Notas iniciais
Olha só quem resolveu trazer atualização em plena segunda-feira??? Como você estão? Espero que bem!!! Como de praxe: agradeço a todos que favoritam e que me deixam suas mensagens carinhosas, fico muito feliz em recebê-las, vocês não fazem ideia do quanto me incentivam E perdão pela demora, eu não tenho desculpas para além de dizer que foi muito difícil de escrever esse capítulo... Aproveitem a leitura...

Sakura se sentou em uma das poltronas do quarto e esperou pelos bruxos terminarem o trabalho de remoção do bicho papão.

Seus pais ficaram igualmente silenciosos com a revelação. A mãe parecia já saber, o pai se encontrava no mesmo estado em que a filha: catatônico.

Sasori ninava uma das gêmeas enquanto Sana ninava a outra, de vez em quando lançando olhares aflitos a ele.

— Bem – disse Minato chamando a atenção deles depois que se instaurou o silêncio ensurdecedor no ambiente. – Terminamos por aqui.

Kizashi se recompôs e levantou da poltrona apertando a mão de Minato:

— Muito obrigado.

— Sempre que precisarem – respondeu o bruxo. – Boa noite.

— Obrigada, boa noite – Sakura e a mãe responderam.

Os bruxos foram do mesmo jeito que vieram: pela lareira, usando pó de flu.

Os pais e Sakura esperaram enquanto Sasori e Sana colocavam as meninas na cama.

Sakura pensou muito no que diria ao irmão e por isso o puxou pelo corredor antes que ele pudesse fugir.

— A gente pode conversar amanhã – ele tentou puxar o braço.

— Não – Sakura negou. – Já passou da hora de termos essa conversa – quando Sana e os pais fizeram menção de segui-los, ela negou com a cabeça. – A sós – foi tudo o que disse antes de arrastar o irmão até a biblioteca da casa.

— Eu… – Sasori começou lentamente, mas Sakura o interrompeu.

— No terceiro ano letivo de Hogwarts, na aula de Defesa contra as artes das trevas – começou ela –, uma das primeiras criaturas que aprendemos naquele ano foi o bicho papão – a mente dela estava longe, se lembrando do que aconteceu naquele ano. – Um bicho papão é um não ser – recitou o trecho do livro que sabia de cor. – que assume a forma do pior medo da pessoa que o vê. Normalmente vive confinado dentro de armários e lugares escuros.

‘Por conta de sua natureza de mudar de forma, ninguém sabe sua real aparência, já que ele se transforma instantaneamente em algo aterrorizante às emoções do espectador. Quando é visto por mais de uma pessoa, ele pode se confundir e não saber que forma tomar, embora ainda tenda a parecer assustador para todos os presentes.

‘Para evitá-lo, deve-se utilizar o feitiço “Riddikulus”, que faz com que a coisa medonha se torne extremamente ridícula ao ponto de ser pateticamente engraçada. Tal feitiço requer uma mente forte e boa concentração, apenas o encantamento e o movimento da varinha não são suficientes.

Sakura olhou para Sasori. Ele não desviou o olhar, sabendo que não devia interromper até ela terminar.

— Bem, naquele ano, o professor Kakashi fez com que todos os alunos ficassem em fila no corredor, aguardando sua vez para enfrentar a criatura e, um por um, os alunos entravam na sala junto do professor… Eu passei a fila inteira tentando pensar: o que seria o meu maior medo? E, quando chegou a minha vez… – a voz dela embargou. – Eu fiquei aterrorizada, porque o bicho papão não tomou a forma de qualquer criatura assustadora – ela o olhou nos olhos –, mas sim a forma do meu irmão, me dizendo que eu era uma aberração e que por isso ele me odiava.

— Eu nunca te odiei – Sasori tentou se aproximar, mas Sakura deu um passo para trás.

