Cupido Estúpido
1 Querido Bad-Boy
Notas iniciais
Classificação: +18
Gênero: Romance, Hentai
N/A: Oi galerinha!! Cá estou eu abrindo com chave de ouro *assimespero* as tão esperadas ones dos dias dos namorados. Que vocês se divirtam com esse peeta e katniss nada comuns, mas que com toda certeza mexerão com suas emoções. Que vocês leiam como se assistissem a uma novela e que no final eu possa despertar em vocês algum contentamento desejo que todas as meninas encontrem seu peeta e os meninos sua katniss. Com muito carinho, Gaabii
Os saltos Louboutin direcionavam os passos de Katniss Everdeen, enquanto a mente da mesma fervilhava com o que ela estava prestes a fazer.
Mordeu o lábio inferior nervosamente ao posicionar-se na fila até a mesa do cupido no dia dos namorados. Seu coração batia acelerado no peito e o motivo para ela estar ali lhe invadiu a mente mais uma vez naquela manhã:
“3 dias atrás...
A Everdeen e sua melhor amiga e comparsa do crime Clove estavam a papear no extenso corredor do Capitol High School quando ele passou, cheio de atitude e arrancando suspiros by InstantSavings\">secretos das garotas que ali estavam.
– Sempre me pergunto o que é que ele esconde atrás dessa pose de Bad-boy. — comentou Clove, fechando o escaninho e encostando-se no mesmo.
Vestindo sua jaqueta de couro e usando um alargador em uma das orelhas, Peeta Mellark era o mistério que todas gostariam de solucionar, pois, andava com atitude por onde quer que fosse, os olhos azuis faiscando e os lábios sempre fechados em uma linha tênue. Porra ele era sexy. De um jeito despojado e despreocupado. Pois era exatamente o lema de vida deste homem, arranjar encrenca e que o mundo se danasse.
Katniss nada respondeu quanto ao comentário da amiga, apenas ficou a observa-lo. O Mellark não precisava de sinal neon nenhum em si mesmo para atestar o quão perigoso seria mexer com ele, talvez seja esse o motivo dela nunca tê-lo visto com nenhuma garota. Mas não importava o quanto ele lançasse olhares frios a todos a sua volta e quantos socos ele proferisse nos jogadores babacas de futebol americano, havia algo nele que a atraía imensamente. Talvez fosse aquele ar de "eu sei exatamente o que fazer com você" ou o cabelo loiro bagunçado e o tom de voz rouco.
– Katniss? — chamou a Fuhrman, retirando a morena de seu estado de torpor.
– Hum? — disse a Everdeen, direcionando o olhar para a amiga. — O que foi?
– Em que planeta você estava? — quis saber Clove, com um sorriso travesso nos lábios. — Aposto que em um com um lindo loiro bad-boy eu presumo. — completou, fazendo com que Katniss revirasse os olhos.
– Deixa de besteira. — disse a morena, cruzando os braços em frente aos seios. — Eu só estava olhando porque você comentou dele.
A quem ela queria enganar? O característico arrepio que ela sentia na espinha estava ali a incomoda-la toda vez que o via, aquele magnetismo incontrolável que a levava até ele.
– Pode parar com esse papinho dona Katniss, eu sei bem o que se passa nessa sua cabecinha. — atestou Clove, erguendo uma de suas sobrancelhas de modo enigmático. — Sou sua melhor amiga sua boba, você nunca precisou dizer-me nada para eu saber o precipício que você arrasta por aquele loiro.
Puta merda. O que ela faria agora?
– Não tem nada a ver amiga... — desconversou Katniss, nervosa com o rumo que aquela conversa estava tomando.
– Você sabe que estamos perto do dia dos namorados, certo? — comentou a Fuhrman, abrindo um enorme sorriso diabólico. — Porque não manda um presentinho para o encrenqueiro.
– Só se eu quisesse morrer. — zombou a Everdeen. — Qual é Clove, ele é barra pesada!
– E você adoooooora.- rebateu a amiga. — Admita Kat, você quer sentir aquela boca grudada na sua e sabe-se lá o que mais.
