Notas iniciais
Essa história foi criada como inscrição para o concurso FIM DE ANO POLÊMICO do grupo "Desafios de escrita" no Facebook. Espero que gostem e comentem suas opiniões xD Grupo: https://www.facebook.com/groups/627678084009319/652350628208731 ~~agradecimentoespecial~~ Agradecendo à Jeanne Milck pela ajuda e pela avaliação do capítulo xD

CAPÍTULO ÚNICO

Tomou um banho rápido, vestiu um vestido curto preto, arrumou o cabelo e ficou deitada na cama, coberta pelo edredom para que seus pais pensassem que ela estava dormindo, quando na verdade estava usando seu celular para conversar com Thays pelo Whatsapp. Seus pais nunca comemoravam o fim de ano, eram conservadores e antiquados, consideravam isso uma perda de tempo.

– Já me arrumei, – Nicolly enviou uma mensagem para o celular de Thays. – quando chegar aqui joga uma pedra na janela que eu vou saber que é tu.

Passados 30 minutos, Nicolly ouviu o barulho de algo batendo contra sua janela de vidro, caminhou até a janela fazendo o mínimo de barulho possível, abriu a janela e viu sua amiga em cima de uma moto, a mesma chamou-a com a mão. Nicolly colocou o celular na bolsa e saiu pela janela, era no segundo andar, mas ela sempre fora boa em escalar. Fechou a janela com cuidado e começou a descer pela varanda de seu quarto. Segurou-se na beirada da varanda e soltou as mãos caindo da altura de cinco metros, mas pousou com suavidade e sem se machucar, aulas de balé são úteis de vez em quando.

Subiu na garupa da moto e sua amiga que logo começou a dirigir. Pelas ruas da cidade havia ainda decorações de natal, mas esse era o último dia do ano, passaria a virada em uma festa da faculdade, a primeira festa da sua vida. Ao chegar lá, ficou impressionada com cada detalhe da decoração, era tudo muito obsceno: manequins de mulheres em posições sexuais, pênis de borracha espalhados pelas mesas, vibradores de diferentes formatos a mostra no balcão do bar, a cada minuto, meninas iam lá, pegavam um e se dirigiam ao banheiro que parecia ser unissex, pois homens às acompanhavam, rindo e segurando cigarros de maconha. Nicolly logo se interessou e se apressou em pegar um dos vibradores, caminhou rapidamente até o banheiro, pegou seu celular da bolsa e abriu um de seus vídeos pornô. A garota era viciada em se masturbar, fazia sempre que possível. Nos boxes ao lado ouviam-se gemidos e gritos de prazer, batidas nas portas e xingamentos. Nicolly levantou um pouco seu vestido e puxou de lado sua calcinha fio-dental vermelha, começou a alisar sua boceta com o vibrador ligado. Não demorou muito para que já estivesse bastante molhada, começou a gemer alto, o prazer tomava conta de toda a extensão de seu corpo. Imaginou aquele vibrador sendo o pênis de um dos homens que ela vira no salão principal da festa, alto, forte e calado, estava no bar tomando um copo de uísque quando Nicolly o avistara. Ela só conseguia pensar que era ele ali, enfiando seu pau grande e grosso da sua boceta apertada e melada.

– Vai demorar muito? – perguntou uma voz grossa do lado de fora do Box.

Nicolly deu de ombros e continuou a enfiar o vibrador, sentira uma forte dor, mas não parou, não pararia até que tivesse gozado. O homem chutou a porta do banheiro e a fechadura se rompeu, ela corou ao notar que o homem era o mesmo que ela vira no bar, corou mais ainda ao lembrar que pensava nele durante sua masturbação. Ele começou a sorrir maliciosamente ao observar o quanto a menina estava melada, fechou a porta por trás dele e começou a tirar sua calça rapidamente, puxou o vibrador da mão dela.

– Você não vai mais precisar disso. – falou ele.

