Cuore Di Bella
17 Capítulo 10
Respondi algumas perguntas que tiveram nas reviews lá na minha nota. Não deixe de ler.
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Depois de uma longa e exaustiva consulta com Dr. Kate mostrando que Bella tinha tudo cicatrizado e o corpo funcionando bem, apesar de ter que submeter a exames que foram explicados detalhadamente.
Bella chorou fitando o monitor. Eu conseguia ver o pequeno embrião, mas ela não e isso a deixou meio irritada inicialmente, passou depois. Cheio de folhetins e morrendo de fome, encontramos uma lanchonete porque ela queria comer batatas fritas e milk-shake de morango.
- Não dá pra ver nada ainda. – Bella resmungou olhando para a foto da ultrassonografia. – Vou guardar essas novas para dar a sua mãe, ela pode gostar.
Isso me fez pensar em algo.
- Bella, e sua mãe?
Eu nunca vi Charlie acompanhado e ele hoje era solteiro. Seria viúvo? Separado? Bella tinha um bom relacionamento com sua mãe? Ela nunca tinha comentado dela, em momento algum. Era como se não existisse.
- Não tenho mãe. – respondeu simplesmente. – Nós somos complicadas.
- Como uma pessoa não tem mãe? Ela faleceu?
- Está bem e viva. Casada, com filhos e feliz.
- Então seus pais são separados e você não tem um bom relacionamento com ela? – perguntei confuso. O modo ríspido que ela se referiu ao estado atual de sua mãe me pegou de guarda baixa.
- Não. Ela teve um pequeno relacionamento com meu pai, foi embora, voltou depois comigo nos braços e foi embora. – deu os ombros olhando para seu prato, com as bochechas vermelhas e um olhar quente de raiva. – Eu a encontrei alguns anos atrás. E mandei que ficasse fora da minha vida. E depois nos reencontramos e ficamos com um relacionamento meio... Estranho.
- Por que?
- Ela estava com dividas e fez contato. Se pedisse dinheiro, iria enlouquecer. – mordeu os lábios – De qualquer modo, algum tempo mais tarde nós meio que fizemos as pazes. Trocamos ligações de tempos em tempos.
- Ok.
- Eu tenho tantas coisas para te contar, não é?
- Nós temos tempo, querida. – beijei sua testa e ela riu, de boca cheia – Bom, não exatamente agora.
Rapidamente pagamos a conta e seguimos em direção ao meu apartamento. O dia estava estranhamento mais bonito e colorido que o normal. Eu tinha a leve impressão que seria assim de hoje em diante.
- Eu preciso ir para casa... Jacob me ligou umas quinhentas vezes. Acho que agora, mais do nunca, vou precisar de um carro. – suspirou – Tem tantos anos que não dirijo.
- Talvez devesse fazer uma atualização na autoescola. Algumas coisas podem ter mudado. Você não dirigia na Itália?
- Não. Andava de bicicleta ou taxi. Em Volterra, tinha um motorista. Não era muito seguro sair desacompanhada.
- Seguro? – questionei fechando a porta do apartamento. – Como assim “seguro”?
- Bom, os Volturi são famosos por sua persuasão. – encolheu os ombros – Se é que você me entende.
- Bella, eles são mafiosos? Quer dizer, isso existe mesmo?
- Ah, existe. – sorriu ternamente – Eu sou suspeita falar, porque eles me ajudaram muito, Edward. Mas isso definitivamente não é privilegio de todos.
- Agora acho que entendo um pouco mais... – comentei meio abismado. Máfia, sério?
- Sua cabeça vai queimar com isso, Edward. – Bella riu baixinho – Você precisa tomar banho para trabalhar, ser um bom namorado e me levar em casa, já que é caminho. – piscou
- Você não vai ficar aqui?
- Não. O que vou fazer aqui sem você? – fez um biquinho lindo.
- Isso me lembra que tenho que ir no terreno ver como estão as obras da minha casa. – comentei coçando a cabeça – Merda, preciso ligar para Emmett.
