Código de conduta 2
60 Eu amo você menina...
...
Alguns minutos depois de comerem Dona Rafaella volta trazendo duas cumbuquinhas pequenas cheias de doce para o casal.
— E então, vocês gostaram da comida? — ela pergunta ansiosa sorrindo para eles.
— Dona Rafaella estava uma delícia. – Bulma elogia. _ Eu entendi porque todo mundo vem comer aqui.
— É tenho que admitir. Esse foi o melhor carneiro que eu já comi. — Vegeta também dá o braço a torcer, era justo quando deveria.
— Eu disse a vocês, minha comida é a melhor da região, pois eu faço com todo amor e carinho como se estivesse cozinhando para o meu filho e para as minhas netas. – ela abre um enorme sorriso, ela adorava quando seus clientes ficavam satisfeitos. _ Eu trouxe de sobremesa um doce de leite com coco para vocês experimentarem é por conta da casa. — ela colocou os pratinhos na mesa e Vegeta vê os olhos de Bulma brilharem ao se deparar com o doce diante dela.
— Obrigado Dona Rafaella!
— Eu gosto que os meus clientes saiam daqui felizes...
Vegeta sente seu celular vibrando no bolso e quando pega vê que é uma ligação de Raditz.
— É o Raditz ligando Bulma, vou atender, não sai daqui.
— Tá bom.
— Com licença Dona Rafaella.
— Fique à vontade meu rapaz.
Vegeta se afasta e suspira de alivio a ligação de Raditz iria lhe salvar dá falação da mulher.
— E então, gostou do doce? — Rafaella pergunta arregalando os olhos para a garota enquanto Bulma dava uma colherada no doce notando que a mulher ainda estava ali e não tinha muito a intenção de sair.
— Está uma delícia, eu amo doce. – ela sorri meio seu jeito.
— Se quiser depois eu te mostro os outros sabores que eu tenho aqui eu faço mais de 30 variedades de doces, compotas e geleias você com certeza vai gostar!
— Dona Rafaella a senhora mora aqui há muito tempo? — Bulma pergunta para ser educada tinha gostado do jeito da mulher ela era simpática e muito alegre mostrava ser muito de bem com a vida e gostava de conversar com pessoas assim, no momento ela precisava falar com pessoas assim. Rafaella puxa a cadeira da ponta e senta para contar sua história.
— Ah sim, moro aqui há muito tempo, eu nasci nessa cidade e cresci aqui, mas aí quando completei 18 anos eu fui para os Estados Unidos estudar e fiz gastronomia lá sempre tive vontade de ter o meu próprio restaurante, mas aquela cidade era muito grande, cheia de lanchonetes e restaurantes em todo lugar e eu me senti insegura aí a minha mãe adoeceu e eu voltei para cá para ficar com ela nos seus últimos dias sabe, minha mãe faleceu e logo depois o meu pai, eu conheci o meu esposo e montamos juntos esse restaurante. – ela explica de forma rápida e sem engolir nenhuma palavra, sempre com um sorriso no rosto.
— A senhora então conhece muita gente aqui né?
— Conheço sim, essa é uma cidade muito acolhedora e de gente muito honesta e trabalhadora todo mundo cuida da sua própria vida, mas quando precisa sabem se unir para ajudar o próximo.
— Eu gostei daqui, é bem calmo e tranquilo...
— Ah é sim, aqui vive cheio por conta dos turistas vem gente de todo canto conhecer as nossas praias e os nossos artesanatos, praticamente tudo que é consumido na cidade é cultivado aqui mesmo. Aqui é uma cidade sem muitas oportunidades de emprego então todo mundo se vira como pode.
— É, eu entrei em algumas lojas e tem muitas coisas bonitas aqui dá vontade de comprar tudo.
— E os turistas compram mesmo eles adoram as artes. Mas o que você faz em Oregon? – pergunta bem curiosa.
— Eu sou estudante, estou no segundo semestre de direito e o Vegeta é policial.
— Nossa, mas ele tem cara mesmo de policial, esse jeitão todo fechado.
— Ele é assim mesmo, mas no fundo é uma ótima pessoa.
— E muito bonitão! Com todo o respeito.