– Não! Alooou parou com a viagem né? — teimou a morena, fazendo com que a Fuhrman risse.
– Ahhh Katniss, sempre tão durona nos treinos e nos relacionamentos... Estou achando que você está com medinho. — provocou Clove.
– Isso é um desafio?- sibilou a Everdeen, com os olhos semicerrados em direção à amiga, o rosto da Furhman a meros centímetros do dela.
– Pode apostar que sim. — confirmou a amiga.
– Ok. — disse a morena, com um meio sorriso nos lábios. — Mas só se você tascar um beijão no meu irmão. — completou, fazendo com que Clove arregalasse os olhos e escancarasse a boca.
– Não é só você a observadora Clovinha... — debochou a morena. — Se eu passar por perrengue você vai ter que tomar atitude com o Cato.
– Feito. — rebateu a Fuhrman, estendendo a mão de forma decidida em direção a amiga.
Elas eram duas loucas, mas que tudo fosse a merda. O lance era viver perigosamente.”
E lá estava ela, na maldita fila, prestes a cumprir a estúpida aposta. Ela era mesmo uma idiota.
– Escreva na lista para quem você quer enviar a rosa. — disse o garoto responsável pelos presentinhos a serem enviados no dia dos namorados. — A pessoa irá receber sem saber quem você é.
– Ok. — murmurou Katniss, o ar faltando em seus pulmões enquanto ela escrevia o nome de Peeta Mellark na prancheta. O ato durou apenas 1 minuto, mas o peso que ele lhe proporcionava era tão sufocante que assim que terminou tratou de sair andando as pressas. Oh meu deus, Oh meu deus... O que ela acabara de fazer? Será que ele saberia que era ela? Será que se ele soubesse, ele iria mata-la? Rezou mentalmente para que a entrega fosse feita em um horário que não o de sua aula de matemática, isso devido ao fato de que era a única aula que ela tinha com ele.
Mas como era de se prever, graças à filha da puta da Lei Murphy, o menino vestido com a ridícula fantasia de cupido adentrava a sala bem no meio da monótona aula sobre variáveis.
– Hora dos presentinhos! — exclamou o garoto, com uma voz falsamente afetada e ridícula.
O coração da Everdeen batia a mil, enquanto Clove esforçava-se para segurar o riso. Oh... Isso seria um desastre. Um completo desastre.
– Enobaria. — chamou o cupido, entregando duas rosas a uma das colegas de equipe da Everdeen.
– Gloss. — chamou o garoto, em seguida, entregando uma rosa ao loiro mauricinho que enchia o saco de Kat quando a mesma frequentava as festas dos populares.
– Tresh.
– Rue.
– Clove Fuhrman.
– Katniss Everdeen.
Opa. Era ela. Estendeu a mão em direção ao menino e deixou que o mesmo pousasse meia dúzia de rosas sobre ela. O que poderia dizer, ser líder de torcida contava naquela instituição, além de ser boa aluna e não ser uma piranha.
– Peeta Mellark. — pronunciou o cupido, engasgando no meio.
Katniss gelou em sua carteira, esperando pela reação do loiro.
Peeta ergueu o rosto do desenho abstrato que estava a focar-se para arregalar os olhos em direção ao garoto das entregas. Só podia ser sacanagem. Alguém lhe mandara uma flor? A porra de uma flor? Será que ele havia perdido o respeito que tanto se esforçava para manter na merda daquele colégio? Ou será que agora todos achavam que o silêncio dele era porque no fundo era um cara sensível?
O cupido não esperou que ele estendesse a mão para segurar a maldita rosa. Deixou-a sobre a mesa e saiu a passos rápidos para fora da sala.
Fez bem. A vontade de Peeta era quebrar a cara do otário tamanha a raiva que estava a sentir. As risadas ecoavam em volta dele e bastou lançar um olhar gélido a todos para que eles entendessem o recado e se calassem.
Voltou seu olhar a delicada rosa. Entendera bem o recado que ela proporcionava. Ninguém o fazia de otário e saía impune. Ninguém.
