Cuore Di Bella

8 Capítulo 4


Foi à segunda manhã que acordei com o cheiro dela na minha cama. A diferença, que dessa vez ela não estava na cama e meu apartamento tinha cheiro de comida. Levantei puxando apenas um par de boxer e segui o cheiro até cozinha, encontrando com cabelos presos, minha camiseta e várias coisas gostosas em cima da mesa. Eu quase podia vê-la sobre ela também.

- Bom dia. – limpei a garganta fazendo a virar pra mim. – Você não precisava fazer isso.

- Nunca diga a uma chef culinária que ela não precisa cozinhar. – repreendeu-me colocando um prato com bacon e salsicha na mesa – Bom dia. – jogou os braços no meu pescoço e me beijou levemente – Pronto para seu café tipicamente americano?

Meu estomago roncou em resposta e ela sorriu satisfeita. Eu tinha que sair em pouco tempo, mas sem sombras de dúvidas iria aproveitar esse café da manhã. Eu sorri puxando-a para meu colo, com um sorriso idiota no rosto pela noite maravilhosa que tive depois que chegamos ao meu apartamento. Nós alimentamos um ao outro e conversamos sobre a noite passada.

Quando ela foi trocar de roupa no meu quarto, peguei seu celular e liguei para o meu, gravando seu numero e abusadamente, tirei uma foto minha, registrando o meu próprio. Terminei de limpar a mesa e fui até o quarto, indo trocar de roupa para trabalhar. Eu tinha 20 minutos até meu horário de entrada no hospital.

Nós saímos juntos e eu peguei sua mão quando um vizinho apareceu de repente. Ela riu de mim e encolhi os ombros, oras. O que poderia fazer?

Nós ficamos conversando no caminho da sua casa e pela segunda-vez eu estava entregando-a no dia seguinte. Se eu fosse seu pai iria ficar muito chateado. Mas eu não era seu pai. Então...

- Bom plantão. – Bella riu abrindo a porta. – Até mais.

- Volte aqui pequena provocadora. – puxei-a de volta e ela gargalhou alto – Você realmente achou que iria trabalhar sem seu beijo?

- Você trabalhou os outros anos sem meus beijos...

- Eu não tinha te beijado antes. – travei as portas do carro e enfiei a mão embaixo do seu vestido rindo. – Ah, poxa.

- O que? Você achou que eu ia chegar em casa sem calcinha?

- Poxaaaaaaaaa. – resmunguei puxando para um beijo lento de despedida. Destravei as portas rindo – Te ligo depois, Isabella.

- Tudo bem, Dr. Cullen.

Ah, Bella, em vinte e quatro horas você vai engolir esse sorriso presunçoso. Merda, faltava muito tempo.

.~.

- E então, Grant? Como foram esses últimos dias? – perguntei animado assim que entrei no quarto.

- Que sorriso é esse, meu rapaz? – Grant perguntou ligeiramente animado para seu estado clínico. Ele não tinha avançado em nada.

- Eu tive bons momentos. Agora, conte-me tudo que essas enfermeiras me ocultaram no seu prontuário.

Passei as seguintes doze horas verificando meus pacientes e atualizando meus prontuários. Bree estava tentando arrancar informações sobre Bella, mas não tivemos tempo para conversar. Entrei em duas cirurgias e estava cansado pra caramba. Não sei quantas vezes bebi café e resmunguei sobre a péssima comida do hospital. Eu nunca tinha percebido que era tão ruim.

Quando deu por volta de meia noite, tive um tempo para perturbar o sono de Bella.

“Isabella, como estão seus lindos seios? Sinto falta de tê-los em minha boca”.

Eu ri perversamente quando bati no botão de enviar, indo até Bree que tinha dois copos de caffe mocha. Eu sabia que um deles era meu, porque Mark estava ao seu lado deliciando com um.

- Então, Dr. Cullen, aproveitou a folga? E você tem mais três dias... – Mark balançou as sobrancelhas.

- Tenho que pagar todas minhas horas no hospital ou Dr. Cullen Sênior me esfola. – respondi rindo – E foram as melhores folgas da minha vida.

- Sim, seu sorriso que fodeu alguém não me engana.

- Engraçado, você vive com ele. – Bree alfinetou e Mark riu alto.

- Não sei do que estão falando. E Dr. Mike Newton é um tremendo linguarudo.

- Oh, não foi o Newton. Foi seu pai.

O QUÊ?

