Crossroads - Vidas Cruzadas

23 Capítulo 22 - A Drop in the Ocean


Notas iniciais
Oi amadas!!! Saudades de Crossroads?? Eu estava com saudades de vcs!!! Ai vai mais um capitulo... segurem seus corações e se preparem para grandes emoções... Bjokas...
Como sempre, pra quem quer ler em interativo: http://tfiapoio.blogspot.com/2012/02/crossroads-vidas-cruzadas-by-nannah.html
Ahhh e a notinha final é importante hein! Leiam!

MUSICA 1

“Que eu te amo
Que eu te amei o tempo todo
Eu sinto sua falta
Estive afastado por muito tempo
Eu continuo sonhando que você estará comigo
E você nunca irá embora
Paro de respirar se eu não te ver mais”
(Far away – Nickelback)

POV – Jake/Nannah

(Jake)

Eu me sentia perdido... e eu sentia o peso da minha cegueira... se eu não tivesse sido tão fraco. Sim fraco. Seu tivesse um pouco mais de força eu não teria me agarrado tanto ao que minha mãe falou. Se eu tivesse lutado contra o que me cercava como homem e não como um menino indefeso, perdido, medroso... eu teria visto, eu teria sabido de cara, desde a primeira vez que vi os olhos azuis dela, que Nannah era minha. Que era por ela que eu esperava, que era ela quem meu coração chamava, quem meu corpo e minha alma pediam. Agora eu estava aqui, encolhido no canto do meu quarto, lendo e relendo a carta que ela deixou.

A única coisa – além do brilho dos olhos dela – que rodava minha cabeça, era o ‘por que’. Por que ela se foi? Por que ela deixou pra trás todos que a deram o amor que ela merecia... Por que abandonar, Seth, Sue, Mel, Embry... por que me deixar. Eu preferia não tê-la pra mim, mas tê-la aqui, onde eu poderia ver seus olhos, seu sorriso...

Eu cheguei a duvidar por um minuto se Rachel estava realmente certa, se Nannah era mesmo meu imprinting, por que se fosse verdade, se fosse real, ela não iria me deixar, mesmo que magoada, com raiva de mim, por tudo o que fiz, ela não consegui ria ficar longe. Mas a dor que eu sinto agora, por não estar perto dela, por não saber onde ela esta, me diz que sim, Nannah é a minha escolhida, eu só não vi isso antes talvez porque estivesse olhando para outro lugar... eu via Nannah, mas meus olhos não queriam enxergar que era ela, porque estavam sempre em busca de outra... sei lá cada vez que eu penso nisso eu fico mais confuso.

Se eu pudesse ao menos saber pra onde ela tinha ido. Eu ordenei que todos a procurassem depois que vi a carta, eu mesmo corri meio estado atrás de qualquer sinal, qualquer pista, mas não achei nada. A porra da chuva que caia fez o favor de lavar qualquer rastro que Nannah tenha deixado. Pra saber dela agora só se eu tivesse um bola de cristal capaz de mostrar o futuro...

...Espera...

- Alice! – sussurrei pra mim mesmo enquanto me levantava e saia correndo.

- Jake, aonde você vai? – Rachel perguntou quando eu passava feito furacão pela sala. Eu não respondi, não conseguia, um fio de esperança se acendia em mim e eu queria chegar logo até Alice.

Corri com toda minha velocidade, na forma humana mesmo, eu não queria perder tempo me transformando. Entrei na casa dos Cullen sem nem mesmo bater na porta. Estavam todos na sala com Nahuel, a vampira tia dele e as três amazonas. Alice estava sentada numa poltrona e corri até ela e me ajoelhei na sua frente, em outro momento eu me sentiria humilhado por me ajoelhar frente à um vampiro, mas agora eu faria qualquer coisa se isso fosse trazer minha Nannah de volta.

- Por favor você precisa encontrá-la – pedi, minha voz saindo engasgada pela ansiedade e pelo desespero.

