Cupido Negro

1 Capítulo Único


Notas iniciais
Olá! Tudo bem? Essa é mais uma One de minha autoria. Eu tenho muito apreço por esses dois personagens, especialmente esse meu OC chamado Thomas Blackwell, mais conhecido como "Black", então resolvi fazer esse tributo a ele e a personagem de Arrow, Carrie Cutter que eu shippei na fic Young Legends

Prisão Iron Heights

Carrie Cutter estava em sua sela com o unforme da prisão. Ela estava tentando dormir, mas tinha pesadelos com Floyd Lawton, o Pistoleiro que morreu na última missão do esquadrão suicida. A porta de sua cela se abre e o barulho a faz se levantar da cama. O guarda introduz Thomas para ela.

—Senhorita Cutter, você tem um novo companheiro de cela.

O guarda empurra Thomas para dentro da cela. Thomas olha para o guarda e ele se despede.

—Tenham uma boa noite. Fechar cela! —diz ele gritando—

A porta da cela se fecha e Thomas fica à sós com Carrie. Ela se aproxima dele e fala com ele.

—Oi bonitão! Qual é o seu nome? — diz ela com um sorriso meigo.

—Olá! M-Meu nome é Thomas Blackwell —diz Thomas um pouco tímido.

—Você é muito bonito —diz ela fitando-o.

—Obrigado. Você também é —diz ele olhando para ela.

Carrie começa a rir.

—Porque você está rindo?

—Eu estava tão tristinha, tão solitária aqui nessa cela e de repente o meu principe encantado aparece na minha cela.

—Bem, eu acho que ouvi algo a seu respeito nos jornais uma vez. Eu sou um grande fã seu.

—É mesmo? Eu nunca ouvi falar de você.

—Meus pais são bastante ricos. Meu pai é filantropista e minha mãe uma socialite. Desde cedo o meu pai queria que eu assumisse os negócios da família, mas eu não queria. Eu queria apenas desfrutar a vida, abrir uma boate de striptease...Eu comecei traficando drogas, e depois passei a traficar armas. Meus pais disseram que eu envergonhava o nome da família e eu resolvi abandonar tudo e morar no Glades. Eu fui encontrado por um traficante de armas que me contratou para vender as armas que ele conseguia e eu nunca tinha sido pego pela polícia, até o outro dia, quando o Arqueiro e a parceira dele descobriram a minha negociação.

—Oliver Queen está de volta na cidade? —indagou Carrie entusiasmada.

—Não, esse arqueiro é novo. Eu não sei quem ele é. Mas, eu vou descobrir quando eu sair daqui.

—E você pretende me levar junto, meu principe?

—Com certeza.

Carrie pula de alegria e bate palma. Ela estava tão feliz que resolve abraçar o seu companheiro de cela.

Eles então vão para a cama. Thomas fica no topo e Carrie na parte de baixo. Carrie dá “Boa noite” à ele antes de dormir.

—Boa noite, meu principe encantado!

—Boa noite, princesa—diz ele se acomodando na cama.

[...]

Thomas e Carrie estavam em sua cela. Thomas lavava o rosto na pia enquanto Carrie estava lendo um livro na cama dela. Ele olha o seu reflexo no espelho e fica pensativo. Ele só pensava em sair da prisão.

"Essa prisão...eu estou ficando entediado. Eu quero sair daqui o mais rápido possível, não importa os meios" —Thomas pensou.

Thomas enxuga o rosto na toalha em cima da torneira da pia e vai até Carrie.

—Bom dia, princesa! —Cumprimentou Thomas.

—Bom dia, principe! —Carrie sem tirar os olhos do livro.

—Desculpa a pergunta, mas...o que você está lendo?

—20 mil léguas submarinas.

—E você está gostando?

—Sim, eu estou achando fantástico. Eu acho que você deveria experimentar.

—Obrigado. Depois de você ler, talvez?

—Claro. Eu te empresto assim que eu terminar de ler.

—Tudo bem. Aqui na cela é tão entediante. Eu gostaria de um pouco de ação...

—...

—Eu estou louco para sair daqui e ferrar com o Arqueiro.

—Eu gostaria de saber quem é esse novo Arqueiro.

—É por isso que eu estou louco para sair daqui. Ele vai me pagar por ter me colocado aqui.

—Relaxe, meu príncipe. Logo alguém deve vir nos resgatar.

↑

Algumas horas depois, sons de tiros e gritos ecoam pelas paredes da prisão e Thomas anda até a grade da cela para ver o que seria aquilo. Ele olha pelas barras da cela e não vê ninguém.

