Código de conduta 2
27 Consequências
Bulma estava apreensiva em casa já passava das 22:00 e Vegeta ainda não tinha chegado e nem sequer dado alguma notícia, já tinha mandado mensagens pra ele que não foram respondidas e já estava começando a pensar que ele tinha saído de novo e se ele tivesse ousado sair com aquela mulher de novo ela não iria perdoá-lo dessa vez, mas não iria mesmo!
Resolveu ligar para Raditz se alguém iria saber onde Vegeta estava seria ele, no segundo toque o homem atendeu:
— Ditz! Oi, sou eu!
— Oi Bulma, o que foi? – Raditz estranha o fato de a garota lhe ligar a àquela hora.
— Desculpa te ligar a essa hora, mas o Vegeta ainda está aí na delegacia?
— Não Bulma, o Vegeta já saiu há muito tempo, por quê?
— É que ele ainda não chegou em casa e não atende o telefone, eu fiquei preocupada.
— Sério? Porque o Vegeta saiu daqui a muito tempo ele disse que ia para casa que tinha uma coisa pra consertar.
— Coisa pra consertar? – Bulma repete sem entender nada.
— É, ele me pediu um alicate e um pé-de-cabra emprestado, pois disse que ia consertar uma coisa aí.
— Ditz eu não tô sabendo de nada disso, até onde eu sei aqui não tem nada pra concertar!
— Puta merda Bulma! Agora quem ficou preocupado fui eu, ele saiu daqui dizendo que iria para casa. – Raditz passa a mão pelo cabelo, aquela história estava muito esquisita.
— Ditz me responde uma coisa a policial Mai está por aí? — Bulma pergunta apenas para saber e sente seu coração acelerar.
— Está sim, eu e ela vamos ter que fazer plantão até mais tarde ela está aqui bem do meu lado! — responde e Bulma suspirou fundo por um lado Vegeta não estava com a tal policial, mas ficou preocupada pelo outro, onde é que Vegeta estava?
— Tá bom Ditz, vou esperar mais um pouco então.
— Assim que ele chegar me avisa, eu também fiquei preocupado agora. – ele pede.
— Viu, eu aviso sim. Tchau Ditz!
Bulma desligou o telefone encucada, mas onde diabos o Vegeta estava? Raditz disse que ele tinha saído da delegacia para ir para casa e pediu ferramentas emprestadas, mas até agora não tinha chegado. Tornou ligar para ele de novo, mas ouviu o barulho da porta ser destrancada e desligou o telefone, soltou a respiração quando viu Vegeta entrar pela porta.
— Mas onde é que você estava Vegeta?
Foi inevitável não gritar vendo Vegeta entrar usando uma roupa toda preta.
— Desculpa Bulma... Eu... Tive que resolver um problema. – ele tranca a porta sem saber o que dizer, não tinha pensado em uma desculpa para dar a ela.
— Resolver um problema Vegeta? E que problema é esse que não podia deixar o telefone ligado? Da hora que eu tô ligando para você!
Vegeta parou por um tempo, pois não tinha realmente pensado numa desculpa para dar a Bulma e também não poderia dizer a verdade, teria que dizer algo logo a garota lhe olhava com as mãos no quadril injuriada.
— Eu... Fui ao galpão! Fui treinar um pouco com o pessoal e perdi a hora. – Inventou de ultima hora.
— Usando um alicate e um pé de cabra? Eu liguei para o Ditz e ele me disse que você pediu ferramentas emprestadas para consertar uma coisa aqui em casa. Que coisa é essa que tem para consertar? – Ela o olha desconfiada, Vegeta estava mais esquisito que o normal.
— Raditz entendeu errado, eu pedi a ele essas coisas emprestadas para mexer no carro, foi isso.
— Vegeta eu não tô entendendo nada, o que é que você está escondendo de mim? — Bulma cruzou os braços enfezada.