Bella sentou no sofá rindo de mim enquanto ligava para Emmett. Tinha esquecido completamente das obras da minha casa. E hoje era o dia que eu tinha que ter ido lá.
- Olá furão, esqueceu que era para estar aqui? – Emmett saudou-me
- Desculpe, tive um pequeno imprevisto. Como estão as coisas aí?
- Casa demolida, terreno limpo e vergões sendo implantados. – respondeu animado – Passe aqui, ok?
- Obrigado Emmett.
Bella estava pronta, esperando no sofá, enquanto fui para o quarto ainda sem compreender porque ela não ficava aqui sem a minha presença. Eu tinha que providenciar chaves o mais rápido possível. E verificar a autoescola e depois procurar um carro confortável e seguro. Talvez precisasse anotar tudo isso e ainda não se esquecer de verificar as obras da casa.
Tirar as roupas das gavetas, ver o que ia dar e o que não ia, limpar o escritório para dar espaço para as coisas dela. Quem sabe ela queira mudar alguma coisa, e tinha que ver isso também.
Pronto, vestido e atrasado, voltei para sala pensando que a promessa de deixa-la cansada ia ficar para daqui a 38horas. A consulta demorou mais do que planejado.
- Você sabe que não precisa ir...
- Edward, por que eu vou ficar na sua casa sem você? – revirou os olhos em obvio.
- Bella... Qual o problema nisso? Você é a mãe do meu filho, pode considerar esse lugar como seu.
Bella congelou no lugar. Parada no meio da sala, sua bolsa caiu no chão, os olhos se arregalaram e a boca se abriu.
- Edward, devagar. – sussurrou – Tudo está rápido demais.
- Como assim, baby?
- Ontem foi dividir o armário. Hoje foi descobrir um filho e amanhã vai ser o quê? Casamento?
- Sim?
- NÃO! – gritou dando uns passos pra trás.
- Baby, o que há?
- Vai dar tudo errado. Tudo bem, eu engravidei, nós vamos ter o filho juntos, mas você não precisa ficar comigo por isso. E se hoje estamos juntos...
- O que você está querendo me dizer, Isabella?
- Edward. Nós não nos conhecemos direito. – sussurrou – Pensa comigo... Só tem sete semanas que nos conhecemos! E como vai ser? Vamos casar, morar juntos... Isso é surreal.
- Bella... Nós estamos tendo um filho juntos. É normal as coisas serem anormais aqui. Diferentes.
- Eu sei que vai ser diferente. Mas por que não continuamos namorando, casas separadas e sem chaves?
- Eu não entendo. – suspirei desapontado. – O que você espera de nós dois?
- Eu não sei! – gritou exasperada – Sei que gosto de ficar com você, da sua companhia, de dormir ao seu lado e dos momentos que passamos juntos. Só não sei mais... Eu não quero criar expectativas?
- Você acha que isso não vai dar certo?
- Não sei Edward. É uma loucura. Nós vamos ter um filho e não nos conhecemos de verdade.
~x~
O silencio me acompanhou durante todo restante do dia. Quase anoitecendo, deixa-a em sua casa, com a pontinha do nariz vermelho e os olhos brilhando de lágrimas querendo sair. Eu não queria brigar, mas também não sabia o que dizer. Porque ela tinha razão. Nós tínhamos um filho a caminho e éramos completos desconhecidos.
Não que isso fosse impedimento, porque a ficha de que ia ser pai ainda não tinha caído e logo depois vinha essa bomba. Ela tinha razão, tudo rápido demais. A diferença entre nós dois era que ela estava com medo. E eu não.
Era tudo muito louco, mas tive que deixar um pouco de lado para me concentrar no trabalho. No dia seguinte de manhã recebi uma mensagem sua, perguntando se eu estava bem. Não pude responder na hora, tive uma cirurgia dupla de emergência. Durou exatas nove horas minha ocupação. Eu me sentia cansado, com fome e puto por toda situação estranha que tinha ficado entre nós dois em um momento especial.