—O que você está olhando, Príncipe?

—Você não ouviu todo esse barulho?

—Barulho? Que barulho?

—Bem, parecem gritos e tiros...

—Deve ser o vendo, queridinho.

— Não, não é o vento....

Thomas continuava olhando para fora da sala e então vê três sujeitos usando máscaras com tema de cartas de baralho, cada uma com um naipe diferente. Eram duas mulheres e um homem. As mulheres usavam máscaras representando as cartas Rei e Valete. O homem representando a carta Dez do baralho. O carcereiro que vigiava as celas da prisão entra em ação para impedi-los.

—Parados ai! —O Guarda tentando detê-los com sua arma apontada para o trio.

—Dez, você primeiro! —Rainha comandando o Dez.

—Com prazer!

Dez se põe na frente do guarda.

—Parado ou eu atiro!

—Atire! Vamos ver se você é páreo.

O guarda fica nervoso e começa a suar frio. O corpo dele hesitava bastante em atender a ordem imposta pela mente de seu dono.

—Atire! Atire! Vamos!

O homem estremecia mas começara a puxar o gatilho da arma bem devagar até que dispara um tiro de sua arma. A bala atinge o corpo de Dez e ele não sofre nenhum arranhão. A cápsula da bala cai no chão.

—Nem fez cócegas! Continue!

O guarda dispara mais tiros contra Dez, até que fica sem balas no revolver. Ele aperta o gatilho e apenas ouve um "click".

—Que merda! Eu estou sem balas!

Dez se aproximava do guarda.

—Vamos brincar um pouco, sim?

Dez se aproxima do guarda e acerta um soco no abdômen dele. O Guarda se contorce de dor e larga a arma no chão.

—Você gosta disso?

Dez continua espancando o guarda e Thomas assiste a cena de longe.

—Olha só isso! Parece que a cavalaria chegou —comenta Thomas.

Carrie interrompe a leitura, se levanta da cama e vai até Thomas.

—Cavalaria? São os seus guardas, meu príncipe?

—Ahn...sim. E eles estão aqui, princesa — Thomas não queria contrariar Carrie, então ele insistia em continuar aquele conto de fadas entre eles —

—Que legal! —Carrie pula de alegria e bate palmas.

—Olha, eles estão dando uma surra naquele guarda.

Carrie assiste junto com Thomas o espancamento do guarda. Dez desfere um soco que faz com que o guarda seja lançado no teto e despenque quebrando todas as costelas.

Banco Starling Trust

No banco, Wally voltou para perto de Connor.

—Você levou a mala?

—Sim.

—Está bem. —Connor respirou aliviado.

—Você acha que dá conta deles sem o seu uniforme?

—Eu acho que sim.

— Você tem certeza?

—Sim, eu tenho....eu acho.

—Me poupem desse seu bromance —Black falou irritado.

—Ah, mas eu gosto disso. Eles formam um belo casal —Cupido satirizou— E agora, a flecha do amor para uni-los.

Cupido armou o seu arco com uma flecha, apontou para Wally e disparou. A flecha voou e cravou no peito de Wally. Ele começou a gemer de dor e desmaiou.

—Wally!

—Agora você.

Cupido disparou uma flecha no peito de Connor e ele removeu a flecha e a partiu no meio.

—Boa tentativa, mas isso não vai funcionar em mim...

—Você tem certeza? Porque eu embebi essas minhas flechas com veneno de sapo da Amazônia. Vocês dois irão morrer lentamente... —Cupido explicou.

—O quê?

Connor começou a sentir uma tontura e logo desmaiou.

[...]

Banco Redwood United

A gangue Royal Flush estava prestes a ir até o cofre do banco.

— Só mais esse roubo, e nós estaremos livres para começarmos uma nova vida juntos, minha princesa — retrucou Thomas olhando para Carrie.

— Está bem...— Carrie olhou para Thomas e abriu um sorriso — Sabe, eu estava pensando, e se nós fossemos para o Rio de Janeiro tirar algumas férias merecidas. E então nós podemos nos casar no Havaí...

— Excelente! Podemos pegar algumas praias... — replicou Thomas.

— Eu sabia que você adoraria — riu Carrie.

[...]

—ODERGES! — Zatanna retrucou conjurando um feitiço.

Magicamente Cupido foi envolta por correntes e um cadeado que as trancou.

Cupido se contorceu, mas estava muito bem presa pelas correntes. Ela começou a se sentir como um passarinho preso em uma gaiola. Ela se desesperou.

