Notas iniciais
PARA O MUNDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO Eu fico dois dias sem postar por conta das minhas três provas para hoje (Geografia, matemática e prova do meu curso de inglês) e VOCÊS SEUS (AS) DIVOS (AS) ME PRESENTEIAM COM DUAS RECOMENDAÇÕES!!!!!!!!!!!!!! Vocês são os melhores leitores e leitoras no UNIVERSO!! ESSE CAPITULO não é de Pauli e Cúmplices até o fim. Ele foi escrito antes das recomendações. O de amanhã SIM É ESPECIAL. Porque sei que vocês Shippam JOBELA, e próximo capitulo tem surpresa OBRIGADA POR TUDO ♥

POV´s Joaquim

Confuso

Isabela está em meus braços, é uma situação boa, aconchegante.

Seus lábios vermelhos sangue estão próximos dos meus, até demais!

Me aproximo ainda mais, ouço seu coração martelar contra o peito e o calor da sua respiração

“Joaquim sua namorada. Não se esqueça da Manuela”- minha consciência alerta.

Eu ia me afastar da Isabela, isso não é justo com a Manu, porém no mesmo momento recebo um tapa na bochecha.

– Ficou louco garoto? – fito Isabela com chamas em seus olhos – quem você pensa que eu sou para sair me agarrando?

– Quem está louca é você! Eu querendo te agarrar? Sonha.

– Não sou essas piriguetes de esquina que você agarra quando quer – cruza os braços.

– Se você não fosse menina juro que te bateria até o pronto socorro vir, só assim você aprende a não falar besteiras.

– Bate, quero ver se você é homem mesmo, ou é só um...

Não deixo terminar. Essa garota ultrapassou os limites.

A empurro até uma parede próxima, derrubando alguns objetos. Coloco um de meus braços para esquerda e outro na direita, deixando-a completamente encurralada.

Veremos o que ela dirá agora

Encaro ela novamente. Nunca tinha percebido o quão verde eram seus olhos, talvez por conta da raiva que ela está sentindo de mim agora.

– Joaquim, eu vou contar até três para você sair de cima de mim, caso contrario irá se arrepender – diz ameaçadora

– O que vai acontecer? – debocho

– Vou socar seu rosto até ficar irreconhecível

– Duvido

Sem aviso prévio, sinto o punho de Isabela contra minha pele, quebrando um dos meus dentes.

O sangue escorre da minha gengiva, cuspo um dente.

– Louca – digo simplesmente por não conseguir falar

– Eu avisei – sorri cinicamente

Escorrego minhas costas pela parede até encontrar o chão.

Ela havia socado minha mandíbula

Coloco a mão em minha bochecha e sinto a dor aumentar, o sangue não para de jorrar. Que maravilha!

Levanto do chão e fito Anna dormindo em canto.

“Mas uma para fazer minha vida virar de ponta cabeça”

Passo direto por Isabela, nem me dou ao trabalho de cumprimenta-la.

Pego Anna em meus braços com certa dificuldade por conta da minha gengiva que ainda lateja.

– Boa sorte – falo para Isabela antes de ir embora

Ela arqueia a sobrancelha

– Não vai me levar também?

– Que se vire sozinha – minhas palavras saem frias como o Iceberg que afundou o Titanic

Com cuidado, passo Anna para meu ombro direito e sou obrigado a olhar para trás, vejo o olhar de Isabela.

Impenetrável

É como eu o descreveria. Cheio de orgulho e magoa, seu olhar era como uma barreira.

[...]

Ao sair do galpão abandonado ponho minha mão livre no bolso da calça Jeans, tem alguns trocados. Antes um ônibus a andar a pé até o outro lado da cidade com um acriança dormindo em seus braços.

Entro no ônibus e sento ao lado de uma senhora vestida de rosa

– Que linda filha o senhor tem – diz ela sorridente

– Ela não é minha... – a senhora me interrompe

– Qual o nome da pequenina?

– Senhora ela não é minha filha

– E de quem mais seria? Vocês são muito parecidos – ela põe a mão em meu ombro – meu jovem rapaz, não precisa ter vergonha de ter sido pai cedo.

– Mas ela não é...

– Bem, aqui é minha parada. Boa noite rapaz – levanta, mas volta em seguida – ah é muito corajoso da sua parte assumir a criança e não abandonar a mãe como muitos fazem. Adeus!

Isabela

Essa é a única palavra que vem em minha mente quando penso em uma mãe para a Anna. Talvez pela semelhança entre as duas?

“Definitivamente você não está com suas faculdades mentais em perfeito estado”

Bem lá no fundo a Isa é uma boa amiga, mesmo com sua maneira insuportável de ser.

Inclino minha cabeça para o lado e admiro a vista pela pequena janela até que chego ao meu destino.

[...]

Sorte minha que a Júlia e o Felipe foram dormir na casa da Alice hoje. Não faço ideia de como eu explicaria a eles sobre essa garotinha.

Coloco Anna na cama da Júlia e olho para o relógio que marca ‘00h47’.

Deito em minha cama e me aconchego às cobertas. A chuva começa a cair, me deixando com mais sono.

‘Toc, toc, toc’

– Felipe tinha que fazer xixi na cama – sussurro indo até a porta

Me deparo com a pessoa mais inusitada que poderia imaginar

– Isabela?

Notas finais
Pessoal eu tenho certeza que fui mal em Geografia e Matemática, mas vocês me animaram demais com essas recomendações! Obrigada por me alegrarem em um momento tão difícil Ah esse capitulo não tem mais de mil palavras porque ele foi escrito antes que vocês me avisassem que queriam capítulos maiores Não esqueçam o comentário que me anima ;))))) Big Bjs