Bulma ri e vê duas menininhas completamente iguais correndo entre as mesas do fundo e Rafaella as chama:
— Meninas! Parem de correr, venham aqui! — as duas obedecem à sorridente senhora e andam até ela. Bulma olha impressionada em como elas eram completamente iguais, estavam usando vestidinhos rosa de babados e um laço na cabeça e elas tinham muitas sardas no rosto. _ Deixa-me apresentar vocês a minha mais nova amiga, essa é Bulma. Bulma essas são minhas netas Alice e Aline. — Rafaella apresenta e as meninas sorriram, mas nunca que Bulma iria conseguir distinguir quem era uma e quem era outra.
— Oi! Como vocês estão? Vocês são lindas sabia? – diz as meninas.
— Obrigada moça! — uma delas diz.
— E vocês duas já almoçaram? – Rafaella pergunta.
— Já vó!
—Mal comeram e já ficam correndo por aí crianças são demais!
— São mesmo. Vocês são lindas, onde está à mãe de vocês? – Bulma pergunta.
— Mamãe não está mais aqui. – responde uma.
— Ela está morando com papai do céu! — agora a outra completa e Bulma se arrepende completamente de ter feito a pergunta.
— Meninas vão brincar e parem de ficar correndo vocês vão cair e machucar.
— Tá! — elas voltam a correr ignorando totalmente o pedido da avó e Bulma se desculpa.
— Dona Rafaella me perdoe, eu não poderia imaginar...
— Tudo bem minha filha, não se preocupe com isso. – a mulher volta a sorrir ajeitando os guardanapos no suporte.
— O que aconteceu com a mãe delas?
— A minha nora faleceu no parto ela teve uma gravidez muito difícil sabe, ainda mais por serem gêmeas ela acabou não resistindo. O meu Jonas ficou arrasado, ela se foi, mas deixou esses dois tesouros com a gente.
— Eu sinto muito mesmo.
— Obrigada, mas desde pequenininhas eu sempre digo para elas que a mãe não está mais nesse mundo e que agora vive com nosso senhor Jesus, eu nunca menti não quero que elas cresçam esperando uma mãe que não vai aparecer.
— É eu sei como é isso...
— Você também perdeu sua mãe criança?
— Sim, minha mãe morreu quando eu tinha 8 anos.
— Oh pobrezinha! Deve ter sido muito difícil para você.
— E foi mesmo, mas ainda bem que eu sempre tive o Vegeta comigo sem ele eu acho que eu não teria conseguido suportar.
— A vida é assim mesmo, às vezes elas nos tira pessoas importantes, mas vai colocando outras no lugar e assim nunca ficamos sozinhos.
— A senhora tem razão. – Bulma sorri para a mulher, gostou de conversar um pouco com ela.
— Bulma! — diz Vegeta voltando para a mesa e Rafaella se levanta.
— Por favor, fiquem à vontade eu vou ver se os outros clientes estão precisando de alguma coisa. — ela sorri para a moça e para o namorado que voltava a se sentar e sai por um momento.
— Tá tudo bem? – Vegeta pergunta a ela.
— Tá. Eu que acabei de cometer uma gafe, mas deixa pra lá. Tá tudo bem na cidade?
— Está, Raditz está tomando conta da obra e disse que está voltando a parecer nossa casa de novo.
— Que bom, eu não vejo à hora de voltar pra casa.
— Já quer ir embora daqui?
— Daqui não! Mas não quero ficar na casa do Raditz eu não quero tirar a privacidade dele.
— Eu sei, logo, logo nossa casa vai ficar pronta e vamos voltar para lá. O que estava conversando com a Dona Rafaella?
— Ela estava me contando à história dela.
— Tenho certeza que deve ser bem interessante. — Vegeta debocha.
— Nossa Vegeta, como você é insensível.
Ele sorri provocativo.
— O que você quer fazer agora? Ainda temos a tarde inteira livres.
— Eu não sei, o carro já está cheio né? Não dá para a gente comprar mais nada.
— Se quiser a gente pode dar uma volta conhecer alguns lugares e depois a gente volta para o chalé.
— Tá bom.
