Notas iniciais
Heey, gente! Demorei, eu sei kkkkk mas vocês devem estar acostumados... não é??! Estou muito feliz por causa da animação de vocês com essa fic e com os pedidos que tive para atualizar hahaha Antes do capítulo... NOVIDADE: EU FIZ UM TWITTER!! E estou muitooo feliz por isso hahaha só criei porque soube que tinha leitores meus por lá! Então quem tiver, me siga! Quero interagir com todo mundo! @gessikkstydia Boa leitura!

Stiles Stilinski

— Você gosta mesmo dela, não é?

A voz da minha melhor amiga fez com que eu inclinasse o rosto em sua direção. Malia estava linda com um vestido azul repleto de brilho. O rosto maquiado e os olhos transbordando de alegria por finalmente, ser o final do colégio.

— Só quero ela na minha cama.

Nem eu consegui me manter sério com a afirmação carregada de uma mentira descarada. Acabei soltando uma risada que Malia acompanhou com facilidade, revirando os olhos para mim.

— Droga, Stiles! Está escrito na sua testa que você está apaixonado!

Não tentei negar, na verdade até concordei com a cabeça. Mantive os olhos fixos na porta de entrada do salão na esperança de ver a cabeleira ruiva surgindo no lugar. Por que ela estava demorando tanto para chegar?

— Essa vai ser minha última tentativa. — Declarei sem a determinação que gostaria.

— Desde que te conheço, você corre atrás dessa garota. Vai desistir assim?

— Não tenho escolha! Depois de hoje, nunca mais vamos para escola, como vou falar com ela? — Malia segurou meu braço provavelmente por perceber o incomodo em minha voz.

— Então se hoje não conseguir nada com ela...

O olhar de compaixão de Malia me deixou desconfortável. Não estava habituado a me sentir frágil por causa de uma garota, mas Lydia Martin... Desde que éramos pequenos eu me apaixonei por ela. Ela me tinha em suas pequenas mãos e nem sabia disso.

— Vou pegar alguma garota que queira sexo bom e transar até a exaustão. — Completei a frase com um sorriso forçado.

— Sexo é sempre a solução para você. — Sorri com o tom de voz que ela usou.

— Antes de arrumar um namoradinho, você não reclamava disso.

Malia socou meu ombro e eu fiz questão de abrir um sorriso safado em sua direção. Nós já tínhamos dormido juntos diversas vezes até ela conhecer Scott, o garoto que fez nossa relação se tornar uma amizade sem benefícios.

Suspirei já amargo, tendo a certeza de que Lydia não viria. Se a convidei por sete anos seguidos, por que ela ia aceitar agora?

Tudo bem, eu pude sentir aqueles lábios grossos contra os meus, apertei aquela barriga gostosa, mordi a pele macia, vi aquela calcinha sexy, porém, isso não significava que ela realmente ia...

— Deus! Olha que... Céus! Mulher gostosa. — As palavras despencaram da minha boca quando a visão do paraíso se materializou no salão de festa. — Eu preciso enfiar a boca entre essas pernas grossas.

— Stiles! Será que pode falar essas coisas só para Lydia?

Não me importei com a reclamação de Malia, nem em escutar tudo o que ela dizia. Abandonei minha melhor amiga caminhando a passos rápidos até Lydia Martin, a garota de curvas enlouquecedoras.

Cheguei tão rápido até ela que Lydia pulou de susto. Porém, eu não estava em condições de me importar com nada além de encarar seu corpo bem marcado no vestido comprido.

— Como você não se acha gostosa? — Foi minha frase de cumprimento, segurando seus braços gordinhos e a puxando em direção a mim. — Se eu tivesse um corpo tão lindo, não ia parar de me masturbar e de apertar esses seios.

Ela corou e aquilo era a única coisa que faltava para ela ficar ainda mais sexy. Usava o vestido que eu comprei e entreguei em sua casa. No mesmo dia que o recebeu, Lydia reclamou comigo durante horas e disse que nunca vestiria, no entanto, lá estava ela com a roupa que me custou parte do dinheiro que eu usaria para conseguir viajar nas férias.