Meu celular vibrou em uma mensagem e quando apertei para abrir, fiquei absolutamente sem ar. Bella tinha mandado uma foto dos seus seios. Seu braço estava de apoio e sua direita segurava o mamilo esquerdo, deixando seu bico rosado entre os dedos. Eu gemi, chamando atenção dos meus amigos.

- Ele está ficando vermelho. – Mark cantarolou

- E suando.

- Porra. – foi tudo que consegui dizer. Eu estava ficando ridicularmente duro com isso.

“Sua intenção era me fazer matar saudades?”

Meus dedos pareciam trêmulos. Quem foi à maldita ideia em trocar mensagens?

“Quem sabe se você lamber a tela?”

Ela vai engolir essa presunção toda.

“Eu não estou sozinho para fazer isso”.

“Hum... Que pena. Pensei que pudesse enviar outra foto”.

“Mande, por favor. Eu não vou aguentar de curiosidade”.

Mark e Bree saíram da sala quando eu parei de dar atenção a eles. Isso me fez relaxar no sofá, mas minha dureza estava incomoda contra a roupa. Eu definitivamente estava com a barraca armada no meu uniforme. Dois minutos depois veio uma foto dela, tirada contra o espelho, sem aparecer seu rosto, mas eu sabia que era ela.

Seu seio nu, barriga lisa e a porra de uma cinta liga preta e sapatos pretos me foda sem sentido.

“Você está completamente fodida quando pegar você”.

“Gostou da imagem, campeão? Mal posso esperar por isso”.

“Sim. Use isto quando nos encontrarmos novamente. Eu preciso ter o prazer de arrancar isso do seu corpo”.

“Com prazer”.

“Bella, Bella... Não provoque”.

“Assim como você, irei me contentar com meus dedos esta noite”.

“Adoraria ver isso...”.

“Com certeza um dia eu te mostro”.

Ouvi meu nome sendo chamado na emergência e meu bipe gritou na mesma hora. Caralho!

“Preciso ir. Emergência.”

Não pude esperar por sua resposta, respirei fundo algumas vezes e pensei na minha avó pelada para poder sair ileso. Do jeito que me chamavam era coisa séria e correr era tudo que podia fazer.

Mais uma cirurgia.

Quando precisava relaxar, eu ia até neonatal verificar os bebês. Médicos tinham acesso a todas as áreas dos hospitais, mas eu era um cardiologista e não tinha nenhum bebê ali sendo diretamente meu paciente. Mas eles eram incríveis. Melhores pacientes que alguém pode ter. Se eu não amasse a cardiologia, seria pediatra, sem dúvidas. Só que precisa ser forte demais para perder um paciente desses.

Como médico, você precisa estar aberto para suas falhas. Eu desabaria se algo acontecesse com um bebê perto de mim.

Eles eram tão malditamente lindos. Um silêncio reinava, com aquele cheiro limpo de bebê e alguns gorgolejos baixos. Fechei os olhos e deixei-me aproveitar desse momento. Lembrei de verificar meu celular e tinha uma mensagem.

“Salve vidas, você é o campeão”.

Eu sorri para mensagem e fechei os olhos novamente. Estranhamente, me senti mais leve e quase com sono. Era uma sensação de conforto muito grande.

- Edward? – Mike chamou-me baixinho – Está tudo bem?

- Sim. Vim ver seus pimpolhos, um pouquinho. – sorri de volta.

- Tudo bem. Eu vou assinar um prontuário. Tempo para um café?

- Sim. Te espero aqui.

Mike subiu as escadas rapidamente e fiquei olhando mais uma vez os bebês quando, provavelmente, um pai também se aproximou do vidro. Fiquei em silencio respeitando seu espaço, incapaz de pensar no momento que eu estaria ali, no lugar dele, olhando meu filho.

- Você tem algum? – perguntou-me

- Não. Infelizmente, ainda não. – respondi sinceramente. – Qual é o seu?

- Aquela linda menina ali. – apontou para um pacote rosa.

- Bonita mesmo. Parabéns.

- Pronto, Edward? – Mike desceu novamente e me despedi brevemente do pai babão

Não demorou muito encontramos uma mesa no refeitório.

- Dia difícil?

- Na verdade não, Mike. Apenas uma cirurgia intensa, mas o paciente está bem.

- Dois cafés. – pediu a atendente e nós roubamos alguns cookies. – Então, terei que bancar a menininha fofoqueira pra você me contar sobre Bella?

- Quem sabe? – provoquei e um pedaço de biscoito voou no meu rosto – Ok, o que você quer de mim?