Decidiram. Ficaram mais um tempo descansando do almoço e depois foram pagar a conta, Dona Rafaella fez questão de mostrar a eles os seus doces, geleias e compotas e Bulma acabou levando um pote de doce e outro de geleia, mas não era novidade pra Vegeta. Se despediram da mulher simpática e do filho dela e voltaram a andar e conhecer a cidade. Entraram em mais algumas lojas que vendia artesanatos e bateu muitas fotos com o celular de Vegeta, aquele dia na cidade tinha lhe feito muito bem e queria aproveitar isso depois de tudo que passaram e de quase perderem um ao outro passar um dia assim era muito importante para que eles conseguissem superar a vida, não era fácil, mas não precisavam fazer dela ainda mais difícil.
***
Era quase noite quando Vegeta e Bulma voltaram para o chalé, tinham rodado pela cidade inteira e conhecido muitos lugares e estavam cansados. O dia foi se acabando rápido. Bulma foi dormindo o tempo quase todo no carro a temperatura estava caindo muito rápido e já começava a fazer frio. Quando chegou à ilha estacionou no terreno do chalé, já era noite e acordou a garota do seu lado.
— Bulma, acorda! — ela ronronou e abriu os olhos.
— A gente já chegou?
— Já sim!
— Nossa, eu nem vi o tempo passando. – ela diz e boceja.
— Você dormiu a viagem toda. — ele desceu do carro e Bulma desceu logo em seguida olhou para o mar adiante esticando a coluna e vendo o quanto as ondas estavam calmas e uma brisa gostosa batia. À noite aquela área da praia ficava toda iluminada por luzes brancas e em volta da casa também e Bulma não tinha percebido isso antes.
— Como fica bonito aqui fora à noite. – ela comenta.
— Fica mesmo, Mathias encheu isso aqui de luz. Vem, vamos entrar, está esfriando, vou acender a lareira. Vai entrando que vou levando as coisas.
— Deixa que eu te ajudo tem muitas sacolas aí.
Vegeta abre o porta-malas e começou a ir pegando as sacolas e levando para dentro, Bulma vai colocando no chão do quarto e minutos depois Vegeta entra com as últimas sacolas e diz a ele:
— Sabe do que a gente esqueceu? De comprar uma mala grande para poder guardar essas coisas. – lembra.
— É mesmo, mas a gente compra antes de ir embora.
— Depois eu vou colocar tudo aqui no guarda-roupa.
— Deixa isso pra depois. Quer tomar banho primeiro?
— Eu quero.
— Tá bom, eu vou lá no fundo pegar mais lenha e vou acender a lareira.
Vegeta lhe dá um selinho rápido e sai do quarto. Bulma pega algumas sacolas para ver o que comprou, mas decidiu não arrumar nada agora iria fazer isso no dia seguinte que teria mais tempo. Procurou pela sacola dos cosméticos que tinha comprado estava ansiosa para experimentar eram todos produtos naturais e ela gostava de produtos assim que não agrediam a natureza e muito menos os animais. Já era noite, mas queria lavar os cabelos para experimentar o shampoo tinha comprado um secador na cidade então não teria problemas.
Colocou todos os produtos no banheiro e usou o chuveiro mesmo, experimentou o shampoo, condicionador, o sabonete corporal e adorou o cheiro.
Vegeta foi até o casebre nos fundos da casa e pegou um pouco mais de lenha para acender a lareira e esquentar o ambiente. Bulma estava no banho e não queria interromper sabia que ela deveria estar experimentando as coisas que comprou ela sempre fazia isso quando comprava coisa nova então decidiu tomar um banho no banheiro do outro quarto e assim deixar ela à vontade. Entrou na suíte principal apenas para pegar uma roupa e pôde sentir a quantidade de cheiros diferentes que vinha de dentro do banheiro, ela não sairia de lá por tão cedo, mas deixou ela à vontade. Tomou seu banho e se vestiu, voltou para a sala e ficou pensando no que iria fazer para o jantar nem sabia se Bulma iria querer comer alguma coisa eles tinham comido muito na cidade tinham experimentado quase tudo que estava sendo vendido nas barraquinhas, iria esperar ela sair do quarto para ver o que ela ia querer.
Ligou o som para colocar um pouco de música no ambiente deixou sintonizado na rádio local e começou a tocar a música do Tim Maia. Eu amo Você.
Toda vez que eu olho
Toda vez que eu chamo
Toda vez que eu penso em lhe dar ah ah
O meu amor, oh oh, meu coração...