Eu não queria afastá-la. Pelo contrário, eu a queria cada vez mais perto.
Mais um dia inteiro com pacientes, consultórios, cirurgias. Bree conseguiu salvar uma refeição pra mim e Mark. Meus olhos estavam com dificuldade de ficar aberto por muito tempo. Faltavam sete horas para sair. Seria no meio da madrugada. Recebi mais uma mensagem dela, que me deixou quebrado e estranhamente com saudades.
“Papai, mamãe sente saudades.”
Em anexo tinha uma foto dela só se calcinha, na frente do espelho, meio de lado. Seus cabelos estavam enrolados em um coque frouxo.
“Diga a mamãe que falta pouco para papai chegar em casa.”
“Ela disse que mal pode esperar.”
Fiquei olhando para sua foto um bom tempo. Ela era linda e ia ficar mais ainda. Um sorriso enorme brotou no meu rosto.
- Que sorriso bonito. – Carlisle com sua bandeja, sentou-se a minha frente. – Como vai? E Bella?
- Estamos bem. Ela acabou de me mandar uma mensagem. – sorri
- Edward, vocês estão em um relacionamento sério... Sério mesmo? Eu tenho direito a perguntar, porque ela é filha do meu amigo.
- Sim, pai. Sério, sério mesmo.
- Eu acho isso bom. Você já passou da idade de sossegar, arrumar alguém fixo e quem sabe, isso resulta em casamento?
- Quem sabe? – provoquei, afinal de contas, ela seria a mãe do meu filho. Primeira e única opção da minha lista. – Esse ano, muitas boas coisas podem acontecer.
- Só certifique de fazer as coisas da maneira correra.
Ah santa merda. Eu já fodi tudo pai. Ela está grávida e nós mal começamos a aceitar que estamos namorando.
- Eu prometo tentar de hoje em diante. – dei meu melhor sorriso bom filho.
Carlisle e Esme não ficariam desapontados por ter um filho fora do casamento. A alegria de ter um neto ia abafar todas as outras questões. Além do mais, não é como se eu tivesse 17 anos e engravidei minha namorada do colegial. Eu tinha 30 anos e Bella 26. Nenhuma criança inconsequente.
Talvez adultos inconsequentes, mas isso não vem ao caso.
- Suas férias saíram. Mês que vem. O pessoal do RH chegou a pensar em deixar pra Julho, no seu aniversário, mas eles acharam melhor te dar férias e as horas que você tem acumulada, tira uma semana. O que acha?
- Soa perfeito pra mim. Férias é o que preciso para acompanhar as obras e certificar de arrumar algumas coisas com Bella.
- Vocês vão morar juntos? – perguntou sem rodeios.
- Não... Ainda. – suspirei – Quer dizer, seria o ideal, mas não são os nossos planos.
Mentira, não são os planos dela, mas eu que não bancaria o rejeitado na frente do meu próprio pai.
- Não agora? – Carlisle perguntou – Não seria já agora. Vocês tem muito pouco tempo para pensar sobre isso.
- Exatamente isso. Bella andou conversando com você? Porque é isso exatamente o que ela fala: Já Edward? Como se eu tivesse 20 anos e a vida toda para construir minha família!
- Ei, calma! – Carlisle riu – Edward, tenha paciência, eu sei que você quer muito ter sua família, mas vocês acabaram de se conhecer. Como você pode ter certeza que ela é mulher da sua vida?
Porque ela está carregando meu filho! Precisa demais? Quantas mulheres eu transei sem camisinha? Ok, não foram muitas, mas foram e nenhuma delas engravidou. E ela sim. Isso só pode ser um sinal divino! Chegou a minha vez!
- Eu só sei.
- Você está apaixonado, meu filho. A paixão causa isso. Essa cegueira e certeza de tudo. Cuidado para não se deixar enganar.
- Tudo bem, pai. Obrigado.
