Código de conduta 2

22 Briga de amigas


Goku tirou uma hora na delegacia para pode conversar com Chichi e foi direto para a casa da garota não dava mais para esperar tinha que tirar aquela história a limpo ou iria enlouquecer, mal conseguiu trabalhar pensando nisso. Decidiu que não iria ligar para ela queria conversar pessoalmente e ela já deveria saber àquela hora que ele sabia, mas nem se deu ao trabalho de ligar ou mandar uma mensagem e aquilo estava lhe deixando muito chateado. Eles nunca tiveram segredos sobre nada antes e estava se sentindo ofendido por ela lhe esconder justamente algo tão sério.

Pegou o carro de Raditz, pois o irmão ainda ficaria cerca de uma hora e meia na delegacia assim que chegou tocou a campainha da casa da garota e ficou satisfeito ao perceber que ela mesma abriu a porta.

— Oi amor! — Chichi disse o abraçando pela cintura.

— Te mandei mensagem o dia inteiro Chichi. — Goku disse com a expressão séria.

— Desculpa amor, hoje eu tive que resolver uns problemas pro meu pai e nem fui pra faculdade, eu não te respondi por que eu estava pretendendo ir dormir cedo...

— Pode parar Chichi, já sei de tudo! — Goku disse assim que entrou e Chichi ficou olhando para ele sem entender nada enquanto fechava a porta.

— Não entendi Goku...

— Será mesmo? Você não tem nada para me contar não Chichi?

Goku olhava para ela com a expressão séria e Chichi raramente o via assim.

— Eu não estou entendendo, porque você está falando assim comigo Goku?

— Você não acha que eu deveria saber que você tá grávida Chichi? — Chichi olha para ele agora com os olhos arregalados, abriu a boca, mas não soube o que dizer. Puta merda ele já sabe!

— Como você ficou sabendo disso?

— Isso não importa, é verdade ou não que você está grávida? – pergunta olhando firmemente a garota que engole em seco.

— Goku...

—Nem precisa responder! — Goku passou a mão no cabelo ficando de costas para ela.

— Goku eu ia te contar...

— Me contar quando Chichi? Quando sua barriga já estivesse aparecendo ou mesmo assim você iria esconder? – olha pra ela magoado.

— Não é nada disso Goku, por favor, me escuta...

— Então fala, eu tô ouvindo!

— Eu tô grávida sim Goku, mas eu não estava escondendo de você eu só estava esperando a hora certa de contar... – Chichi não sabia como escolher as palavras.

— À hora certa de me contar? – ele levanta uma sobrancelha. _ Você está grávida de um filho meu caramba, isso é motivo suficiente pra você ter me contado assim que descobriu!

— Eu sei, eu sei que eu errei, mas, por favor, tente entender eu fiquei meio aérea eu não esperava por isso.

— E você acha que eu esperava Chichi? Não, eu também não esperava, mas merecia no mínimo um pingo de consideração! – ele vira de costas pra ela de novo.

— Foi a Bulma que te contou, não é? – Chichi pergunta, pois somente a amiga sabia.

— Sim ela me contou, mas ela não queria eu insistir porque eu sabia que tinha alguma coisa errada com você, eu estava começando a achar que você não queria mais se casar comigo.

— Me desculpa, por favor, me desculpa... Eu só fiquei com medo da sua reação, eu não sabia como você iria reagir...

— O que você achou? Que eu fosse enxotar você, que eu fosse odiar a notícia de ser pai é isso? Porque se for isso você não me conhece o suficiente!

— Não é isso, eu sei que eu errei eu não devia ter escondido isso, mas eu fiquei com medo eu não esperava ficar grávida agora tinha muita coisa que eu queria pensar...

— Você não ficou escondendo isso na intenção de fazer um aborto não é Chichi?

— Mas é claro que não Goku, eu jamais faria isso! – nega veemente.

— Pois eu acho bom que não mesmo, porque eu jamais te perdoaria se você fizesse uma coisa dessas, jamais!

— Goku para de falar assim comigo, eu jamais faria uma coisa dessas, poxa tenta me entender tudo vai mudar na minha vida agora e eu não estava sabendo muito bem lidar com isso.

