Crônicas de Natasha, a herdeira dos Kirke

9 Capítulo 7: Dia 0 e 1 da expedição


Notas iniciais
Heeeey povo! o/ Desculpa ter atrasado o capítulo, é que é começo de ano e tipo... Fiquei meio desacostumada hahahaha prometo que vou melhorar. Bom, desde uns tempos para cá (pouco tempo) eu tenho tentado melhorar a fic, espero que vocês aprovem a mudança na linguagem e no rítimo dela >.O Enfim, aqui esta, espero que vocês gostem. Take a good read ~

Rapidamente Mark conseguiu achar sua irmã, ela estava numa clareira do bosque. E começou a tentar fazê-la assumir o cargo:

–Ei, que surpresa encontrar você aqui irmãzinha querida! – Cumprimentou o garoto.

– Como assim, “surpresa”? Você sabe que eu venho aqui toda manhã para treinar com a minha espada. – Disse ela, já desconfiando que logo ele lhe pediria em favor.

– Enfim, eu sei que você gosta muito de dar ordens, e de xingar as pessoas. Então eu pensei em te passar o cargo de representante. – As palavras fluíram da boca do fauno.

– Como assim você quer que eu faça o seu trabalho? Pera aí, eu não gosto de xingar pessoas nem de dar ordens, eu só te mando fazer as SUAS obrigações e só te xingo por que você não faz! – Se explicou Mirna.

– Vai mana, eu só quero que você fique até a minha volta. – Choramingou.

– Como assim volta? – Indagou ela.

– Ah... É que eu decidir ir com a Natasha sabe. – Ficou um pouco sem jeito.

– Argh, até pouco tempo atrás você fazia questão de esfregar na minha cara que você era o líder e agora quer que eu me responsabilize? Francamente, eu não te entendo. – Bravejou a irmã.

– Hum, e se eu te der informações sobre “ele” pra você? Eu sei de muitas coisas que você nem faz ideia. – Mark tentou suborná-la.

– Q-que ele? – Corou a jovem- Você só diz besteira.

– Que ele? Aquele cara da casa do lado. Eu posso te dar um “empurrãzinho” – Prosseguiu ele.

– Bom... Pensando bem, acho que alguns dias no comando não matam ninguém, além do mais, um bode chato como você tem que aproveitar as chances de ir atrás de uma pessoa tão legal quanto a Nat. – Cedeu a fauna.

– Valeu! – Falou o moreno dando um abraço apertado na “querida” irmã. – Agora eu só tenho que avisar a tia Martha, até mana! –Se despediu o apressado.

Enquanto isso a nossa heroína estava em casa preparando sua mala para a jornada. Ela colocou 2 trocas de roupas, 1 garrafinha de couro para água e algumas ervas medicinais. Natasha já estava acabando quando sua mãe entra com um pacote retangular em mãos:

– Então filha, eu tenho uma coisinha pra você. Tome. – Disse entregando o pacote a jovem.

– Que livro é esse? – Perguntou confusa

– É um livro mágico. A nossa família tem a tradição de dar um quando alguém sai em expedição pela primeira vez. É um jeito de dizer: “Que a sabedoria de Aslam te guie”. – Contou a amorosa mãe.

– Wow, muito obrigada. – Natasha abraçou a mãe com grande afeto.

– Espero que ele lhe seja útil. – Saindo sussurrou Jasminien.

Durante a janta Mark e Natasha combinaram os últimos detalhes, e se despediram de seus amigos (pois partiriam ao nascer do sol). E finalmente foram dormir, na verdade era o que deveriam estar fazendo, mas a arqueira não conseguiu se aquietar por um bom tempo, e o nosso “cavaleiro” não parava de pensar na sua amada e na possibilidade de conhecer um novo mundo ao lado dela. Depois de finalmete conseguir dormir, a garota teve um sonho muito esquisito. Nele ela viu um leão dourado, e majestoso. E ela estava com um vestido todo rendado da cor do mar. Os dois estavam no topo de um montanha muito alta, lá não haviam flores e nem grama. Apenas uma grande árvore que tinha uma gigantesca sombra. No começo ela estava com medo dele, mas depois ficou intrigada no motivo de um leão estar solitário em baixo de uma árvore, e se aproximou cautelosamente. Ela deu cinco passos e conseguiu chegar a uma distância segura da bela criatura, foi quando ela o ouviu falar:

– Eu sou o rei de Nárnia e se um dia alguém me procurar de todo o coração, eu te garanto que me encontrará, e terá todas as respostas buscadas.

E tudo ficou embaçado. Então ela desperta, e olhando para fora, vê que estava bem na hora de acordar. A jovem levanta e começa a se arrumar. Após tudo estar pronto, ela passa no quarto de cada um da casa, e deixa uma carta, e parte ao ponto de encontro marcado na noite anterior. Estava tudo escuro, ainda faltavam alguns minutos até os primeiros raios de calor aparecessem no céu, enquanto o esperava ela tentava se lembrar das palavras ditas no sonho:

– Eu sou um rei... De onde era mesmo? Talvez seja o rei de cair parável... – Mumurava

– Bú!

– Há há há que engraçado. – Comentou Natasha.

– Não custava nada tentar. – Se explica o moreno.

– Então, tudo pronto para irmos? – Perguntou ela.

– Sim senhora – Colocou a mãe direita na cabeça caçoando da loira.

– Vamos logo. – Gargalhou ela- Acho que seria uma boa ideia irmos para o vilarejo dos sábios. O que você acha? Talvez tenha alguma pista nos livros antigos deles, ou uma profecia. – Falava ela enquanto andava acompanhada pelo seu companheiro.

– Acho que é uma boa ideia. Meus pais disseram que apesar de ser meio difícil chegar, vale a pena.

– Combinado então, nosso primeiro objetivo é chegar ao vilarejo.

Tal lugar é conhecido e acessível apenas aos faunos, por causa das passagens que só são possíveis atravessar com cascos. Mas eventualmente um não fauno consegue chegar ao destino, mas isso só ocorre se houver um fauno junto a esse ser, e ele conseguir fazer o desafio no portão de entrada. E para chegar até lá é preciso passar pela floresta dos lobos, pelo deserto e achar uma passagem secreta.

Depois deles cruzarem o bosque, mais ou menos na metade da manhã, encontraram um grande lago e resolveram fazer uma pausa. Se sentaram à beira do mesmo e comeram algumas maçãs encontradas durante o trajeto. Em seguida retomam a dura caminhada, faltava só mais um pouco para chegarem à floresta dos lobos.

Quando de repente um barulho no meio das árvores chama atenção dos dois. Eles param e observam, mas não vêm nada, então resolvem continuar. Mas o som é escutado novamente, dessa vez o casal não deixa despercebido e se prepara , já prevendo um combate, Um de costas para o outro para se ter maior proteção e melhor visão do todo. Natasha com seu arco e Mark com sua espada. Um silêncio no bosque faz aumentar a tensão. Até que um vulto se mexe e... A arqueira não consegue enxergar mais nada, e sente que tem algo em cima dela. A coisa havia pulado nela.

Notas finais
Curtiram?? Agora a história vai ficar bem diferente do que tem sido hehe. Deixe seu comentário, e acompanhe a fic, assim eu posso saber qual é a sua opinião e o que você tem ou não gostado, e por favor me deixe dicas para deixá-la mais interessante :DD Kisses ~