— Eu não tô escondendo nada amor, eu só fui ao galpão treinar um pouco, meu celular descarregou e eu me esqueci de colocar na tomada foi isso. – ele sorri amarelo.
— E por que você tá usando essa roupa toda preta como se estivesse se escondendo de alguém?
— Foi à primeira roupa que eu achei no armário, eu não queria ir de uniforme. – mente e se aproxima dela, sabia que ela o analisava.
— Você tá estranho Vegeta e não é de hoje!
— Vem cá, desculpa, eu deveria ter te avisado que iria ao galpão é que eu não imaginei que fosse demorar tanto. — disse puxando a sua namorada pela cintura e beijou o rosto dela.
Bulma ainda estava desconfiada, aquilo tudo estava mesmo estranho, mas não fez nenhuma pergunta agora, teria que descobrir sozinha. Quando ele lhe abraçou sentiu que ele estava suado então imaginou que ele estivesse treinando mesmo.
— Eu estava com saudade de você sabia? – ele a beija, queria que ela se esquecesse daquele assunto.
— Não parece!
— Mas eu estava... Vem tomar um banho comigo vem?
— Quero não, já tomei banho hoje! – Bulma nega e vira a cara.
— Mas vai tomar outro! – diz e a coloca por cima de seu ombro dando um tapinha na bunda dela, Bulma não conseguiu brigar com ele e viu de cabeça para baixo o homem a levar até o banheiro do quarto dele, tentou protestar que não queria outro banho, mas quando viu já estava dentro do banheiro.
Ele a colocou no chão para tirar a camiseta dele que ela usava para dormir e se abaixou para tirar o short de algodão junto com a calcinha deixando a garota do jeito que gostava completamente sem roupa. Começou então a tirar sua própria roupa enquanto olhava para ela com os olhos completamente escuros, tentava se distrair do que tinha acontecido hoje queria não ter que pensar naquilo agora estava na estaca zero novamente e Bulma com certeza não iria gostar nada de saber o que ele estava fazendo, nem ele mesmo acreditava no que tinha feito e para nada.
Tirou a própria roupa e puxou a namorada para dentro do box onde ligou o chuveiro Bulma esquivava a cabeça para não molhar os cabelos e reclamava de estar tomando outro banho, ele a segurou pela nuca e a beijou de forma intensa cobrindo todos os lábios dela com sua boca ávida, Bulma percorria seus músculos com os dedos e apertava seus braços completamente entregue a ele, se molharam na água quente e depois Vegeta desligou o chuveiro e encostou Bulma na parede de azulejos azuis, foi beijando o pescoço dela e descendo para o corpo da garota que ficava cada dia mais gostosa, se inclinou para baixo e beijou os seios dela contornado os mamilos com a língua e os puxando com os dentes, foi se abaixando e continuou descendo seus beijos pela barriga enfiando a língua dentro do umbigo pequeno, desceu mais ficando de joelhos no chão segurou uma coxa de Bulma a erguendo na altura de seu rosto e enfiou a cabeça no meio das pernas dela passando a língua em sua intimidade.
Bulma tremeu com o toque da língua quente dele e fechou os olhos, Vegeta lambeu sua vagina com força detendo-se em seu clitóris onde deu uma leve mordiscada e Bulma sentiu seu corpo inteiro tremer e enfiou os dedos dentro dos cabelos do homem e mordeu os lábios. Vegeta segurava sua coxa com uma mão e com a outra apoiou no azulejo da parede atacando a intimidade da garota sem pena sentindo o gosto dela em sua língua. Tirou a mão da coxa dela subindo para a barriga e apertou um de seus seios e Bulma gemeu segurando os cabelos dele e apertou a mão que lhe segurava o seio, ele mais do que ninguém conhecia o seu ponto fraco e sabia lhe deixar completamente em chamas, cada lambida dele fazia suas pernas tremerem.