— Não é o que parece – Sakura não conseguiu mais segurar as lágrimas. – Eu tive dificuldades para superar, acho que de todas as criaturas mágicas e assustadoras que existem no mundo mágico, o bicho papão é o que mais me aterroriza, faz anos que eu aprendi a identificar um e desarmá-lo antes que ele tomasse forma para mim, porque – ela fungou – se tem um coisa que eu não consigo imaginar é o meu irmão sendo ridículo.

Sasori deu um passo para trás e caiu sentado em uma poltrona.

— Perdão – disse ele colocando as mãos em frente ao rosto.

— Pode ao menos me dizer o que foi que eu te fiz para você se afastar tanto de mim?

— Eu tenho inveja de você – ele confessou –, sempre tive e nunca consegui superar isso.

— O que? – Sakura murmurou quando assimilou as palavras. – Isso é ridículo.

— Sim, é – ele riu com escárnio. – Mas é a mais pura verdade, esse sentimento só foi crescendo com o passar dos anos e por isso eu me afastei, como eu podia sentir tanta inveja da minha irmãzinha?

— Mas…

— Você sempre foi a favorita do papai e conseguia fazer coisas incríveis sem explicação – ele a impediu de falar –, nunca me esqueço de quando eu quebrei o vaso da casa do tio Kakuzu e você só ergueu as mãos e… os cacos do vaso flutuaram num passe de mágica e o vaso estava inteiro outra vez, como se nunca tivesse quebrado. Era um vaso da dinastia Chang, não tem valor para uma relíquia daquelas e você consertou como se não fosse nada.

Sakura observou o irmão de uma nova perspectiva, seu irmão mais velho que sempre pareceu uma muralha intransponível e que sempre pareceu altivo… confessando seu segredo mais profundo.

— Então você recebeu a carta e foi para a escola de bruxos – ele bagunçou o cabelo, um gesto nervoso, em nenhum momento ele olhou para ela, apenas para o chão. – Toda vez que você voltava, com doces mágicos e suas histórias fascinantes… A inveja não passava, só aumentava, eu não sabia como me livrar disso, então me afastei.

— Você era meu único amigo – Sakura chorou.

— Me perdoa – ele olhou para ela, chorando também.

Sakura não sabia o que dizer.

— E as meninas? O que é que você pretendia fazer? Por que não contar-

— E se sumisse? – Sasori se alterou a interrompendo. – Mamãe e papai passaram dez anos esperando que sua magia sumisse, mas eu fiquei feliz quando percebi o que elas podiam fazer, só que… e se os poderes delas sumirem? Seria um castigo e tanto por eu ter sentido inveja da minha irmã mais nova.

Sakura percebeu o quão profundo aquele sentimento estava enraizado nele.

— Não é assim que a magia funciona – ela disse delicadamente. – Ou você é bruxo ou não é.

Sasori balançou a cabeça de um lado para o outro.

— Eu sei sobre a tia Kara – Sakura arfou surpresa. – Eu ouvi quando o papai contou para você sobre ela, sobre o nosso avô ter sido horrível e quando as sombras a engoliram.

Sakura engoliu em seco, em dúvida se contava ou não.

— Não esconda nada de mim, com dez anos você podia não saber o que era, mas agora você sabe – ele afirmou. – Me conta. – pediu – Eu preciso saber se isso pode acontecer com as meninas.

Sakura respirou fundo antes de falar:

— Existe uma condição na magia, quando ela é, de algum modo, suprimida de forma física ou psicológica, que faz com que um obscuro nasça. Um Obscurus é uma força parasitária das trevas e o resultado da condição de suprimir magia é o bruxo se tornar um obscurial – ela explicou. – Um Obscurus é desenvolvido em condições muito específicas: uma tentativa consciente de suprimir a magia, ódio internalizado da própria magia ou trauma associado com o uso de magia. Eu acredito que a tia Kara foi o último caso – disse Sakura. – São poucos os hospedeiros obscuriais que chegaram até os dez anos de idade, essa força parasitária consome o corpo do bruxo e… não há registros de sobreviventes após essa idade.

Sasori engoliu em seco:

— E a criatura que você mais tem medo é o bicho papão? – ele perguntou incrédulo.

Sakura soltou um riso surpreso.