— Me tire dessas correntes! — mandou Cupido.

— Garotas más devem ser mantidas presa! — Zatanna se justificou.

—Vamos! Eu sou uma garota boazinha! — Cupido esboçou uma cara de cão pidão — Eu sou uma princesa.

— Você não tem nenhum poder onde vai, "princesa". O seu lugar é na prisão, junto com o seu namorado — retrucou Zatanna.

[...]

Cupido que estava acorrentada começou a implorar para se ver livre das correntes.

— Ei, alguém pode me ajudar? — questionou Cupido.

O Arqueiro, Zatanna e Black Boa voltaram o olhar para Cupido e fizeram um coro.

— NÃO!

— Qual é, pessoal! Eu posso trazer o seu amigo de volta! — Cupido sugeriu.

[...]

— É o seguinte. Eu proponho uma troca — retrucou Black.

— E o que você quer, Black? — interrogou o Arqueiro.

— A minha garota salva a vida do seu amigo e em troca, vocês deixam nós dois fugirmos daqui. — replicou o Arqueiro.

— E se nós recusarmos a sua oferta? — questionou o Arqueiro.

— Bem, então vocês nunca terão o seu amigo de volta.

— Connor, não faça isso! — suplicou Zatanna — Eu te conheço e sei que você gosta de ajudar as pessoas, mas você acha que o seu amigo iria querer que nós deixássemos esses dois livres?

— Eu não tenho escolha, Zatanna.

— O Arqueiro está certo. Nós precisamos do Kid Flash no nosso grupo — retrucou Black Boa.

— Está bem, Black. Nós aceitamos a sua proposta — retrucou o Arqueiro.

— Muito bem. Tire as correntes da minha garota primeiro — Black ordenou.

—Zatanna!

— Muito bem...— Zatanna mesmo relutando sobre aquilo resolveu aceitar o pedido.

A varinha mágica de Zatanna surgiu na mão dela e ela resolveu desfazer o feitiço.

— Segredo!

Como em um passe de mágica, o cadeado desapareceu e as correntes também. Vendo que estava finalmente livre das correntes, Cupido pensou em se vingar da ilusionista, mas antes que o fizesse, Black interveio.

— Pare, minha rainha! Salve o garoto deles — rogou Black — Depois disso, nós finalmente poderemos ir para o Rio de Janeiro. Ninguém vai nos perseguir lá. Eu ouvi dizer que o Brasil é um paraíso para os criminosos, então nós estaremos bem lá.

— Está bem, meu amor. Eu vou fazer isso, mas apenas por você — replicou Cupido.

— Está bem. Faça!

Cupido armou uma de suas flechas no arco e a disparou. A flecha seguiu seu trajeto até o alvo e se cravou no peito do vigilante. Kid Flash olhou para o peito e viu a flecha cravada. Ele gemeu e arfou. Sua respiração estava ofegante. Ele deixou os sacos de dinheiro cair no chão antes de cair.

O vigilante então caiu e a consciência de Valete e a de Kid Flash voltaram para seus respectivos corpos.

Então, Black abraçou Cupido e mergulhou nas sombras do chão com ela e eles desapareceram dali.

Cenas retiradas da fic Young Legends — Os Herdeiros escrita por mim, Connor Hawke.

Stupid Cupid you're a real mean guy,

I'd like to clip your wings off so you can't fly.

I am in love and it's crying shame

& I know that you're the one to blame!

Hey hey, set me free

Stupid Cupid, stop picking on me.

Oh! oh! Cupido!

Vê se deixa em paz

(Oh! oh! Cupido!)

Meu coração que

Já não pode amar

(Oh! oh! Cupido!)

Eu amei há

Muito tempo atrás

(Oh! oh! Cupido!)

Já cansei de

Tanto soluçar

(Oh! oh! Cupido!)

Hei, hei, é o fim

Oh! oh! cupido!

Pra longe de mim

(Oh! oh! Cupido!)

I can't do my homework and I can't think straight

I meet him every morning, 'bout a half past eight.

I'm actin' like a lovesick fool.

You even got me carryin' his books to school

hey hey, set me free

Stupid Cupid, stop picking on me.

You mixed me up for good right from the very start.

Hey, go play Robin Hood, with somebody else's heart.

Eu dei meu coração

A um belo rapaz

(Oh! oh! Cupido!)

Que prometeu me amar

E me fazer feliz

(Oh! oh! Cupido!)

Porém, ele

Me passou prá trás

(Oh! oh! Cupido!)