- Encontrar quem Jacob? – Alice perguntou me olhando assustada, eu tinha certeza que a expressão de todos era como a dela, mas não queria conferir, meus olhos estavam cravados nas orbes douradas da vidente, ela era minha ultima e única esperança.

- Nannah – falei – ela foi embora, eu preciso dela, você pode vê-la, por favor, me ajuda.

- Ta bom, calma Jacob, eu vou tentar, mas você precisa se acalmar – ela pediu. Eu senti uma onda de calma me invadir. Jasper. Eu agradeceria ele depois, agora o que importava eram os olhos de Alice que ficaram sem foco... ela procurava Nannah.

- O que está acontecendo? – Alguém perguntou atrás de mim.

- O imprinting de Jacob fugiu, antes que ele pudesse contar pra ela sobre os lobos. Antes que ele pudesse esclarecer tudo pra que eles dois ficassem juntos – Edward respondeu por mim.

- Vai ver ela descobriu antes que ele era lobo e não quis isso pra vida dela. – Rosalie falou.

- Rose, agora não. Por favor. – Esme reclamou. Mas o que Rosalie falou chamou minha atenção. Será que Nannah havia descoberto sobre nós e ficado com medo?

- Eu não consigo... não consigo vê-la – Alice falou chamando minha atenção.

- Como assim não consegue vê-la – perguntei.

- Vai ver ela morreu – Rosalie falou como quem comenta sobre o tempo. Eu me virei pronto para arrancar aquela cabeça loira dela.

- Rosalie é melhor você sair daqui agora – Edward rosnou.

- Não espera, talvez Rose esteja certa. – Bella falou se aproximando de mim – Nannah fugiu quando a região estava cheia de vampiros. Foi dito aos nossos amigos, para não caçarem em Forks... mas ninguém sabe onde ela poderia estar... talvez Seattle, Por Angeles, Tacoma...

Minhas resistências caíram, eu me voltei para Alice com um pedido mudo nos olhos de que ela me dissesse que minha Nannah estava viva, caso contrário, eu também morreria.

- Não – Alice falou – ela não morreu, eu posso sentir que ela esta viva, eu só não consigo vê-la. Eu não sei explicar, é como quando Bella estava grávida. O futuro de Nannah é um borrão pra mim, mas ele ainda existe.

- Isso é estranho... será que ela esta com algum lobo da matilha? – Edward perguntou.

- Acho que não, Seth, confere pra mim. – falei.

Me afastei um pouco de Alice me sentando no chão ao lado da poltrona onde ela estava sentada. No mesmo instante que eu me recostei na lateral da poltrona, senti mãos pequenas e quentes – se comparadas às dos vampiros da casa – tocarem meu rosto.

Uma imagem minha chorando apareceu na minha cabeça. Nessie se sentou na minha perna e encostou a cabeça no meu peito. ‘Por que você está triste?’ foi a pergunta muda dela.

- Porque minha alma se foi – falei mesmo sabendo que ela não entenderia.

- Não chora. – Nessie falou enxugando uma lágrima do meu rosto. – Eu canto pra você.

Ela começou a cantarolar uma melodia. Mesmo tão pequena ela tinha uma voz tão afinada e calma. Era bom de ouvir, mas eu precisava ficar sozinho. Precisava pensar e o cheiro de vampiro aqui não deixava.

- Obrigado – sussurrei pra Nessie e a desci do meu colo me levantando em seguida – eu vou sair, quero ficar sozinho. Qualquer novidade – me virei pra Embry e Seth – uivem.

“De joelhos, eu pedirei

Última chance para uma última dança

Porque com você, eu resistiria

Todo o inferno para segurar sua mão

Eu daria tudo

Eu daria tudo por nós

Dou qualquer coisa, mas eu não vou desistir

Porque você sabe, você sabe, você sabe”

(Nannah)

Eu estava decidida a fugir pra longe, mas quando, passando pela estrada eu avistei o penhasco onde ficava a caverna, não tive como sair dali sem me despedir do único lugar onde consegui ser completamente feliz.