— Pois é – respondeu.

— As meninas…

— Isso não vai acontecer – Sakura negou. – Porque, diferente da tia Kara, Mina e Momo tem uma família que as ama muito e que vai protegê-las – pela primeira vez em anos, Sakura tocou no irmão: apertou a mão dele como forma de conforto.

. . .

Os dias que se passaram foram de adaptação para toda a família.

Sakura e Sasori já não se estranhavam tanto, na maioria das vezes em que as meninas faziam algo fora do comum, era para a irmã mais nova que o mais velho procurava em busca de orientação.

Sana foi introduzida de fato ao mundo mágico e o que deveria esperar pelas filhas. Sasori e Sakura entraram em acordo sobre não contar das criaturas assustadoras que existiam, Sana já estava preocupada o suficiente.

A relação de Sasori e Kizashi melhorou muito também, ambos pedindo desculpas pelas palavras e pelos atos, deixando tudo no passado, onde deveria ficar. Dali em diante eram as duas bruxinhas que mais preocupavam a família.

Uma forma de protegerem as meninas, foi a de Sakura se mostrar mais, ir aos eventos da alta sociedade e aristocracia inglesa. Seu nome não saía dos tabloides por finalmente ter tido seu “debut” e seus looks viralizavam nas redes sociais, principalmente pela cor incomum de seu cabelo, acompanhando a paleta de cores de suas roupas.

Por ter sido instruída desde muito pequena, Sakura já estava pronta e com as respostas ensaiadas para as possíveis perguntas na ponta da língua. Seu “debut” oficial deveria ocorrer apenas no próximo ano, quando estivesse no último ano escolar, mas pelas sobrinhas, antecipou sua participação em eventos que requeiram a presença da família.

O baile de natal era o evento mais esperado da temporada de inverno em Londres, principalmente porque era um evento de grande porte, sediado por membros da realeza, era uma espécie de Met Gala na Inglaterra, com o propósito de arrecadar fundos para a caridade. E, naquele ano, o baile seria realizado na casa Bridgerton, onde os visconde e viscondessa prestigiaram o evento histórico tão aguardado.

. . .

— Está linda, prima – Deidara a cumprimentou. – Mas achei que seu vestido seria verde?

Sakura conteve um suspiro.

Sua tia Megara e sua prima Suzi tinham dado o ar de sua graça em Londres. E a prima continuava tão insuportável como sempre, devido a Sakura estar nos holofotes da mídia, sua prima vinha fazendo o possível para atrapalhar isso. A jovem bruxa perdeu a conta da quantidade de vezes em que teve que utilizar feitiços mudos para se salvar da prima.

Ser uma bruxa menor de idade era uma inconveniência, na opinião de Sakura, sua sorte foi a permissão especial que teve para auxiliar as sobrinhas e evitar que qualquer incidente mágico pudesse acontecer, então agora podia usar magia fora da escola, desde que estivesse na presença das meninas.

— Adivinha quem roubou meu vestido – ela comentou mantendo um sorriso neutro no rosto.

— Minha nossa – o primo redirecionou o olhar. – Aquela cor é horrível.

— Talvez eu deva agradecer a ela, então? – Sakura disse de forma humorada.

— Não, em você ficaria bem, por causa dos seus olhos, mas acho que te daria um ar muito maduro para sua idade – ele analisou. – Rosa fica perfeito em você, ar de jovem – apontou – e saudável.

Sakura franziu o rosto com o comentário do primo.

Estava usando um vestido rosa bem claro, com uma saia rodada que batia na altura dos tornozelos revelando o par de sapatos boneca brancos em seus pés. Suas joias consistiam em diamantes: um fino colar formado por pedras, uma pulseira imitando e o par de brincos combinando.

— Não faça essa cara – o primo sorriu. – Sabemos que sua saúde há muito melhorou, do contrário não teria ido para a escola.

— Sabemos? – perguntou confusa.

— Meu pai e eu – o primo revelou. – Fiquei contente quando enfim confessou para gente o que era de verdade, acho que isso enfim vai acalmar a relação entre o meu pai e o seu.

