Cruel Clocks
2 1ª Ataque
Notas iniciais
Os dias se passaram e suas rotinas não estão mais como antes. Akuno agora só passa seus dias com essas plantas e ela sempre ao seu lado, o ajudando e dando apoio.
Sem perceber que estava sendo vigiado, continuava seu projeto. Após o dia em que ele se encontrou com o velho senhor, os espiões do regime estavam lá, camuflados, e viram tudo. Sem saber o motivo do encontro deles, os espiões tiram os óculos de visão dupla dimensão e avisaram o regime, ele mandou que um dos espiões seguisse Akuno.
Ás 8h, Akuno estava na frente da torre, ele abriu as portas e percebeu a grande dimensão do lugar, que agora viraria seu local de trabalho. Começou a trabalhar com a parte e baixo da torre. Ele pediu para boneca limpar o local enquanto ia comprar os materiais necessários para a reforma. Em sua busca por madeiras e barras de ferro, a boneca ficou com seus olhos fixos para o alto da torre por um minuto. Começou a limpar de baixo até em cima onde ficou a encarar o objeto da torre. Akuno chegou cansado, pois andou bastante para achar os materiais e com a voz baixa, mas que dava para se ouvir chamou-a: — Miku!... Miku, onde você esta?
Sem resposta resolveu subir e procurá-la. Sem sucesso, só faltava um andar para ver. Nele havia um corredor, com á distancia grande e no final uma porta de aparência envelhecida. Ao se aproximar da porta, a boneca apareceu atrás dele.
- O que você esta fazendo? – disse ela com seus olhos, parecendo distantes.
- Nada, eu só vim te procurar... Chamei e você não me respondeu, fiquei preocupado.
- Mestre, conseguiu o que necessitava?
- Sim, consegui... – disse Akuno, o clima tinha ficado pesado...
- Então, o que faremos agora? – a boneca pergunta com uma voz doce.
- Siga-me!
Ao chegar no andar inferior, notou que em uma pequena parte poderia observar a sala. Um pouco mais tarde saiu para almoçar, enquanto Miku guardava a torre. Ao sair, o espião ligou para a central do regime – os únicos que tinham acesso a tecnologia eram espiões e o regime — avisou que Akuno havia saído. Com isso, o regime manda guardas para o local onde ele foi. Enquanto isso, o espião resolveu entrar na torre, ao chegar no centro do primeiro andar percebeu algo pulando de um andar á outro:
- Quem está ai?! – disse uma voz grossa e sombria. Assustado o espião se esconde, Miku estava no porão e começou a escutar passos e foi investigar. O espião se escondeu dentro de um armario, ao olhar para trás, tinha uma cabeça lhe chamando...
- Ah! Socorro! – saiu correndo sendo perseguido pela cabeça assombrada.
- Quem é você? – disse Miku vendo o espião horrorizado com o que aconteceu, ela viu, mas não falou nada. Deixando o espião fugir, vai ate em cima da torre e chama: — É você... Senhor?
Akuno estava em um tipo de restaurante. Sentado esperando o pedido, entra no lugar três guardas, um de cada vez, e se dirige a mesa dele. Um deles puxa a cadeira enquanto o outro joga a mesa pela janela. O terceiro prende todos os outros na cozinha, depois eles vão pegar pedaços de madeira e espancam Akuno, sem acertar a cabeça e as suas partes intimas. E avisaram: — Tome cuidado, você não sabe o que esta fazendo!
- Miku... – diz ele bem baixo. Antes de terminar de falar o nome dela, Miku saio correndo da torre em sua direção. Quando chegou viu ele jogado sangrando muito. — Vamos para casa...
Ao chegar, ela o ajuda com os remédios. Dias se passaram e ele não ia mais á torre, um dia estava em sua poltrona e pensou “devo parar?”, mas não deu tempo e as janelas, que se localizavam em sua frente abriram bruscamente com ventos e folhas invadindo a sala. E então, o senhor aparece dizendo: — Continue, você tem que continuar. Confiei a você o meu grande presente, minha salvação.
- Como assim, sua salvação? – disse Akuno assustado.
- Meu maior segredo esta lá. Na torre que você estava fazendo... E que deve continuar.
- Mas você sabe o que aconteceu, os guardas do regime quase me mataram... Qual é esse segredo, e sobre sua pessoa amada? – Akuno ficou a observá-lo.
- Quando chegar na torre amanhã, entre no porão, procure um baú e lá estará a reposta.
Notas finais
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