- Claro que se for com Bella, ficarei muito feliz. Charlie e eu seremos da mesma família e vai que futuramente, dividimos um netinho? – brincou esperançoso.
Futuramente não, pai. Vocês já dividem um.
Porra, isso era tortura. Eu não sabia o que dizer, então apenas sorri com toda felicidade que sentia em ser pai. Carlisle conversou comigo mais um tempo, antes de me deixar sozinho com prontuários e verificação de alguns pacientes.
Também coloquei o assunto em dia com Mike e Mark no corredor. Já estava quase chegando a vez de ter outra jantar na casa de Mike com seis meses de Jéssica. Ia ver com Bella de comprar um presente, mesmo que ela tenha empanturrado a criança de roupinha.
- Está na hora, Cullen. – Bree bocejou – Estou indo trocar de roupa.
- Eu também e que sono.
- Fome antes do sono.
Meia hora depois enviei uma mensagem para Bella, assim que tranquei a porta do apartamento, avisando estar em casa. Como ela não respondeu e eu me senti um idiota por esperar, mas devido a hora, ela estaria dormindo. Pessoas normais estão dormindo.
Comi alguma sobra na geladeira, ainda fria, sem realmente prestar atenção no gosto ou o que era. Arrumei a cama e fui tomar um banho para tirar o cheiro de hospital e relaxar um pouco para dormir. Quando estava prestes a me cobrir, a campainha toca, me deixando assustado.
Seria um vizinho passando mal? Debati internamente se deixava tocar, mas a pessoa parecia disposta a me fazer abrir a porta. Frustrado, irritado porque ia dormir sozinho e cansado, abri a porta sem me incomodar em olhar no ‘olho mágico’.
- Oi... – Bella falou baixinho, com um sorriso brincando nos lábios. Ela tinha aparência de quem tinha chorado muito e dormido nada.
- Oi minha linda. – puxei para meus braços bruscamente, enterrando o rosto no seu pescoço. – Você veio tão tarde? Eu teria ido te buscar. – sussurrei e ela soluçou.
- Desculpa... Eu sei que você tem as melhores intenções comigo. Eu não quis fazer pouco caso dos seus planos, só acho rápido demais. – chorou baixinho tentando controlar o soluço.
- Ei, não chora. – sequei suas lágrimas – Eu entendi o que você quis dizer, baby.
Puxei-a para dentro do apartamento, soltando sua bolsa em cima da mesa e o sofá era o mais perto para conversar. Ela precisava ficar calma.
- Hormônios estúpidos fazendo efeito. – sussurrou envergonhada – Eu senti tanto sua falta essas horas, foi como você estivesse do outro lado do país e não dentro do hospital, e odiei o clima que ficou entre nós dois.
- Eu sei. Eu também não gostei, mas está tudo bem. Estamos aqui agora, isso que importa. – beijei sua têmpora lentamente.
- Não consegui dormir sem você... – sussurrou deitando parcialmente em cima de mim – Desde o dia que seu plantão começou.
- Vem, vamos dormir na nossa cama. – levantei puxando-a comigo, eu disse que tinha entendido e não que tinha desistido.
Bella foi à cozinha beber agua e enquanto isso, tirei uma camiseta minha que ela gostava de dormir no armário. Ajeitei a cama e ela chegou, tirando seu vestido, andando só de calcinha em direção a camiseta que separei. Ela vestiu e deslizou a calcinha para fora do seu corpo, completamente alheia a meu olhar faminto.
Era impossível não senti-la sem desejá-la. Um toque, e eu queria tomá-la. Eu queria seus gemidos, sussurros e arranhões. Se pudesse, teria isso o tempo todo. Só que não sabia sua disposição... Ela parecia triste e cansada. Talvez quisesse ficar só deitada. Afinal de contas, mesmo de pouco tempo, ela estava grávida e eu tinha que mima-la.