Vegeta sentiu que ela estava perto do ápice e tirou à boca da intimidade dela lambendo os lábios que continham o gosto da sua excitação, a virou de costas e passou a língua na tatuagem que continha seu nome e envolveu um braço em volta da sua cintura a erguendo para que ela ficasse na ponta dos pés. Bulma colocou as mãos na parede e instintivamente empinou para ele Vegeta esfregou seu membro já duro na cavidade macia e úmida da garota que mordeu os lábios ao sentir ele a penetrado devagar até estar completamente dentro dela, rosnou no ouvido de Bulma a segurando com força pelo quadril lhe penetrando com desejo fazendo cada centímetro seu estar dentro dela, a colou ainda mais na parede e Bulma encostou o rosto no azulejo com Vegeta lhe penetrando cada vez mais rápido fazendo ela gemer de forma intensa com seu prazer crescendo em seu ventre de uma forma dolorosa e muito deliciosa que a fazia querê-lo cada vez mais.
Vegeta também colocou as mãos na parede ao lado dos ombros de Bulma se esfregando na bunda dela, Bulma entrelaçou seus dedos nos dedos dele e ele mordeu seu pescoço enfiando a língua dentro do ouvido dela, desceu com a língua tornando lamber a parte de trás de seu pescoço e a tatuagem, Bulma gozou sem conseguir controlar a tremura no seu corpo inteiro Vegeta a segurou pela cintura investindo com mais força e também gozou com seu peito arfando. Sai de dentro dela e Bulma sente suas pernas enfraquecerem, ele a leva para debaixo do chuveiro onde tornou ligar a água se lavando com ela naquela água quente.
...
Bulma estava preocupada com Vegeta e a sua preocupação aumentou ainda mais depois do estranho sumiço dele e ele ter aparecido dizendo que estava no galpão não comprou muito essa ideia ela conhecia Vegeta muito bem e sabia quando ele estava mentindo tinha alguma coisa acontecendo com ele algo que ele não queria dizer. Vegeta estava sempre se esquivando, sempre preocupado, sempre com papéis na mão, tinha sim alguma coisa errada com ele, Vegeta estava lhe escondendo algo e o pior é que não estava com um bom pressentimento.
Tiveram uma linda noite de amor, mas depois que ele dormiu custava a pegar no sono pensando nisso, estava de barriga pra cima e via ele dormir, mas seu sono que era bom nada. Sempre que ela perguntava sobre a investigação da morte de Yamtcha ele se esquivava e mudava de assunto queria saber o que estava acontecendo, pois Vegeta nunca era de esconder nada dela ele sempre estava falando do trabalho das coisas que fazia no trabalho, mas ultimamente ele não falava mais.
Já era tarde quando conseguiu pegar no sono, acordou igual uma zumbi por ter dormido mal Vegeta lhe deixou na faculdade, mas ficou pensando nisso a manha toda.
Se despediu dos amigos no portão quando as aulas encerraram, Sam estava estranho naquele dia também, mais calado que de costume e sabia que deveria ter tentado conversar com ele, mas estava com a cabeça tão cheia que acabou não fazendo isso. Pediu ao pai de Chichi que lhe deixasse na delegacia queria conversar com Raditz se tem alguém que saberia o que estava acontecendo com Vegeta seria ele, mas não queria que Vegeta lhe visse ali então ficou parada do outro lado da rua escondida em uma esquina, poucos minutos depois viu o carro de Vegeta saindo do portão com certeza ele estava indo para casa.
Assim que viu Vegeta passar e dobrar a próxima esquina atravessou a rua e entrou na delegacia procurou e por Raditz, Jéssica lhe disse que ele estava lá dentro e assim que entrou na sala avistou o rapaz de longos cabelos negros na mesa dele e se aproximou:
— Ditz!
— Oi Bulma, o Vegeta acabou de sair, dois minutos antes e você pegava ele.
— Eu não vim procurar ele, eu queria falar com você.
Raditz olhou para Bulma surpreso.