Vegeta olha para a entrada do corredor vendo Bulma entrando na sala usando um vestido azul de manga comprida e de um decido bem leve que batia no meio das coxas.
(Pensa que não vai ser possível)
De lhe encontrar
(Pensa que não vai ser possível)
De lhe amar
(Pensa que não vai ser possível)
De conquistá-la...
— Você está linda Bulma! — ele a olha sorrindo de cima a baixo e se surpreendia em como ela ficava cada vez mais linda.
— Você gostou? É um dos que eu comprei hoje. — ela dá uma volta para mostrar o vestido no corpo.
— Está linda, vem cá, dança comigo! — Vegeta a chama estendendo a mão para ela.
— Desde quando você dança? – ela levanta a sobrancelha, mas aceita a mão que ele lhe oferecia e Vegeta a puxa para perto do seu corpo.
— Tem muita coisa que você ainda não sabe sobre mim Bulma! – diz e coloca uma mão na cintura dela e com a outra acaricia seus cabelos e começa a dar alguns passos com ela para lá e para cá.
— E quem é você Vegeta Takahashi? – ela pergunta e ele aproxima o rosto do ouvido dela.
— Sou um homem louco por uma mulher e capaz de qualquer coisa por ela... – ele sussurra e Bulma sente seu corpo se arrepiar com o contato do hálito dele em sua nuca.
— Você está muito cheio de segredos ultimamente. – ela diz com ele a conduzindo pela sala, com seus corpos bem colados.
— Só quero que nosso dia continue perfeito.
— Mas desde quando você dança? — pergunta impressionada, nunca tinha visto Vegeta dançando antes, mesmo quando era uma música lenta. Vegeta se moviam com ela ao ritmo da música.
— Desde hoje!
— Acho que eu não sei tudo sobre você...
— Tem uma coisa que você precisa saber Bulma... — diz encostando a sua boca no ouvido dela.
— Eu amo você, menina...
Eu amo você.
Eu amo você, menina...
Eu amo você.
Começou a sussurrar no ouvido dela o refrão da música enquanto ainda dançava com ela.
— Toda vez que o olho, toda vez que eu chamo, toda vez que eu penso em lhe dar, ah ah...
Ele olha para ela acariciando o rosto da garota com a ponta dos dedos sem deixar de soltar sua cintura.
— O meu amor oh oh, meu coração, pensa que não vai ser possível, de lhe encontrar, pensa que não vai ser possível, de lhe amar, pensa que não vai ser possível de conquistá-la. Eu amo você, menina. Eu amo você, juro. Eu amo você, eu amo você...
Bulma olhava para ele com os olhos marejando, seu coração já estava batendo acelerado dentro do peito, como se fosse ensaiado ele aproveitava a letra da música para lhe fazer uma declaração de amor.
— Juro que te amo. Eu te amo, baby, eu te amo...
— Eu também te amo Vegeta, eu te amo muito e tudo que eu quero é começar com você esquecer tudo o que passou.
— E vamos esquecer, juntos, como sempre fizemos. — ele contornou os lábios dela com o polegar sem deixar de ser mexer com ela pela sala, os olhos dele estavam pregados nela sem querer desviar. _ Eu estou com tanta saudades de você Bulma, do seu cheiro, do seu beijo, do calor da sua pele... ele disse roçando o nariz no rosto dela, suas mãos passavam pelos braços da garota a apertando sentindo a pele dela quente e perto da sua. O cheiro dela lhe invadia de uma forma que mexia com todos os seus sentidos mais primitivos. Bulma inclina a cabeça para trás deixando o seu pescoço livre. Vegeta cheira seu nariz contornando o pescoço dela com ele. Bulma tremeu e seu corpo de arrepiou quando sentiu o hálito quente de Vegeta em seu pescoço, tinha tanto tempo que ele não lhe tocava e não podia dizer que não estava sentindo falta, seu coração subia e descia, Vegeta aspirava seu perfume enquanto espalmava a mão aberta em suas costas.