Sakura sentiu o estômago embrulhar.

— Eu estava brincando – falou fracamente lembrando do jantar na casa do seu irmão apenas alguns dias antes.

— Ah, então ainda era para ser um segredo? – o primo arregalou os olhos e olhou ao redor. – Eu não sei de nada, não vi nada, não ouvi nada, brincadeira entre parentes – riu nervoso.

— O que está fazendo? – Sakura sussurrou.

— Não quero te colocar em problemas com outros bruxos – ele sussurrou de volta. – Por falar nisso, quantos bruxos há aqui?

Nenhum, mas Sakura não disse isso. Estava surpresa pela sua fala ter de fato sido levada a sério. Se o Ministério da Magia soubesse…

— Não pode contar para ninguém.

— Eu prometo – ele disse erguendo o dedo mindinho para ela.

Sakura sorriu aceitando o mindinho com o seu.

— Como… você soube? Sasori te contou? – estava genuinamente curiosa.

— Nunca e olha que eu pressionei ele um monte de vezes, mas ele sempre foi super protetor com você – o coração de Sakura se aqueceu ao ouvir aquilo. – Eu lembro quando o Sasori quebrou um vaso do meu pai, na verdade era da minha mãe – ele sorriu melancólico. – E então, você ergueu as mãos e o vaso flutuou de volta como se não tivesse acontecido nada. Quando eu perguntei pro Sasori, ele disse que eu tinha sonhado – revirou os olhos. – Eu contei pro meu pai na época.

— Sério? – Sakura sussurrou.

Deidara acenou com a cabeça.

— Nunca me esqueci, ele arregalou os olhos e disse: “É claro, ela é igual a sua tia Kara e você não pode contar para mais ninguém sobre o que viu, tudo bem?”

— Ele sabe desde então? – Sakura estava surpresa com o relato do primo. – Por que ele nunca disse nada?

— Acho que ele não queria pressionar o seu pai – Deidara deu de ombros enquanto bebericava uma bebida. – Meu pai estava lá quando a tia Kara faleceu, ele disse que foi horrível e é uma memória da qual ele nunca vai esquecer – estremeceu.

— Sobre o que estão conversando? – Suzi escolheu bem esse momento para aparecer e interromper.

— Sobre como essa cor fica horrível em você – Deidara falou rapidamente para não revelar sobre o que estavam conversando de fato.

Sakura cobriu a boca com uma das mãos, segurando o riso.

Suzi ficou vermelha de raiva e começou a brigar com ele.

. . .

Do outro lado do salão, o duque e o seu irmão olhavam para os jovens.

— E onde está Sasori? – o duque perguntou.

— Foi passar o natal na casa da família de Sana – Kizashi respondeu.

Era de conhecimento público que a esposa do filho mais velho do irmão do duque Haruno era uma plebeia. No começo do namoro eles eram seguidos e perseguidos para cima e para baixo aonde quer que fossem, até uma nova fofoca da realeza aparecer e deixá-los respirar um pouco, mas então Sana e Sasori se casaram às pressas, em Las Vegas, nos Estados Unidos; foi um longo ano de prato cheio para os tablóides britânicos, principalmente por causa do nascimento das gêmeas.

Sasori nunca foi do tipo de usar as redes sociais, mas precisou fazer isso inúmeras vezes para defender Sana dos comentários maldosos da internet.

Kakuzu comentou melancólico:

— Se a realidade fosse outra, Kara estaria aqui.

Kizashi paralisou, mas era mais por força do hábito.

Sempre temeu tanto pela sua menininha.

— Ela está bem – Mebuki murmurou ao seu lado, sentindo a tensão do marido. – Cresceu forte, saudável e ficou linda, mas eu sou suspeita para falar.

Kizashi apertou a mão da esposa, grato pelo apoio e por ter ela sempre ao seu lado.

Sua filha estava bem e ficaria bem.

— É impressionante o quanto Sakura é parecida com ela – Kakuzu continuou falando.

— É só o cabelo – Kizashi apontou.