Nicolly ia gritar, mas assim que abriu a boca, o homem pôs a mão para tapá-la e silenciar Nicolly, passou sua outra mão pela boceta dela e começou a alisá-la com os dedos, foi enfiando dentro bem devagar e ouviu Nicolly gemendo e tentando morder sua mão, ela não queria ser estuprada, quando saiu de casa pensava apenas em se divertir com sua amiga e não ser penetrada a força. Ao tirar sua calça e cueca, Nicolly observou um enorme pênis, da maneira como ela imaginara, grande e grosso, entrou em pânico quando percebeu que dali a poucos minutos aquilo tudo estaria dentro dela. O homem começou a penetrar sua boceta, demorou um pouco devido ao aperto. O tal homem tirou a mão da boca de Nicolly e tirou o vestido da menina pela cabeça, jogou no chão, puxou o sutiã rasgando-o e começou a apalpar e apertar com força os peitos dela, eram grandes para uma garota de apenas 13 anos, agora com marcar vermelhas das mãos de um estranho. Nicolly gritava a cada estocada que o homem dava, mas as pessoas dos boxes ao lado pareciam não notar o desespero em sua voz, ela não queria pedir ajuda por medo de que o homem a machucasse mais ainda.

O tempo foi passando, alguns minutos pareciam horas. Ser estuprada era uma tortura para a pobre garota, jamais deixaria que sua mãe descobrisse tal coisa. Percebeu que tentar impedir seria inútil, o homem não pararia.

– Q-quem é você? – gaguejou ela entre gemidos.

– Cale a boca. – disse ele dando um tapa forte no rosto de Nicolly. – Você não precisa saber meu nome.

A menina começou a chorar, se arrependia de ter pensado nesse homem enquanto se masturbava. Seu rosto estava vermelho pelo tapa e pela vergonha que sentia de si mesma. Depois de alguns minutos sua boceta estava ficando melada por dentro, ele estava gozando dentro dela, ela o empurrou para trás e líquido branco escorreu pelas pernas dela. Pegou seu vestido e o vestiu rapidamente, empurrou o homem mais uma vez e saiu correndo para o salão principal onde encontrou Thays.

– Vamos – disse ela. – agora!

Thays não discutiu, percebeu o desespero na voz da amiga. Tirou a chave do bolso e correu para a moto, sendo puxada por Nicolly. Faltava apenas meia hora para a virada do ano quando chegou a sua casa, se despediu de sua amiga sem explicar o porquê de sua pressa. Pegou a chave reserva que guardava em sua bolsa e entrou em casa silenciosamente. Correu até o banheiro, tirou o vestido e limpou o sangue, tomou um banho para disfarçar o cheiro de esperma que tomara conta de suas pernas.

E se meus pais descobrirem? Pensou ela. E se eu reencontrar com aquele homem? E se eu engravidar? As perguntas se repetiam continuamente em sua cabeça. Ela não poderia deixar que seus pais ficassem sabendo do ocorrido. Estava entrando em pânico, ficando louca com esse assunto, o que poderia fazer para esconder isso?

Agora só faltavam 5 minutos para a virada de ano. Nicolly já não se importava mais se fazia barulho dentro de casa ou não. Andou até a cozinha e começou a derrubar as gavetas do armário no chão, jogou pratos nas paredes e chutou as cadeiras. Seus pais acordaram assustados e então os barulhos cessaram. Nicolly segurava uma faca em sua mão direita. Agora só se ouvia a contagem regressiva das pessoas na rua. 5… 4… 3… 2…

FELIZ ANO NOVO! Eles gritaram. No fim, só se podia ouvir o grito de uma mãe desesperada e se ver um corpo caído com um corte no pescoço no carpete ensanguentado de uma cozinha.

Notas finais
E então... Gostaram, odiaram? Comentem com o que eu possa melhorar, pois criticas construtivas são sempre bem-vindas xD
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!