— Na minha também vai mudar Chichi e era comigo que você deveria conversar, compartilhar os seus medos assim que desconfiou que poderia está grávida, sempre fomos amigos não fomos, independentemente de qualquer coisa.

— Me perdoa Goku, não briga comigo, eu preciso de você...

— E eu achando que você estava estranha porque não gostava da mais de mim ou porque não queria mais em casar comigo.

— Tudo que eu mais quero é me casar com você, ser a sua mulher, mas eu tive medo de você não gostar.

— Você sabe que eu sempre quis ter uma família com você Chichi, eu nunca te escondi isso sabe que tudo que eu mais quero é me casar com você e ter filhos não seria agora claro, mas você é a mulher que eu escolhi para viver todas essas coisas, não pense mal de mim nunca!

Chichi abraçou o namorado pela cintura, não queria que ele soubesse assim.

— De quanto tempo você está Chichi? – a expressão dele se suaviza.

— A médica da Bulma disse que estou de quatro a seis semanas.

— Isso tudo? Nossa... — Goku sorriu pela primeira vez naquele dia começando a se dar conta de que agora era pai.

— Eu já marquei o primeiro pré-natal para semana que vem aqui no posto do bairro.

— Me avisa o dia para eu ir com você e também acredito que seu pai não sabe, não é?

— Claro que não, eu não contei.

— Tudo bem, eu vou ter que voltar pra delegacia agora e devolver o carro do Raditz e vou ter que fazer plantão até mais tarde hoje, mas eu venho amanhã à noite para conversar com seu pai e contarmos a eles juntos.

— Ta bom.

— Não se preocupe Chichi, eu estou aqui e sempre vou está não duvide de mim e não duvide do meu amor por você. – ele coloca a mão na barriga dela de forma carinhosa e força um sorriso ao saber que seu filho ou filha estava ali dentro dela.

***

Bulma saiu de seu banheiro ouvindo o celular tocar quando pegou o aparelho viu que era Chichi, respirou fundo antes de atender.

— Oi amiga...

— Bulma por que você fez isso? — Chichi gritou com raiva do outro lado.

— Chichi eu posso te explicar...

— Eu falei pra você que eu mesma queria conversar sobre isso com o Goku você não poderia ter contado pra ele!

— Chichi eu não tive escolha, o Goku me procurou ele estava muito chateado achando que você estava com raiva dele, que você não gostava mais dele...

— Que dissesse outra coisa então! Eu estava me preparando pra contar para ele e você estragou isso! – a morena estava irada.

— Por favor, me entende, o Goku me perguntou ele sabia que tinha algo errado eu não poderia olhar nos olhos dele e continuar mentindo!

— Eu sei Bulma, eu sei que eu estou errada, mas eu queria ter falado com ele! O Goku veio aqui e você precisava ter visto como ele falou comigo ele está com raiva de mim!

— Chichi eu sinto muito de verdade, mas você deveria ter contado antes!

— Eu estava me preparando para isso, não estava sendo fácil pra mim encarar toda essa situação e agora você estragou tudo! — Chichi continuava gritando e Bulma não sabia o que fazer.

— Chichi, por favor, tenta entender o que você queria que eu fizesse?

— Sabe Bulma deixa pra lá, você já fez o bastante! — Chichi desliga.

— Chichi!... Chichi! – Bulma percebe que ela tinha desligado o telefone e ficou indignada, ela nunca tinha desligado o telefone na cara dela antes. Tornou a discar o número da garota de volta, mas Chichi não queria atender, não acreditava que aquilo estava realmente acontecendo, Chichi estava errada e estava descontando nela, só podia ser brincadeira!

Vestiu uma roupa e foi pra sala onde Vegeta estava mexendo no computador.

— Você acredita que a Chichi acabou de desligar o telefone na minha cara! — Bulma disse indignada e Vegeta a olhou.

— E por que ela fez isso?

— Ela está uma fera comigo porque eu contei da gravidez para o Goku!

— Mas você não tem culpa Bulma!

— Eu sei que não, mas vai falar isso pra ela!

— Sua amiga tem que crescer isso sim.

— É inacreditável, e agora estou tentando retornar e ela nem me atende!