Bulma olha para ele agora e ver os olhos dele escuros naquele tom de negro intenso que fazia seu coração bater mais rápido, enroscou os braços em volta do pescoço dele e mordeu os lábios devagar. Vegeta a aperta forte pela cintura e sente que ela não colocava nenhuma resistência, aproximou seus lábios dos dela e a beijou devagar Bulma abriu a boca para recebê-lo e não queria mais pensar em nada está com ele ali era tudo o que importava. Apertou os braços dele, Vegeta entrou com uma mão por dentro dos seus cabelos e puxou sua cabeça pra trás intensificou o beijo sem dar tempo dela respirar, não conseguia mais segurar, seu corpo ardia de desejos por ela e não podia mais ignorar isso. A segurou com força em seu corpo enquanto sua boca a devorava com paixão, foi andando com ela pela sala para trás, a encostou na parede do corredor e a suspendeu pela cintura enroscando as coxas roliças em seu quadril e sua virilha já se encontrava apertada devido a sua excitação. Aperta as coxas dela e Bulma deixa escapar um gemido, aí se dar conta do quanto seu corpo necessitava dele, do quanto seu corpo sentia falta dele. Também entrou com suas mãos por dentro dos cabelos do homem e deixou seu corpo e seus desejos comandarem.
Vegeta a segura pelas coxas e a leva pro quarto não poderia mais esperar para tê-la em seus braços. Senta na cama a colocando sentada em seu colo soltou de seus lábios lentamente, mas a manteve na mesma posição com o braço em volta de sua cintura e o outro em sua nuca que foi deslizando lentamente até sua bochecha acariciando seu rosto com o polegar. Ela aproveitou para respirar seu coração estava muito acelerado estava sentada no colo de Vegeta com seu corpo colado no dele e ele a olhava sem dizer nada e não parecia que tinha a intenção de se soltar dela. Colocou as mãos em cada lado do rosto dele acariciando aquela face quadrada, aqueles olhos negros que sempre invadiam os seus sonhos à noite. Vegeta continuava contornando seus lábios com o polegar tornou encostar seus lábios nos dela, mas não a beijou, apenas ficou sentindo a respiração dela pesada. Roçou seu nariz pelo rosto dela e espalmou a mão aberta em suas costas. Bulma se ajeitou melhor no colo dele envolvendo os braços em volta do seu pescoço, à respiração quente dele estava em seu rosto e aquecia a sua pele.
Vegeta tornou beijá-la lentamente de novo e apertou sua cintura a colando ainda mais em seu corpo, Bulma gemeu na boca dele ao sentir que ele aprofundava ainda mais o beijo de forma que fez seu corpo inteiro estremecer. Vegeta tirou seus cabelos do rosto os afastando do pescoço colocando-os de lado, soltou de seus lábios lhe beijando no queixo e foi descendo pelo pescoço sentindo o cheiro da pele dela o quanto era macia e Bulma tremeu seu corpo todo se arrepiou apertou os ombros dele ao sentir os lábios quentes e molhados em seu pescoço, jogou sua cabeça para trás deixando seu pescoço completamente livre e ele continuava descendo os beijos até chegar em seu colo e foi para o outro lado do pescoço subindo seus beijos até às orelhas, o coração de Bulma batia tão acelerado que ela achou que fosse infartar.
— Vegeta... – Ela sussurrou apertando os olhos ao sentir que o membro dele estava roçando em sua coxa, ele tornou olhar para ela e os olhos estavam completamente escuros.
— Você me deixa louco Bulma... – ele sussurrou beijando-lhe o queixo.
Vegeta sussurrou ele próprio já estava arfando, já tinha ficado excitado só em ter beijado ela não precisou de muito para que ficasse completamente acordado.
— Eu te amo Vegeta... — Ela sussurrou no rosto dele e segurou na barra da camisa dele foi tirando lentamente vislumbrando o corpo do homem que sempre mexeu com ela. Vegeta apertou suas coxas e Bulma passou a mão em seu peito contornando os seus músculos enquanto mordia os lábios, Vegeta entrou novamente com sua mão por dentro dos cabelos dela e puxou sua cabeça para trás e voltou a beijá-la sem controle algum do seu corpo, a apertou novamente pela cintura girando com ela na cama a colocando deitada e ficando por cima dela, Bulma enroscou suas pernas em volta do quadril dele enquanto abria a boca para ele, para receber seus beijos que se tornavam cada vez mais quentes.