Dei a volta e parei o carro na praia, fui caminhando até a entrada da caverna e entrei lá, apesar do medo de escorregar em uma das pedras e cair. Sentei bem perto da lagoa, de forma que a ponta dos meus dedos dos pés conseguiam sentir a temperatura fria da água.

Fechei os olhos, me lembrando de cada instante do meu momento com Jake aqui. Os toques, os beijos, a forma como ele me olhava, como se eu fosse uma estrela que tinha acabado de cair nas mãos dele. Eu me senti única e especial naquele pequeno momento com ele ali.

E era isso que me matava, como ele podia ser tão incrível e perfeito num dia e no outro me dispensar como ele fez? Com aquela desculpa ridícula que ele usou? Não havia como ele fingir tudo o que demonstrava sentir por mim aquele dia.

Não sei se eu queria acreditar que a nossa noite aqui na caverna foi real pra acalmar meu coração ou para saber que meu bebê foi feito num momento onde eu amava e era amada. Eu não sei como lidaria com a idéia de que meu filho – ou filha – foi concebido numa noite de diversão pra Jake.

Desci minha mão até minha barriga e abaixei os olhos, no mesmo instante uma lágrima caiu na minha mão.

- Nannah? – ouvi uma voz rouca soar atrás de mim. Me virei em câmera lenta e dei de cara com Jacob parado na entrada da caverna.

- Jake? O que você faz aqui? – perguntei me levantando.

MUSICA 2

(Jake)

- Eu... eu vim pensar... não imaginava encontrar você aqui... – falei surpreso e feliz por encontrá-la.

- Eu já estou indo... – ela falou saindo.

- Não vai... fica – pedi.

- Melhor não. – ela continuou seguindo, meu coração se apertou, eu não podia deixá-la partir mais uma vez, não agora que ela estava ao alcance das minhas mãos.

Segurei a mão dela assim que ela passou por mim, um único passo nos separava, nossos olhares se encontraram e eu senti laços fortes me segurarem ali. Eu senti minha vida ser unida à de Nannah, minha alma foi sugada pra dentro daquele mar azul que eram os olhos dela. Eu faria qualquer coisa, seria qualquer coisa por ela.

- Me deixa ficar com você, me deixa cuidar de você.

- Pra que? – ela falou me encarando com os olhos magoados – Pra você me falar meia dúzia de palavras bonitas, me embriagar com sua presença, me seduzir e depois me descartar? Acho que essa eu passo.

- Me desculpa. Eu errei, mas eu quero pedir desculpas... eu quero ficar com você.

- Seu tempo passou Jake, é meio tarde para apagar o que aconteceu. Eu não quero isso, não quero você comigo por pena ou por obrigação. Eu quero você por você me querer.

- Eu não quero ficar com você por obrigação... nem por pena. O imprint...

- CHEGA! – ela gritou me interrompendo – CHEGA DESSA HISTÓRIA DE IMPRINTING, EU TO FARTA DISSO, EU TO FARTA DE MENTIRAS, DE DESCULPAS ESFARRAPADAS. NÃO QUERO QUE VOCÊ FIQUE COMIGO PORQUE SE SENTE OBRIGADO, PELO QUE ACONTECEU ENTRE NÓS... POR FAVOR, PELO MENOS UMA VEZ ME FALA A VERDADE, JACOB, ME FALA O QUE VOCÊ REALMENTE SENTE.

- VOCÊ QUER SABER O QUE EU SINTO? — também gritei – EU TE AMO!

“Uma gota no oceano
Uma mudança no tempo
Eu estava rezando
Para que você e eu
Ficássemos juntos no final
É como desejar pela chuva
Enquanto permaneço no deserto
Mas estou segurando você
Mais perto que nunca
Porque você é meu paraíso”

(Nannah)

Me assustei e fiquei encarando Jake de olhos arregalados enquanto ele continuava falando agora baixo.

