ela faz Direito na mesma universidade que seu filho.
— Olha, olha. — ele cruzou as mãos e trocou a perna de posição encostando as costas na cadeira. _ Que coisa interessante, descobriu quem é a garota?
— Mas é claro, o nome dela é Bulma. Bulma Briefs, ela é filha de Meirin Briefs, aquela delegada que causou um alvoroço por aqui há uns anos. Eu tenho uma foto dela aqui. — Dodória disse pegando seu celular e abrindo a galeria colocando na foto da garota que tinha pegado no arquivo. _ É essa.
Freeza olhou a foto da garota sorridente de cabelos e olhos azuis, mas aquele rosto não era estranho ele já viu aquele rosto de anjo em algum lugar.
— Você disse que ela estuda na mesma universidade que o Sam? – estreita os olhos para a foto.
— Sim, segundo semestre de Direito na Oregon State University.
— Mas é claro, eu já vi essa garota, ela estava na minha casa outro dia na piscina com meu filho. – lembra o homem, jamais esqueceria aquele rosto.
— Tá falando sério? Quer dizer que Samuel é amigo da namorada do policial?
— Que coincidência interessante... — Freeza comentou olhando a foto da garota e seus lábios se curvaram em um sorriso.
— Coincidência mesmo senhor Freeza, mas o que pensa em fazer?
— Por enquanto nada, continue de olho nele, se ele persistir em me investigar aí sim eu vou atacar, já sei tudo o que preciso sobre ele, e acho que já descobri quem é seu ponto fraco. – olha mais uma vez para a foto da garota sorridente e entrega o celular a Dodória.
...
— Boa tarde Tights, como está? – Sam chega ao escritório para trabalhar durante a tarde com o pai e como sempre ele chega e cumprimenta à secretaria que estava sempre sorrindo.
— Boa tarde, estou bem e você?
— Estou bem também, meu pai está na sala?
— Sim está, mas está conversando com o Dodória já tem um tempo e nem adianta tentar entrar a porta está trancada. – A loira responde.
— O que eles tanto conversam? – Sam estava desconfiado das atitudes do pai há um tempo, mas não fazia ideia do que tanto ele escondia.
— Não faço ideia, mas vivem assim as portas trancadas.
Assim que Tights parou de falar a porta ao lado do escritório de Freeza foi aberta e Dodória saiu de lá de dentro, sorriu ao ver o rapaz em pé ao lado da mesa da secretária.
— Samuel meu rapaz, seu pai está lhe esperando.
Sam sorriu para a moça e entrou na sala do pai.
***
Vegeta estava finalizando o relatório do dia em seu computador para depois voltar pra casa estava louco para chegar e ficar nos braços da sua azulada sentia falta dela o tempo inteiro e se pudesse colaria ela em seu corpo para não sair mais assim evitaria um tal garoto de nome Samuel ficar na cola dela. O pessoal já começava a encerrar o expediente e Mai se aproximou dele.
— Vegeta não vai embora?
— Vou daqui a pouco, só vou terminar isso aqui. – responde.
— O pessoal tá marcando uma saideira, vamos?
— Não, eu vou para casa, hoje eu tô morto!
— Vamos Vegeta! Só vamos tomar umas cervejas e jogar conversa fora, essa semana foi bem puxada. — Mai tentou convencê-lo colocando a mão no ombro dele.
— É sério Mai, deixa para uma próxima eu quero mesmo ir para casa e ficar com minha Bulma. — ele negou tentando não ser grosso.
— Bulma é uma mulher de sorte! – ela sorri amarelo.
— Só não há nada que me interesse mais do que ficar com Bulma só isso.
— Não tem nada que eu possa fazer com para te convencer?
— Não, deixa mesmo para uma próxima.
— Tudo bem então, se você mudar de ideia estamos no bar Maven.
Vegeta sorriu apenas para ser educado, mas não tinha intenção de aceitar o convite ele tinha outros planos agora. Encerrou o relatório mandando para o e-mail de Satan e fechou o computador tinha alguns policiais treinando na academia, mas decidiu não ir se lembrou que tinha prometido a Bulma há um tempo a lhe ensinar atirar e ainda não tinha cumprido sua promessa, o galpão de treinamento onde eles geralmente treinavam estava vazio àquela hora e decidiu levar sua garota para ensiná-la de uma vez por todas. Não que a visão de Bulma com uma arma na mão lhe agradasse, mas sabia dos perigos em que eles viviam, em sua casa sempre tinha uma arma guardada Bulma sempre soube onde elas estavam, mas nunca mexia nelas, mas queria deixar a garota pronta para caso algum dia ela precisasse usar queria que ela soubesse se defender já que ele não estaria ali para sempre para protegê-la.
Pegou o carro saindo do estacionamento da delegacia e ligou para a garota.
— Oi amor! — Bulma disse assim que atendeu.
— Oi, você ainda quer ter aquela aula de tiro? — ele perguntou e sorriu.
— Mas é claro que eu quero! – a garota responde eufórica.
— Então se arruma que eu tô passando aí em 15 minutos e pego você.
— Aonde a gente vai?
— Vou te levar no galpão de treinamento, hoje você vai aprender atirar.
— Isso! — Bulma comemorou pulando. _ Que tipo de roupa eu visto?
— Visto alguma coisa leve, quero te dar umas aulas de defesa pessoal depois.
— Tá bom! — Bulma desligou e continuou comemorando há tempos que ela pedia a Vegeta para lhe ensinar a atirar, afinal ele era policial e sempre tinha arma em casa e apesar de nunca ter encostado em nenhuma queria saber se defender caso precisasse. Correu para o quarto, ele disse para que vestisse uma roupa leve então colocou uma calça legging preta e uma camiseta rosa, calçou o seu all-Star e prendeu os cabelos no alto em um rabo de cavalo e vestiu um casaquinho também rosa por cima da blusa e ficou esperando Vegeta chegar.
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