O vestido era cor de pele, ou o que eu via as garotas chamarem de nude. Ajustado no corpo de Lydia, não escondia nenhuma das suas curvas fartas e fazia o cabelo lindo se destacar.

Os dois motivos principais por ter comprado aquele vestido foi porque não dava para Lydia usar com sutiã e porque era justo o suficiente para eu enlouquecer com a visão de sua bunda grande. Claramente tinha feito uma ótima escolha.

A lateral do vestido tinha uma transparência que exibia parte de seus seios. Pensar que por causa do bendito bojo do vestido ela não usava sutiã, só aumentou minha vontade de arrancar aquela roupa.

Se ela me permitisse, transformaria a primeira vez dela em uma maratona de sexo. Implorava internamente para que ela estivesse tão rendida quanto no dia em que deixou eu subir seu vestido e morder sua barriga.

— Pare de me olhar assim. — O sussurro foi tão baixo, que tive dificuldade para escutar devido a música alta.

— Assim como?

Inclinei o corpo em sua direção. A olhei bem de perto e com muita atenção. Presenciei suas bochechas corarem ainda mais. Ela estava tão desconcertada que não conseguia encarar meus olhos.

— Como se eu....

Quando lhe faltou palavras, eu sorri, percebendo que estava demonstrando exatamente como me sentia. Ela precisava entender o quanto era linda, o quanto eu a admirava.

Queria que ela percebesse meu desejo enlouquecedor por seu corpo farto. Eu sempre tentei demonstrar além disso, mostrar de alguma forma como me importo com ela, mas Lydia parecia não entender.

Mesmo a elogiando, carregando suas bolsas, a seguindo pela escola, fazendo companhia, ela não acreditava que eu amava estar com ela. Porém, se finalmente estava no baile comigo, isso podia significar que ela começava a acreditar em mim.

— Vire de costas, Lydia. — Pedi quando percebi que ela não tinha coragem para terminar a frase.

— O quê?

Qualquer assunto ou atitude envolvendo sexualidade, nunca foi problema para mim. E a respeito das mulheres, sempre preferi mostrar claramente quando tenho interesse em transar com elas ou de olhar seus corpos para que se elas não quisessem, tivessem a liberdade de negar.

Sempre achei melhor fazer isso do que tentar enrolar como muitos garotos faziam. Com Lydia, a diferença é que eu não a queria apenas para sexo, no entanto, naquele dia, estava focado no desejo de tirar sua virgindade e fazer ela se sentir a mulher mais gostosa da face da terra. Só depois eu a conquistaria por completo.

— Eu quero muito ver a sua bunda nesse vestido. — Foi impossível ser mais sincero do que isso.

Não sei se o melhor foi ver Lydia corada ou se foi o fato de mesmo envergonhada, ela fazer o que pedi. Deu uma volta em torno de si mesma, permitindo que eu analisasse seu corpo.

Sem tentar ser discreto, me afastei um passo para trás e inclinei a cabeça para olhar melhor a bunda redonda mal escondida pelo tecido fino. O vestido transparente mostrava perfeitamente o formato da calcinha que ela usava.

A calcinha era muito pequena! Conseguia ver como as rendas da lingerie entravam dentro da sua bunda. Céus! Estava totalmente enfiada naquela carne gostosa, farta.

Eu amava aquela bunda grande, larga, arrebitada. Ver a calcinha aumentou minha vontade de a apertar, de enfiar meus dedos dentro de sua cavidade e morder sua pele até deixá-la toda marcada.

— Gostosa! — Foi a primeira coisa que fui capaz de falar. — Veio de calcinha pequena do jeito que eu pedi... E ainda é preta? Escolheu muito bem.

Após falar, senti a garganta vibrar com o rosnado que escapou de mim. A visão era tão sexy que eu já não conseguia perceber mais nada do que acontecia a minha volta. Era impossível desviar o olhar.