Vegeta alisou as coxas dela a apertando deixando a marca de seus dedos ali enquanto a beijava de forma voraz saboreando os lábios doces de forma urgente. Ele soltou seus lábios e começou a tirar seu vestido colocou as mãos na barra e foi subindo lentamente vislumbrando a pele alva, viu Bulma virar o rosto, com certeza com vergonha, pois as marcas do acidente ficaram a mostra, tinha um corte na barriga e outro um pouco abaixo dos seios, tocou em cada marca, contemplou os seios macios e redondos, os apertando, enchendo suas mãos com eles, desceu seus beijos agora pelos seios dela sentindo o quanto eram quentes, chupava os mamilos que ficaram completamente duros ao seu toque acariciava um enquanto chupava o outro puxando o mamilo túrgido com seu lábio fazendo a garota estremecer, chupou o outro seio matando a sua vontade poderia fazer aquilo à noite inteira.
Desceu seus beijos molhados pela barriga dela enfiou a língua em seu umbigo e mordeu cada lado de sua cintura, passou a língua em seu corte na barriga e fez questão de olhar pra ela a vendo completamente vermelha e arfando com o lábio inchado, mordeu sua coxa e foi tirando sua calcinha lentamente vislumbrando o caminho ralo de pelos azuis que cobriam o sexo da garota e seus olhos se dilataram ainda mais, ela era perfeita e úmida, seu membro pulsou dolorosamente, arfou mais forte enquanto olhava para ela completamente nua. Ela era mais perfeita e se agradecia por ser o único a vê-la assim, pois não iria gostar de saber que outro homem tivesse tido essa visão.
Vegeta desce da cama para tirar o short ficando completamente nu, Bulma suspirou ao ver o pênis ereto e não evitou morder os lábios, ele voltou a se deitar sobre ela e Bulma abriu as pernas para receber o homem que voltou a beijar seus lábios, sua mão deslizou pelo corpo dela até chegar em seu sexo onde passou a tocá-la Bulma estremeceu ao sentir o dedo dele em sua vagina circulando seu clitóris bem devagar, apertou os olhos gemendo entre os dentes e ele continuava pressionando os dedos em seu clitóris sentindo o quanto ela já estava úmida.
— Abre mais as pernas... – ele sussurrou em seu ouvido e Bulma obedeceu, levantou um pouco os joelhos afastando mais as pernas dando mais acesso a mão dele que continuava circulando seu clitóris agora um pouco mais rápido ela sabia que estava completamente molhada conseguia sentir a umidade escorrendo em sua coxa, Vegeta também sentia isso seu membro já estava duro feito rocha enquanto tocava a vagina dela, quando sentiu que ela já estava bem úmida começou a penetrar seu dedo na cavidade macia e molhada sentindo como ela era apertada. Bulma gemeu ao sentir o dedo dele dentro dela a sensação era boa demais Vegeta mordia seu queixo enquanto penetrava seu dedo lentamente até entrar completamente dentro dela, ele também arfou, ela era perfeita demais que nem parecia ser real. Bulma gemeu ainda mais e apertou os olhos ao sentir que ele começou a mexer o dedo dentro dela, no começo devagar para que ela fosse se acostumando depois ele foi aumentando a velocidade, para relaxá-la ele já estava com muito tesão em fazer aquilo, já sentia seu dedo completamente melado. Colocou um outro dedo entrando bem devagar, ela era muito apertada e a sensação o enlouqueceu, a carne dela era quente e macia e estava pronta para ele.