- Eu te amo Nannah, com todas as minhas forças, de todas as formas possíveis. Te amo como minha irmã, como minha filha, como minha amiga, como minha mulher. Eu simplesmente te amo. Sem obrigação, é livre, é puro... eu só fui cego demais, enxerguei tudo isso muito tarde. Eu quase perdi você, e quase morri por isso. E o imprinting não era uma desculpa, eu só não tinha percebido ele entre nós. Mas eu percebo agora, eu olhos nesses seus olhos e eu sinto... sinto que esse é o meu lugar no mundo, com você, aonde você estiver. Eu não estou te amando por obrigação Nannah, eu te amo porque quero te amar, porque de tudo o que fiz nessa vida, a coisa mais certa foi deixar você entrar no meu coração.

“O paraíso não parece

Mais tão longe

O paraíso não parece estar longe

O paraíso não parece

Mais tão longe

O paraíso não parece estar longe”

- Cala a boca, Jake – falei acabando com o espaço entre nós e o puxando pra me beijar, seus lábios tomaram os meus com a urgência que tanto tempo distante nos forçava a ter, sua língua invadiu minha boca com pressa, com sede. Eu também tinha sede dele, eu também queria arrancar todo o sabor dali, matar a vontade que me corroia – Eu também te amo – falei quebrando nosso beijo – te amo demais... vocês são as coisas mais importantes da minha vida. – falei me referindo a ele e ao nosso bebê.

(Jake)

- Nós? – perguntei – Que nós? Eu e Embry? Não acredito que eu me declaro pra você e você se lembra dele?

- Embry? – ela perguntou me olhando confusa – Que diabos o Embry ta fazendo nessa conversa?

- Você disse ‘vocês são as coisas mais importantes da minha vida’ – expliquei – se não é o Embry quem é?

- Oh meu Deus, você não sabe! – ela exclamou colocando a mão na boca.

- Não sei de que? – comecei a me preocupar, se não era Embry, quem era? Existia outra pessoa na vida de Nannah?

- Eu achei que Carlisle tinha te contado... – ok primeiro Embry entrava na conversa agora era Carlisle – esse lugar – Nannah falou se aproximando mais da lagoa, eu a acompanhei com medo que ela se machucasse nas pedras.

- O que tem esse lugar? – perguntei

- Lembra que você disse que ele seria ainda mais especial?

- Lembro. Ele me lembra o quanto eu te amo... mas Nannah, pelo amor de Deus, me fala o que eu não sei. – pedi.

Ela se virou pra mim sorrindo. Um sorriso lindo que quase fez meu coração parar. Ela se aproximou bastante, deixando apenas um palmo de distancia entre nós, colocou uma mão no meu rosto e segurou minha mão esquerda com a outra.

- Aquela noite deu um fruto Jake – senti minha mão que ela segurava ser colocada em sua barriga. Uma lágrima escorreu do olho de Nannah no mesmo instante em que eu olhava para as nossas mãos pousadas no ventre dela – Eu estou esperando um filho seu. – ela sussurrou.

(Nannah)

Jake estava estático, nem a respiração dele eu conseguia perceber. Meu coração começou a se apertar, quando ele se declarou eu senti que meu mundo tinha voltado a brilhar, principalmente porque não era algo por obrigação como eu imaginei a principio, isso se confirmou quando eu percebi que ele não sabia da gravidez. Então eu fiquei feliz, porque eu achei que ele iria gostar da idéia de ser pai. Mas agora, Jake parado encarando nossas mãos juntas sobre minha barriga, feito uma estatua, sem esboçar uma mínima reação, me desesperava. Outras lágrimas se juntaram à que tinha caído pelo meu olho, mas essas ao contrario da primeira eram de tristeza, de desespero.

- Nannah? – Jake perguntou tirando os olhos da minha barriga e os colocando no meu rosto –Amor, o que foi? Por que você está chorando?

- Você... você... não o quer... – falei entre as lágrimas.

- Como não quero? Você pirou? Você tem noção do quanto eu to feliz por saber que eu vou ser pai? E de um filho seu... seu minha pequena, a mulher que eu mais amo nesse mundo!

- Mas você não falou nada, você ficou ai parado. – falei chorando mais.