Katniss conseguia ver o descontentamento nas feições do loiro, desde o maxilar trincado aos olhos azuis revoltos. Oh merda... Ela podia sentir em seu âmago que algo ruim estava por vir.
– Me lembre depois o por quê deu ter aceitado esse desafio ridículo. — sussurrou a morena à Clove, fazendo com que a amiga risse baixinho.
– Deveria ter mandado um cartãozinho: Me chama de Kit-Kat e me come todinha. — brincou a Fuhrman enquanto Katniss a fuzilava com o olhar.
– Cala a boca. — sibilou a morena, prendendo o riso. Sua amiga era mesmo uma louca. — E se...
– Relaxa Katniss.- cortou-a a Fuhrman. — Ele não sabe que foi você.
A Everdeen mordeu o lábio inferior de forma receosa. A questão toda era: "até quando?”.
XxXxX
Ao ouvir o som estridente do sinal que indicava a hora do almoço, Peeta não perdeu tempo ao retirar-se de sala para procurar o babaca que circulava pelos corredores vestido de cupido. Ah ele descobriria quem o havia feito de palhaço... Ah se descobriria.
Avistou o garoto gordinho ao distribuir flores no corredor leste e caminhou decididamente até ele, observando a cara do mesmo transformar-se de contentamento para puro pavor.
Pegou-o pelo colarinho do macacão de cupido e prensou-o na parede de escaninhos. Esse merdinha iria falar. Nem que ele tivesse que enfiar todas aquelas rosas, que o garoto carregava em uma sacola, nos orifícios do imbecil!
– Comece a falar! — rosnou Peeta, a raiva praticamente o cegando.
– Do-do que vo-você está falando? — gaguejou o cupido, morrendo de medo.
– Não banque o sonso comigo gorducho. — rebateu o loiro, semicerrando os olhos. — Diga logo quem foi o filho da puta que me mandou aquela flor!
– Você sabe que é contra as regras dizer quem enviou. — disse o garoto, deixando o medo de lado e atestando as regras da situação.
– Ah é? — perguntou o Mellark, de forma irônica, enquanto fechava o punho direito e o aproximava do rosto do cupido.
– Ta bom! Ta bom! Eu falo! — exclamou o rapaz, se acovardando novamente. — Everdeen. Katniss Everdeen. — murmurou, olhando para os lados para ver se alguém mais estava por perto.
Peeta quase riu da cara do garoto.
– Você acha que eu estou de sacanagem moleque? — rosnou, furiosamente. O gorducho ainda tinha a audácia de fazer uma brincadeira daquelas? Porque covenhamos só podia ser brincadeira. A Everdeen? Mandando uma flor para ele? A capitã das líderes de torcida, a garota que todos os caras da cidade babavam, mas não conseguiam nenhum olhar. A patricinha inteligente que dava foras como alternava suas marcas de roupa. A mulher exuberante que possuía seios avantajados, bunda empinada e pernas que não pareciam ter fim... Essa Katniss?
– N-não, Peeta. — gaguejou o garoto. — Eu estou falando sério. — completou, fazendo com que o loiro lhe soltasse a gola da camisa com brusquidão.
O Mellark franziu o cenho não entendendo a razão para tal ato por parte da morena. Enquanto caminhava pelo corredor em direção ao pátio do Capitol, Peeta se questionava sobre a questão. Katniss Everdeen nunca foi de dar sua atenção preciosa a qualquer um, principalmente se estivermos falando do quesito homens. Quando ele comparecia as festas que os babacas dos populares proporcionavam para encher a cara e levar vantagem em alguma presa fácil, lá estava ela dançando e se divertindo como se não houvesse amanhã. É claro que já viu-a com alguns caras mas nada duradouro ou que fizesse aqueles olhos cinzentos de gato brilharem.
Não é por que ela era uma garota que Peeta não tiraria satisfação, até porque estava doido para escutar daquela boquinha vermelha e convidativa o motivo do gesto.
Riu, deliciando-se ao imaginar a cara de assustada da mesma quando ele a encurralasse na parede e exigisse que ela falasse. Katniss Everdeen que o aguardasse. Ele encontraria o momento perfeito para dar o bote. E ela não teria escapatória.