- Saber, cara.

- Detalhes? Se foder, Mike.

- Não isso, estúpido. Ontem rolou alguma coisa? Vocês pareciam um casal, de verdade.

- Não exagera. Eu não sei quase nada sobre sua vida. Ela é ótima, mas só tem dois dias, Mike. – revirei os olhos e joguei outro biscoito nele – Nós saímos para jantar ontem. Foi extremamente divertido. Ela sempre tem algo a dizer e é muito charmosa, cheia de gestos também carinhos. E novamente, amanhecemos no meu apartamento e ela fez o café da manhã pra mim.

- Inferno. Ela já fez o café?

- Engraçado é que não achei nenhum pouco ruim tê-la na minha cozinha. – comentei despreocupado e Mike cuspiu o café – Calma, não nesse sentido, seu pervertido. Dela usando a minha cozinha. Era uma cena malditamente linda.

- E você pretende vê-la depois que sair daqui?

- Sim. Definitivamente sim. – minha mente foi mergulhando na sarjeta.

- Você acha que isso vai pra frente?

- Agora você está parecendo uma menininha. – pisquei rindo.

- Ah, qual é.

- Muito cedo para dizer. – dei os ombros e o bipe dele apitou.

- Acabou a brincadeira. Sexta-feira, jantar lá em casa, às 20h. Você estará de folga e leve Bella.

.~.

Meu plantão foi o mais longo do universo, mas tive bons tempos com meus pacientes. Cansado e com sono, corri em direção pra casa, louco para comer e dormir. Meu porteiro sorriu pra mim quando passei apressado. Eu tinha um plano, comer, tomar banho, dormir e ligar para Bella.

A pequena peste fodeu com meu cérebro através de suas mensagens. Agora, ela iria pagar por isso.

Minha secretária eletrônica estava piscando com vários recados, enquanto ia a cozinha verificar o que tinha na geladeira, deixei os recados rolando.

- Seu ingrato. Tenha um tempo para sua mãe. Saudades de você.

Esme, nunca muda.

- Hey irmãozinho, ligue-me quando desocupar. Encontrei um terreno para você, três quadras depois do condomínio dos nossos pais. Estou segurando até sua opinião.

Emmett era eficiente mesmo... Talvez eu pagasse uma cerveja por isso.

- Tio Edward. Desculpa ter sido grossa. E ter gritado com a Senhorita Bella. Ela já me desculpou. Te amo.

Natalie pimentinha. Depois ia ligar pra ela. Eu sabia, que em algum momento, ela ia cair em si.

- Edward, querido, como vai? Que tal nos encontrarmos para jantar?

Um frio correu minha espinha. Tanya Denali me chamando para jantar. Definitivamente, não. Principalmente que da ultima vez ela quase arrancou meu pau. Eca, não.

- Hey campeão. – gargalhadas no fundo – Essas mulheres estão bêbadas as... Sete horas da manhã? – um soluço – Acho que também estou. De qualquer modo, eu perdi a aposta. – uma respiração pesada. – Fala logo BELLA! – Alice gritou no fundo e Bella respirou fundo – Eu amo seu pênis.

Mais gargalhadas explodiram e eu vi a hora da ligação. Duas horas atrás. Que porra foi essa? Peguei o celular e liguei de volta para seu numero.

- Quem é o maldito que está me ligando?

- O dono do pênis que você ama. – provoquei e ela gemeu do outro lado.

- Eu tinha esperanças de você não ouvir, mas sua irmã é uma puta bêbada e todas elas juntas me fizeram um inferno. – resmungou e sua voz estava rouca de sono – Desculpe. Eu acho que ainda não estou muito sóbria.

- Não se desculpe, achei engraçado, na verdade. Você estava dormindo?

- Acabei de deitar na cama. – bocejou – Nós tivemos uma festinha de pijama. Estou nesse momento com Ângela roncando de bêbada ao meu lado, dividindo a cama no quarto de hospedes de Rosalie. Você chegou agora?

- Sim... E você não quer vir dormir comigo? Eu vou te buscar.

- Hum... – murmurou e depois bocejou – Estou me vestindo. Chego aí em breve.

- Então você vem?

- Você acha que entre dormir com você ou com Ângela, o que vou escolher? Seu sono é tão grande assim?

- Estou te esperando, espertinha. Suba direto, a porta vai ficar aberta.

- Tudo bem.

Voltei para cozinha comendo um pote de cereal e suco de laranja, lavei a louça, tomei banho e quando estava saindo do banheiro só de cueca, ouvi o clique suave da porta.