Meu beijo recusou

E meu amor não quis

(Oh! oh! Cupido!)

Hei, hei, é o fim

Oh! oh! cupido!

Pra longe de mim

(Oh! oh! Cupido!)

You've got me jumpin' like a crazy clown,

and I don't feature what you're putting down.

Since I kissed his loving lips of wine,

the thing that bothers me is that I like it fine

hey hey, set me free.

Stupid Cupid, stop picking on me.

Não fira um coração

Cansado de chorar

A flecha do amor

Só traz

Angústia e a dor

(Oh! oh! Cupido!)

Mas, seu cupido

O meu coração

(Oh! oh! Cupido!)

Não quer saber

De mais uma paixão

(Oh! oh! Cupido!)

Por favor

Vê se me deixa em paz

(Oh! oh! Cupido!)

Meu pobre coração

Já não aguenta mais

(Oh! oh! Cupido!)

Hei, hei, é o fim

Oh! oh! cupido

Pra longe de mim

(Oh! oh! Cupido!)

You've got me jumpin' like a crazy clown,

and I don't feature what you're putting down.

Since I kissed his loving lips of wine,

the thing that bothers me is that I like it fine

hey hey, set me free.

Stupid Cupid, stop picking on me.

You've got me jumpin' like a crazy clown,

and I don't feature what you're putting down.

Since I kissed his loving lips of wine,

The thing that bothers me is that I like it fine.

Hey, hey. Set me free

Stupid cupid stop picking on me.

Hey hey, Set me free

Stupid cupid, stop picking on me.

Stupid Cupid [8x]

Mas, seu cupido

O meu coração

(Oh! oh! Cupido!)

Não quer saber

De mais uma paixão

(Oh! oh! Cupido!)

Por favor, vê se

Me deixa em paz

(Oh! oh! Cupido!)

Meu pobre coração

Já não agüenta mais

(Oh! oh! Cupido!)

Hei, hei, é o fim

Oh! oh! cupido

Pra longe de mim

(Oh! oh! Cupido!)

Hei, hei, é o fim

Oh! oh! cupido

Pra longe de mim

Oh, oh, cupido! Oh! oh! Cupido!

Oh! oh! Cupido! Oh! oh! Cupido!

Rio de Janeiro, praia de Copacabana

Thomas e Carrie estavam sentados em cadeiras de praia sob um guarda-sol.

Thomas estava vestindo apenas um calção de banho que havia comprado uma loja do Rio, e usando um óculos escuro. Ele bebia um copo de Caipirinha e Carrie vestindo um biquini vermelho fio-dental, bebia uma água de coco.

— Sol, mar, o que você está achando das férias no Rio, princesa? — Thomas quis saber.

— O Rio é maravilhoso, muito melhor que Starling City —Carrie replicou— Pelo menos aqui nós podemos fazer o que quisermos.

— Eu fico pensando se tem algum meta-humano nesse lugar.

— Eu não sei, mas...porque lutar? Vamos relaxar! — Carrie sugeriu.

— Verdade — Thomas atestou— Eu fico pensando no nosso casamento.

— Verdade— Carrie atestou— Nós precisamos economizar dinheiro com as flores e o bolo para podermos comprar o meu vestido. Eu quero uma cerimônia simples. E depois eu quero ter uns cinco filhos .

— É, fico pensando no dinheiro. Não sei como vamos arrumar o dinheiro. As pessoas daqui não falam inglês — Thomas observou.

— Ah, nós podemos roubar um banco — Carrie sugeriu.

[...]

Thomas e Carrie foram para o hotel que estavam hospedados trocar de roupa e mais tarde foram assaltar um banco brasileiro.

Banco Santana

Thomas estava vestindo o seu terno preto com uma gravata preta e sapatos pretos. Ele tirou sua máscara do Bolso interno do paletó e a colocou na cabeça. E então, as sombras dele começaram a crescer e o envolveram criando seu traje, uma espécie de Quimono preto com facas nos ombros, e um cinto preto com uma enorme fivela prateada, e botas de fivela pretas.

Carrie estava vestindo o seu traje verde de arqueira com seu arco não mão que estava armado com cinco flechas na corda e apontados para todos ali.

Então, Thomas que havia assumido a identidade de Black, anunciou com uma voz grave o assalto.

— Parados! Ninguém se mexe! Isso é um assalto! — Black bradou.

— Façam o que ele disse e passem logo o dinheiro! — Carrie bradou.

Os civis que estavam no banco estavam um misto de assustados e confusos, já que não entendiam o que os criminosos estrangeiros falavam.