— Deixa isso pra lá, deixa ela esfriar a cabeça e depois você tenta falar com ela de novo.

Bulma jogou o celular no sofá e foi se sentar do lado de Vegeta.

— Poxa, tudo que eu faço é para tentar ajudar ela e é assim que ela me trata, caramba!

— Relaxa vai. — Vegeta fechou o computador o colocando no braço do sofá e puxou a garota para se sentar no seu colo. _ Não fique se sentindo assim, você fez o que deveria fazer Chichi que está com a cabeça cheia demais e está descontando os problemas dela na pessoa errada! Amanhã ela te pede desculpas por estar sendo tão injusta. – Vegeta diz colocando os braços de Bulma em seus ombros.

— Que bom que eu tenho você sabia?

— Eu sei que eu sou incrível e você não vive sem mim! – sorri.

— E convencido também!

— E bonito, gostoso...

— Desde quando você ficou convencido assim? – Bulma ergue as sobrancelhas azuis.

— Desde que comecei a namorar com você que é o convencimento em pessoa!

Vegeta aperta a cintura dela a puxando para um beijo saboreando os lábios rosados de forma intensa enquanto com uma mão lhe segurava pela nuca, Bulma o abraçou pelo pescoço enquanto ele intensificava o beijo e acariciava suas coxas grossas, ele matava sua sede nos lábios dela que quanto mais beijava mais queria. Só se ouviam os estalos daquele beijo cheio de desejo e lascívia que deixava toda a sala quente, Bulma rebolou no colo dele mostrando bem o que queria sentiu Vegeta entrar com a mão por dentro de sua blusa para sentir sua pele e soltou os lábios dele apenas para olhar dentro daqueles olhos negros e intensos que ficavam ainda mais escuros... Tornou beijá-lo e a mão dele já subia para seu seio, seus mamilos já estavam intumescidos e sua intimidade queimava de desejo, mas ai começou a sentir um cheiro de queimado... Vegeta começou a beijar seu pescoço e já estava quase se entregando quando sentiu aquele cheiro de coisa queimando ficar ainda mais forte e se lembrou que tinha colocado um feijão no fogo.

— Droga o feijão! – Bulma se levantou do corpo de Vegeta com tudo o coração a mil, correndo pra cozinha, desligou o fogão e colocou a panela para sair o ar rezando para que não tivesse sido perda total.

***

No dia seguinte...

Raditz estava em sua mesa procurando seu grampeador para prender uns documentos e quando o encontrou percebeu que o objeto estava sem os grampos. Foi pegar alguns na mesa de Vegeta morria de inveja quando olhava para a mesa do amigo e via tudo organizado a dele era uma bagunça só e às vezes nem ele conseguia encontrar nada. Luisa e as outras moças que trabalhavam lá viviam arrumando a mesa dele organizando tudo para ele, mas ele era bagunceiro não tinha para onde correr. Encontrou os clipes que precisava, mas viu uma pasta preta em cima da mesa do amigo ficou curioso. Será que era algum relatório que Vegeta tinha para entregar?

Abriu a pasta e não entendeu o que seus olhos viram o que tinha na pasta era uma pesquisa, uma pesquisa bem minuciosa e detalhada sobre o deputado Thomas Freeza o mesmo deputado que esteve na delegacia há um tempo atrás e toda aquela pesquisa estava assinada pela perita Vanessa Ryotaro. Raditz balançou a cabeça negativamente voltando a fechar a pasta antes que alguém visse o que Vegeta e a perita estavam aprontando, Vegeta estava se arriscando muito e estava na cara que ele não tinha se esquecido aquela cisma gratuita que tomou pelo deputado e estava fazendo a sua própria investigação. O que lhe deixava preocupado era que Vegeta estava mexendo com gente grande e muito poderosa e ele poderia se dar mal.

Viu o amigo andando em direção a sua mesa e ficou o esperando lá.

— Tá procurando alguma coisa Raditz?

— Só vim pegar uns grampos pro meu grampeador. – respondeu olhando pra ele com aquela cara de que estava próximo para lhe dar aquela bronca.

— Aqui tem bastante pode pegar.