— Comigo? Aconteceu alguma coisa?
— Eu não sei Ditz, é o que eu queria que você me dissesse.
— Senta Bulma, você me deixou preocupado agora.
Bulma puxou a cadeira da frente e se sentou, Raditz ainda olhava pra ela curioso e surpreso.
— É o Vegeta Ditz, eu tô preocupada com ele, tem alguma coisa acontecendo e ele não quer me contar.
— Mas por que diz isso Bulma?
— Ele está estranho, parece preocupado com alguma coisa tá sempre com papéis em uma pasta que não me deixa ver e ontem mesmo passou a noite quase toda fora disse que estava no galpão, chegou usando uma roupa estranha eu não acreditei no que ele disse. – conta e nota que a expressão de Raditz não mudou.
— Eu também confesso que fiquei cismado, ele me pediu umas ferramentas dizendo que iria consertar umas coisas na casa de vocês.
— Não tinha nada para consertar lá então onde o Vegeta foi?
Aquilo foi um estalo na cabeça de Raditz e um pensamento lhe ocorreu, com certeza tinha algo haver com a investigação que o homem fazia sobre o Freeza e se Bulma estava ali sentada na frente dele é porque ela não sabia. Será que ele deveria contar sobre a investigação?
— Ditz o que é que tá acontecendo? Você é amigo dele eu sei que você sabe, Vegeta não é assim eu tenho medo que ele esteja metido em alguma coisa séria entende?
Bulma estava diante dele completamente apreensiva e ele via isso no olhar dela.
— Ele me disse que tinha uma coisa estranha na morte de Yamtcha, que ele iria investigar, mas não toca mais no assunto, eu sei que ele está investigando ele não quer me contar nada e eu até entendo eu não sou do ramo policial ainda e não é nada do meu interesse, mas ele está muito estranho e não parece o Vegeta que eu conheço tá sempre desconfiado até com o Sam agora ele resolveu implicar!
— O que eu sei é que o Vegeta está fazendo uma investigação bem sigilosa ninguém aqui na delegacia tá sabendo, ele se uniu com a perita para investigar essas coisas estranhas que tem acontecido ultimamente. – Raditz sabia que precisava dizer alguma coisa a ela, Bulma não era burra.
— E que investigação é essa Raditz?
— Eu não posso te falar sobre isso Bulma é um assunto bem delicado, mas não é nada concreto Vegeta está com algumas desconfiança só isso é coisa de policial. – ele sorri para quebrar o clima.
— Mas você acha que pode ser alguma coisa séria?
— Não, não é não. – mente. _ Não se preocupe eu vou conversar com o Vegeta e vou saber o que está acontecendo ele também não tem falado muito comigo sobre isso, eu não concordo muito com a investigação que ele está fazendo então ele me manteve de fora.
— É sério?
— Pior que é, mas não se preocupe são coisas da delegacia, ofícios de um policial o Vegeta é assim não precisa se preocupar, já deveria está acostumada. — diz apenas para acalmar a garota, pois soube agora que a preocupação de Bulma só mostrava o quanto Vegeta estava focado naquilo e antes achava que era só uma paranoia do amigo, mas agora a coisa estava ficando séria e não queria deixar a garota ainda mais preocupada.
— É eu deveria mesmo, mas não consigo. – ela força um sorriso. _ mas com você dizendo agora eu fico mais tranquila.
— Pode ficar, não se preocupe que vou ficar de olho no Vegeta e se ele estiver aprontando dou umas palmadas nele por nós dois!
Bulma riu alto.
— Só não fala pra ele que eu te falei essas coisas ele não vai gostar nem um pouco que vim aqui te perguntar sobre isso e me meter no trabalho dele.
— Pode deixar, eu digo que você veio aqui procurar por ele, mas que você chegou logo depois que ele saiu.
— Obrigada Ditz! — Bulma se levantou dando um abraço no rapaz. _ Aparece lá em casa qualquer dia.
