Cruel

29 3 Oceanos


Notas iniciais
Olá! Penúltimo capítulo de Cruel. Espero que gostem. Esse é um capítulo focado no ménage entre as três entidades do mar e ao final tem um parecer da Nadja sobre as duas irmãs, Naria e Cerisa. Boa leitura!

— Entendo — Nadja compreendeu.

— Então, Nadja — Cerisa começou — Quer provar a minha pica espadaúda?

— Sim, eu adoraria — Nadja ficou animada.

— Então venha aqui — Cerisa a chamou.

Nadja se aproximou de Cerisa, se abaixou e começou a fazer sexo oral nela.

Naria ficou olhando sua "xará" dando oral em sua irmã e se aproximou de Cerisa. Ela então começou a trocar beijos de língua com ela.

Nadja lambia chupava o falo de Cerisa, depois o retirava da boca e o masturbava, voltava a engoli-lo e a chupá-lo. Ela parecia estar gostando muito daquilo.

Naria e Cerisa continuavam a trocar beijos entre elas.

[...]

Naria se afastou de Cerisa, foi para o outro lado, se aproximou de onde Nadja estava, se ajoelhou e então esperou Nadja retirar a boca dela do falo de Cerisa.

Assim que Nadja o fez, ela e Naria começaram a lamber juntas o órgão de Cerisa.

Cerisa colocou suas mãos sobre as cabeças de Nadja e Naria e as observou excitá-la com suas lambidas. O órgão estava bastante rígido e latejava com as lambidas das duas garotas que espalhavam suas salivas nele, lubrificando-o.

Então, Nadja e Naria começaram a alternar entre chupadas e lambidas no órgão espadaúdo de Cerisa.

—Hmm — Cerisa gemeu — Isso está uma delícia! Continuem...

Nadja e Naria continuaram atiçando Cerisa, que continuara a soltar gemidos e a grunhir com toda aquela excitação.

[...]

Nadja e Naria resolveram fazer uma pausa e largaram o falo de Cerisa ainda ereto e começaram a trocar beijos de língua com suas línguas cruzando e os lábios se encontrando junto com suas línguas.

Cerisa não resistiu. Segurou o falo na mão e começou a se excitar. O sangue começou a bombear, fazendo as veias no órgão surgirem e latejarem em sincronia com os movimentos manuais.

Cerisa foi sentindo todo o seu corpo entrar em chamas e gemeu.

Ela então começou a friccionar o seu órgão com mais vigor e a acelerar os movimentos que fazia com os dedos movimentando o órgão para cima e para baixo.

Cerisa ofegou. Ela foi sentindo que seu órgão estava latejando tanto que parecia que logo iria explodir. Mas, mesmo assim ela continuou a movimentar os dedos para cima e para baixo aos gemidos e grunhidos.

O vai e vem chegou em um ponto que fez com que o órgão ficasse dormente e então, involuntariamente, ele começou a expelir um forte jato do líquido espesso excretado de seu interior que acabou caindo como uma chuva sobre as cabeças, boca, e corpo de Nadja e Naria, e escorreu um pouco até o chão.

Nadja e Naria recolheram um pouco do líquido espesso em seus rostos e o engoliram.

Enquanto isso, o órgão de Cerisa havia se abaixado e seu corpo ofegara.

—....isso foi tão...gostoso — Cerisa exclamou.

Mas, Cerisa estava insatisfeita com apenas sua ereção.

Nadja e Naria se levantaram. Elas se beijaram na boca. Naria segurou nos ombros de Nadja e continuou a beijá-la.

Cerisa, depois de se aliviar, foi atrás de Naria. Ela fez o órgão se enrijecer novamente e em seguida abriu as nádegas de Naria revelando o orifício anal e começou a introduzi-lo nele.

Naria sentiu um "empurrão" e seu corpo caiu sobre o de Nadja, que a pegou firmando as duas mãos nos seios de Naria e a empurrou de volta.

O órgão de Cerisa foi penetrando o anus de Naria até se encaixar dentro dela. Naria virou para trás com os olhos fechados e a boca aberta.

Nadja se abaixou e ficou de joelhos. Ela então rastejou até Naria e ao ficar bem perto do órgão dela, começou a lâmber os lábios vaginais da parceira.

Enquanto isso, Cerisa sentiu que o órgão estava bem engatado no anus de Naria e iniciou os movimentos de penetração.

Naria ficou dividida entre sua xará que atiçava os lábios vaginais fazendo com que ela soltasse afagos, e Cerisa que lhe penetrava o rabo. Ela foi ofegando com os movimentos de Nadja e Cerisa.

— Cerisa...Nadja — Naria suspirou.

— Que rabo maravilhoso você tem, Naria — Cerisa exclamou após alguns gemidos.

[...]

As três mulheres continuavam naquela orgia.

Cerisa resolveu se apressar e aumentou a velocidade de suas estocada. Ela foi pentrando Naria com mais vigor em seus movimentos.

Nadja parou com as lambidas e se levantou. Ela fitou os seios de Naria e decidiu chupá-los. Começou pelo direito lambendo o bico dele deixando-o molhado e em seguida chupou o mamilo enquanto segurava o seio esquerdo e com o dedo indicador foi brincando com o bico do seio esquerdo.

Naria começara a enlouquecer com as provocações de Nadja e Cerisa.

—Isso está tão bom... — Naria comentou.

Cerisa então foi entrando e saindo com seu órgão e ele começara a deslizar dentro de Naria.

Naria começou a sentir o órgão de Cerisa a cada estocada que a mesma dava em seu interior.

Nadja acabou se cansando do seio direito de Naria e mudou-se para o seio esquerdo. Ela começou a fazer os mesmos movimentos de antes e vez ou outra voltava o olhar para Naria.

Nadja

Eu comecei a chupar o seio esquerdo de Naria, e... eu senti como seu eu estivesse chupando o seio de minha mãe adotiva humana quando eu era apenas uma garotinha e ela me adotou.

Naria e Cerisa, essas duas irmãs são doidas. Mas, eu me divirto com elas. Eu as acho bastante peculiares. Uma nasceu no Oceano Atlântico. Outra no Oceano Pacífico.

Então essa Cerisa me explicou como elas eram. Elas disseram que desenvolvem o órgão masculino após matar um macho humano ou herdam isso da sua antecessora como a experiência que ela adquiriu após se relacionar com um humano. Acho que é mais ou menos por ai.

Enfim, nós passamos horas naquilo até Naria, minha xará, e Cerisa chegarem no seu ápice. Depois, nós fomos para o quarto das duas e lá continuamos nossa brincadeira.

Naria e Cerisa, ambas me abrigaram e me incluíram na família delas. Agora, eu já não era mais uma garota perdida. Eu devo tudo a elas.

Notas finais
Espero que tenham gostado^^ Até o próximo capítulo!