- Edward? – Bella chamou-me baixinho

- No quarto, querida. – gritei de volta.

- Pervertido. Já querendo me encurralar? – sorriu aparecendo no quarto com short jeans, camiseta branca, cabelos molhados e chinelos. Seu olhar desceu para meu corpo, mas ela bocejou. – A proposta de dormir ainda está de pé? – piscou fazendo trocadilho maldito.

- Imoral.

- Era apenas brincadeira. – deu os ombros e joguei minha camiseta pra ela. Deitei na cama vendo-a tirar a blusa e o soutien e jogando minha camiseta por cima. E só depois tirando a o short.

- Poxa, a melhor parte você cobre.

- Vá dormir, Cullen.

Bella pulou na cama, ficando de joelhos e depois se jogando ao meu lado. Não perdi tempo e deitei meu corpo parcialmente sobre o seu, enfiando minha mão sobre as bordas da sua calcinha e puxando pra baixo. Seu riso morreu quando toquei seus lábios, pedindo passagem para aprofundar o beijo.

Com sua calcinha longe, suas mãos começaram a tirar minha cueca e eu me afastei levemente, chutando qualquer coisa que me impedisse de começar o dia realmente bem. Vejamos, eram por volta de nove horas da manhã. Eu precisava dormir, mas antes disso, precisava de sexo.

Minha camiseta que estava em seu corpo desapareceu em segundos e nossos lábios estavam juntos novamente. Eu poderia brincar nesse momento, mas tivemos 24 horas de preliminares via sms. Tudo que precisava era da sua linda brilhante envolvesse meu pau como foi prometido.

Eu gemi em jubilo quando finalmente penetrei seu corpo pequeno e porra, ela era apertada pra caralho, quase não dava para se mover. Mas eu não desisto nunca. Ela gemendo embaixo de mim era o combustível necessário.

- Cadê aquele diabo provocador que tirou meu sossego? – sussurrei no seu ouvido ao mesmo tempo em que estoquei fundo e forte.

- Ai, porra! – gritou entre os gemidos — Está bem aqui, sendo fodida por você. – mordeu minha orelha.

Sai de dentro dela, quase que lentamente, deixando apenas uma pequena parte de mim em seu contato e ela choramingou, abrindo os bonitos olhos para me lançar um olhar assassino. Eu ri e beijei seu nariz, puxando seu corpo para o centro da cama e batendo fundo nela novamente, fazendo-a gritar pra mim.

Suas lindas pernas enlaçadas ao redor da minha cintura, dando-me um melhor ângulo de penetração. Eu estava dividindo entre o céu e o inferno quando suas paredes começaram a se apertar ao meu redor. Seu corpo perfeito e nu se movendo em sincronia comigo. Ela gozando era a cena mais linda que já tinha visto. Nenhuma mulher se comparava.

- Oh... Edward! – gritou me puxando para um beijo frenético.

- Vem Bella, goza comigo. – rosnei no seu ouvindo, sentindo minha própria libertação chegar.

- Hum... – murmurou afrouxando o aperto de suas pernas – Bom dia.

- Bom dia. – sorri beijando seus lábios. – Ei, onde você vai? – resmunguei quando pulou da cama indo ao banheiro. Eu fiquei olhando sua bunda até a porta ser fechada. Eu ainda estava ofegante e mole quando ela retornou, deitando-se ao meu lado.

- Ei, feche esses bonitos olhos e durma. – sussurrou quando a puxei para meu lado. – Até porque, você sem forças não tem utilidade nenhuma pra mim.

- Querida, eu tenho forças o suficiente para te fazer apagar com mais algumas vezes.

- Ok, ok. Não precisa provar nada agora. – provocou e eu rosnei fazendo-a rir. E depois ela bocejou.

- Você realmente estava com as meninas?

- Sim. No dia que você foi, tivemos um almoço de meninas e algumas compras. E então, combinamos de dormir na casa de Rosalie no dia seguinte. Emmett iria sair com Jasper. Jéssica estava na casa da sua mãe e não pode vir. Nós bebemos, rimos e dançamos. E bebemos. E fiz aquela ligação vergonhosa.

- Deve ter sido interessante.

- Foi sim. Muito divertido. – bocejou novamente e me aconcheguei melhor para dormir.

Pouco tempo depois nós dois caímos na inconsciência embolados um no outro, bem enroscados um no outro, mas eu acordei com o toque da campainha e era pouco depois da hora do almoço. Bella resmungou virando de lado e tive um vislumbre do seu corpo nu através do lençol.

