Cruel
24 Filhas das águas — Parte II
Notas iniciais
Filhas das águas — Parte II
Em uma casa pequena de dois andares, estilo alemão azul, no alto de um penhasco próximo da praia, vivia duas mulheres. Elas eram irmãs, mas de pais diferentes, dois oceanos.
A primeira, era uma mulher com seus cabelos vermelhos como fogo, e penetrantes olhos verdes, ela aparentava ter cerca de 30 anos. Ela, sendo filha das águas do oceano atlântico, quando teve a oportunidade de escolher um nome para si, escolhera o nome de Naria, e desde começara a morar naquela casa, só sabia o próprio nome e mantinha contato com sua irmã.
A segunda tinha cabelos negros cacheados, uma pele morena jambo, e olhos verdes, e aparentava ter cerca de 20 anos. Filha do oceano pacífico, escolheu o nome Cerisa para si. Ela era irmã de Naria do oceano atlântico.
Naria estava fazendo o almoço daquela tarde. Sempre que precisavam, Naria e Cerisa compravam os ingredientes de um produtor local que vivia numa fazenda ali perto.
Naria estava vestida com uma blusa amarelo claro de decote canoa, uma saia branca e sandálias amarelas de tira.
Enquanto cozinhava, Naria tinha o hábito de cantarolar uma música que só ela e Cerisa conheciam.
Naria preparara um omelete com queijo da fazenda do produtor. O cheiro da comida se espalhara pelo local atraindo Cerisa para a cozinha. Ela desceu a escada espiralada do quarto até a cozinha, curiosa para ver o que sua irmã preparava.
Cerisa se aproximou da irmã.
—Ei, irmã! O que está cozinhando? — Cerisa quis saber.
— Olá, Cerisa! Eu resolvi preparar um omelete para você — Naria replicou.
— O cheiro está ótimo! — Cerisa exclamou — Posso provar?
Naria apagou o fogo do fogão e serviu o omelete em um prato para Cerisa. Depois levou o prato de Cerisa com o omelete para a mesa.
Cerisa se sentou a mesa e esperou a irmã trazer um garfo e uma faca.
Naria então voltou com os talheres e colocou ao lado do prato de Cerisa.
— Bom apetite! — Naria retrucou.
— Obrigada — Cerisa agradeceu.
Cerisa começou a comer a omelete preparada por sua irmã. Ela cortou em pedaços pequenos e foi comendo com o garfo aos poucos. Ela pegou o primeiro pedaço e levou a boca. Estava um pouco quente.
—Então, como está a omelete, Cerisa? — Naria quis saber.
— Está um pouco quente, mas está gostoso — Cerisa avaliou.
Naria sorriu.
— Que bom que gostou. Eu fiz com muito amor para você — Naria retrucou.
— Obrigada, irmã — Cerisa agradeceu e continuou a comer a omelete.
Quando se satisfez, Cerisa colocou o garfo e a faca no prato e os entregou a Naria, que os levou a pia e depois voltou para perto da mesa. Cerisa se levantou e se aproximou de Naria.
— Sabe o que eu quero? — Cerisa lançou um olhar malicioso para Naria.
—Sim, irmã — Naria abriu um sorriso malicioso.
Cerisa abraçou a cintura de Naria, aproximou o rosto do da irmã e o verde de seus olhos se transformaram em um oceano azul onde elas pareciam nadar juntas em seu interior.
Então suas bocas se abriram e suas línguas se encontraram em um beijo intenso e libidinoso. Aquele sentimento proibido as consumia por dentro. Mas elas gostavam daquilo como cobras que se excitam com o fogo.
Cerisa e Naria se separaram e Cerisa começou a despir a irmã. Ela puxou a parte de cima da roupa dela e os seios dela saltaram para fora. Eram médios com auréolas grandes e bicos pequenos.
Então, Cerisa começou a lamber o bico do seio direito de Naria, e Naria colocou sua mão na cabeça de Cerisa. Os dedos dela deslizaram no meio dos cabelos da irmã.
Cerisa começou a chupar o seio da irmã como um bebê em seu nascimento arrancando gemidos da irmã.
Depois, Cerisa massageou o seio de Naria fazendo-a surtar. Naria ficou tão atiçada que seu corpo suplicava para provar mais um pouco daquilo.
Cerisa prosseguiu para o seio esquerdo fazendo o mesmo.
— Cerisa...— Naria suspirou.
Cerisa apesar da idade era insaciável. Não se conteve apenas com os seios da irmã. Desceu até o abdômen dela e o encheu de beijos até se separar na parte de baixo.
Ela puxou a saia da irmã para baixo e ela caiu no chão revelando sua intimidade nua como a lua virgem ao nascer no céu estrelado a noite.
— Irmã...sua cona é tão linda — Cerisa comentou.
—Cerisa... — Naria já não estava mais aguentando aquilo depois das provocações da irmã.
Cerisa começou a lamber a genital de Naria e ela surtou mais uma vez.
O órgão de Naria logo se lubrificara com a saliva de Cerisa.
Em seguida, Cerisa introduziu seus dedos dentro da boceta de Naria e eles se encharcaram com o líquido translúcido que havia preenchido o interior daquela caverna.
— Você está tão molhada aqui, irmã — Cerisa atestou.
Cerisa provocou a irmã.
— O que você deseja, minha querida? Quer que eu seja seu macho? — Cerisa inquiriu.
— S-Sim...— Naria balbuciou.
— Não ouvi — Cerisa exclamou.
— Sim — Naria exclamou.
— Então diga: "Cerisa, seja meu macho". Diga! — Cerisa bradou.
— Cerisa, seja meu macho! — Naria exclamou enquanto o corpo dela estremecia.
Cerisa então parou o que estava fazendo, abaixou a parte de baixo que vestia, e ela foi ao chão. Em seguida, Cerisa esfregou o órgão dela e um enorme falo saiu da genital dela.
O novo órgão de Cerisa pulsava intensamente.
— Agora, minha querida, eu quero que você me chupe — Cerisa retrucou.
— Sim, Cerisa — Naria concentiu.
Naria se ajoelhou e começou a fazer sexo oral em Cerisa.
— Assim. Muito bom, Naria — Cerisa retrucou.
Os lábios de Naria começaram a deslizar freneticamente indo até a base do órgão de Cerisa e indo para a ponta dele.
Cerisa colocou sua mão na cabeça de Naria, ajudando-a a ir mais fundo, chegando a se engasgar com o órgão em seu interior. Removeu a boca do órgão e respirou por um momento enquanto o segurava com a mão direita.
— Você está gostando disso, Naria? — Cerisa quis saber.
— Muito — Naria respondeu— Isso é maravilhoso.
— Então continue, meu amor — Cerisa insistiu.
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