- Você é absurda, Nannah – ele me abraçou sorrindo – Eu fiquei sem reação porque eu nunca imaginei que depois de ter tanta coisa arrancada de mim, eu teria dois presentes tão maravilhosos, tão especiais... – ele me afastou do seu abraço e segurou meu rosto entre suas mãos – eu nunca imaginei que poderia ser abençoado com tanto amor...

“Uma gota no oceano
Uma mudança no tempo
Eu estava rezando
Para que você e eu
Ficássemos juntos no final
É como desejar pela chuva
Enquanto permaneço no deserto
Mas estou segurando você
Mais perto que nunca
Porque você é meu paraíso”

Ele tomou meus lábios mais uma vez, nosso beijo se misturava às minhas lágrimas, subi minhas mãos por baixo da camisa dele, apertando aqueles músculos que, apesar de só ter sentido tão de perto uma única vez, minhas mãos pareciam conhecer há tempos. Jake grunhiu e apertou mais suas mãos na minha cintura.

Meu corpo se esquentou com esse gesto e eu me apertei ainda mais contra ele, sentindo o quanto Jake estava se animando com nosso beijo. E eu o queria, Deus como eu o queria agora. Desci minhas mãos até a barra da camisa dele e a puxei pra cima. Jake se afastou de mim para passar a camisa pela cabeça, aproveitei o tempo para respirar, logo os lábios dele estava novamente sobre os meus.

Minha jaqueta já tinha ido parar no chão, agora eu lutava contra os botões da minha blusa. As mãos de Jake substituíram as minhas e os botões voaram longe quando ele abriu minha blusa com força, me ocupei de desabotoar sua bermuda. Mais uma vez eu precisava de respirar, então Jake desceu seus lábios pelo meu pescoço, revezando beijo, mordidas e chupões.

(Jake)

Nossa respiração era rápida e superficial, o desejo entre nós dois era palpável. Eu queria Nannah mais do que queria ar pra respirar. O meu desejo já me era incomodo, tanto que quando Nannah desabotoou minha bermuda e a puxou pra baixo eu quase cantei de alegria. As mãos pequenas de Nannah estavam me maltratando da forma que subiam pelo meu abdômen e peito até chegarem na minha nuca.

Havia fogo em todo lugar, minhas mãos reconheciam sua pela, minha boca reconhecia o sabor da pele dela. Levantei-a no meu colo e escorreguei até o chão, deixando-a sentada sobre meu quadril. A ação de Nannah foi o teste final para a minha resistência, ela entendeu meu ato como um incentivo e começou a roçar seu quadril sobre o meu, me deixando ainda mais quente – como se isso fosse possível.

Me inclinei de lado e coloquei Nannah deitada de costas no chão, exatamente como há dois meses, na nossa primeira vez aqui. Tirei suas botas, as jogando de lado, em seguida desabotoei sua calça e a passei pelas pernas dela, observando a forma como o tecido passava sobre a pele dela, invejando aquilo, desejando ser minhas mãos ali, e foi exatamente o que fiz. Joguei a calça de lado e me ocupei de deslizar meus dedos pela pele dela, sentindo a textura, a temperatura...

Me inclinei até que meus lábios se encostaram no ouvido dela. ‘Kwop Klawtlay’ – sussurrei. Nannah suspirou fundo e uma lágrima caiu de seu olho, eu a capturei com um beijo, depois voltei a tomar os lábios da minha escolhida. Eu tentei ser calmo, mas no momento que nossas línguas se encontraram, nós viramos fogo e pólvora. Uma explosão e sem que eu me desse conta Nannah estava por cima de mim e nós dois éramos um só.

(Nannah)

Não tínhamos tempo para as caricias, não mais. No momento que nossas línguas se encontraram eu e Jake éramos apenas a necessidade de matar a saudade, o desejo. Nós teríamos oportunidade para todos os tipos de carinho depois, porque sim, eu não o deixaria fugir de novo, nem eu fugiria, nunca mais. Agora eu tinha encontrado o meu lugar, eu tinha encontrado tudo o que mais quis na vida. Eu tinha encontrado um amor diferente do que conheci, um amor que vicia e que nos faz querer viver cada dia só pra ter um pouco mais dele.

