Cry of Legacy

12 Cry of essence I


Notas iniciais
Meu PC está com vários problemas, por isso desculpe por qualquer problema (digitação, erros de gramática etc) neste capítulo.

Tudo ao redor tomou forma de uma grande área verde. Ventava bastante e, como consequência, seus cabelos levantavam. A mulher de preto olhava para Lucy com um sorriso suave.

— Já faz muito tempo, Rose – disse a mulher, colocando sua mão em suas mechas ao qual estava obstruindo sua visão.

— Quem é você? – perguntou Lucy, assustada.

— Não se lembra de mim? – disse a mulher, mostrando um olhar triste. — Normal.

— Onde estamos? Onde estão meus amigos?! – exclamou Lucy, alterada.

— Onde estamos? Este era o nosso santuário, isto me deixa triste – disse a mulher, com olhos lacrimejantes. — Mais eu consegui cumprir uma promessa de uma antiga amiga.

— Quem é você? – disse Lucy, sentindo sua dor pesar em seu coração.

— Eu sou uma antiga guerreira, vivi durante séculos – disse a mulher, ao mesmo tempo em que àquele mundo virava fragmentos. — Eu sou sua salvadora.

— Minha salvadora?

— Mesmo que você não se lembre disto, não terá muita influência. Mas... – disse-a, chegando mais próximo de Lucy. — Você deverá voltar comigo para nossa era ou senão...

— Do que você está falando?! Minha era é essa! Junto com meus amigos!

— Veja.

Aquele mundo ficou em que estavam desapareceu e elas já se encontravam flutuando sobre a cidade ao qual estavam desde o principio. O lugar onde estavam era parecidos com uma cúpula de vidro. Ela Estava destruída devida algumas batalhas. Lucy estava espantada com tamanha destruição. A cúpula começou a se mover e Lucy viu o que não queria ver: seus amigos estavam caídos ao chão. As árvores da floresta começaram a rachar e fissuras começaram a aparecer pela cidade. Um grande terremoto sacudiu a cidade, prédios começaram a cair céu abaixo, em cima de alguns cidadãos dali.

— Este mundo... Esta era irá ser destruída se nós não voltarmos para a nossa. Você entende?

— Quem eu sou? Por que... Tudo isto está acontecendo? – disse Lucy, chorando.

— Lucy... Morreu há muitos anos atrás, mas eu impedi que sua alma se fosse completamente. Rose era minha companheira, mais o tempo foi cruel com ela.

— Meus amigos...

— Sua alma sobrevive graças à Rose, mas para as duas coexistirem neste mundo, uma teve que ser sacrificada. As memórias da Rose...

— Se nós voltarmos... o que acontecerá com esta era?

— Talvez... Seja restaurada.

— E eu existirei nela?

— Não sei exatamente, mas você salvara seus amigos: amigos da Lucy.

Crateras começaram a se abrir no chão da cidade. Pessoas começaram a cair dentro delas. No outro lado, no reino de Fiore, terremotos aconteciam, tsunamis tentavam invadir cidades, vulcões entraram em erupções. Na cidade de Magnolia, na Fairy Tail, todos os magos usavam suas magias para proteger a cidade e seus amigos.

— Parece que este é o fim do mundo – disse Makarov, tenso.

— Devemos acreditar no Natsu e nos outros, com certeza eles conseguirão...

— Fazer alguma coisa!

— Isso mesmo! Se não acreditarmos neles, quem irá!?

— Sim! – gritaram todos, causando uma grande algazarra.

Na cúpula, Lucy continuava a chorar. A mulher de preto via com seus próprios olhos à mesma destruição que vira no passado. Seu olhar se encontrou com uma imagem de alguém, era Irina. As duas se entreolharam.

— Vamos – disse a mulher, dando a mão para a Lucy que estava caída no chão da cúpula. — Já está na hora de partirmos, Lucy.

— Não... Não me chamo Lucy e sim, Rose – disse Lucy, em sua sã consciência, se levantando firme em sua pronúncia. — Vamos voltar Lacie-sama.

— Sim.

Lucy pegara na mão de Lacie, uma luz saiu de suas mãos, brilhando intensamente. A cúpula quebrou-se, raios de luzes começaram a sair do chão indo em direção ao céu nublado. E como agradecimento, as nuvens começaram a se abrir e raios de luzes abateram a finíssima camada que ali estava e começou a se fragmentar como estrelas caindo do céu.

Era como um milagre. As construções foram voltando ao normal, as pessoas, os animais e a vegetação. Irina observava tudo sem nada a protestar. De repente, Lacie apareceu diante de seus olhos e mostrou um lindo sorriso de sua parte.

— Você não mudou nadinha, mestre – disse Irina, ciente de suas palavras.

— O tempo foi gentil contigo, minha discípula problemática.

— É claro que sim, a propósito, não ia ter nenhuma graça ter você no meu pé durante séculos.

— Você acha isso mesmo? Você ainda viverá muito e muitos anos, a não ser que você...

— Não irei morrer – disse Irina, com plena confiança em si mesma. — Sou somente uma testemunha da nossa mãe. Não é mesmo?

— Sim, seja leal a este mundo que vossa mãe criou Iri-chan – disse Lacie, colocando sua mão na cabeça de Irina.

— Você irá agora?

— Você já está sentindo saudades? – disse Lacie, com um largo sorriso no rosto. — Sim, este não é minha época, você sabe muito bem.

— Diga um olá para o pessoal.

— Creio que não poderei transmitir esta mensagem à eles – disse Lacie, saindo de perto de Irina, dando às costas à ela e indo até Rose.

— Sim, entendo – disse Irina, enquanto observava desaparecer junto com Rose. — Mãe um milagre aconteceu hoje, você viu isso? – Enquanto ela olhava para o céu.

O céu estava brilhando. Natsu e os outros acordaram e olharam para aquele céu. Ao verem a Lucy com alguém estranho, Natsu correu tentando chegar até ela. Lucy olhou para ele e soltou um gentil sorriso. O portal para o passado fora aberto, ela e Lacie atravessaram-na.

— Lucy! – gritou Natsu, tentando alcança-la com sua mão, meramente, aberta.

Quando o portal fechou, causou uma explosão de luz de grande longitude atingindo a todos do planeta. Todos no continente de Fiore ficaram assustados e muitos pegaram na mão do próximo enquanto viam aquela luz atingindo-os de uma vez só.