Nós deitamos agarrados, enroscando nossas pernas, ficando de frente um pro outro. Ela sorriu acariciando meus cabelos, fitando meus olhos. Será que só eu sentia a plenitude desse momento? Que queria ficar com ela todos os dias, todas as noites, cada segundo... Que ter seu corpo e seu cheiro na minha cama era o que me fazia ser seu homem? Ela não sentia isso?
Deixei minha mão correr livre pelo seu corpo nu, por debaixo da camiseta. Ela estava quente e meio mole. Apesar de a sua mão estar no meu cabelo, seu toque era cada vez mais leve, inexistente e seus olhos fechados, ficavam cada vez mais pesado.
- Durma, meu anjo. – sussurrei e ela se aconchegou no meu peito.
Não precisei contar até dez para saber que estava dormindo pesado. Essa era a mãe do meu filho, dormindo nos meus braços. Fechei os olhos tranquilos. Era isso que eu queria.
Sonhei com Bella montada em cima de mim e ela me dizia que era minha. Só minha.
Acordei sendo devidamente beijado. Eu sorri quando ela sussurrou meu nome no meu ouvido.
- Vamos lá, você está acordado. – sussurrou colocando a mão dentro da minha calça e cueca. Eu estremeci – Eu preciso de você.
Abri os olhos meio sonolentos para vê-la nua puxar o edredom de mim e minha roupa junto. Meio zonzo, chutei minhas calças fora e ela sentou no meu colo, esfregando seu centro aquecido na minha ereção. Seu sorriso era de puro prazer, mordeu os lábios concentrada no que estava sentindo, apertando um pouco as unhas nos meus ombros.
Ergui seu corpo e deslizei para dentro dela. Parcialmente, fui sentindo seu corpo se moldar ao meu e ela sorriu.
- Isso é bom... – murmurou feliz. – Bom dia.
- Bom dia. – minha voz saiu meio rouca. Eu estava perdido com os movimentos que ela fazia.
E completamente deslumbrado com sua beleza. Os olhos fechados, os lábios entre os dentes, a expressão de prazer, os seios lindos, arrepiados e durinhos me chamando, sua barriga ainda lisa e o quadril fazendo movimentos de vai e vem, deixando-me entrar e sair lentamente.
Seus gemidos foram aumentando e eu podia senti-la chegar ao seu orgasmo.
- Ainda não. – ergui seu quadril e a coloquei deitada na cama e fiquei entre suas pernas.
Bella gemeu desapontada pela perda do nosso contato, fiquei provocando seus seios com os dentes e língua, ainda sem voltar a penetrá-la. A impaciente embaixo de mim estava se contorcendo por contato ou qualquer tipo de fricção.
- Você está me matando... – sussurrou puxando meus cabelos. – Edward...
- Você me quer, baby? – falei contra seu seio e eles se arrepiaram endurecendo ainda mais.
- Sim... Por favor...
Encaixei em sua entrada apertada novamente, penetrando lentamente, fazendo-a me xingar e cravar as unhas no meu ombros.
- Vem Edward... – sussurrou no meu ouvido, abraçando meu corpo com braços e pernas. – Eu sou sua.
- Porra. – Como ela sabia que sonhei com isso? – Você é minha. Só minha.
Aumentei o ritmo das minhas estocadas, fazendo a segurar na cabeceira da cama para não bater com a cabeça.
- Oh... Deus...
- Deus não, Bella. Edward.
- Filho da puta. – resmungou mordendo meu ombro. Com dor, bati bem fundo e acho que em algum lugar especial porque ela gritou – Bem aí.
- Aqui querida? – bati novamente e para meu prazer, ela gritou. E dessa vez o prédio inteiro ouviu.
Eu amava isso.
- Vem, meu amor, goza comigo. – sussurrei no seu ouvido, pressionando meu corpo contra o seu e aumento o ritmo, com suas pernas dobradas ao meu lado. – Cruze as pernas na minha cintura, baby.