Nós chegamos juntos ao orgasmo e eu me senti mais uma vez completa, só que dessa vez meu conto de fadas não acabaria pela manhã, porque eu não deixaria acabar. Querendo ou não, Jacob Black agora era meu e nada nem ninguém o tiraria de mim.

-Eu te amo. – falei depois de me aconchegar em seu peito.

- Também de amo, pequena. E não vou deixar você me escapar nunca mais. – ele deu um beijo na minha testa.

- Eu sei. – falei.

- Ah sabe? – ele afastou meu rosto do seu peito de jeito que eu olhasse pra ele – Como você está tão certa do que sabe.

- Porque vocês quileutes não dizem eu te amo em sua língua nativa sem ser sério, sem ser pra sempre.

- Como você sabe disso? – ele perguntou me encarando admirado.

- No casamento de Emily, eu ouvi quando Sam disse isso pra ela, e perguntei a Rachel o que era, ela me falou que significava ‘eu te amo’ em sua língua materna, e me contou também que isso só é dito quando os quileutes encontram um amor verdadeiro e eterno.

- Kwop Klawtlay. – ele repetiu me beijando mais uma vez.

"Porque você é meu paraíso..."

CONTINUA....

Notas finais
N/a: Quem gritou finalmente levanta a mão! o/o/o/o/o/o/... Demorou mas finalmente os pombinhos se uniram... VIVA!!!!! E agora como vão ser as coisas??? Jake e a PP viveram felizes para sempre... é o fim de Crossroads??? OMG, OMG....
Cenas ds próximos capitulos...
... Mas tem como acabar com isso Jake, basta você querer... (Bella)
... Mas eu não quero deixar de amá-la! Eu quero amar Nannah por toda minha vida. Ela me salvou do buraco onde você me jogou, ela foi minha luz quando eu estava perdido na escuridão (...) eu vou amá-la até onde ela me permitir... (Jake)
... eu não quero que você fiquei com ela Jake. Você é meu. Meu amigo, meu sol... (Bella)
... ela não vai ser eterna pra você. Ela vai envelhecer, vai morrer... (Bella)
... Então eu vou ficar feliz de deixar esse mundo junto com ela... (Jake)
... NÃO. Eu não permito, você não pode me deixar Jake. Não pode... (Bella)
... Bella, eu não to pedindo sua permissão, eu não to perguntando se você gosta ou não de Nannah ou do fato de eu amá-la mais que amei você... (Jake)
... Eu não vou suportar viver sem você... (Bella)
... É melhor aprender a lidar com isso então (...) Nosso tempo acabou Bells... (Jake)
Entonces... você acharam mesmo que a fic acabaria assim??? Na-na-ni-na-não... ainda tem muuuuuita coisa pra acontecer.... Isso ai em cima *apontapracima* são techos de algo que vai acontecer mais pra frente... se vocês acham que Bella é uma bitch, é porque vocês ainda não viram NADA...
Flores team Bella e/ou Team Kris... NÃO ME MATEM nem me odeiem... essa é a Bella da minha fic, então não se sintam ofendidas tá... Só pra garantir que não tenh nada contra a Bella (apesar dela ser uma songa de vez em quando) tenho uma outra fic aqui onde ela é uma mocinha e tanto... chama Doce Inferno...
Mereço coments??? Então botem os dedinhos pra trabalhar... Ahhh e NÃO posso me esquecer de forma alguma de agradecer à Luh (ou Luiza ou Priscila, flor nunca sei qual nick vc vai usar, mas sempre sei quem é vc aqui na fic ou no face, ou na tag, enfim...)... ela me deu ótimas idéias pra esse capitulo e pra outros mais pra frente, fez essa capinha diva que eu coloquei no capitulo e fez o video LINDO que é link na musica 1... THANKS LUH ^^...
Chega de notinha né... afff vai acabar ficando maior que o capitulo... Obrigada a todas que comentaram no capitulo passado, vcs são show!!!! Bjos e até semana que vem!!!