— Já peguei, mas também acabei vendo o que não queria! – disse olhando de forma séria para o amigo. Vegeta estava com a cara mais sínica do mundo, então foi direto ao assunto. _ O que significa isso Vegeta? — apontou para a pasta, mas Vegeta não demonstrou nenhuma reação, quer dizer, pegou a pasta de cima da mesa e a guardou dentro da gaveta da mesa.

— Se você já viu então sabe o que é.

— Vegeta no que é que você está se metendo?

— É só uma pesquisa Raditz. – Dar de ombros e senta, aquela sua atitude matava seu amigo.

— Eu sei muito bem o que é isso e a Vanessa também está metida nisso?

— Ela só está me ajudando a entender umas coisas.

— Vegeta porque isso? Que antipatia é essa que você pegou pelo deputado?

— Não é antipatia, foi um pressentimento só isso.

— Fala sério Vegeta! Você tá fazendo essa investigação por causa do garoto. – acusa.

— Do que você tá falando Raditz?

— Tô falando de você tá morrendo de ciúmes da Bulma ter feito amizade com o garoto é por isso que tá fazendo as investigações!

— Você parece que não me conhece!

— E realmente não tô te reconhecendo mesmo! Você fica fuçando em coisas que não existe!

— Você pode garantir que não existe? – Vegeta o desafia e Raditz chega mais perto dele, para evitar que alguém ouvisse aquela conversa.

— Não, eu não posso. Cara desistir disso, o que é que você tá tentando provar?

— Eu não gosto do jeito dele, acho que o jeito dele falso, dissimulado do mesmo jeito do filho!

— Você tá com ciúmes Vegeta! Está com ciúmes porque o filho dele e a Bulma se tornaram amigos e eu entendo você, vocês agora estão namorando e você está inseguro por Bulma conhecer um rapaz da idade dela, que compartilha dos mesmos objetivos que ela é natural você se sentir inseguro.

— Eu não estou inseguro! – nega.

— Está sim! Você não admite, mas está! Eu também sempre me sinto assim com a Elita, eu sempre acho que ela vai encontrar alguém melhor do que eu, alguém que está do nível dela, alguém que pode dar a ela que eu não posso isso é normal, mas o que você não pode é transformar a sua insegurança em uma investigação policial!

— Fica fora disso Raditz! Se não vai me ajudar também não me atrapalha!

— Eu só não quero que você se meta em confusão.

— Se você ficar quieto eu não vou me meter em nada.

— É claro que eu vou ficar, não sou dedo duro e sabe disso.

— Aqui não é o melhor lugar para a gente conversar sobre isso, depois a gente conversa.

— Tá bom e para de achar que todo mundo é seu inimigo!

Vegeta fez cara feia para Raditz que voltou pra sua mesa, pegou a pasta da gaveta a levando para guardar no seu armário.

***

Bulma mal se concentrou na aula passou a manhã inteira tentando falar com Chichi, à garota novamente não tinha ido para a aula e estava fugindo dela como o diabo foge da Cruz! Nem visualizava suas mensagens. Chichi às vezes era irritante, mas não gostava de brigar com a amiga aquele era o momento em que as duas deveriam estar unidas, mas Chichi ficava agindo como criança, mais criança do que a que ela estava carregando.

A aula acabou e ainda não tinha conseguido falar com a morena, Sam estava junto dela e percebeu que ela esteve distante a aula inteira e constantemente mexendo no celular.

— Percebi que você ficou distante aula toda.

— É a Chichi, tô tentando falar com ela desde ontem e ela não me responde.

— Vocês duas brigaram?

— É pode-se dizer que sim.

— Quer conversar?

— Não, o que eu queria era que essa maluca me respondesse! – xinga o celular.

— Vamos tomar um suco ali na lanchonete? E você me conta o que aconteceu pra vocês duas brigarem assim.

— Ta vai, pode ser.

Bulma concordou e Sam a levou até a lanchonete que ficava na esquina da faculdade se sentou com ela na mesa do lado de fora e pediu dois sucos de laranja.

— E então, me conta o que está acontecendo entre vocês? Porque vocês duas brigaram?

— Porque Chichi é uma cabeça dura!