XxXxX
Por força do nervosismo que a consumia, a Everdeen não poupara suas companheiras de equipe no treino das líderes de torcida. Havia se focado totalmente na tarefa de fazê-las acertarem a coreografia para o campeonato como uma forma de não pensar, em hipótese alguma, em Peeta Mellark. Acabara por exigir demais de todas as meninas e agora as líderes haviam saído se arrastando em direção ao vestiário feminino enquanto ela permanecia no campo, desligando o som portátil ao mesmo tempo em que tentava recuperar o fôlego.
O desafio havia sido uma tremenda idiotice, mas ao menos nada de ruim acontecera a ela. Pegando o aparelho em uma das mãos, Katniss passou a caminhar em direção ao vestiário, e teria conseguido chegar a seu destino, se uma mão não tivesse a puxado para baixo da arquibancada e lhe tapado a boca em seguida.
– Olá Katniss. — saudou Peeta, com a voz rouca e arrastada, seu rosto a meros centímetros do dela.
A morena arregalou os olhos quando viu-se diante do Mellark. Seu coração voltou a esmurrar sua caixa toráxica e por alguns instantes ela achou que fosse desmaiar.
– Surpresa em me ver? — perguntou o loiro, de forma ácida. Não estava ali para brincadeiras, então era melhor que ela cooperasse. — Achou mesmo que eu não iria descobrir? — completou, retirando a mão que lhe tapava a boca.
– Fui eu mesma. Não vou negar. — disse a morena, empinando o nariz. Quem ele achava que era afinal? Ela não era daquelas que cedia fácil a qualquer ameaçazinha. Ele que abaixasse aquela crista ou então não responderia por ela.
– E eu posso saber o motivo da gracinha? — perguntou o Mellark, cruzando os braços em frente ao peitoral. Seus olhos azuis faiscantes conectados aos dela.
– Quer realmente saber Mellark? — rebateu a morena, aproximando ainda mais o rosto do dele até que seus narizes se tocassem. — Queria ver qual seria sua reação quando recebesse uma daquelas flores. — mentiu, observando-o trincar o maxilar em reação.
– Me responda uma coisa Everdeen. — disse o moreno, pousando ambas as mãos nas toras que sustentavam a arquibancada, um de cada lado do corpo de Katniss. — Com quantas garotas você já me viu?
– Nenhuma.
– E por que você acha isso?
– Por que você é gay? — alfinetou a morena, acidamente, fazendo com que Peeta risse de forma debochada.
Ele pouco se importara com a brincadeira. Estava gostando de ver aquela mulher colocar suas garras para fora.
– Não Katniss... — murmurou, aproximando a boca em direção à orelha esquerda da Everdeen. — Por que comigo é tudo ou nada. — completou, vendo-a estremecer entre seus braços.
Oh caralho. O calor começava a se alastrar sobre o baixo ventre de Katniss e ela quase não pôde evitar a ânsia de agarrá-lo pelos cabelos ao sentir aquele cheiro cítrico e másculo que ele exalava.
– Eu sei como dar prazer a uma mulher. — sussurrou, ainda próximo ao ouvido dela. — Mas quero alguém que desperte o mesmo em mim. — dizia, pousando uma das mãos na cintura da morena. — E convenhamos Katniss, você não vai querer se aventurar. — completou, puxando-a em direção a ele até que o corpo da mesma estivesse colado ao dele.
Um baixo gemido escapou dos lábios da morena e aquilo o surpreendeu. Surpreendeu-o ao ponto de fazê-lo se afastar.
– O que foi Peeta? — perguntou a mulher, rindo de forma maliciosa. — Surpreso em saber do tipo de reações que desperta em mim? — completou, fazendo com que o loiro fechasse a cara. — Com medo do que eu posso fazer você sentir? — ronronou, debochadamente.
– Você não sabe no que está se metendo, garota. — rosnou o Mellark, segurando-a pelo braço esquerdo, seu rosto a meros centímetros do dela.
Ela nada disse, apenas colou seus lábios aos dele em um selinho, para logo depois se afastar.