Ela virou para mim, impedindo que eu continuasse a olhar sua bunda. Porém, a sua expressão de vergonha era tão linda, que não sabia dizer o que era melhor ver. Lydia era uma bela visão em todos os ângulos.

— C-como você sabe a cor? — A insegurança, a inocência em sua voz, só me fez pensar em indecências.

Seus lábios estavam abertos de surpresa. Tudo o eu queria era me enfiar dentro daquela boca, obrigar que ela abrisse mais os lábios para eu me aconchegar em seu interior.

— Esse vestido é bem transparente, Lydia.

Não consegui não soar cafajeste ao falar. Era impossível manter a compostura com ela. Tão linda, tão sexy...e não fazia nada para ser assim. Era natural e impensado, ela nem sequer percebia.

— Transparente? Oh meu Deus! Eu preciso...p-preciso ir para casa!

O desespero que surgiu nela pareceu acentuar a beleza de sua boca coberta por um batom vermelho. Eu nunca tinha visto Lydia com aquela cor nos lábios. A deixava ainda mais bonita.

Lydia sempre tentou se esconder de todos, mesmo que para mim aquele esforço parecesse inútil. Tudo nela chamava atenção, tudo me atraía. A cor de seus olhos, o formato de seu corpo, o cabelo estonteante.

No entanto, naquele dia, ela não tentava se esconder. Seu rosto estava vermelho de vergonha, porém, estava ali no baile usando um vestido com transparência e ajustado no corpo. Estava enfrentando não só o baile, mas todas as pessoas que tinham visto sua foto de lingerie.

— Casa? — Repeti a palavra com dificuldade para entender.

Sua beleza parecia consumir meu raciocínio. Não tinha como não ficar atordoado com aquele excesso de curvas e carne que eu ansiava apertar. Tinha a certeza de que poderia passar horas seguidas mordendo e beijando cada centímetro daquele corpo.

— Todo mundo está vendo minha calcinha!

— Têm maneiras melhores de resolver isso. — Abri meu melhor sorriso safado. Sabia que isso a deixava desconcertada. — Você pode por exemplo, tirar a calcinha.

Foi extremamente prazeroso ver a expressão de Lydia. Ela ficou ainda mais vermelha e os olhos arregalados foram em direção ao chão. Para ficar mais adorável, Lydia entrelaçou as mãos na frente do corpo. Ela tímida daquele jeito me deixava muito, muito excitado

— O q-quê?

— Eu não me importaria nenhum pouco de tirar agora por você. — Sugeri despretensiosamente. Observei a reação dela com as minhas palavras. — Só para ajudá-la, é claro. Afinal, se ficar sem calcinha, não vai ter o que marcar no vestido.

Ela pareceu pensar sobre o que eu disse. Franziu os lábios e me encarou como se tentasse perceber se tinha algum plano por trás das minhas palavras. Por fim, me surpreendendo, ela concordou com a cabeça.

Segurei sua mão gordinha e a puxei na direção que queria. Ansioso, fui dando passos largos, me desviando das pessoas a nossa volta. Quando olhei para trás, percebi a dificuldade de Lydia para me acompanhar.

Ela tropeçava nos saltos e a cada passo meu, tinha dar três para que suas pernas alcançassem a mesma distância. Ri baixo e em resposta, ela voltou a corar.

— Lydia, cuidado! O pau dele é pequeno! — O grito masculino me fez parar por um instante.

Achei Scott ao lado de Malia, rindo da piada que tinha acabado de fazer. Balancei a cabeça em negação, ri e ergui o dedo do meio em sua direção, enquanto o McCall levantava um copo de bebida como se quisesse brindar comigo.

Olhei mais uma vez para Lydia, havia alguma surpresa em seu olhar, mas nos lábios um sorriso tímido e divertido torcia sua boca para os lados. Percebendo que ela queria falar alguma coisa, aproximei o rosto do seu com a cabeça inclinada.