— Isso é estranho pelo pouco que conheço de vocês percebo que vocês nunca brigam o que foi que aconteceu? – ele insiste e Bulma suspira, não deveria falar dos assuntos pessoais de Chichi com Sam, mas o que poderia fazer? Estava chateada, queria conversar.

— Logo, todo mundo vai ficar sabendo mesmo. É que Chichi que tá grávida, só que ela estava tendo um pouco de dificuldade de contar para o namorado dela. – diz e vê Sam surpreso.

— Sério? Isso explica o comportamento estranho dela nos últimos dias...

— Já tem um tempo que ela sabe, mas não queria que ninguém soubesse. – vê a funcionaria vindo com os sucos e o colocar em cima da mesa, sorri para a moça e dá uma boa golada no seu.

— Acho que já entendi, ontem quando ele veio te procurar você contou pra ele não foi? – pergunta também dando um gole no seu suco.

— Não foi porque eu quis! O Goku estava desconfiado, achava que ela não gostava mais dele e eu sabia que era por isso ela não sabia como contar pra ele e estava agindo de um jeito estranho. – justifica.

— Só que a Chichi não entendeu isso né?

— Claro que não, ela acha que eu fiz de propósito que eu queria estragar o momento dela que ela queria ter contado para ele.

— Eu entendo Bulma, eu sei que você não fez por mal.

— E não fiz mesmo! Eu achei que falando eu estaria ajudando-a já que ela não conseguia contar, mas ela ficou uma fera comigo, e nem quer falar comigo agora.

— Realmente deve ser uma situação estranha para ela né, mas dê um tempo a ela Chichi sabe que você não fez por mal, que você estava tentando ajudá-la ela só está chateada agora para perceber isso. – aconselha.

— É você tem razão...

Bulma olhou para ele o vendo abrir os braços para ela.

— Vem cá, eu acho que você precisa de um abraço! – ele sorri.

— Acho que eu preciso mesmo...

Bulma aceitou o abraço que ele oferecia, mas não tinha nenhuma segunda intenção naquele gesto, da parte dela não havia, ele era um amigo que estava lhe prestando solidariedade somente isso. Sam a abraçou colocando a cabeça dela em seu ombro e acariciou seus cabelos.

...

Vegeta estava passando com Mai em uma das viaturas de polícia uma Mitsubishi Pajero estavam indo atender uma ocorrência no Hollywood District. Vegeta falava no rádio com outros policiais que também se encaminhavam ao local, para cortar caminho e chegar mais rápido passou pela avenida Corvallis que era exatamente a avenida da faculdade de Bulma, mas na hora não tinha se tocado disso estava focado em chegar ao destino. O sinal fechou e ele parou o carro para esperar abrir novamente, sabia que poderia avançar, estava na viatura com o alerta ligado, mas havia muitos caros na via e ela era de mão dupla, seria difícil lhe darem passagem. Ficou parado a poucos metros de uma lanchonete que ficava na esquina e de forma mecânica olhou pela janela do carro, mas seus olhos avistaram algo que não sairia da sua mente durante todo aquele dia sentada em uma das mesas do lado de fora da lanchonete estava Bulma com aquele seu amigo Samuel e os dois estavam abraçados com o rapaz acariciando os cabelos dela de forma carinhosa. Seu coração bateu acelerado, não conseguiu parar de olhar sentiu uma sensação estranha que nunca tinha experimentado antes em ver Bulma nos braços de outro.

Seu peito subia e descia e começou a sentir raiva, teve vontades de sair daquela viatura e tirar Bulma de lá enchendo em seguida a cara daquele moleque de socos, pois sempre que ele se virava Samuel estava perto de Bulma, estava sempre na cola dela e odiava essa sensação. O sinal abriu, mas ele ainda não conseguia parar de olhar.

— Vegeta o sinal abriu! — Mai disse a ele pela segunda vez também já tinha visto para onde ele olhava. _ Vegeta o sinal! – falou de novo com carros buzinando atrás deles. O policial agora desviou os olhos da garota e voltou a olhar para a estrada odiava aquele tipo de sensação aqueles sentimentos que só sentia quando via aquele rapaz perto de Bulma, mas não ia ficar assim...

...