— Eu lembro da minha irmã, sou o mais velho, caso tenha se esquecido – Kakuzu retorquiu.

— É melhor deixar o passado onde ele deve ficar – alertou Mebuki. – É uma noite de comemorações – apontou para o salão cheio de decorações de gelo.

— Tem razão, cunhada – Kakuzu suspirou. – Deixa eu cumprimentar velhos conhecidos, antes que surjam mais boatos.

Ele tinha sido abordado pelos repórteres e paparazzis assim que chegou. A pergunta que não queria calar era: quando a Casa Haruno ofereceria o baile de natal novamente?

Já se faziam alguns anos desde o último: havia sido catastrófico.

Sakura era pequena e, claro, não tinha muito controle da magia, Suzi a tinha irritado de alguma forma e Sakura explodiu um dos lustres, o resultado: cacos de vidro caíram machucando os convidados que dançavam no meio do salão; as velas dos lustres foram parar nas cortinas causando um pequeno incêndio. Ninguém ficou muito ferido, ou gravemente ferido, mas a noite tinha se encerrado precocemente. Desde então, nem o irmão ou a cunhada do duque apareceram novamente por alguns anos em eventos.

Sasori era o único que aparecia acompanhando o primo e o tio e dizia que sua irmã não estava bem de saúde e por isso os pais preferiam ficar ao lado da filha ao invés de ir a festas.

— Aquela é a sua irmã dando em cima do meu irmão? – Kizashi perguntou incrédulo.

— Quem diria, não é? – Mebuki segurou um riso, era isso ou bufar.

— Acho que ela só quer ser a próxima duquesa, não? – Kizashi percebeu de cara.

— Se fosse duzentos anos atrás, aposto como ela estaria empurrando a filha para cima dele – Mebuki comentou ácida.

Kizashi lançou um olhar horrorizado para a esposa.

— Sua irmã, às vezes, me espanta muito – ele balançou a cabeça de um lado para o outro.

— Se eu que cresci com ela me espanto, imagina você – observou a tentativa infrutífera da irmã mais velha.

— As vezes eu desejo que o meu irmão conheça alguém – comentou Kizashi. – Mas eu me coloco no lugar dele e entendo: eu jamais conseguiria amar outra pessoa que não você.

— Own – Mebuki sorriu emocionada. – Eu espero que um dia a Sakura encontre alguém que ame ela, tanto quanto você me ama e que ela ame esse alguém tanto quanto eu amo você – ela desejou.

Kizashi deu um beijo mínimo nos lábios da esposa, estavam em público afinal e qualquer acontecimento era um prato cheio para fofocas.

A seguir, trecho de uma reportagem dos tabloides britânicos

“… E é claro, não podemos negar que uns dos destaques desta noite, assim como em toda esta temporada: Sakura Haruno, sobrinha do duque. A jovem cresceu afastada de eventos e da mídia em geral, tinha a saúde frágil quando mais nova, mas aparenta estar completamente recuperada.

Seus looks e modo de se portar têm rendido elogios de todas as partes, isso sem mencionar sua incrível beleza. Seus longos cabelos cor de rosa chamam a atenção por onde passa.

O vestido para o baile de natal na casa Bridgerton usado pela jovem é o mais votado como melhor look por nossos seguidores.

O gif abaixo só nos deixa instigados: ao perguntar ao duque quando seria o próximo baile de natal oferecido pela casa Haruno, foi o herdeiro quem respondeu:

— Daqui a dois anos, tenho certeza que posso contar com a ajuda da minha prima.

*Sakura olha surpresa para o primo e se vira sorrindo para as câmeras…”

Continua…

Notas finais
Gostaram? espero que sim!!! Algum comentário: dúvida, sugestão, elogio? Vou adorar saber Minha recomendação de leitura da vez é o livro "Flores feitas de espinhos", para quem gostou de “Príncipe Cruel” pode ser um prato cheio já que a protagonista e o mocinho têm uma vibe parecida Bom, por enquanto é isso, beijinhos e até o próximo capítulo