Bella fez como pedi, puxando meu rosto para um beijo intenso, que abafou nossos gemidos quando atingimos juntos o clímax. Fiz menção de sair de cima dela, por conta do peso, mas ela negou com a cabeça e me apertou ali. Foi quando vi que eram 06h30 da manhã.
- Dizem que grávidas precisam de sexo matinal. Isso a faz render bem o dia e o desenvolvimento do bebê. – sussurrou no meu ouvido.
- Eu desempenharei meu papel de fazer seu dia render bem, sempre. – sorri rolando para o lado e puxando-a comigo.
- Você estava sonhando comigo?
- Sim. Eu falei dormindo?
- Falou que eu era sua. – sorriu deitada sobre meu corpo. – E nós pertencemos a você.
Minha mão automaticamente voou para sua barriga... Meu filho. Nosso filho. Eles eram totalmente meus e ninguém podia tirar isso de mim. Ninguém.
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N/A: Vocês ganharam mais 1. *corre em círculos*. Quase 500 reviews e não chegamos na metade da fanfic. Estou muito feliz, muito mesmo! Cada comentário!!! No capítulo passado, eu estava trabalhando e TODA HORA abria o e-mail para ver se tinha review nova e o que vocês estão pensando, que ao contrário que muitos pensam, isso é extremamente importante.
Muitas de vocês concordam comigo com o fato da gravidez ter sido cedo. E realmente foi, eles reconhecem isso. Estão felizes pelo bebê, mas na vida não tem flores como muitas historinhas por aí pregam. Eles vão construir algo bem bonito *pisca*, mas até lá, existem muitas coisas sobre a vida dela e dele que precisam ser resolvidas.
Quanto a Alice e Natalie, sempre tem uma na família do namorado que implica, falem a verdade. Quando não é a sogra, é a irmã, avó ou a prima. No caso da Bella, eu prometo que elas vão se entender... Digo até mesmo se amar. Não garanto que as farpas e competições terminem. Isso vai render cabelos brancos a Edward.
E me perguntaram, por que não a Rosalie?
Toda Rosalie é chata! As minhas nunca são! Em CdB Bella e Rosalie tem muito mais em comum que vocês imaginam. Edward deixou entender isso no capítulo 8. Quase ninguém percebeu. Não é como se eu fosse explorar a vida dela, foi apenas um perfil psicológico de Rosalie mais doce, calma e apaixonada. Diferente de que vocês leram.
Alice é ao contrário. Alice é ciumenta, egoísta, teimosa e dissimulada. Como a Bella é. As duas tem traços de personalidades iguais. Ambas são boas, tem corações ótimos e enormes, mas tudo que é igual dá choque. E não queiram saber como isso vai ficar quando furacão Jane pousar em L.A.
Outra pergunta foi qual a posição de Jasper nisso tudo. E relaxem, ele é tão bom e calmo quanto a irmã, Rosalie. Ele não é manipulado por Alice, pelo contrário. E é por isso que o casamento dá certo!
Bella e Edward vão se separar? Não! Isso está marcado como drama, mas é Romance/Família. Minha história está voltada a construção de um relacionamento adulto. Não digo perfeito.
E não achem nenhum dos dois perfeitos. Essa briga de hoje foi nada. Vocês não viram Bella tendo ataque de ciúmes e Edward com raiva! Ahahahahahahah
Curtiram o capítulo 10? E vocês sabem, não aceito menos que 30 reviews. Viu que não dói comentar e eu sempre procuro responder vocês. Dúvidas? www.formspring.me/marizoch
Isso me ajuda muito a pesquisar sobre a história. A opinião de vocês é importante!
Beijos
E leiam a nota da Beta... Ele tem visão do futuro.
N/B: Huun não sei se é interessante isso deles esconderem a gravidez de todos, mas talvez seja o melhor. As coisas entre eles realmente foram bem rápidas, mas com o tempo eles vão se conhecendo cada vez mais, e ficando cada vez mais felizes. Mas eu disse isso em Broken e repito aqui... felicidade demais me assusta. Comentem, yay. Beijos xx LeiliPattz
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