— Como ele sabe meu nome? — Ela perguntou por fim, com sua voz linda, seus lábios lindos.

— Ele é namorado da Malia e Malia é minha melhor amiga — expliquei rápido, ansioso para voltar a andar para ter privacidade e arrancar de uma vez a calcinha de Lydia.

— Não entendi.

— Eu falo muito de você para meus amigos, Lydia. Todo mundo que anda comigo sabe quem você é.

Ela arfou. Eu pisquei em sua direção.

Voltei a andar, quase correndo dessa vez. Se outra pessoa me atrapalhasse de arrastar Lydia para qualquer canto isolado, eu seria capaz de bater no infeliz. Não queria conversar com ninguém que não fosse ela.

— Banheiro? Ou essa sala reversada só para funcionários? — Perguntei quando saímos do salão principal, indo para um pequeno corredor onde estava os sanitários e a tal sala dos funcionários.

Lydia olhou para as portas disponíveis, parecendo pensar.

— O que você acha mais sexy? — Voltei a perguntar, arqueando as sobrancelhas.

— Mas eu só vou tirar minha calcinha...

— Não, ruiva, eu que vou tirar sua calcinha! Isso muda muito a situação.

Ela mordeu o lábio inferior e eu, não aguentei. A pegando desprevenida, segurei seu rosto com uma mão e beijei o lábio que ela mordia. Surpresa, Lydia entreabriu a boca e eu aproveitei para chupar o lábio inferior grosso, puxando para mim e depois, passando a língua por cima.

— O banheiro têm várias cabines e apesar de eu gostar da adrenalina, acho que você ia travar se eu tivesse a masturbando e alguém entrasse na cabine do lado! — Disse assim que separei nossas bocas, admirando o rosto de Lydia perder a cor por causa da minha fala — Então vamos para sala de funcionários!

Sem esperar que ela respondesse, abri a porta da sala e entrei, ainda a puxando pelo braço. A sala tinha um tamanho médio, uma mesa de madeira, muitos papéis e duas cadeiras.

— Aqui é perfeito! — Elogiei satisfeito. Fechei a porta atrás de Lydia e sorri ainda mais quando vi que a chave da sala ficava ao lado da porta. — Ainda dá para trancar!

— Você é tão bonito — o sussurro muito baixo fez minha nuca se arrepiar. Virei para Lydia logo após fechar a porta, a encarando com surpresa.

Lydia encarava o chão, o rosto vermelho e mordia o lábio inferior. Aquilo era tão sexy, que não reprendi um arfar baixo. A devorei com o olhar e me aproximei com pressa, apertando o quadril largo com as duas mãos.

— Você é linda — respondi com a voz bem baixinha, sabendo que isso a provocaria — muito linda.

Beijei a bochecha corada e gordinha. Ela se remexeu no lugar, como se tivesse se assustado com minha atitude, no entanto, não se afastou. Arrisquei beijar mais uma vez ali e depois, beijei seu queixo.

Ela suspirou e eu tive a certeza de que era o suspiro mais lindo que ouvi na minha vida. Dei alguns passos para frente, obrigando que ela andasse para trás até as costas encontrarem a parede.

Lambi todo o contorno do maxilar disponível a mim, deixando a saliva umedecer a pele macia. Esfreguei o nariz na bochecha esquerda, que até aquele momento ainda estava intocada. Levei os lábios até a testa de Lydia e ela era tão mais baixa que eu, que mesmo com o salto, foi fácil beijar aquele local.

Beijei a ponta do nariz arrebitado e tive vontade de rir ao perceber que era a única parte de seu rosto que estava gelada. No entanto, quando encarei o rosto de Lydia e a vi de olhos fechados, aproveitando o momento, prendi o humor dentro de mim.

Com a maior lentidão possível, comecei a subir e a descer as mãos repetidas vezes na lateral do corpo volumoso, sentindo a curvatura da cintura e o formato impecável do quadril. Fui apertando uma vez ou outra, me deliciando com a sensação.