- Já volto.

- Não demora. – murmurou debilmente agarrando meu travesseiro.

Vesti minha cueca e calça do pijama antes de esbarrar na parede do corredor meio zonzo de sono. A pessoa estava fazendo questão de afundar o dedo na campainha e só podia ser alguém conhecido para o porteiro deixar passar sem aviso. Uma espiadinha no olho mágico e eu gemi frustrado.

- Mãe!

- Ora, se não é meu menino mais relapso. – Esme entrou me abraçando. – Eu fui até o hospital levar isto para você comer. E como não estava lá, trouxe pra cá. – piscou mostrando a guarnição em sua mãe. – Tudo bem?

- Ah, isso é ótimo. Você sabe que não precisa me alimentar...

- Só assim pra te ver, Edward. Na festa foi tudo muito rápido e quanto tive tempo, você estava ocupada com a menina de Charlie. Eu não iria atrapalhar.

Se ela soubesse que Bella estava nua na minha cama, enrolada nos meus lençóis, aproveitando o décimo terceiro sono...

- Eu estou de folga por mais três dias, pagando as horas extras no hospital. Você quer almoçar amanhã?

- Seria ótimo. – sorriu pegando a guarnição. – Vou colocar isso na geladeira. É caçarola com queijo, carne assada e arroz branco.

- Obrigado, mesmo.

Eu estava terrivelmente sem graça, parecendo criança pega fazendo merda. Esme era perceptiva e ficou me olhando intensamente.

- Bom, eu só vim fazer isso. – sorriu vindo me abraçar – Quero ser apresentada a ela depois. – sussurrou no meu ouvido, inclinando a cabeça em direção a bolsa de Bella em cima da mesa de centro.

Eu tive que dar meu melhor sorriso. Merda. Pelo menos ela não sabia de quem era.

- Tudo bem. Até amanhã, mãe.

- Aproveite, querido. – gargalhou fechando a porta atrás de si.

Depois eu me pergunto a quem Alice puxou. Tranquei a porta só por precação e pedi ao porteiro não deixar ninguém subir e dizer que não estava em casa. Voltei para o quarto, deitando na cama lentamente para não acordá-la. Eu ainda estava cansado pela minha privação de sono, mas tudo bem. Eu poderia tirar mais algumas horas de cochilo.

Bella rolou de lado pressionando o corpo ao meu. Peguei sua mão, dei um beijo casto e puxei seu corpo para mais perto. Eu ia dormir bem assim.

Acordei do meu sonho quente com Bella sentindo certa parte do meu corpo sendo devidamente tocada por lábios quentes. Abri os olhos meio zonzo para contemplar Bella literalmente de boca em mim.

- Ai Deus. – ofeguei com linda visão.

- Si sono ridicolmente belle. – sussurrou fazendo meu pau tremer. Ela realmente tinha uma queda por ele. Meu riso morreu quando senti bater na sua garganta.

- Bella...

- Sim querido? – provocou fazendo uma leve pressão na cabeça. Ai porra.

- Isso é...

- Shiu... Fica quietinho aí. Você vai me deixar sentir seu gosto?

- Tudo que você quiser poooooooooorra. – gemi com sua língua provocando minha extensão.

Bella deu uma risadinha antes de se concentrar no que estava fazendo. Ela colocou minha mão nos seus cabelos, permitindo que eu controlasse o ritmo de suas chupadas. Enrolei seus cabelos nos meus dedos e aumentei o ritmo ligeiramente. Sua boca pequena e quente me fez pensar no quão dentro dela queria estar.

- Bella, eu vou gozar... – sussurrei, minha voz saiu roca de desespero.

- Goze pra mim, Edward.

Ai caralho!

Não preciso dizer que gozei e fiquei mole deitado de costas na cama. Eu amaria ser acordado assim todos os dias. Ela estava sentada entre minhas pernas, de joelhos, lambendo os lábios, completamente nua.

Meu coração não aguenta isso não, meu Deus.

- Vem aqui, Isabella. Eu vou te mostrar a recompensa por ser devidamente provocado.

N/A: muahahaha muahahahah

Deixem reviews. Fechando 30, eu volto com extra!

N/B: Se as coisas continuarem como estão, nem o MEU coração vai aguentar querido, é muita emoção para uma pessoa só... uff perdi o fio da meada depois desse final. Beijos e até xx LeiliPattz