Céu e Inferno
1 Capítulo 1
O Principio
No inicio havia o nada, apenas uma densa e escura tela, no sétimo céu estava sendo em seu trono aquele que todos chamavam de Yahweh e em sua volta Ofanins sobrevoava louvando e tocando em seu nome, o homem se levanta e pede que a música tenha fim em seguida ordena que seus filhos mais poderosos entrem pela porta se ver entra cinco homens muito belos um seus respectivos nomes era, Miguel, Rafael, Uziel, Gabriel e o jovem Lúcifer.
- Meus filhos é chegada a hora da criação de um novo mundo, nele viverá a minha mais bela criação. Disse Yahweh
- Mas pai, nos não somos a sua perfeita criação? Disse Miguel um pouco confuso.
- Tudo tem seu tempo, mas preciso de vocês para que retirem as criaturas que pairam sobre a tela para que eu possa fazer uma perfeita criação.
Os anjos por um momento excitaram em seguir a ordem, mas logo isto foi quebrado com os sons dos passos de Miguel até a porta e logo em seguida o de seus demais irmãos.
Após longos mil anos os anjos voltam à sala de seu pai, mas por uma questão de destino quem sabe apenas quatro delas voltaram à casa do pai, que ao ver a falta de um deles exclamou indignado.
- Onde esta Uziel?
Cabisbaixo e triste Lúcifer disse.
- Ele morreu pai, morreu para me salvar. – Uma lagrima escore pelo rosto do anjo.
Yahweh caminha um pouco pensativo e estende a mão sobre a tela e uma onda de luz a enche por completo, massas de terra e água formaram um globo oval na tela, Yahweh sorri e diz:
- Foi iniciada uma nova era.
No dia seguinte os quatro anjos aguardavam novas ordens de seu pai que novamente caminhou para frente da tela ergueu a mão e novamente uma luz acertou a tela e foi criado na “Terra” o dia e a noite ao terminar Yahweh sorri. No segundo dia ele ergueu sua mão novamente sobre a tela e a luz voltou a brilhar sobre ela a água cobriu por completo o globo ao acabar Yahweh sorriu. No terceiro dia foi criada a separação da água e o luar seco onde Yahweh denominou de “terra” e “mar” ordenou que sobre a terra brotassem arvores e plantas frutíferas e não frutífera, sobre o solo animais terrestres de aos pares começaram a surgir e no mar do mesmo modo ao fim do dia Yahweh sorri. Os dias se passam e a criação esta quase terminada havia terra, água, comida e animais, mas Yahweh não estava satisfeito então ele pegou um punhado de barro e o moldou a sua imagem e logo em seguida soprou em suas narinas e disse:
- Eis aqui meus filhos a minha mais perfeita criação, este é o ser humano ele é provido de alma e livre arbítrio eu o deixo seguir livremente, mas sempre vai haver um pedaço de mim neles e estarão destinados a vir a mim.
Todos os anjos concordaram com a cabeça.
Os dias foram passando e os balbucios entre os anjos não era outro a não ser sobre o boneco de barro, uns amavam a criação outros detestavam, contudo tinham que seguir ordens e não podiam se rebelar contra Deus.
- Eu convoquei vocês aqui para tratar de um assunto muito serio, eu não quero me curvar diante desses bonecos de barros e seu que vocês também não. Disse o Líder do grupo.
Todos em um som muito alto disseram.
- Também não! Apoiado!
Após longos minutos de discurso a assembleia se fechou e seu líder seguiu para a sala dos tronos onde deveria se encontra com seus irmãos. Ao chegar lá viu Miguel conversando com seu pai.
- Pai é isto que você quer? – Miguel nada ouvido além do vazio. – Preciso de você, me guie pai, pois tenho medo de errar.
Sons de palmas eclodem por toda a sala e Lúcifer entra na sala e diz.
- Como eis tolo irmão, ele não lhe dar ouvidos só restou a nos guiar as legiões de anjos.
- Não diga uma bobagem dessa Lúcifer, nosso pai esta a descansar e uma hora irá acordar.
Lúcifer da uma gargalhada e olha para o irmão com desprezo, seu orgulho e inveja havia corrompido o doce e amável Lúcifer, que era conhecido como a estrela do alvorecer.
- Sabe que nos somos mais perfeitos que eles e que não precisamos nos curvar para eles, não é?
Miguel olha seu irmão dos pés a cabeça e balança a cabeça negativamente.
- Lúcifer como você pode dizer algo assim, nosso pai não gostaria nada desta sua atitude.
Em um grito de ódio Lúcifer berra.
- Mas ele não esta aqui! Não é?
Lúcifer deixa a sala sem dizer mais nem uma palavra deixando assim Miguel lá parado estático com as palavras de Lúcifer em sua cabeça.
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