Selei nossas bocas uma vez, me torturando por não a beijar da forma como aqueles lábios grossos mereciam ser beijados. Esfreguei a boca no maxilar já úmido com minha saliva e por fim, alcancei o pescoço pálido.

A mordi na altura da garganta. Fui delicado na primeira vez para não a assustar. Beijei três vezes e fui para a lateral do pescoço, onde mordi mais forte, puxando para minha boca, sugando, obrigando que a pele se esticasse e roçasse em meus dentes afiados.

Lembrando como ela tinha gostado quando beijei sua nuca no dia que suas fotos expostas na escola, inclinei o rosto até achar aquele ponto sensível para ela. Beijei e voltei a morder, a chupar.

Fui presenteado com um gemido de Lydia. Sim, gemido! Estava com as mãos em seu quadril e ela já estava gemendo por minha causa. Sem conter o desejo, grunhi e a puxei mais para mim, querendo que ela sentisse o volume que começava a crescer dentro da calça.

— Você não tem ideia de como me faz ter pensamentos eróticos — confessei com a boca ainda grudada na nuca que se preenchia de suor — até sua voz é sexy.

— A g-gente...

Sorri quando a voz de Lydia falhou e a contragosto, afastei a cabeça de seu pescoço. Permaneci com as mãos em seu quadril e com o corpo bem perto do dela, sabendo que sentia meu início de ereção.

— Está com dificuldade para falar, ruiva? — Debochei com um sorriso, torto, a encarando direto nos olhos por saber que isso a constrangia.

— A gente vai voltar para a festa?

Não tinha passado pela minha cabeça que talvez Lydia quisesse de fato participar do baile. Franzi as sobrancelhas e levei uma mão ao rosto tão bonito, a acariciando.

— Você quer voltar? — Perguntei e logo em seguida, lembrei de acrescentar: — Depois que eu tirar sua calcinha.

— Não quero que as pessoas riam de mim depois das...das fotos — Só de lembrar do choro de Lydia, da humilhação que ela passou, voltei a sentir ódio de Derek. — mas eu nunca fui para uma festa assim, nunca dancei com um garoto.

A confissão inocente e tão sincera de Lydia fez meu estomago se revirar. O ódio que sentia por Derek foi substituído por uma raiva quase insana de mim mesmo. Como pude passar tantos anos seguindo Lydia e nunca percebi que ela não me dava atenção por ter tantas inseguranças?

Se eu soubesse antes, teria insistido mais. Teria a levado para alguma festa anos antes, dançando com ela, trazido flores, a levaria para um primeiro encontro e daria seu primeiro beijo.

Primeiro beijo...

— Lydia, você já tinha beijado antes? — Perguntei por impulso, assim que o pensamento surgiu em minha mente.

Ela arregalou os olhos verdes e ficou paralisada por alguns segundos, me deixando ansioso para receber sua resposta. Depois do que pareceu anos, Lydia negou com a cabeça.

— Deus! Seu primeiro beijo foi comigo?! — Ela desviou o olhar e pareceu ficar desconfortável. Se remexeu e eu apertei mais seu quadril, com medo que ela tentasse se afastar de mim. — Deixa eu fazer logo o que nós viemos fazer!

Decidido a mudar a atenção de Lydia, fiquei de joelhos a sua frente, da mesma forma que tinha feito quando tive o privilégio de morder e beijar a sua barriguinha linda e tão branca quanto a minha.

Lydia olhou para baixo, para mim. Sem quebrar o contato visual, coloquei as duas mãos por baixo de seu vestido longo. Ela estremeceu quando segurei seus tornozelos e impulsionei os dedos para cima, sentindo as laterais de suas pernas.

— Só vou tirar sua calcinha, tudo bem?

Ela concordou com a cabeça e eu continuei. Tive que puxar parte do tecido do vestido para cima, facilitando enquanto eu explorava suas pernas até sentir a maldita calcinha que eu ansiava tirar.