O ato fez com que ele a segurasse pela nuca e unisse os lábios de ambos novamente. A língua dele pedindo passagem para adentrar a boca da morena.
Katniss afundou os dedos nos cabelos bagunçados e loiros do modo como sempre sonhara em fazer enquanto o loiro explorava-lhe a boca com a língua macia e ávida, arrancando suspiros da mesma. Seu corpo parecia que iria convulsionar a qualquer momento e sua pele se incendiava a cada carícia, a cada toque.
Peeta passeava as mãos pelas costas da Everdeen e agora agarrava-lhe uma das nádegas fazendo gemer entre seus lábios. Ela possuía um sabor que o deixava louco. Louco por mais, mais e mais. Louco por enterrar-se dentro dela e poder senti-la por inteiro. Katniss era selvagem, arranhando-lhe as costas vez ou outra e incentivando-o a erguê-la do chão. Ele o fez e deixou que as pernas espetaculares da morena rodeassem sua cintura.
Katniss não sabia que coragem era essa que a dominava no momento, só sabia que precisava se livrar de todas aquelas roupas que a impediam de sentir a pele do loiro em contato com a sua. Ela queimava por inteiro e as pontadas em seu baixo ventre só contribuíram para deixa-la sedenta por mais. Retirou o top que vestia expondo seus seios a visão do loiro, os dois mamilos com piercings intumescidos.
– Puta que pariu, Katniss. — gemeu roucamente o loiro, embevecido pela visão. Seja lá o que aquela morena era não chegava nem perto do que ele imaginara. Sempre a vira como uma mulher metida a gran fina e que se achava boa demais para os outros reles mortais. Muito destoante da mulher que via agora, que não se atrevia a mostrar seu lado mais sujo.
– Me dê seu melhor, Peeta. — murmurou a morena, arrancando a camisa do loiro em seguida.
Suprimiu um gemido ao sentir uma das mãos másculas a massagear um de seus seios e teve de conter o forte tremor que lhe assaltou o corpo quando o Mellark lhe abocanhou o outro seio, deslizando aquela língua diabólica por seu mamilo sensível, levando-a a loucura.
– Delícia. — disse ele, com a voz rouca de tesão, alternando as carícias por todo colo da Everdeen.
Katniss permanecia com as mãos firmes nos fios de cabelo loiros do Mellark enquanto a necessidade de tê-lo dentro dela aumentava de forma assustadoramente rápida.
– Peeta. — gemeu, quando os beijos dele subiram até seu pescoço e em seguida até sua orelha esquerda, onde ele mordeu levemente o lóbulo. Uma das mãos do loiro agora agarrava-lhe os cabelos com firmeza e a outra deslizava em direção a seu sexo pulsante.
– Você quer que eu te toque aqui, não quer pequena? — perguntou o loiro, encostando os dedos no tecido da calcinha da morena, bem em seu ponto mais sensível.
– Quero. — resfolegou a Everdeen, delirante por mais.
Ele afastou o tecido com os dedos para em seguida afundar outros dois deliciosamente fundo dentro dela, fazendo-a gritar de prazer.
– Apertada e quente. — disse o loiro, enquanto movia os dedos em um delicioso ritmo de vai e vem. — Ahh Katniss... Não tem ideia do quanto quero me afundar nesse calor.
Mais gemidos escaparam dos lábios da morena ao imagina-lo enterrado fundo dentro dela. Ela queria mais do que os dedos dele a preenchê-la. Ela precisava de toda aquela marrentisse e encrenca enterrado fundo dentro dela. Preenchendo-a como nenhum outro jamais foi capaz de fazer.
– Por favor. — suplicou, enfiando as unhas bem feitas nos ombros largos do loiro. Sua boca próxima ao ouvido do mesmo. Ela arriscou lamber o pescoço de Peeta e o gesto pareceu funcionar já que ele abria o botão da calça jeans com brutalidade e abaixava a peça de roupa junto com a cueca, expondo o membro ereto e pulsante.
– Agora, Peeta. — ordenou Katniss, arranhando-lhe a nuca levemente.
O Mellark calou-a com um beijo esfomeado e intoxicante. Retirou os dedos de dentro da morena e rasgou-lhe a calcinha, para em seguida enterrar-se fundo dentro dela.