— O que está acontecendo? Porque as pessoas não passam a grana? — Black ficou confuso.

— Ahn...acho que eles não entendem o nosso idioma — Carrie deduziu e voltou o olhar para Black.

[...]

Algum tempo depois, a polícia do Rio de Janeiro chegou no banco em suas viaturas e os policiais entraram no local. Eles estavam armados com escopetas e revólveres.

— Parados! Ninguém se mexe! —Um dos policiais armados berrou.

Black ficou sem saber o que fazer. Ele entendia de armas, mas não entendia o idioma local.

— Nós precisamos de um interprete aqui — O policial falou no rádio com a central.

Foi então que um homem de camisa branca, paletó marrom, uma calça de alfaiataria da mesma cor e sapatos pretos, de óculos e que tinha cabelos grisalhos e olhos castanhos levantou a mão.

— Eu! O meu nome é Carlos Oliveira, e eu sou professor de inglês! — O homem bradou — Não atirem!

Os policiais voltaram o olhar para o professor e o que apontava a arma para Black e Carrie falou com ele.

— Senhor Oliveira, passe para cá. Me ajude a traduzir — O policial retrucou.

— Está bem — Carlos replicou.

O professor ficou ao lado do policial que apontava a arma para os bandidos e começou a falar.

— Nós somos a polícia do Rio de Janeiro e vocês estão presos por assalto. Rendam-se agora! Traduza — O policial retrucou.

—They are the police of Rio de Janeiro and said that you are under arrest. He asked you to surrender now — O professor falou em inglês arrastado com seu sotaque carioca bem carregado.

Então Black começou a gargalhar. O professor acabou cometendo a gafe de traduzir a gargalhada de Black.

— Hahahaha! — O professor retrucou.

— Porque você está traduzindo a droga da risada dele? Eu sei que ele está rindo — O policial exclamou.

— Desculpa — Carlos se desculpou.

— Vocês não são páreos para nós — Black retrucou.

— Ele disse que vocês não podem com ele — Carlos traduziu.

— Vocês estão em nossa cidade. Nós é que mandamos aqui. Traduza! — O policial pediu.

— He said that this is our city and that they give the rules here — Carlos traduziu.

—Que diabos? — O policial exclamou.

— What the Hell? — Carlos continuou a tradução.

— Professor! É para você traduzir o que ele diz para mim e passar o que eu digo para ele em inglês — O policial lembrou.

Então, o professor resolveu resolver aquilo no jeitinho brasileiro. Ele então se aproximou sem medo do bandido e falou com ele.

— Here, between us? — Carlos questionou em inglês com o bandido.

— Sim? — Black replicou.

— I want you two to kick their asses! — Carlos replicou.

— O que você falou ai, professor? — O policial quis saber.

—Eu disse para eles mandarem ver! — Carlos retrucou.

Black então conjurou uma revoada de corvos que surgiu voando em círculos sobre a cabeça do policial e o atacaram com bicadas. O policial tentou se defender atirando com sua arma para cima, mas ele não os conseguia ver, então os tiros iam para o teto do banco fazendo com que pedaços dele começassem a cair.

Carrie então disparou suas flechas no peito do policial e ele caiu morto no chão. Os outros policias avançaram e começaram a atirar.

Black envolveu Carrie e ele com um campo de força feito de energia negra. Os tiros foram defletidos pelo campo de força que agiu como um escudo.

Então os policia caíram com as balas defletidas e o campo de força se desfez.

— Obrigada por me proteger — Carrie agradeceu.

— De nada — Black replicou — Agora, todos vocês passem o dinheiro!

Carlos ficou do lado de Black e continuou o trabalho de Tradução.

— Passem o dinheiro! — Carlos bradou.

Black fez um saco preto de pano com sua energia negra e as pessoas começaram a se levantar e depositar o dinheiro que possuíam nele.

— Acho que esse professor pode ser bem útil — Carrie retrucou.

— Tem razão. Carlos, você vem com a gente — Black retrucou.

— Really? Awesome! — Carlos retrucou em inglês.

[...]

Algum tempo depois, Black estava satisfeito com o dinheiro roubado e criou um portal negro. Ele, Carrie e Carlos o atravessaram e desapareceram. O portal logo se fechou.

Notas finais
Obrigado por ler. Espero que tenham gostado e tenham um bom dia, seja ele de dia ou de noite kkkkkk

Se gostou, comente. Ficou interessado em saber quem são esses personagens e ver mais sobre eles?Leia Young Legends
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!