Só conseguia ver os joelhos nus daquelas pernas gostosas, não podia enxergar a calcinha que eu sabia que era preta e pequena. Sem suportar mais a ansiedade, puxei as laterais da peça intima com certa grosseira, levando até os tornozelos de Lydia.

A ruiva soltou um de seus típicos barulhos sexys e continuou olhando para mim, totalmente tímida. Tendo mais cuidado, levantei um de seus pés que calçavam salto alto, a libertando de vez da calcinha ao levantar depois, o outro pé.

Sem nem pensar, levei a peça até o rosto e respirei fundo. Sempre gostei de cheirar e lamber, chupar, a intimidade de uma mulher, mas, não sei se pela minha excitação ou se de fato Lydia era melhor, porém a fragrância dela pareceu ser a mais sexy que eu já tinha sentido na vida.

Apesar de querer naquele exato momento rasgar o vestido de Lydia e fodê-la na mesa dos funcionários, percebi que ela precisava mais do que isso. Ela precisava aproveitar a noite, ter sua primeira festa, sua primeira dança em um baile. E se eu começasse a beijá-la, ou se visse sua nudez, não ter forças para parar e voltar a festa.

— O que acha de a gente voltar para o baile, se divertir e depois ir para minha casa?

Ela parecia desconcertada enquanto eu levantava e colocava sua calcinha no bolso da calça social. Lydia piscou algumas vezes e eu ri, percebendo que ela estava assim só porque tinha cheirado aquela peça.

Lydia ser virgem era com certeza, a melhor coisa do mundo.

— Sua casa? Por quê? — Balbuciou aquelas palavras e eu só pude sorrir para ela.

— Porque eu quero muito ficar com você, Lydia e acho que você também quer — falei com calma, permitindo que ela absorvesse as palavras — na verdade, quero transar com você, mas jamais a forçaria a nada.

Observei como ela arregalou os olhos com minha fala sincera, como se, apesar de tudo que eu já tinha dito e feito, ela ainda não tivesse consciência do quanto eu a desejava.

— Pensando bem, quero muito que você vá lá para casa, mesmo se não quiser transar — acrescentei e balancei os ombros, tentando reforçar a ideia de que não tentaria nada que ela não se sentisse confortável para fazer — A gente pode ficar ser beijando na minha cama até o dia seguinte.

— Tem certeza? Que você quer passar tanto tempo comigo? — Ela perguntou tímida, insegura e tudo que eu queria era arrancar aqueles sentimentos e fazê-la se enxergar da forma como sempre a vi.

— Lydia, eu nunca levei nenhuma garota para minha casa, nunca. Eu só transo em motéis, na escola, carro ou...

— Já entendi — Ela me cortou com um leve bico de irritação. Torcia para que fosse algum tipo de ciúme.

— Eu gosto mesmo de você.

Ela sorriu. Um sorriso lindo que provocou covinhas nas bochechas salientes e ali, naquele momento, percebi que Lydia acreditou no que eu tinha acabado de dizer. E que ela estava feliz com isso.

— Vamos?! — Perguntei inclinando a cabeça em direção a porta. Ela concordou com a cabeça.

Destranquei a porta, abri e dei passagem para que Lydia saísse antes de mim. Ela passou e depois parou, voltando a virar na minha direção.

— Eu vou para sua casa — Ela disse segura da resposta, olhando para meus olhos e não para o chão.

Foi a minha vez de sorrir.

Notas finais
Então.. gostaram?? ALGUÉM ME DÁ ESSE STILES PARA MIM, POR FAVOR!! Sério kkkkk escrevo e só consigo pensar "quero esse homem para mim"! Prometo que vou fazer de tudo para não demorar tanto.. até porque, conhecendo vocês, sei que estão ansioso para o que estar por vir no próximo capítulo hahaha Beijinhos Obs: Vou deixar link da minha fic nova que estou fazendo para um desafio... https://fanfiction.com.br/historia/744271/100_palavras_de_amor/