Tirou o seu dedo de dentro dela e continuou circulando seu clitóris com os dois dedos agora sentindo o clítoris dela completamente duro, ela gemia muito com os olhos fechados e sentia que o pequeno corpo dela tremia embaixo dele não suportava mais precisava dela, tinha que ser agora. Voltou a ficar entre as pernas dela, abriu as pernas da garota passando a cabeça de seu membro na entrada da vagina dela esfregando a cabeça de seu pau no clitóris duro, rosnou com a sensação que dominou seu corpo, Bulma olhava para ele vendo que o homem também rosnava ele posicionou seu membro na entrada dela, Bulma arqueou as costas ao sentir o membro dele entrando devagar, ele apoia uma mão na cama enquanto a outra segurava seu pênis entrando milímetro por milímetro, sem pressa. Bulma mordeu os lábios e puxou o lençol, Vegeta a beijou entrando completamente dentro dela, Bulma apertou seu pescoço e ele começou a se mexer com a cabeça enfiada no pescoço da garota, ela gemia a medida que ele se mexia, no começo bem devagar, Bulma entrelaçou suas pernas ainda mais em volta do quadril dele, o apertando com suas coxas, segurava em seu pescoço sentindo que ele estava agarrado ao lençol da cama e puxava a medida que entrava dentro dela rosnando entre os dentes. Bulma arfava com seu corpo se contorcendo de prazer, o abraçou sentindo que ele aumentava a velocidade da penetração rasgando sua carne com desejo. Vegeta apertou a coxa dela deixando rosnados de prazer sair de sua boca. Ele se ergueu sobre ela apoiando o peso do corpo nas mãos e voltou a penetrá-la enquanto a olhava nos olhos sem desviar, Bulma colocou as mãos em seu peito sentindo a pele dele quente, podia ouvir o coração dele bater acelerado, fechou os olhos e mordeu os lábios com força, Vegeta tornou a beijá-la entrando e saindo dentro dela sem largar sua boca, os lábios de Bulma eram doces, macios, quando a beijava sentia descargas elétricas por todo seu corpo. Bulma segurava os braços dele com força, arranhando sua carne, ele não se soltava de seus lábios e começava a lhe deixar sem ar. Entrava dentro dela aumentando a velocidade aos poucos, cada vez mais fundo, rosnava de prazer, estava enlouquecido dentro dela, ela era tão apertada, tão quente, tão intocada, tão sua... Que o deixou louco. Estava tão quente que achou que fosse pegar fogo a qualquer momento e tentado a todo momento se controlar para não a possuir com toda a força que tinha, mas estava sendo cada vez mais difícil se controlar dentro daquela mulher que desejou por tanto tempo.
Bulma se sentia completamente preenchida por ele, seus mamilos intumescidos roçavam no peito do homem os deixando sensíveis, ela não sentia mais as pernas e tentava controlar a respiração. Ele a mordeu no ombro e a puxou pelas axilas, se sentou na cama a levando junto com ele tirou alguns fios de cabelo dela que estavam grudados no rosto, segurou em sua cintura a apertando em cima dele movimentava seu quadril entrando dentro dela, Bulma não conseguiu segurar o gemido quando ele a afastou e abocanhou um de seus seios, chupando seu mamilo com força, sentiu uma sensação intensa que fez seu ventre se contrair, o segurou pelos ombros enquanto estava sentada nas coxas grossas do homem e ele se movimentava em baixo dela fazendo seu membro entrar e sair cada vez mais profundo. Entrou com sua mão por dentro dos cabelos dele, ele rosnava e gemia sem se importar enquanto chupava os seus seios e às vezes mordia completamente alucinado.
Vegeta girou e a colocou deitada novamente na cama apoiou seu peso nas mãos e continuou investindo dentro dela a vendo arfar com a boca aberta e os olhos fechados, Bulma sentiu um desconforto em seu ventre e uma sensação intensa de algo crescendo e a cada estocada de Vegeta só aumentava aquela sensação, gemeu mais forte cravando as unhas nas costas dele.
— Deixa vim... Goza pra mim Bulma... – sussurrou no ouvido dela e a segurou mais forte sentindo que o orgasmo dela estava próximo. Ela mordeu os lábios com força e gemeu alto ao gozar, Vegeta a sentiu tremendo em baixo dele e com um gemido gutural anunciou que seu orgasmo estava próximo e com outro e mais uma estocada se deixou gozar sentindo o seu corpo inteiro tremer. Caiu por cima do corpo pequeno e afundou o rosto no pescoço dela estava suado e a respiração entrecortada.
Quando Vegeta saiu de dentro dela e se deitou ao seu lado na cama Bulma virou para ficar de frente para ele, um sorriso saiu de seus lábios e encarou Vegeta deitado na cama com o coração acelerado, foi se aproximando dele e se deitou em seu peito Vegeta a puxa para seu corpo e acaricia os cabelos dela, Bulma coloca a mão em seu peito que subia e descia e foi sentindo a respiração do homem que amava que ela começou a adormecer...
...
Fale com o autor