– Ah! — berraram em uníssono. Os corpos conectados de uma forma indescritível.
Peeta segurava as coxas da morena enquanto entrava e saía de dentro dela em um ritmo lento e tortuoso.
– Me dê tudo de você. — murmurou a mulher.
– Katniss... – gemeu o loiro.
– Quero você por inteiro. — disse ela, beijando os lábios do Mellark com luxúria, e logo depois mordendo de leve o lábio inferior do mesmo.
– Abra os olhos, pequena. — pediu o loiro, extasiado com o calor que a Everdeen provocava nele. — Olhe pra mim. Veja o quanto me enlouquece.
A morena abriu os olhos e se deparou com o mais azul dos oceanos a encará-la de forma intensa.
Ele respirava com dificuldade, mas em nenhum momento ousou quebrar o contato visual. Seus lábios mantinham-se entreabertos e a deliciosa fricção entre os sexos de ambos o levava cada vez mais próximo ao orgasmo.
– Você é tão lindo. — gemeu a mulher, juntando sua testa com a dele, o ápice tão próximo que ela já conseguia sentir os espasmos pinicarem sua pele. — Queria que os outros pudessem ver o que eu vejo. — completou, antes de explodir em um delicioso orgasmo, seus braços em volta da nuca do Mellark para que pudesse sustentar as violentas ondas de prazer.
O loiro logo se uniu a ela, liberando-se com uma última e potente estocada dentro da Everdeen, rosnando próximo ao ouvido dela enquanto os espasmos tomavam conta de seu corpo.
Nenhum dos dois ousara quebrar a intensa conexão que se formara ali. As respirações aceleradas aplacavam os corações descompassados de ambos, que se preocupavam somente em se olhar à medida que seus corpos voltavam ao estado natural de espírito. Era curioso saber que duas pessoas tão diferentes poderiam se encaixar tão perfeitamente.
Peeta maravilhou-se por encontrar no fundo daqueles olhos cinzentos o brilho que procurava. Algo quente e totalmente inédito se espalhou por seu peito e, ao retirar-se de dentro dela, era como se a mágica se findasse e ele se visse novamente na tão conhecida solidão.
– O que foi? — perguntou Katniss, tocando o rosto do loiro após ver uma sombra passar por aqueles olhos magníficos.
– Só eu acho essa situação um tanto quanto surreal? — confessou Peeta, pousando sua mão direita sobre a da Everdeen que ainda se mantinha em seu rosto. — Quero dizer... Quem diria que você escondia tudo isso...
– Há muitas coisas que você não sabe sobre mim. — disse a morena com um meio sorriso nos lábios inchados. — Você não é o único com segredos, Bad-boy. — completou, lançando a ele uma piscadela travessa.
– Bad-boy? — indagou ele, arqueando uma de suas sobrancelhas de forma divertida.
– É como a Clove te chama. — respondeu a mulher, estalando a língua audivelmente.
– A Fuhrman? — perguntou ele, cruzando os braços em frente ao peitoral nu de forma inquisitiva. — Conversam muito sobre mim, é? — quis saber o Mellark.
– Digamos que graças a ela, esse se tornou o melhor dia dos namorados que eu já tive.
– Pode apostar que sim. — confirmou Peeta, enlaçando-a pela cintura e colando os corpos de ambos novamente.
– Vai continuar com essa pose de machão pra cima de mim? — perguntou a mulher enfiando as mãos nos bolsos traseiros do jeans do loiro.
– Só se você quiser. — respondeu o Mellark, fazendo com que a morena risse e ele a beijasse em seguida.
Notas finais
Notas da Lali: Olá, leitores desse conjunto de oneshots. Espero que tenham gostado da abertura e deixem reviews extra queridos para todas as autoras que passarem por aqui, ok?!
Domingo vem a próxima oneshot, comentem bastante para que todos fiquem animados. Muitas autoras estão nessa jogada, autoras de histórias da categoria que vocês ADORAM e vão ter a oportunidade de ler contos rápidos com o Dia dos Namorados!
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