— Pode deixar!
— Então, tá gostando da ideia de ser titio? – sorri.
— Meu deus, nem me fale que logo, logo vai ter uma criança correndo por aí me chamando de tio! – ele coça a cabeça um gesto que lembrava muito seu irmão. _ Já basta você que ficava me chamando de tio cabeludo pela delegacia!
Bulma sorriu com vergonha pela lembrança.
— Ditz eu tinha 6 anos!
— Mas mesmo assim era constrangedor!
— Pois vai se acostumando, logo, logo vai ter outra criança aí te chamando de tio cabeludo!
— Só a Chichi e o Goku para me fazerem passar por uma coisa dessas!
— Ditz o papo tá ótimo, mas eu vou voltar pra casa o Vegeta já deve estar chegando lá e quando não me encontra vira o bicho aí já viu!
— Tá bom, vai lá! — Raditz sorriu para Bulma vendo-a se afastar, mas fechou o semblante novamente assim que a viu sair. Vegeta estava levando aquelas suas teorias muito a sério e agora começou a se preocupar com o que ele pudesse está fazendo e só tinha uma pessoa que iria lhe responder aquelas duvidas e era uma perita recém-casada que andava de segredinhos com o policial.
Foi até a sala do laboratório onde sabia que Vanessa ainda estava trabalhando e antes que ela saísse iria falar com ela e entender o que é que os dois estavam metidos. Abriu a porta avistando a mulher fazendo a investigação forense em uns objetos tentando localizar impressões digitais.
— Oi Raditz, tá precisando de alguma coisa? — Vanessa perguntou sem parar o que estava fazendo ao avistar o policial entrando.
— Eu quero saber no que você e o Vegeta estão metidos? — o homem perguntou de uma vez encarando a mulher.
— Eu acho que não entendi. – Vanessa agora o olha e disfarça, é claro que ela tinha entendido.
— Vou ser mais claro, essa investigação que vocês dois estão fazendo sobre o deputado a que pé anda isso?
— Vegeta não te contou nada?
— Ele não anda me contando nada, está sempre se esquivando.
— Olha Raditz então não vai ser eu a comentar sobre o assunto o Vegeta tem apenas algumas desconfianças e estamos investigando isso sem causar nenhum alarde só isso.
— Vegeta está estranho Vanessa ele está focado demais nisso e eu tenho medo que ele esteja colocando os pés pelas mãos. O deputado é um homem muito influente e não temos nenhuma queixa sobre ele o Vegeta pode perder o distintivo dele com essa investigação! – verbera e sentiu que a mulher ficou nervosa.
— Eu sei Raditz, não está acontecendo nada é só uma investigação inocente.
— Eu tenho certeza que de inocente isso não tem nada!
— Não se preocupe, tá tudo bem, talvez o Vegeta esteja com outros problemas. – diz tentando amenizar, pois seria muito pior se descobrissem o que eles fizeram. Raditz olhava para a mulher com quem trabalhava há muito tempo ela não estava contando tudo ela evitava o olhar nos olhos. Nappa entrou na sala vendo os dois em silêncio.
— Oi Raditz, tudo bem?
Vanessa arregalou os olhos e olhou para Raditz implorando com o olhar para que ele não falasse nada Raditz entendeu que o perito grandão não deveria saber daquela investigação e sua intenção nunca foi comprometer ninguém só estava preocupado com o amigo.
— Oi Nappa! Só vim tirar uma dúvida com a Vanessa, mas ela já me ajudou, eu tô saindo para almoçar agora.
Vanessa o agradeceu com o olhar e Raditz saiu da sala.
***
Freeza saiu do elevador indo em direção a sua sala avistou sua linda secretária no mesmo lugar de sempre usando um terninho Rosa chá. Ele particularmente adorava aquela cor na pele dela principalmente quando vinha acompanhado de uma lingerie.
— Boa tarde senhorita Tights! Está excepcionalmente linda hoje. — elogia a mulher que ficou corada ao lhe ver.
— Obrigada senhor Freeza.
— Nos encontramos mais tarde? Estou ansioso para tirar esse terninho de você, depois do expediente vá direto para o apartamento me espere vestida eu mesmo quero ter o prazer de tirar!
Tights corou ainda mais e assentiu, Freeza se dirigiu a sua sala.
— Senhor Freeza, o Dodória está em sua sala esperando o senhor. – avisa.
— Ótimo, queria mesmo falar com ele.
Freeza entrou em sua sala e se deparou com Dodória mexendo em alguns enfeites que tinha em cima da mesa fechou a porta e o homem o olhou.
— Senhor Freeza, demorou.
— Fui almoçar em casa com meu filho de vez em quando tenho que ser um pai presente – diz indo até sua mesa e colocando a pasta preta em cima da mesa.
— Eu o esperei aqui, pois preciso muito lhe falar, e infelizmente não tenho boas notícias senhor Freeza.
— Então fale de uma vez! — Freeza se sentou em sua cadeira e Dodória só o esperou sentar para dizer.
— Um dos nossos contêineres foi arrombado ontem à noite!
— O QUÊ??? — Freeza gritou e tornou a se levantar. _ Que história é essa?
— Me ligaram hoje de manhã, um dos seguranças do porto, para avisar que entrou um ladrão ontem à noite no estacionamento e arrombou um dos nossos contêineres. – diz vendo o homem soltando faíscas.
— Mas que merda! – Freeza dá um murro na mesa. _ Como isso foi acontecer?
— Mas por sorte senhor Freeza abriram o que estava vazio, o que nós tínhamos descarregado ontem à tarde.
— Mas o outro ainda estava cheio de mercadorias!
— Esse não foi aberto, um dos seguranças chegou bem na hora em que o ladrão estava tentando arrombar e ele fugiu.
— Mas como isso foi acontecer? Os outros contêineres também foram arrombados?
— É aí que tá senhor somente os nossos foram alvos, mas nenhum outro container foi mexido e misteriosamente as filmagens da câmera de segurança foram apagadas. – Dodória diz e Freeza passa a mão pelo queixo.
— Isso é muito estranho... Quem mais sabia sobre esses contêineres?
— Apenas o pessoal que trabalha conosco.
— E tem algum risco de um deles está tentando nos passar à perna? – levanta a sobrancelha.
— Eu pensei nisso, mas eles sabiam que um dos contêineres estaria vazio, porque abriram logo ele? Isso não faz sentido com certeza é outra pessoa senhor Freeza alguém que está tentando nos derrubar.
Freeza voltou a se sentar passando os dedos pelo queixo e soube a resposta.
— É ele Dodória, o policial!
— O senhor acha mesmo que pode ser ele? Mas como ele saberia do container? – Dodória duvida e vê Freeza esboçar um sorriso de canto.
— Ele é perspicaz Dodória, daquele tipo de homem que consegue tudo, se ele não fosse meu inimigo com certeza daria um ótimo aliado!
— Se foi ele deu com a cara na porta, abriu justamente o container que não tinha nada!
— Mas ele pode voltar para tentar abrir o outro, mande descarregar não podemos arriscar.
— Eu já fiz isso Freeza ele está sendo descarregado agora mesmo. Mas se for mesmo esse policial ele está chegando muito perto, está desconfiado do senhor, o que vamos fazer?
— Vamos dar um recado a ele Dodória, está na hora dele saber onde está se metendo e do que eu sou capaz. – Freeza desmancha o sorriso, dando lugar agora a sua face demoníaca. _ Esse policial está começando a me irritar!
— E o que o senhor quer exatamente?
— Por enquanto apenas um susto, ele vai entender de onde veio, vamos ver se ainda vai ter coragem de que tentar me desafiar!
— Vou providenciar como o senhor quer...
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